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4 de maio de 2026

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Cautela domina negócios com a soja e preços ficam firmes em algumas regiões

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O mercado brasileiro de soja apresentou pouca movimentação nesta terça-feira (25). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios estiveram fracos, com alguns volumes destinados à exportação, enquanto a indústria manteve movimentações limitadas.

Houve oportunidades pontuais em Goiás e Minas Gerais, com preços firmes em lotes específicos, mas o produtor continua segurando e pedindo valores mais elevados. Além disso, a comercialização da safra nova segue lenta.

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De olho no plantio

Com o retorno das chuvas no Nordeste, o produtor avançou no campo, focando no plantio. Os prêmios permanecem negativos, com poucos ajustes diários, enquanto a CBOT operou com leve alta.

De acordo com a consultoria, o plantio brasileiro atingiu 79,8% da área total esperada até 21 de novembro, contra 69,6% na semana anterior e 85,6% em igual período do ano passado, abaixo da média histórica de 84,4%. A Safras & Mercado reforça que a semeadura segue atrasada no Matopiba.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 126,00 para R$ 124,50
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta nesta terça-feira (25) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), em dia volátil com atenção ao ritmo das compras chinesas. Especulações seguem sobre a efetividade das aquisições asiáticas, com negociações de alto nível entre EUA e China para acelerar o cronograma de vendas.

Contratos futuros

Na CBOT, os contratos da soja em grão para janeiro fecharam com alta de 1,50 centavos de dólar, a US$ 11,24 3/4 por bushel. Março subiu 2,75 centavos, a US$ 11,34 3/4 por bushel. O farelo para janeiro teve alta de US$ 2,10, a US$ 320,40 por tonelada, e o óleo para o mesmo vencimento fechou a 50,65 centavos de dólar, com ganho de 0,13 centavo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,3756 para venda e R$ 5,3736 para compra, com mínima de R$ 5,3560 e máxima de R$ 5,4130 durante a sessão.

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Mato Grosso deve gerar R$ 206 bilhões no campo e liderar agronegócio em 2026

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Com 15% da produção nacional, estado supera potências como Minas Gerais e São Paulo no Valor Bruto da Produção

Mato Grosso segue como o Estado que mais produz no agronegócio brasileiro. A estimativa para 2026 aponta um Valor Bruto da Produção (VPB) agropecuário de R$ 206 bilhões, cerca de 15% de tudo do que o Brasil gera no campo. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e foram compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O VBP representa o valor total da produção agropecuária, calculado com base no volume produzido e nos preços de mercado, ou seja, é o valor bruto total da produção rural antes de qualquer processamento industrial.

Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 167 bilhões (12,09%), seguida por São Paulo com R$ 157 bilhões (11,36%), Paraná com R$ 150 bilhões (10,86%) e Goiás com R$ 117 bilhões (8,45%).

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A base dessa liderança está na diversidade e no volume da produção estadual. A soja responde por 43% do que Mato Grosso produz no campo, seguida pelo milho com 21,67% e pela bovinocultura com 17,96%. O estado ocupa o primeiro lugar nacional na produção de soja, milho, algodão e bovinos.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o resultado reforça o papel do agronegócio como vetor de geração de renda para a população do Estado. O setor agropecuário de Mato Grosso gerou, no mercado de trabalho, um saldo positivo de 9.066 novos empregos formais nos dois primeiros meses de 2026.

“Tão importante quanto ver o volume de recursos que o agronegócio movimenta é perceber como isso se transforma em oportunidades concretas, chegando à ponta com a geração de emprego e renda para a população de Mato Grosso”, afirma.

No cenário nacional, a estimativa do VBP agropecuário brasileiro para 2026 é de R$ 1,38 trilhão.

Com Assessoria 

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Semana começa com calorão e céu aberto em Cuiabá

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A semana em Cuiabá deve seguir o roteiro já conhecido pelos moradores: calor forte, pouca trégua e aumento gradual de nuvens ao longo dos dias. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há chance de chuva isolada a partir de sexta-feira (8), mas até lá o destaque continua sendo o tempo seco e as altas temperaturas.

Nesta segunda-feira (4), os termômetros variam entre 23°C e 34°C, com umidade oscilando de 25% a 70%. O céu permanece claro pela manhã, com poucas nuvens à tarde e à noite. Os ventos são fracos, podendo ter rajadas moderadas no período mais quente do dia.

Na terça-feira (5), o calor aumenta um pouco mais, podendo alcançar 35°C. A mínima segue em 23°C, com umidade entre 35% e 70%. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade cresce ao longo das horas, deixando o céu encoberto no período da noite.

Entre quarta (6) e quinta-feira (7), o cenário muda pouco: temperaturas elevadas, variação de nuvens e ventos fracos a moderados. Na sexta-feira (8), há previsão de mudança no tempo, com aumento da umidade e possibilidade de pancadas isoladas de chuva.

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Dr. Rubens tentou esconder provas durante investigação, diz MPF

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, apontando-o como líder de um suposto esquema que teria causado prejuízo estimado em R$ 400 milhões à cooperativa. O caso é investigado na Operação Bilanz, da Polícia Federal.

Segundo a acusação, o ex-dirigente teria tentado esconder provas durante a investigação, incluindo ações envolvendo o próprio celular. O MPF também afirma que ele mencionou a um ex-CEO a realização de operações com envio de recursos ao exterior.

A denúncia foi aceita pelo juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal Criminal de Mato Grosso, tornando o investigado réu por crimes como estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Outros ex-integrantes da gestão também respondem ao processo.

As apurações indicam ainda possível manipulação de dados contábeis enviados à ANS, o que teria alterado o resultado financeiro da cooperativa. O caso segue em análise na Justiça Federal, sem decisão definitiva até o momento.

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