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20 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou em alta ajustes para a volta do relatório de oferta e demanda – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 11/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 11/11

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,52% ou $ 2,25 cents/bushel, a $432,00. A cotação para março fechou em alta de 0,56% ou $ 2,50 cents/bushel, a $447,00.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. O mercado está ajustando posições antes do relatório WASDE, que voltará a ser publicado nesta sexta-feira, depois do hiato de outubro. A média geral do mercado espera que o USDA reduza para 420 milhões de toneladas a atual colheita de milho dos EUA. Algumas empresas privadas projetaram, alguns dias atrás, maiores volumes e mais perto dos 427 MMT do USDA em setembro. No último relatório divulgado, a expectativa geral era de redução de safra, mas o departamento surpreendeu a todos elevando o volume final. Podemos apostar que este será o número de maior destaque nesta sexta-feira.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho da B3 fechou em baixa pressionado pelo dólar no menor valor em um ano e meio

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta terça-feira. As cotações da B3 cederam com o recuo do dólar que rompeu a barreira dos R$ 5,30, pela primeira vez desde setembro e encerrou o dia no menor valor de fechamento em quase um ano e meio. Com a moeda americana em baixa, o produtor prefere focar no plantio ou vender para o mercado interno que segue com preços firmes.

“Os preços do milho seguem firmes no mercado doméstico, retomando os patamares verificados em junho deste ano” informou o levantamento do Cepea nesta segunda.

OS FECHAMENTOS DO DIA 11/11

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,74, apresentando baixa de R$ -0,02 no dia e baixa de R$ -0,61 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 70,41, com baixa de R$ -0,31 no dia e baixa de R$ -1,68 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 72,32, com baixa de R$ -0,18 no dia e baixa de R$ -1,70 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-EXPECTATIVA DE SAFRA MENOR (altista)

Os preços do milho estão sendo negociados em leve alta em Chicago. Entre os fatores que dão algum suporte ao mercado está a expectativa de que o relatório mensal do USDA, na sexta-feira, mostre um número menor para a safra recorde dos EUA em comparação com os 427,11 milhões de toneladas relatados em setembro. De fato, a média das estimativas privadas compiladas pela Reuters aponta para uma produção de 420,56 milhões de toneladas.

EUA-BOAS CONDIÇÕES DE COLHEITA E VENDAS DOS AGRICULTORES (baixistas)

Os limites para novas altas são as condições climáticas favoráveis que atualmente se apresentam para os estágios finais da colheita nos EUA, após estimativas privadas de ontem indicarem que 92% da área adequada já foi colhida, e o aumento do volume de
vendas dos produtores no mercado físico.

TAILÂNDIA IMPORTARÁ 1 MT DE MILHO AMERICANO (altista)

A Tailândia concordou hoje em aumentar a quantidade de milho que importa dos Estados Unidos e reduzir as tarifas a zero, como parte das negociações comerciais em andamento entre o país do Sudeste Asiático e Washington, segundo a Reuters. O porta-voz do governo
tailandês, Siripong Angkasakulkiat, indicou que a Tailândia importará 1 milhão de toneladas de milho dos EUA sem impostos entre fevereiro e junho de 2026. Esse volume contrasta fortemente com a cota anual anterior de 54.700 toneladas, que era tarifada em 20%. Segundo dados do governo tailandês, o país consome aproximadamente 9 milhões de toneladas de milho anualmente e importa entre 4 e 5 milhões de toneladas. O USDA, no entanto, estimou o consumo em 7,4 milhões de toneladas em setembro e as importações para o ciclo 2025/2026 em 1,95 milhão de toneladas.

CHINA HABILITA BRASIL PARA VENDER DDG (altista para o Brasil)

Ontem, a China autorizou dez empresas brasileiras a fornecerem sorgo e cinco empresas a exportar DDGS (grãos secos de destilaria, derivados da produção de etanol de milho). Esses produtos são usados na alimentação animal e competem diretamente com o farelo de soja. A notícia tem implicações negativas tanto para o milho, já que a demanda chinesa favorece o produto brasileiro em vez do americano, quanto para o setor de soja. “Com essas autorizações, o Brasil agora possui um canal regular para embarques ao maior importador mundial de grãos e ração animal, melhorando a previsibilidade contratual e criando espaço para aumentar os volumes de exportação nas próximas safras”, afirmou o Ministério da Agricultura brasileiro.

UCRÂNIA-EXPORTAÇÃO 63,19% MENOR (altista)

Na Ucrânia, o Ministério da Política Agrária e Alimentação informou que, entre 1º e 10 de julho, o país exportou 2,19 milhões de toneladas de milho, 63,19% a menos que as 5,95 milhões de toneladas comercializadas no mesmo período do ano passado.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em baixa em Chicago com dólar forte e perspectiva de ampla oferta global – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em baixa, pressionada pela valorização do dólar e pelas perspectivas de ampla oferta global. Ainda assim, o contrato julho acumulou ganho de 3,24% na semana.

O mercado foi pressionado pela valorização do dólar frente às principais moedas e pelas perspectivas de ampla oferta global de trigo. O índice do dólar atingiu o maior nível em um ano após a reunião de política monetária do Federal Reserve reforçar as expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos.

A valorização da moeda norte-americana reduziu a competitividade do trigo dos Estados Unidos no mercado internacional, tornando o cereal mais caro para os compradores externos. Também pesou sobre as cotações a expectativa de uma grande safra na Rússia, principal exportadora mundial de trigo.

Operadores também ajustaram posições antes do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, que manterá os mercados de Chicago fechados nesta sexta-feira (19). Além disso, a queda do petróleo contribuiu para o movimento negativo observado ao longo da sessão.

O cenário de ampla disponibilidade global continuou limitando o impacto positivo da demanda observada recentemente em licitações internacionais. A agência estatal de grãos da Argélia (OAIC) comprou mais de 800 mil toneladas de trigo de moagem em uma licitação internacional encerrada nesta quarta-feira (18), segundo traders europeus.

As vendas líquidas norte-americanas de trigo para a temporada comercial 2026/27, iniciada em 1º de junho, somaram 400.800 toneladas na semana encerrada em 11 de junho, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O principal destino foi o Japão, com 167.400 toneladas. Para a temporada 2027/28, foram registradas vendas adicionais de 26.900 toneladas. O volume ficou dentro da faixa esperada pelo mercado, de 300 mil a 650 mil toneladas considerando as duas temporadas.

Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,05 3/4 por bushel, com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,14 por bushel, com queda de 7,25 centavos de dólar, ou 1,16%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços

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Imagem de Александр Пономарев por Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem movimentações relevantes. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a ausência de negociações na Bolsa de Chicago impediu uma formação mais efetiva dos preços ao longo desta sexta-feira. Segundo ele, as cotações observadas foram basicamente nominais, servindo apenas como referência para os agentes do mercado.

Silveira destaca que não houve registro de negociações expressivas ou de grandes lotes ao longo do dia. “A semana fechou sem volumes importantes rodando”, resume.

Cotações de soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,1640 para venda e a R$ 5,1620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,1325 e R$ 5,1685. Apesar da baixa desta sexta-feira, a divisa acumulou valorização de 2,08% na semana.2,08% na semana.

O post Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços apareceu primeiro em Canal Rural.

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Sustentabilidade

Ceema/Unijuí: Mercado da soja opera entre a volatilidade externa e o avanço da safra americana – MAIS SOJA

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Em Chicago, as cotações da soja, após despencarem a partir do dia 02/06, quando o bushel chegou a US$ 11,13 nos dias 09 e 12 (a mais baixa cotação desde o dia 09/02/26), ensaiaram uma recuperação nesta semana, com o bushel alcançando US$ 11,32 no dia 17/06, para o primeiro mês cotado. Já o fechamento desta quinta-feira (18) ficou em US$ 11,22/bushel, contra US$ 11,15 uma semana antes.

Além da possibilidade de um acordo de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio, o mercado esteve pressionado pelo clima positivo nos EUA, para a nova safra, e de olho nos juros daquele país. A manutenção do juro básico em 3,5% a 3,75% aa por lá leva muitos investidores, que esperavam um aumento nos mesmos, a buscarem comprar contratos de commodities, dentre eles o de soja, o que faz o bushel subir de valor.

Além disso, houve rumores de que a China estaria para comprar soja dos EUA, novamente. Lembrando, ainda, que no dia 30/06 teremos o relatório de área final semeada nos EUA, o que poderá definir a tendência das cotações para julho. Por outro lado, o plantio da soja nos EUA, até o dia 14/06, atingia a 95% da área prevista, contra 93% na média. Do total semeado, 88% das lavouras estavam germinadas. Soma-se a isso o fato de que a qualidade das lavouras melhorou na semana, com 66% das mesmas estando entre boas a excelentes, após recuarem para 65% na semana anterior. Outros 28% das lavouras estavam regulares e 6% ruins ou muito ruins.

Dito isso, na semana encerrada em 11 de junho, os EUA embarcaram 522.687 toneladas de soja, ficando dentro das expectativas do mercado. Em todo o atual ano comercial o volume embarcado totaliza 36,6 milhões de toneladas, ainda 20% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

Já a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA informou que o esmagamento de soja no país, em maio, atingiu a 5,68 milhões de toneladas da oleaginosa, enquanto a projeção do mercado era de 5,77 milhões. Apesar de ficar abaixo do esperado, o volume é 8% maior do que no mesmo mês de 2025. Enquanto isso, os estoques de óleo de soja nos Estados Unidos estavam em 1,74 bilhão de libras, sendo 26% maiores do que um ano atrás.

Por sua vez, o acordo entre os EUA e o Irã para o término da guerra, que parece finalmente se consolidar, é positivo para os mercados e a economia mundial. Se ele for mantido, o mercado terá mais estabilidade a partir de agora, embora possa haver recuo nos valores da soja devido ao recuo nos preços do óleo de soja em Chicago, puxados pelo recuo nas cotações mundiais do petróleo. Tanto é verdade que o fechamento do óleo de soja, em Chicago, no dia 18/06, ficou em 69,69 centavos de dólar por librapeso, rompendo o piso dos 70,00 centavos pela primeira vez desde o dia 20 de abril passado. Todavia, por enquanto, a volatilidade do mercado não foi totalmente eliminada, pois há dúvidas quanto a eficácia do acordo.

Soma-se a isso as especulações climáticas sobre a safra dos EUA, pois as tendências indicariam, para julho, um clima um pouco mais seco nas regiões produtoras de soja daquele país. Enfim, no Brasil o mercado se mantém estável, com o câmbio girando entre R$ 5,05 e R$ 5,15 por dólar durante a semana. Assim, os preços, nas principais praças gaúchas, ficaram em R$ 114,00/saco, enquanto nas demais praças nacionais os mesmos giraram entre R$ 102,00 e R$ 114,00/saco.

Dito isso, a Conab, em seu boletim mensal de junho, trouxe a safra brasileira de 2025/26 para 180,2 milhões de toneladas, contra 171,5 milhões um ano antes. Isso representa um aumento de 5,1%. O Rio Grande do Sul, às voltas com nova estiagem, acabou colhendo 18,6 milhões de toneladas, contra 16,6 milhões no ano anterior, destacando que outras entidades gaúchas (Emater e iniciativa privada) avançam pouco mais de 13 milhões de toneladas colhidas no ano anterior. Segundo, ainda, a Conab, a produtividade média brasileira ficou em 61,9 sacos/hectare em 2025/26, enquanto a gaúcha atingiu a apenas 46,2 sacos.

Enfim, a exportação brasileira total de soja, em junho, está estimada em 15,3 milhões de toneladas segundo a Anec. Se confirmados, tais embarques cresceriam 1,5 milhão de toneladas em relação a junho do ano anterior.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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