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KUHN do Brasil permite que o produtor escolha a tecnologia para seu pulverizador

O mercado de agricultura de precisão na América do Sul, liderado pelo Brasil, está projetado para registrar uma das maiores taxas de crescimento anual composto (CAGR) do mundo até 2028, com 9,88%, segundo dados da Triton Market Research. Esse avanço, no entanto, expôs um grande desafio para médios e grandes produtores: a ineficiência causada pelo “aprisionamento tecnológico”, onde cada máquina exige um monitor de sua própria marca, resultando em cabines com múltiplos terminais, custos redundantes e operações complexas.
Essa falta de padronização é uma lacuna para a eficiência. A solução que se consolidou globalmente é o protocolo ISOBUS (ISO 11783), uma norma universal que permite a comunicação entre máquinas e monitores de diferentes fabricantes. A crescente lista de produtos certificados pela Agricultural Industry Electronics Foundation (AEF) demonstra que a compatibilidade se tornou uma exigência do produtor tecnificado.
Atenta a essa demanda por flexibilidade e eficiência, a KUHN, oferecendo ao produtor rural a liberdade de escolher qual tecnologia utilizar em seus pulverizadores. A empresa garante total compatibilidade de suas máquinas com três opções de monitores de alto desempenho, desenvolvidos por líderes globais do setor.
Personalização e eficiência: a escolha na mão do produtor
Com as soluções da KUHN do Brasil, o agricultor tem a autonomia para decidir qual tela utilizar no campo, com três opções que garantem tecnologia de ponta e facilidade de uso:
● Trimble GFX-1060: Tela de 10 polegadas e sistema Android. Sua plataforma Precision-IQ oferece uma interface intuitiva. O uso da licença NextSwath (vendida separadamente) traz um grande avanço na automação de manobras de cabeceira.
● AGRES Agronave 12: Tela de 12 com GPS agrícola inteligente com suporte para linhas AB, curvas, mapas de orientação e taxa variável. O modo de visualização vertical permite uma interface compacta e intuitiva.
● John Deere G5: A KUHN oferece total integração com a tecnologia da John Deere. A máquina é entregue preparada para receber o Pacote essencial de tecnologia JD (monitor G5 ou G5 Plus e a antena StarFire 7500 (adquiridos separadamente). A instalação é plug- and-play e integra recursos avançados como AutoTrac e Controle de Seção, além do acesso ao JD Operation Center.
A partir de fevereiro, todas essas funcionalidades estarão disponíveis como opções para os pulverizadores KUHN Fighter e Stronger, bem como para os distribuidores de fertilizantes Accura 8.0 HD.

Compatibilidade sem complicação
“A escolha de um pulverizador autopropelido vai muito além de uma simples aquisição – é uma decisão estratégica que impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade no campo. O produtor moderno busca máquinas que entreguem alta performance agronômica, mas também valoriza a inteligência embarcada, conectividade e o conforto operacional. Ter uma cabine equipada com tecnologia e flexibilidade é essencial para enfrentar os desafios da agricultura de precisão e garantir resultados consistentes em cada safra”, afirma Luis Guilherme Lemes, Especialista de Produto da KUHN do Brasil.
“Nossa filosofia é respeitar o ecossistema tecnológico do cliente. Garantimos a integração total dos principais monitores do mercado às nossas máquinas, sem perda de desempenho, conforme o padrão ISOBUS. A tecnologia precisa trabalhar para o produtor, e não o contrário”, complementa.
No site da KUHN do Brasil é possível conferir as opções e conhecer mais sobre os produtos da marca.
Sobre a KUHN do Brasil
O Grupo KUHN, que tem como propósito o desenvolvimento de soluções confiáveis para alimentar a população mundial preservando o meio ambiente, está presente em 110 países e emprega mais de 5.000 pessoas em 11 unidades de produção e 11 unidades de distribuição em todo o mundo. De origem francesa, com um know-how e expertise de 197 anos , possui a linha mais completa de implementos agrícolas para agricultura e pecuária.
A KUHN tem 20 anos de atuação no Brasil com sedes nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS ). Conta ainda com quatro centros de distribuição e treinamentos, localizados em Rondonópolis (MT), Palmas (TO), São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS).
Em 2025, a empresa reforça a sua presença nacional com a campanha “20 anos no Brasil – Fazendo história com você”.
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Preços dos fertilizantes começam o ano com alta de até 20%, mostra levantamento

Os preços dos fertilizantes começaram o ano em alta, segundo relatório da Stonex. De acordo com o relatório, na última semana de janeiro as cotações da ureia nos portos brasileiros estavam cerca de 10% acima do nível observado no mesmo período de 2025. Já os preços do SSP e do cloreto de potássio (KCl) registraram altas próximas de 20% na mesma comparação anual.
Conforme explica o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, esse movimento de valorização não se restringe ao Brasil. Segundo ele, a alta dos fertilizantes em relação ao início de 2025 também é observada, em maior ou menor grau, em outros mercados, o que indica um fenômeno de caráter global.
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“Entre os fatores que sustentam esse patamar mais elevado de preços estão elementos sazonais, como a preparação para as aplicações agrícolas em diversos países, e fatores geopolíticos difíceis de antecipar, como a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã”, realça o analista.
Neste contexto, o Oriente Médio é uma região estratégica para os nitrogenados, e qualquer instabilidade tende a gerar volatilidade e reforçar um viés altista nas cotações.
Nos Estados Unidos, o início do ano marca a retomada das compras para a temporada de primavera, com aumento das importações entre fevereiro e abril, período tradicionalmente mais aquecido. Esse fortalecimento da demanda norte-americana costuma pressionar os preços tanto no mercado doméstico quanto nos países fornecedores.
A China também atravessa um período sensível no primeiro semestre. Conforme levantamento da StoneX, apesar de ser grande produtora, o impacto sazonal sobre as importações é mais limitado, com exceção do KCl, cujas compras tendem a crescer nos primeiros meses do ano. O principal efeito chinês ocorre pelo lado das exportações.
“Em momentos estratégicos, as autoridades costumam restringir as vendas externas para priorizar o abastecimento interno, o que reduz a oferta global e intensifica a disputa por cargas”, destaca Pernías. Para alguns fertilizantes, a expectativa é de que essas restrições se estendam ao menos até meados do segundo semestre de 2026.
Outro fator relevante é a demanda indiana. Caso a Índia anuncie uma nova rodada nas próximas semanas, essa demanda poderá coincidir com um período-chave para mercados como Estados Unidos, Canadá, China e Europa, reforçando o sentimento altista.
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Homem usa drone como ‘helicóptero’ no interior do Pará; veja vídeo

O piloto de drone agrícola Hudson Vinícius viralizou nas redes sociais após aparecer utilizando um drone de grande porte como meio de transporte no interior do Pará.
O equipamento não está habilitado para o transporte de pessoas, e seu uso para essa finalidade impõe sérios riscos de segurança. O drone utilizado no vídeo foi desenvolvido para pulverização de lavouras e dispersão de insumos.
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Segundo Hudson, o registro é real e foi publicado para rebater comentários que apontavam o uso de inteligência artificial ou montagem no vídeo.
A cena gerou ampla repercussão nas redes sociais, com discussões sobre limites de segurança no uso de drones no agronegócio.
O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) informou que apresentou denúncia formal à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em relação às infrações e aos prováveis riscos registrados no vídeo.
“A entidade repudia de maneira veemente a atitude registrada no vídeo, que não apenas evidencia riscos à segurança das pessoas e ao meio ambiente, como confronta diretamente os princípios de responsabilidade, profissionalismo e compromisso com a segurança que norteiam o setor aeroagrícola brasileiro”, informa nota do Sindag.
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Custo elevado de produção pressiona algodão e área recua 8% em Mato Grosso

Os custos elevados de produção seguem pressionando a rentabilidade das lavouras de algodão em Mato Grosso. Motivo que impulsiona uma redução de 8,06% na área no atual ciclo em relação à safra 2024/25. Diante disso, as perspectivas apontam um decréscimo de 15,16% na produção de pluma.
As projeções constam em relatório divulgado na segunda-feira (2) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo o levantamento, a previsão é semear 1,42 milhões de hectares nesta safra 2025/26 com a fibra. Como destacado pelo Canal Rural Mato Grosso recentemente, até o dia 30 de janeiro 67,75% da extensão projetada já havia recebido as sementes.
A queda na área é observada “em todas as regiões”, pontua o Instituto. A mais acentuada é na região Nordeste de 84,3 mil hectares para 60,6 mil, retração de 28,04%. Já na região Norte 15,55%, devendo a área ficar em 21,4 mil hectares. Na região Centro-Sul do estado a previsão é de 10,81%.
Produção de algodão recua em mais de 15%
Em relação à produtividade, conforme o Imea, foi mantida a metodologia de média ponderada das safras anteriores, ficando em 290,88 arrobas por hectare, 7,69% inferior ao observado na safra 2024/25.
Com isso, considerando a menor projeção de área de cultivo, a produção de algodão em caroço foi estimada em 6,21 milhões de toneladas, queda de 15,13% no comparativo com a safra passada, quando 7,32 milhões de toneladas foram colhidas.
Já a produção de pluma ficou prevista na nova revisão em 2,56 milhões de toneladas, volume 15,16% abaixo das 3,01 milhões de toneladas colhidas no ciclo 2024/25.
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