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Deral: plantio de soja no Paraná atinge 97% da área

O plantio da safra de soja 2025/26 está em fase final ou já concluído na maioria das regiões do Paraná, com 97% da área colhida, inclusive onde houve necessidade de replantio devido ao excesso de chuvas e episódios de granizo.
Segundo boletim divulgado nesta terça-feira (25), pelo Departamento de Economia Rural (Deral), 92% das lavouras estão em boas condições, 7% em quadro considerado médio e 1%, ruim.
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O Deral aponta que 61% estão em desenvolvimento vegetativo, 6% em germinação, 28% em floração e 5% em frutificação. “As lavouras em emergência e desenvolvimento vegetativo apresentam bom vigor, com avanço gradual para floração em parte das áreas”, disse o órgão, em nota.
Além disso, foi registrado que o excesso de umidade no início do ciclo provocou atrasos pontuais, mas o estabelecimento geral das plantas é considerado adequado.
Safra de milho 25/26
Quanto à safra de verão de milho 2025/26, o departamento informou que o plantio foi concluído. Do total das lavouras, 74% estão em desenvolvimento vegetativo, 24% em floração e 2% em frutificação.
A maioria apresenta boas condições (92%), 7% estão em condição média e 1% em condição ruim. “As condições de umidade e temperatura têm favorecido o crescimento das plantas. Os produtores seguem com os tratos culturais”, afirmou o órgão.
Trigo
Sobre a colheita da safra de trigo 2025, o Deral destaca que a produtividade e a qualidade superaram as expectativas iniciais em grande parte das áreas, apesar de danos pontuais causados por condições climáticas severas em algumas regiões.
O boletim aponta que o cereal já foi colhido em 99% da área semeada, com 73% das lavouras em boas condições e 27% em condições médias. Atualmente, 99% das lavouras estão em fase de maturação e 1% em frutificação.
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Sobe para seis o número de mortos pelas chuvas em Pernambuco

Corpo de homem desaparecido desde sexta-feira é localizado em São Lourenço da Mata; estado soma mais de 2.600 pessoas fora de casa
Subiu para seis o número de mortos em Pernambuco por causa das fortes chuvas que atingem o estado. Nesta tarde, o Corpo de Bombeiros Militar informou ter encontrado o corpo de um homem de 34 anos desaparecido desde a noite de sexta-feira (1º).
A vítima foi localizada no bairro Capibaribe, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife. Mais cedo, a Defesa Civil do estado havia confirmado a quinta morte no Recife, no bairro Dois Unidos.
O novo balanço das ocorrências aponta um total de 1.605 pessoas desabrigadas e 1.089 desalojadas em todo o estado.
Áreas mais afetadas
Os municípios afetados com maior gravidade em Pernambuco incluem:
Goiana, com 510 desabrigados e 994 desalojados;
Recife, com 671 desabrigados;
Olinda, com 170 desabrigados;
Jaboatão dos Guararapes, com 127 desabrigados;
Timbaúba com 42 desabrigados e 52 desalojados;
Igarassu com 27 desabrigados e 21 desalojados;
Paulista 32 desabrigados e 11 desalojados;
Camaragibe 5 desabrigados e 11 desalojados;
Limoeiro 9 desabrigados; e
Glória do Goitá 12 desabrigados.
Situação de emergência
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra decretou na tarde deste sábado (2) situação de emergência em Pernambuco e a medida será publicada em edição extra do Diário Oficial do estado.
Em entrevista coletiva, a governadora destacou que a decretação da situação de emergência vai acelerar ações e obras do Estado nos municípios atingidos e permitir buscar investimentos necessários do governo federal para reconstruir o que foi destruído pelas chuvas.
A medida foi adotada após reuniões no Centro Integrado de Operações de Defesa Social (CIODS), no Recife, com representantes da Defesa Civil Nacional, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), representantes das defesas civis municipais e demais órgãos estaduais envolvidos. Também foi realizada reunião online com os prefeitos dos municípios atingidos para alinhar estratégias e definir as próximas ações.
Ajuda humanitária
Ao todo, 29 abrigos foram ativados para acolhimento da população atingida.
Paralelamente, o Governo do Estado intensificou a distribuição de ajuda humanitária para as cidades atingidas. Em Goiana, foram entregues 150 colchões, 300 lençóis, 38 kits de limpeza e 38 kits de higiene.
Paraíba
Na Paraíba, também atingida pelos temporárias das últimas 48 horas, os impactos concentram-se principalmente nos municípios de Conde, João Pessoa, Bayeux, Campina Grande, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Patos, São José dos Ramos, Sousa, Cajazeiras, Pilar e Cabedelo.
De acordo com informações preliminares da Defesa Civil estadual, há registro de 1,5 mil famílias desalojadas, 300 pessoas desabrigadas, cerca de 9 mil afetados e dois óbitos.
Um comitê de crise foi instalado pelo governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, com os órgãos paraibanos envolvidos para tomar as providências necessárias nos municípios afetados pelas chuvas intensas.
Recursos
A Defesa Civil Nacional informou neste sábado que vem orientando os municípios afetados pelas chuvas em Pernambuco sobre como acessar recursos federais.
Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), estados e municípios que tiverem o reconhecimento de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos para ações de defesa civil.
Os pedidos devem ser feitos pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados em portarias a serem publicadas no Diário Oficial da União, liberando os valores correspondentes.
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Começam a valer penas maiores para furto, roubo e receptação

A partir desta segunda-feira (4) crimes de furto, roubo e receptação terão penas maiores. A Lei 15.397/2026, publicada no Diário Oficial da União, amplia ainda a punição para casos de estelionato e crimes virtuais, como golpes pela internet.
O texto aprovado estabelece as seguintes penas de reclusão:
- furto: de um a seis anos de reclusão (o máximo era 4 anos);
- furto de celular: de quatro a dez (até então, eram tratados como furto simples);
- furto por meio eletrônico: até dez anos (eram oito anos);
- roubo que resulta em morte: pena mínima passa de 20 para 24 anos;
- estelionato, reclusão de um a cinco anos mais multa;
- receptação de produto roubado de dois a seis anos de prisão e multa (era de um a quatro anos).
O texto trata ainda de pena por interromper serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de detenção de 1 a 3 anos, será de reclusão de 2 a 4 anos.
A pena será aplicada em dobro se o crime for cometido por ocasião de calamidade pública ou roubo ou destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação.
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Exportações de soja crescem 5,9% no primeiro trimestre, segundo Conab

As exportações brasileiras de soja avançaram no primeiro trimestre de 2026 e já superam em 5,92% o volume embarcado no mesmo período de 2025. O movimento acompanha o ritmo da colheita, que já atinge cerca de 88,1% da área cultivada, segundo o Boletim Logístico de abril da Companhia Nacional de Abastecimento.
No caso do milho, o crescimento é ainda mais expressivo: os embarques acumulados até março registram alta de 15,25% na comparação anual. Para a primeira safra, a colheita já ultrapassa metade da área plantada.
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O escoamento de grãos segue concentrado nas regiões Centro-Oeste e Sul, com destaque para Mato Grosso, principal estado exportador.
Para a soja, o Arco Norte respondeu por 39% dos embarques no trimestre. Na sequência aparecem o porto de Santos (SP), com 36,2%, e Paranaguá (PR), com 18,3%.
No milho, o padrão se repete. O Arco Norte lidera com 34,9% das exportações, seguido por Santos (29,1%) e Rio Grande (RS), com 16%.
Fretes sobem com avanço da colheita
O aumento no volume transportado impactou diretamente os custos logísticos. Segundo a Conab, os fretes subiram nas principais rotas do país, pressionados pela demanda e por fatores como combustível e gargalos operacionais.
No Centro-Oeste, Goiás registrou as maiores altas, com fretes até 35% mais caros em rotas com origem em Cristalina. Em Mato Grosso, o avanço da colheita no Vale do Araguaia elevou os custos em até 10%, mesma variação observada em Mato Grosso do Sul.
No Distrito Federal, os preços subiram até 12%, acompanhando o pico da colheita da soja.
Sudeste e Sul também registram alta nos custos
No Paraná, os fretes aumentaram até 11%, com destaque para a região de Ponta Grossa, impactada por custos operacionais e combustíveis.
Em São Paulo, as tarifas subiram até 30% em relação a março, enquanto Minas Gerais registrou elevação mais moderada, de até 10%. No caso do café, o transporte voltou a ganhar força, especialmente em rotas para o sul mineiro.
Com o deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, o Nordeste também apresentou elevação nos fretes. No oeste da Bahia, região produtora de soja, os valores subiram até 19%.
O Maranhão registrou a maior alta percentual, com aumento de até 23%, principalmente no escoamento da soja no sul do estado. Já no Piauí, as cotações ficaram mais estáveis, com variação máxima de 8%.
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