Connect with us
19 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta com China e Argentina – MAIS SOJA

Published

on


Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 05/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 05/11

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 1,04% ou $ 11,50 cents/bushel, a $1119,75. A cotação de janeiro encerrou em alta de 1,16% ou $ 12,75 cents/bushel, a $1134,50. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 2,33% ou $ 7,4/ton curta, a $ 324,8. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em alta de 0,32% ou $ 0,16/libra-peso, a $ 49,69.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações da oleaginosa subiram com o apoio da forte alta do farelo de soja neste meio de semana. Uma provável greve na Argentina, grande produtora do subproduto, acendeu o alerta no mercado. A China encomendou mais 20 carregamentos de soja brasileira nos últimos quatro dias. Metade desse grão será embarcado em dezembro, e a outra metade, entre março e julho de 2026. Há relatos de que a China também comprou soja dos EUA recentemente, mas os detalhes exatos são difíceis de confirmar devido à paralisação do governo federal americano.

Neste sentido, alguns analistas estão atentos a faltas de informações especificas sobre as vendas americanas. “O fato é que ainda não recebemos nenhum comentário da China”, afirmou Jim McCormick, diretor de operações da AgMarket.Net. “E, sinceramente, isso é um pouco preocupante.”

A China confirmou que retirará as tarifas retaliatórias dos produtos americanos, mas manterá 10% extras, além dos 3% aplacados a todos. Com estes 13% de tarifas extras e a recente alta de Chicago, a soja americana está cara para os importadores privados chineses. O que justifica a manutenção de uma boa demanda no Brasil.

Advertisement
NOTÍCIAS IMPORTANTES
CHINA AINDA NÃO CONFIRMOU AO NÚMEROS AMERICANOS (baixista)

Os preços da soja estão em alta em Chicago depois que a China esclareceu que, após o encontro presidencial na Coreia do Sul, o país suspenderá algumas das tarifas impostas em retaliação a medidas semelhantes dos EUA a partir de 10 de novembro. No entanto, isso elevará as tarifas sobre importações como a soja para 13%, um nível que atualmente coloca a soja americana em desvantagem devido à queda de preço no Brasil após o acordo entre Trump e Xi Jinping. Enquanto isso, as autoridades chinesas ainda não confirmaram os volumes de comércio de soja anunciados pela Casa Branca (12 MT neste ano comercial e 25 MT nos próximos 3 anos). Apesar de tudo isso, o mercado — ou melhor, os especuladores — continua acreditando.

CHINA COMPRA MAIS SOJA BRASILEIRA E NADA DOS EUA (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

A jornalista Karen Braun, da Reuters, divulgou nesta quarta-feira que o Brasil vendeu ontem mais soja para a China, dia 4 de novembro, mas não especificou os detalhes, citando fonte do mercado, que também disseram que será pouco provável que a China compre mais soja americana, porque o Brasil é mais barato, neste momento.

ALTA DO FARELO POR POSSIBILIDADE DE GREVE NA ARGENTINA (altista)

A recente melhora nos preços da soja também foi impulsionada por um aumento significativo no preço do farelo de soja (o contrato de dezembro subiu US$ 8,16, fechando a US$ 358,03 por tonelada). Esse aumento foi parcialmente atribuído à possibilidade muito real de uma paralisação por tempo indeterminado no complexo de esmagamento da Argentina, após o fim da conciliação obrigatória e a falta de acordo na disputa salarial com as empresas do setor. “Se não houver acordo hoje, uma greve é muito provável amanhã”, disse Gustavo Idígoras, presidente da Ciara, à Cadena 3.

MAIS UMA CONSULTORIA ESTIMA SAFRA AMERICANA MENOR (altista)

Antes da divulgação do relatório mensal de estimativas agrícolas do USDA, que foi anunciado para sexta-feira, 14 de outubro — o relatório de outubro não foi publicado —, a consultoria S&P Global Commodity Insights manteve sua estimativa de produtividade média de soja nos EUA em 3.564 kg/hectare e projetou o volume da colheita em 115,94 milhões de toneladas. Ambos os valores são inferiores à previsão do USDA para setembro, de 3.598 kg/hectare e 117,05 milhões de toneladas, respectivamente.

BRASIL-CENTRO-OESTE-CHUVAS GENERALISADAS (baixista)

No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas significativas para o restante da semana nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com acumulados que podem ultrapassar 100 milímetros em diversas áreas e atingir picos de até 200 mm. “Chuvas generalizadas são esperadas na região Centro-Oeste. Em Goiás, os acumulados podem ultrapassar 150 mm, enquanto em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, são previstas pancadas de chuva frequentes e maior umidade, permanecendo em torno de 50% ou mais ao longo da semana”, indicou o órgão.

Advertisement
BRASIL-SUL-CHUVAS E GRANIZO DESTROEM LAVOURAS (altista)

No Brasil, nos últimos 5 dias houve fortes chuvas, ventos e queda de granizo que destruíram lavouras nos três estados do Sul, que já estavam com um palmo de altura, tendo que ser replantadas. Hoje foi anunciado um novo sistema frontal deve chegar a partir de amanhã, trazendo chuvas fortes entre os dias 6 e 7, com acumulados de 100 a 150 mm no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Aprosoja-GO e Faeg possibilitam antecipação do plantio de soja em Goiás

Published

on


Foto: Pedro Silvestre

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Goiás (Aprosoja-GO) e A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) conseguiram a antecipação do calendário de semeadura da soja em Goiás para a safra 2026/2027. O pedido foi encaminhado à Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), que autorizou, em caráter excepcional, o início da presença de plântulas de soja no campo a partir de 20 de setembro.

A autorização foi oficializada nesta quarta-feira (16), com a publicação da Instrução Normativa nº 5/2026, da Agrodefesa. Até então, o calendário estabelecia 25 de setembro como data inicial para a semeadura. A data limite permanece em 2 de janeiro de 2027.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Segundo a Faeg, a solicitação levou em consideração avaliações técnicas e as condições climáticas previstas para o período. A análise identificou a possibilidade de ocorrência de janelas pontuais de umidade do solo em diferentes regiões produtoras do Estado.

“Na prática, uma janela de umidade é um período curto em que o solo apresenta condições adequadas de umidade, geralmente após chuvas, que podem favorecer o início da semeadura. Essas condições não ocorrem necessariamente ao mesmo tempo em todo o Estado e podem durar poucos dias. Por isso, a antecipação permite que o produtor aproveite uma oportunidade de plantio quando houver chuva e umidade suficientes em sua região, sem precisar esperar até 25 de setembro”, explica Edson Novaes, gerente de Estudos Técnicos da Faeg.

Outro aspecto considerado pelas entidades foi a diferença entre os calendários de Goiás e de estados vizinhos, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde o período de vazio sanitário da soja termina antes. A antecipação pode aproximar os períodos de plantio entre as principais regiões produtoras do Centro-Oeste.

Advertisement

A medida é excepcional e temporária e vale para a safra 2026/2027. Isso significa que não altera de forma permanente o calendário estabelecido pela Instrução Normativa Agrodefesa nº 6/2024.

Os produtores que realizarem a semeadura entre 20 e 24 de setembro deverão cumprir as obrigações fitossanitárias já estabelecidas, como o registro e a comunicação das áreas cultivadas e o monitoramento das lavouras.

O post Aprosoja-GO e Faeg possibilitam antecipação do plantio de soja em Goiás apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Cuidados essenciais para o estabelecimento da lavoura de soja – MAIS SOJA

Published

on


O estabelecimento da lavoura de soja constitui uma das etapas mais decisivas para a obtenção de elevadas produtividades. Embora a premissa de que “uma boa lavoura começa com uma boa semente” seja amplamente reconhecida, o potencial das sementes depende também de condições adequadas para a germinação e a emergência das plântulas. Dessa forma, além da qualidade fisiológica das sementes, fatores relacionados à semeadura e às condições do ambiente são fundamentais para a formação de uma lavoura uniforme e com bom potencial produtivo.

Durante a instalação da lavoura, é definido um dos principais componentes do rendimento da soja: o número de plantas por unidade de área. Apesar da conhecida capacidade de plasticidade da cultura, que permite certo grau de compensação diante de falhas no estande, essa capacidade é limitada. Assim, falhas, plantas duplas ou distribuição inadequada podem comprometer a uniformidade da lavoura e, consequentemente, refletir negativamente sobre a produtividade.

Figura 1. Esquerda: resultado de semeadura de soja bem feita, com sementes de alta qualidade e vigor: plântulas com emergência uniforme, bem espaçadas e sem falhas; Direita: resultado de semeadura mal feita, resultando em falhas e aglomerados de plântulas.
Fonte: França-Neto et al. (2016).

Logo, além da utilização de sementes de alta qualidade, cuidados relacionados à semeadura, à plantabilidade e às exigências fisiológicas das sementes devem ser considerados para a formação de um estande adequado e uniforme. Da mesma forma, o planejamento da implantação da lavoura exerce importante influência sobre o potencial produtivo da soja, especialmente quanto à definição da época e da densidade de semeadura.

A época de semeadura da soja deve ser definida com base nas recomendações técnicas estabelecidas pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), que considera as características de solo e as condições ambientais de cada região de cultivo, buscando minimizar os riscos associados às adversidades climáticas. Além disso, é fundamental respeitar os períodos de vazio sanitário e os calendários de semeadura estabelecidos para as diferentes regiões produtoras do país.

Advertisement
Tabela 1. Períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura para a cultura da soja na safra 2026/2027.
Fonte: MAPA (2026)

Já com relação a densidade de semeadura, além das recomendações técnicas para a cultivar, é preciso compreender que quando a lavoura é instalada com densidade de plantas acima da indicada para a cultivar, a região e a época de semeadura, há alta competição entre plantas. Nessa situação, a redução de produção de grãos por planta pode ser mais expressiva do que o aumento da quantidade de plantas por área, reduzindo a produtividade de grãos por hectare (Balbinot Junior et al.,2020). Logo, é fundamental trabalhar com densidades de semeadura dentro do estabelecido para a cultivar e região de cultivo.

Tabela 2. Densidade de plantas por hectare, de acordo com o espaçamento entre as fileiras e o número de plantas por metro linear.
Fonte: Balbinot Junior et al. (2020)

Após a definição da época e da densidade de semeadura, é fundamental atentar para as condições ambientais no momento da implantação da lavoura, de modo a garantir que as exigências fisiológicas das sementes sejam atendidas durante a germinação. Para que esse processo ocorra adequadamente, a semente de soja necessita de três fatores fundamentais: água, oxigênio e temperatura adequada. A semente precisa absorver, no mínimo, 50% do seu peso em água para assegurar uma boa germinação  (Farias; Neumaier; Nepomuceno, 2009).

Quando a quantidade de água absorvida é insuficiente, a semente pode até iniciar o processo germinativo, mas dificilmente consegue completar adequadamente suas três fases: absorção de água, ativação metabólica e crescimento. Além da disponibilidade hídrica, a temperatura exerce papel fundamental nesse processo. Para a soja, a faixa de temperatura do solo considerada adequada para a germinação situa-se entre 20 °C e 30 °C, enquanto temperaturas inferiores a 20 °C podem prejudicar a germinação e a emergência das plântulas (Neumaier et al., 2020).

Outro aspecto fundamental para o estabelecimento da lavoura é a regulagem da semeadora. O correto ajuste do equipamento, visando reduzir a ocorrência de falhas e plantas duplas, contribui para a formação de um estande adequado e uniforme. Da mesma forma, a regulagem da profundidade de deposição das sementes é essencial para favorecer a emergência das plântulas. Para a soja, recomenda-se posicionar as sementes, em condições adequadas, entre 3 e 5 cm de profundidade (Balbinot Junior et al., 2020).


Veja mais: Plantabilidade – Atenção com falhas e duplas


Referências:

BALBINOT JUNIOR, A. A. et al. INSTALAÇÃO DA LAVOURA. Embrapa Soja, Tecnologias de Produção de Soja, Sistemas de Produção, n. 17, cap. 4, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1123928/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 18/09/2026.

FARIAS, J. R. B.; NEUMAIER, N.; NEPOMUCENO, A. L. Agrometeorologia dos Cultivos: O fator meteorológico na produção agrícola: Soja. INMET, 2009. Disponível em: < https://www.embrapa.br/documents/1355291/37056285/Bases+climatol%C3%B3gicas_G.R.CUNHA_Livro_Agrometeorologia+dos+cultivos.pdf/13d616f5-cbd1-7261-b157-351eaa31188d?version=1.0 >, acesso em: 18/09/2026.

FRANÇA-NETO, J. B.; et al. TECNOLOGIAS DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE. Embrapa Soja, Documentos, n. 380, 2016. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1057882/1/Documentos380OL1.pdf >, acesso em: 18/09/2026.

Advertisement

MAPA. PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654 >, acesso em: 18/09/2026.

NEUMAIER, N. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA. Tecnologias de Produção de Soja, cap. 2, Embrapa, Soja, Sistemas de Produção, n. 17, 2020. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/223209/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 18/09/2026.

Continue Reading

Sustentabilidade

Com 88% da área em floração e enchimento de grãos, cultura de canola avança no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

Published

on


A cultura de canola avança para as fases finais do ciclo. Predominam lavouras em floração e enchimento de grãos (88%), e aumentam as áreas em maturação (9%). A colheita ainda se limita a pequenas extensões de implantação precoce (1%).

As condições de maior luminosidade, de temperaturas favoráveis e de menor umidade relativa do ar, observadas em parte do período, contribuíram para o avanço fenológico, para o desempenho das plantas e, nas áreas em floração, para maior atividade de polinizadores.

Eventos de geada atingiram as lavouras em diferentes estádios, provocando efeitos variáveis conforme o relevo e o desenvolvimento das plantas. Em lavouras que estavam em formação e enchimento de grãos, há possibilidade de comprometimento parcial do enchimento das síliquas e redução do peso de mil grãos, mas ainda sem quantificação definitiva das perdas.

O estado fitossanitário está, em geral, satisfatório, mas continua o monitoramento de pragas e doenças, sendo observada incidência de traça-das-crucíferas e de mofo-branco. A área cultivada de canola está estimada em 353.397 hectares, e a produtividade média em 1.619 kg/ha.

Advertisement

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as primeiras lavoura simplantadas em abril alcançam a maturação: em São Borja (10% de 13.500 ha), em Maçambará (5% de 13.868 ha) e em Santa Margarida do Sul (10% de 600 ha). As condições ambientais favoreceram as áreas em floração devido à maior atividade de polinizadores e as lavouras em enchimento de grãos. Contudo, em Manoel Viana, a redução da umidade do solo em áreas de textura predominantemente arenosa aumentou a necessidade de reposição hídrica via precipitações.

Na de Frederico Westphalen, as lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório. Estão 2% em florescimento, 65% em enchimento de grãos, 25% em maturação e 8% colhidos. A produtividade atual está estimada em cerca de 2.000 kg/ha. Na de Ijuí, 80% dos cultivos estão em fase final de enchimento de grãos, e 10% em maturação. No Alto Jacuí, em Ibirubá, as primeiras lavouras colhidas apresentaram rendimentos entre 1.500 e 1.800 kg/ha. Nas áreas atingidas por geada, não foram observados sintomas externos de queimadura das síliquas, mas houve interrupção do desenvolvimento dos grãos na porção terminal.

Na de Passo Fundo, as lavouras estão nos estágios de formação de vagens e de enchimento de grãos, com boa condição sanitária. Os impactos causados pelos episódios de granizo em alguns municípios ainda dependem de avaliação nas áreas atingidas.

Na de Pelotas, as lavouras apresentam estande adequado. Estão 74% da área em florescimento e 26% em enchimento de grãos. Na de Santa Maria, em Tupanciretã, município com a maior área de canola no Estado, estimada em 29 mil hectares, 75% das lavouras estão em formação e enchimento de grãos e 25% em maturação. As geadas ocorridas não provocaram prejuízos significativos.

Na de Santa Rosa, a distribuição fenológica aponta 6% das lavouras em floração, 74% em enchimento de grãos, 19% em maturação e 1% colhido. As geadas, registradas no início do período, podem ter afetado o potencial produtivo, sobretudo em baixadas e áreas sujeitas ao acúmulo de ar frio. As lavouras apresentam bom desenvolvimento vegetativo e potencial
produtivo, mas há incidência de traça-das-crucíferas em diferentes áreas.

Advertisement

Na de Soledade, as temperaturas e a radiação solar foram elevadas para a época, favorecendo a evolução do ciclo. Estão 2% da área em florescimento e formação de síliquas, e 98% em enchimento de grãos. As lavouras apresentam plantas vigorosas, bem ramificadas e com elevada densidade de síliquas. O monitoramento concentra-se em doenças e pragas, especialmente mofo-branco e traça-das-crucíferas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O preço médio praticado na região de Ijuí é de R$ 134,00; na de Santa Maria, R$ 139,00; na de Santa Rosa, R$ 136,35; em Santana do Livramento, R$ 135,00.

Fonte: Emater/RS



Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT