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4 de maio de 2026

Business

Máquinas agrícolas ficam fora de nova isenção do tarifaço dos EUA

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A retirada parcial das tarifas impostas pelos Estados Unidos contra parte dos produtos brasileiros foi comemorada por diversos setores. O alívio, porém, não se estende ao segmento de máquinas e equipamentos. A ordem executiva assinada por Donald Trump nesta quinta-feira (20) isentou mais de 60 itens, mas deixou as máquinas agrícolas de fora.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) lamenta que o setor não foi contemplado, mas avalia o movimento do governo norte-americano com otimismo. “Infelizmente, o setor de máquinas e equipamentos não foi citado na ordem executiva. Mas a decisão representa um passo para melhorar as relações entre Estados Unidos e Brasil”, afirma José Velloso, presidente-executivo da entidade.

Preocupação do setor persiste

A decisão de Trump, apesar de positiva, ainda preocupa o setor. Velloso lembra que a expectativa era de que pelo menos a ordem executiva mencionasse uma trégua das tarifas durante as negociações.

“O pedido do Brasil era ue, a partir do início das tratativas, a tarifa adicional de 40% ficasse suspensa, permitindo que os produtos brasileiros entrassem no mercado americano sem esse custo extra enquanto o diálogo estivesse em andamento”, explica.

As negociações entre os dois países, no entanto, continuam. Com isso, o presidente-executivo da Abimaq espera que uma eventual suspensão temporária seja contemplada durante as discussões.

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Com compradores retraídos, milho tem negociações limitadas

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Foto: Sandra Brito/Embrapa

O mercado do milho brasileiro segue com aquisições apenas pontuais nas principais regiões do país, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Pesquisadores ainda relatam que, compradores priorizam utilizar quantidades em estoque enquanto vendedores seguram parte das vendas, preocupados com a irregularidade do clima. Esses fatores tem travado as negociações.

As cotações do cereal em maior parte tem tido ajustes leves, apesar de ocorrer variações conforme a região:

  • São Paulo: valorização sustentada pela restrição de vendedores
  • Sul e Centro-Oeste: quedas nos preços foram registradas, impactados pelo avanço de colheita no Sul e os trabalhos de campo voltados para a soja no Centro-Oeste.

Apesar desse cenário, há pressão por parte dos produtores para avançar com as vendas nas próximas semanas, diante do progresso da colheita em algumas regiões.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Prêmio +Admirados do Agro entra no último dia de votação com Canal Rural entre finalistas

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Termina nesta segunda-feira (4) a votação do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026. O Canal Rural está entre os finalistas em diversas categorias da premiação, que reconhece profissionais e veículos da cobertura jornalística do setor.

Promovida pelo site Jornalistas&Cia, a iniciativa vai eleger os 50 jornalistas mais admirados do agronegócio no Brasil, além dos três destaques em categorias como site, canal de vídeo, podcast e programas especializados.

O Canal Rural concorre nas seguintes categorias:

  • Site/portal: Canal Rural
  • Canal de vídeo (YouTube/Instagram): Canal Rural
  • Programa de TV especializada: Mercado&Cia, Rural Notícias e Giro do Boi

Jornalistas indicados

Nesta etapa, os eleitores podem classificar jornalistas e publicações do 1º ao 5º lugar. Confira os indicados do Canal Rural:

  • Beatriz Gunther (site Canal Rural)
  • Eliza Maliszewski (Canal Rural RS)
  • Flávia Marques (Mercado&Cia)
  • Jaqueline Silva (A Protagonista)
  • João Nogueira (Mercado&Cia)
  • Juliana Azevedo (Interligados)
  • Luis Roberto Toledo (site Canal Rural)
  • Luiz Patroni (Canal Rural MT)
  • Marusa Trevisan (Planeta Campo)
  • Pedro Silvestre (Canal Rural MT)
  • Pryscilla Paiva (Mercado&Cia)
  • Victor Faverin (site Canal Rural)
  • Vitória Rosendo (site Canal Rural)

A votação está aberta ao público e pode ser realizada até o fim do dia. Vote agora!

 

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Ana Repezza assume CropLife Brasil e prioriza diálogo com governo e inovação agrícola

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Foto: Italo Oliveira/ Agência Triative

A CropLife Brasil empossou, nesta segunda-feira (4), Ana Repezza como nova presidente da entidade. A executiva assume o cargo com foco em ampliar o diálogo institucional, avançar em pautas regulatórias e reforçar a presença do setor nos debates internacionais sobre inovação agrícola.

À frente da associação, Repezza será responsável por articular os interesses dos quatro segmentos representados pela CropLife: defensivos químicos, biológicos, sementes e biotecnologia. A gestão ocorre em um momento de desafios regulatórios e econômicos para o setor de insumos.

Segundo a nova presidente, a prioridade será fortalecer a interlocução com o poder público. “Quero ampliar o diálogo produtivo com o governo, tanto no Executivo quanto no Legislativo. Temos temas com impacto direto na pesquisa e na segurança jurídica do setor”, afirmou.

A executiva também destacou o potencial do Brasil no cenário global. Para ela, o país pode avançar não apenas como exportador de alimentos, mas também como referência em ciência aplicada à agricultura tropical.

Entre as diretrizes da nova gestão estão o estímulo à adoção de tecnologias sustentáveis no campo, a valorização de boas práticas agrícolas e o fortalecimento da participação brasileira em discussões internacionais sobre segurança alimentar e inovação.

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A escolha de Repezza foi feita pelo Conselho de Administração da CropLife Brasil, após um processo estruturado. Durante o período de transição, a entidade foi conduzida de forma colegiada.

Trajetória

Com mais de 25 anos de experiência, Ana Repezza tem atuação nas áreas de comércio exterior, relações institucionais e atração de investimentos. Antes de assumir a presidência da CropLife, esteve à frente da Diretoria de Negócios da ApexBrasil, onde liderou mais de 50 missões comerciais internacionais.

A executiva também foi secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com atuação na formulação de políticas comerciais e regulação de bens agrícolas e industriais.

Repezza é mestre em Gestão Internacional pela University of London, possui MBA em Negócios Internacionais pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialização pelo World Trade Institute, da Universidade de Berna. É formada em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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