Connect with us
25 de junho de 2026

Sustentabilidade

Sustentabilidade do Arroz Gaúcho é tema de painel na COP 30 – MAIS SOJA

Published

on


A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação em parceria com Instituto Rio Grandense do Arroz marcou presença, em mais um painel na COP 30, em Belém do Pará. Com o tema “Arroz Sustentável: O Brasil como Referência Global em Produção Responsável”, foi apresentado o potencial do Arroz Gaúcho, com destaque para as iniciativas desenvolvidas pela autarquia no incentivo à práticas sustentáveis na orizicultura.

A Diretora Técnica do IRGA, Flávia Tomita, explanou sobre o Sistema Arroz RS14 que utiliza de práticas responsáveis como a rotação de culturas, uso de culturas de cobertura, integração lavoura-pecuária, além de semeadura direta, manejo conservacionista, estabilidade produtiva, redução de gases de efeito estufa e do acompanhamento técnico e de extensão rural, sendo reconhecido por sua atuação positiva no incentivo com bons resultados à uma produção ambientalmente responsável.

No painel, que também contou com a participação do Secretário Adjunto, Marcio Madalena, do Vice-Presidente da Farsul, Domingos Velho, do Coordenador do Plano ABC+, Jackson Brilhante e de Isa Carla Osterkamp, representando a Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura, também foi abordado a importância da produção orizícola e de toda a cadeia, reafirmando o compromisso do Rio Grande do Sul em contribuir de forma sustentável na produção de 70% do arroz do Brasil.

O Selo Ambiental do IRGA também esteve em pauta. A iniciativa certifica práticas sustentáveis de cultivo de arroz, cujo manejo está em conformidade com a legislação ambiental e contribui para a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos na atividade agrícola. A SEMA apresentou ainda, o PSA, que lançará edital em breve, garantindo pagamento por serviço ambiental para os produtores das categorias ouro e prata do Selo Ambiental do IRGA.

A participação do Governo Gaúcho evidencia a atuação do Rio Grande do Sul nas pautas climáticas e ambientais, levando ao debate internacional iniciativas que unem produção agrícola, ciência e sustentabilidade. Evidenciando o esforço conjunto para desenvolver políticas públicas e tecnologias capazes de enfrentar os desafios das mudanças climáticas, promover a recuperação ambiental e fortalecer sistemas produtivos.

Além disso, também foram destaques, os estudos sobre a redução de gases de efeito estufa realizados na Estação Experimental, que comprovam que áreas pouco drenadas sob vegetação nativa emitem mais gás metano do que campos de arroz, assegurando assim, que o processo de semeadura de arroz já garanta a mitigação, contribuindo para uma produção responsável e principalmente, sustentável, consolidando o Rio Grande do Sul, na liderança para uma agricultura de baixo impacto, integrando inovação e preservação dos ecossistemas.

As informações são do Irga.

Veja também tudo sobre o mercado de fertilizantes:

Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras News



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil: Chicago cai e dólar sobe; confira as cotações

Published

on


Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão sem registro de movimentos mais firmes, com negociações restritas a pequenos lotes.

O analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira destaca que os prêmios seguem sustentados, enquanto os demais formadores de preços apresentaram movimentos limitados ao longo do dia.

A Bolsa de Chicago recuou, enquanto o dólar registro u leve alta. Com isso, as cotações permaneceram praticamente estáveis na maior parte das praças, com algumas situações pontuais mais favoráveis.

“Algumas praças trabalharam com preços melhores do que a paridade”, observa Silveira. Segundo ele, as indicações continuaram trazendo oportunidades de negociação, mesmo sem um avanço mais consistente dos negócios.

O analista ressalta que os produtores seguem administrando o ritmo das vendas. “O produtor está segurando e cadenciando as ofertas”, afirma.

Mercado físico da soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 128
  • Santa Rosa (RS): R$ 129
  • Cascavel (PR): R$ 124
  • Rondonópolis (MT): R$ 114
  • Dourados (MS): subiram de R$ 116 para R$ 116,50
  • Rio Verde (GO): R$ 117
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 135
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 135

Mercado atacadista

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Vendas por parte de fundos predominaram na sessão, em meio a um cenário fundamental baixista.

O analista de Safras & Mercado pontua que o clima segue beneficiando as lavouras norte-americanas, apontando para uma produção cheia em 2026.

O desempenho de outros mercados também ajudou a motivar os participantes a permanecer na defensiva. O petróleo voltou a cair forte, refletindo o otimismo sobre a retomada do fluxo pelo Estreito de Ormuz.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para completar, o dólar sobe frente a seus pares, retirando competitividade dos produtos de exportação estadunidenses, caso da soja.

Os agentes começaram a posicionar suas carteiras frente aos importantes relatórios que serão divulgados na próxima semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na terça (30), saem os dados de plantio da temporada 2026/27 e os estoques trimestrais norte-americanos na quarta (1).

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 0,73%, a US$ 11,08 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,16 3/4 por bushel, com retração de 7,25 centavos de dólar ou 0,64%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,70 ou 0,23% a US$ 303,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 69,46 centavos de dólar, com perda de 1,13 centavo ou 1,60%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,2002 para venda e a R$ 5,1982 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1872 e a máxima de R$ 5,2212.

O post Preços da soja no Brasil: Chicago cai e dólar sobe; confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Doenças em soja: controle de fungos necrotróficos exige medidas integradas de manejo – MAIS SOJA

Published

on


Durante o ciclo de desenvolvimento da soja, diversas doenças podem acometer a cultura, afetando diferentes órgãos e estádios fenológicos da planta. Os patógenos responsáveis por essas doenças são, em sua maioria, de origem fúngica e podem estar presentes no ambiente de cultivo antes mesmo da semeadura, comprometendo inclusive as fases iniciais de estabelecimento da lavoura.

Além dos fungos biotróficos, que dependem de tecidos vivos do hospedeiro para sua sobrevivência e desenvolvimento, como ocorre com o agente causal da ferrugem-asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi), existem fungos capazes de sobreviver em restos culturais e matéria orgânica presentes no solo. Esses patógenos, classificados como fungos necrotróficos, utilizam tecidos vegetais mortos como fonte de sobrevivência e podem permanecer viáveis entre safras, dificultando a redução do inóculo e favorecendo a ocorrência de novas infecções quando encontram condições ambientais adequadas de temperatura e umidade.

Entre os principais patógenos necrotróficos associados às doenças da soja destacam-se a mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), a cercosporiose (Cercospora kikuchii), a mancha-parda (Septoria glycines), a antracnose (Colletotrichum truncatum), a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) e as podridões radiculares e de colmo associadas a espécies dos gêneros Rhizoctonia, Fusarium e Sclerotinia. A capacidade de sobrevivência desses patógenos em resíduos culturais dificulta a controle efetivo dessas doenças e reforça a importância do manejo integrado de doenças, envolvendo práticas como rotação de culturas, tratamento de sementes, manejo da população de plantas, nutrição equilibrada e uso estratégico de fungicidas (Forcelini, 2010).

Figura 1. Esquema de manejo integrado de doenças causadas por fungos necrotróficos em soja.
Adaptado: Forcelini (2010)

Considerando que a manutenção da cobertura permanente do solo é uma das premissas fundamentais do sistema plantio direto, a destruição dos resíduos culturais (palhada) não constitui uma estratégia tecnicamente recomendada para o manejo de fungos necrotróficos em ambientes agrícolas. Nesse contexto, a redução da sobrevivência e do potencial de inóculo desses patógenos deve ser baseada em práticas integradas, reforçando a necessidade da rotação de culturas com espécies não hospedeiras, do uso de cultivares com maior resistência genética e do tratamento de sementes com fungicidas eficientes e específicos.

Dessa forma, a definição adequada das culturas que compõem o sistema de rotação, priorizando espécies pertencentes a diferentes famílias botânicas e sem relação de hospedeiro com os principais patógenos, é fundamental para interromper o ciclo de sobrevivência dos fungos necrotróficos e reduzir a pressão de doenças na soja. Além disso, estudos indicam que sementes infectadas ou contaminadas podem representar importantes fontes de inóculo inicial desses patógenos em áreas de cultivo de soja (Reis; Reis; Zanatta, 2022). Portanto, o uso de sementes com elevada qualidade fisiológica e sanitária, associado ao tratamento de sementes com fungicidas apropriados, constitui uma etapa essencial no manejo integrado de doenças, contribuindo para a proteção inicial das plantas e para a redução da disseminação dos patógenos na lavoura.



Referências:

FORCELINI, C. A. DOENÇAS EM SOJA: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS ENTRE BIOTRÓFICOS E NECROTRÓFICOS. Revista Plantio Direto, N. 7, 2010. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/711702511/3-230207-193658 >, acesso em: 24/06/2026.

REIS, E. M.; REIS, A. C.; ZANATTA, M. QUANTO A EFICÁCIA DO TRATAMENTO DE SEMENTES COM FUNGICIDAS. – ÊNFASE EM GRANDES CULTURAS DE GRÃOS. Summa Phytopathol, 2022. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/sp/a/5CQ64Z9QkJkhM7yvGr9xgcw/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 24/06/2026.

 

Continue Reading

Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita sustenta preços – MAIS SOJA

Published

on


Mesmo com o retorno pontual de compradores em parte das regiões produtoras, o mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta baixa liquidez. De acordo com o Cepea, produtores seguem retraídos diante dos atuais patamares de preços, considerados insuficientes para remunerar adequadamente a atividade.

Com isso, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta disponível continua restrita em parte do estado, sustentando as cotações em praças específicas. Ao mesmo tempo, agentes consultados pelo Cepea acompanham novos sinais do mercado internacional e as perspectivas climáticas para a safra 2026/27, fatores que podem influenciar as estratégias de comercialização nos próximos meses.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT