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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Sem novidades, mercado brasileiro de soja não deve ganhar ritmo – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja não deve ganhar ritmo nesta quarta-feira, caso não ocorram novidades. A Bolsa de Mercadorias de Chicago mostra volatilidade, oscilando dentro de pequenas margens, à espera do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que sai na sexta-feira. Já o dólar volta a mostrar fraqueza frente ao real, se aproximando de R$ 5,25, o que reduz a competitividade brasileira no cenário exportador.

Na terça-feira, o mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de baixa movimentação, com apenas lotes pontuais sendo negociados. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor que ainda tem soja disponível prefere segurar, buscando preços maiores, enquanto o comprador só vai ao mercado por necessidade, o que mantém o spread alto em algumas praças.

Segundo ele, a Bolsa de Chicago teve poucas variações, e o dólar recuou, o que contribuiu para um cenário de preços entre estáveis e mais fracos. “Nada de muito importante ocorreu, o mercado está no aguardo do relatório do USDA”, observou Silveira.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 135,00 para R$ 134,00, enquanto em Santa Rosa (RS) baixou de R$ 136,00 para R$ 135,00. Em Cascavel (PR), os preços avançaram levemente de R$ 133,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT), os valores seguiram em R$ 125,00, e em Dourados (MS) caíram de R$ 126,00 para R$ 125,50. Já em Rio Verde (GO), as cotações se mantiveram em R$ 126,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) recuou de R$ 140,50 para R$ 140,00, enquanto Rio Grande (RS) permaneceu em R$ 140,50.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem baixa de 0,06% no contrato janeiro/26 do grão, cotado a 11,26 1/2 centavos de dólar por bushel.

* O mercado mostra volatilidade, ajustando posições antes da divulgação dos dados oficiais dos Estados Unidos sobre oferta e demanda globais, a primeira atualização em semanas. A ausência de grandes compras por parte da China segue no radar,

* O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que o próximo relatório de Oferta e Demanda Mundial (WASDE) será divulgado no dia 14 de novembro de 2025.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,07% a R$ 5,2696. O Dollar Index registra alta de 0,12% a 99,569 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerraram mistas. China, -0,07%. Japão, +0,43%.

* A maioria das bolsas na Europa opera em alta. Paris, +0,92%. Frankfurt, +1,03%. Londres, -0,17%.

* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 60,35 o barril (-1,13%).

AGENDA

—–Quarta-feira (12/11)

– Japão: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Quinta-feira (13/11)

– Reino Unido: A leitura preliminar do PIB do terceiro trimestre será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: A produção industrial de setembro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Eurozona: A produção industrial de setembro será publicada às 7h pelo Eurostat.

– OCDE: A taxa de desemprego dos países do bloco será publicada às 8h pela OCDE.

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 8h pela AIE.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Comércio referente a setembro.

– O IBGE divulga, às 9h, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola referente a outubro.

– EUA: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– EUA: Os pedidos de seguro-desemprego da semana encerrada no último sábado serão publicados às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 14h pelo Departamento de Energia (DoE).

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– China: A produção industrial de outubro será publicada às 23h pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (14/11)

– Eurozona: A segunda leitura do PIB do terceiro trimestre será publicada às 7h pelo Eurostat.

– Eurozona: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 7h pelo Eurostat.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-10 referente a novembro.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente ao 3º trimestre.

– EUA: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Relatório de oferta e demanda dos EUA e do mundo de novembro – USDA/Wasde, 14h

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Rodrigo Ramos / Safras News



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Com 28,4% concluídos, colheita do algodão avança pelos principais estados produtores – MAIS SOJA

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Algodão -28,4% colhido. Em MT, a colheita da primeira safra avança enquanto a retirada da fibra da segunda safra ainda está em estádio inicial. No manejo fitossanitário, o bicudo-doalgodoeiro permanece mantido sob controle.

Na BA, a colheita se aproxima da metade nas áreas de sequeiro. No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita alcança cerca de 67% da área estimada, com a primeira safra dentro do
planejamento e a segunda, iniciada no fim de julho, está avançada.

Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado na região Norte, com intensificação dos maturadores. Na região central, as chuvas atrasaram as operações. Em MG, a colheita atinge cerca de 37% e segue avançando, com produtividade superando as estimativas iniciais no sequeiro e, sobretudo, nas áreas irrigadas.

Em GO, a colheita atinge metade da área nas duas principais regiões produtoras, Leste e Sul. A maior parte das lavouras está em maturação e o fornecimento de água foi suspenso. Os rendimentos estão dentro das expectativas iniciais.

No PI, a colheita alcança cerca de 62% da área semeada. Em SP, a colheita está concluída.

Previsão Agrometeorológica (03/08/2026 a 10/08/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, podendo, pontualmente, ultrapassar 80 mm. No litoral do PA, no AP, em RR e no AC, os acumulados podem ficar em torno de 7 mm. Nas demais áreas da região Norte, os acumulados podem ser de até 5 mm.  Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral Sul da BA e entre Natal e Maceió, onde, pontualmente, os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Nas demais áreas da faixa litorânea, os acumulados devem ser inferiores a 10 mm, mantendo a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra no Sealba. No interior da Região Nordeste, não há previsão de chuva, favorecendo a qualidade da fibra do algodão.

CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região, abrangendo, principalmente, o DF e o GO. Há previsão de chuva apenas nas áreas do Noroeste de MT e do sul de MS, onde os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. Em MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo.

SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuva em áreas do Sul e Leste de SP, especialmente, na sexta-feira. No Norte do ES, há previsão de chuva fraca, onde os acumulados não devem ultrapassar 5 mm. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições se manterão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-de-açúcar e do café.

S: A semana inicia com predomínio de tempo instável. No RS, há previsão de tempestades e chuva localmente intensa, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais às lavouras. Os maiores volumes podem ocorrer na terça-feira, com acumulado de 50 mm, e na quarta, com acumulados de 40 mm. Ainda na quartafeira, pode ter chuva em SC com acumulados de até 30 mm. No restante da semana, a chuva se desloca para o PR, porém, diminui a intensidade e não deve ultrapassar 20 mm. A partir de sexta-feira, a previsão é de redução das temperaturas, com possível ocorrência de geadas no RS, mas sem danos significativos às lavouras.

Fonte: Conab


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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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