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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter mais um dia de fraqueza nas negociações – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter mais um dia de fraqueza nas negociações. O sintoma de cautela por parte dos produtores persiste, que pouco atuam na fixação de oferta. Os consumidores até ensaiam uma postura mais ativa, mas que ainda não é capaz de mudar o rumo do ritmo de comercialização. No cenário internacional, o dólar sobe frente ao real e a Bolsa de Chicago registra alta.

O mercado brasileiro de milho seguiu com ritmo de negócios truncado. Por um lado, os produtores estão atuando com cautela na fixação de oferta, buscando sustentação das cotações. Em algumas localidades do país há uma postura mais ativa de consumidores como em São Paulo, para cumprimento de necessidades pontuais. Volatilidade dos futuros do milho, movimento do dólar e a paridade de exportação estão no radar dos agentes do mercado. Preço nos portos não conseguem encontrar espaço para alta no dia.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 68,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 67,50/72,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 60,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 66,00/69,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 69,00/71,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 69,00/71,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 63,00/65,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/62,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março de 2026 estão cotados a US$ 4,49 1/4 por bushel, alta de 1,25 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado mantém o viés positivo visto no pregão anterior, em um movimento de correção técnica. A sinalização de retomada da demanda chinesa pelo produto dos Estados Unidos também sustenta o avanço.

* Segundo traders ouvidos pela Reuters, a estatal chinesa COFCO comprou ao menos 14 carregamentos de soja norte-americana na segunda-feira, cerca de 840 mil toneladas, para embarques entre dezembro e janeiro. Embora o volume seja de soja, o movimento pode indicar uma possível retomada das compras de milho dos EUA.

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* A China vinha evitando os grãos norte-americanos em meio à guerra comercial com Washington. As aquisições desta semana são as maiores desde a cúpula realizada no mês passado entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, na Coreia do Sul.

* Ontem (17), os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com alta de 1,04%, ou 4,50 centavos, cotados a US$ 4,34 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2026 fecharam com avanço de 4,00 centavos, ou 0,90%, cotados a US$ 4,48 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta 0,04%, cotado a R$ 5,3342. O Dollar Index registra desvalorização de 0,08% a 99,50 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

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* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços fracos. Xangai, -0,81%. Japão, -3,22%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices baixos. Paris, -1,48%. Frankfurt, -1,53%. Londres, -1,45%.

* O petróleo opera em alta. Dezembro do WTI em NY: US$ 60,07 o barril (+0,26%).

AGENDA

– EUA: A produção industrial e a capacidade utilizada de outubro serão publicadas às 11h15 pelo Fed.

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– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– Japão: O saldo da balança comercial de outubro será publicado às 20h50 pelo Ministério das Finanças.

—–Quarta-feira (19/11)

– Reino Unido: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

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– Eurozona: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de outubro será publicada às 7h pelo Eurostat.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

– EUA: A ata da reunião dos dias 28 e 29 de outubro será publicada às 16h pelo Fed.

– China: A decisão de política monetária será publicada às 22h15 pelo PBOC.

—–Quinta-feira (20/11)

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– Alemanha: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 4h pelo Destatis.

– OCDE: O relatório do crescimento do PIB dos países do bloco será publicado às 8h pela OCDE.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.

– Exportações semanais de grãos dos EUA pendentes referentes à semana do dia 02/10 – USDA, 10h30

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

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– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (21/11)

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

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Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

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Sustentabilidade

Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 65,7 bilhões nos dois primeiros meses da safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Nos dois primeiros meses da safra 2026/2027, de julho a agosto de 2026, os produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e os Demais Produtores Rurais contrataram R$ 65,7 bilhões em operações de crédito rural.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil.

As Cédulas de Produto Rural (CPRs), títulos que permitem ao produtor obter recursos mediante o compromisso de entrega futura de produtos agropecuários, responderam por R$ 32,4 bilhões do total contratado no bimestre, o equivalente a 49,2% das operações. O volume ficou acima do registrado nas operações de custeio convencional, que somaram R$ 23 bilhões, ou 34,9% do total.

Do total destinado ao custeio da produção, os demais produtores empresariais responderam por R$ 12 bilhões, equivalentes a 52,2% do custeio contratado. Os produtores enquadrados no Pronamp contrataram R$ 11 bilhões, correspondentes a 47,8%.

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Para a comercialização da produção agropecuária, foram contratados R$ 4 bilhões em crédito no período. Já as operações destinadas à industrialização somaram R$ 2,9 bilhões. Em ambos os casos, os recursos ficaram concentrados entre médios e grandes produtores.

As operações de investimento, destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, somaram R$ 3,5 bilhões no bimestre. Entre os programas específicos, o Pronamp Investimento registrou R$ 428 milhões em contratações, enquanto o RenovAgro somou R$ 413 milhões.

SEGMENTAÇÃO POR PORTE DO PRODUTOR

Na análise por segmento, os demais produtores rurais, fora do Pronamp, responderam por R$ 22 bilhões, equivalentes a 33,5% do total concedido no período. O Pronamp registrou R$ 11,4 bilhões em concessões, o equivalente a 17,3% do total.

Ao todo, a agricultura empresarial registrou 70.657 contratos de crédito rural no bimestre. Desse total, 23.478 foram operações de CPRs, que representaram parcela significativa das contratações realizadas nos dois primeiros meses da safra.

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Entre as regiões do país, o Sul concentrou o maior número de contratos, com 22.631 operações, e registrou R$ 11,7 bilhões em crédito. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 9,6 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 7,2 bilhões. O Nordeste e o Norte registraram, respectivamente, R$ 3,2 bilhões e R$ 1,7 bilhão em concessões no bimestre.

O levantamento também mostra diferenças no valor médio das operações entre as regiões. O Nordeste apresentou o maior valor médio por contrato, de R$ 1,05 milhão, seguido pelo Centro-Oeste, com R$ 1,03 milhão. O Sul, apesar de registrar o maior número de contratos e o maior volume de crédito entre as regiões, apresentou o menor valor médio, de R$ 516,5 mil.

FONTES DE RECURSOS

Entre as fontes de recursos utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios (parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem destinar ao crédito rural) foram a principal fonte controlada no período, com R$ 9,9 bilhões, equivalentes a 41% do total de fontes controladas.

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) na modalidade controlada somou R$ 6,7 bilhões, correspondentes a 28% das fontes controladas.

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Entre as fontes não controladas, formadas por recursos captados livremente pelas instituições financeiras no mercado, a LCA Livre foi a principal, com R$ 7,6 bilhões destinados ao crédito rural.

RECURSOS EQUALIZÁVEIS

A programação orçamentária de recursos equalizáveis para a safra 2026/2027 totaliza R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170, de 22 de julho de 2026. Esses recursos são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo Governo Federal, com a equalização da diferença em relação às taxas de mercado.

Nos dois primeiros meses da safra, foram concedidos R$ 10,9 bilhões em recursos equalizáveis.

Entre os programas de investimento com recursos equalizáveis, o RenovAgro registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 412,9 milhões, seguido pelo Pronamp, com R$ 380,3 milhões, e pelo Moderfrota, com R$ 250,2 milhões.

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Nas operações equalizáveis de investimento, Banco do Brasil e BNDES concentraram, juntos, cerca de 77% das concessões do período, com participações de 39,8% e 36,8%, respectivamente.

Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil respondeu por 45,6% das concessões, seguido pelo Sicredi, com 16,7%, e pela Cresol, com 12,9%.

Fonte: MAPA



 

FONTE
Advertisement

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Site: Agência Safras

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