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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Análise Ceema: Cotações do milho subiram nesta semana, fechando a quinta-feira em US$4,41/bushel – MAIS SOJA

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Por Argemiro Luís Brum

As cotações do milho igualmente subiram, porém, em menor intensidade proporcionalmente à soja. O bushel do cereal fechou a quinta-feira (13) em US$ 4,41, contra US$ 4,28 uma semana antes.

A expectativa do retorno das estatísticas oficiais dos serviços públicos dos EUA, após o encerramento do chamado período de shutdown (mais de 40 dias), alimentaram especulações de que a colheita final naquele país, a qual está praticamente encerrada, seria menor do que o previsto. Antes do relatório, esperado para este dia 14/11 (o qual iremos analisar em detalhes no próximo boletim), o mercado apontava uma colheita entre 415,6 milhões e 425,5 milhões de toneladas, contra 427,1 milhões indicados no relatório de setembro (último a ser divulgado). A produtividade média esperada está entre 190,1 e 194,6 sacos/hectare, contra 195,3 sacos indicados em setembro. Em isso se confirmando, os estoques finais de milho, neste novo ano comercial, deverão ficar entre 49,4 e 62,7 milhões de toneladas, contra 53,6 milhões em setembro. Ou seja, se o novo relatório indicar volumes mais próximos do patamar superior, naturalmente as cotações do milho em Chicago também tenderão a recuar.

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Já no Brasil, os preços do cereal se mantêm estáveis, com R$ 60,00/saco nas principais praças gaúchas e entre R$ 48,00 e R$ 64,00/saco nas principais regiões do país.

Enquanto isso, a nova safra de milho nacional, para 2025/26, poderá ficar entre 138 e 144 milhões de toneladas se o clima ajudar. A chamada safrinha seria de 110,5 milhões de toneladas, com recuo de 2,5% sobre o ano anterior, segundo a Conab. Enquanto isso, a safra de verão poderá chegar a 25,8 milhões de toneladas no CentroSul brasileiro, contra 24,7 milhões na safra passada (cf. Safras & Mercado). Em tal contexto, a exportação do cereal poderá avançar para 46,5 milhões de toneladas, contra 40 milhões estimados para este último ano comercial.

Enfim, as exportações brasileiras de milho continuam abaixo do necessário. Nos primeiros cinco dias úteis de novembro o volume médio diário ficou em 228.107 toneladas, ou seja, 8,3% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado. Outubro fechou com vendas externas ao redor de 5 milhões de toneladas. Diante disso, o escoamento da recente safra recorde está muito dependente do consumo interno, especialmente junto à indústria de etanol. Assim, se a nova safra de verão for normal e o plantio da safrinha indicar uma área importante, será difícil os preços do milho se elevarem na primeira metade de 2026. Depois, o clima ditará, como sempre, o jogo.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

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Sustentabilidade

Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chicago

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja começou a semana com preços em alta na maior parte das praças, acompanhando o avanço firme dos contratos futuros na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o movimento garantiu melhores oportunidades de comercialização doméstica, tanto nos portos quanto no interior do país.

"Mesmo com o recuo dos prêmios de exportação em alguns momentos do dia, a valorização do dólar frente ao real contribuiu para sustentar indicações mais positivas no mercado físico", disse.

Conforme Silveira, os agentes seguem atentos ao cenário internacional e, principalmente, à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para o dia 12 de maio.

A expectativa é de que os números possam provocar maior volatilidade e influenciar de forma significativa a formação dos preços nas próximas semanas.

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Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124 para R$ 126
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125 para R$ 127
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 122
  • Rondonópolis (MT): elevou de R$ 110 para R$ 111
  • Dourados (MS): aumentou de R$ 112 para R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): cresceu de R$ 111 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 130 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): avançou de R$ 130 para R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto norte-americano.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto nos Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, conforme dados do USDA.

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa o encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, na China. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 4,9666 para venda e a R$ 4,9646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9477 e a máxima de R$ 4,9827.

O post Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

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Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chiacago

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja começou a semana com preços em alta na maior parte das praças, acompanhando o avanço firme dos contratos futuros na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o movimento garantiu melhores oportunidades de comercialização doméstica, tanto nos portos quanto no interior do país.

"Mesmo com o recuo dos prêmios de exportação em alguns momentos do dia, a valorização do dólar frente ao real contribuiu para sustentar indicações mais positivas no mercado físico", disse.

Conforme Silveira, os agentes seguem atentos ao cenário internacional e, principalmente, à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para o dia 12 de maio.

A expectativa é de que os números possam provocar maior volatilidade e influenciar de forma significativa a formação dos preços nas próximas semanas.

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Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124 para R$ 126
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125 para R$ 127
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 122
  • Rondonópolis (MT): elevou de R$ 110 para R$ 111
  • Dourados (MS): aumentou de R$ 112 para R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): cresceu de R$ 111 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 130 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): avançou de R$ 130 para R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto norte-americano.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto nos Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, conforme dados do USDA.

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa o encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, na China. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 4,9666 para venda e a R$ 4,9646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9477 e a máxima de R$ 4,9827.

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Sustentabilidade

Colheita da safra de verão 2025/26 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 80,6%, indica Safras – MAIS SOJA

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A colheita de milho da safra de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingia 80,6% da área estimada de 3,608 milhões de hectares até sexta-feira (1), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho chegou a 98,8% da área prevista de 946 mil hectares no Rio Grande do Sul e a 93,8% da área estimada de 607 mil hectares em Santa Catarina. No Paraná, a colheita atinge 98,1% da área plantada de 547 mil hectares.

Em São Paulo, os trabalhos chegam a 95,7% da área cultivada de 295 mil hectares. Em Mato Grosso do Sul, a colheita atinge 9,4% na área plantada de 30 mil hectares. Em Goiás/Distrito Federal, a ceifa atinge 27,8% dos 287 mil hectares plantados. Em Minas Gerais, a colheita chega a 57,4% dos 854 mil hectares cultivados. Em Mato Grosso, os trabalhos atingiam 100% da área cultivada de 11 mil hectares.

No mesmo período do ano passado, a colheita estava concluída em 86,7% da área estimada de 3,499 milhões de hectares. Já a média de colheita nos últimos cinco anos atingia 84,2%.

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Fonte: Agência Safras



 

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