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16 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta com China e Argentina – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 05/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 05/11

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 1,04% ou $ 11,50 cents/bushel, a $1119,75. A cotação de janeiro encerrou em alta de 1,16% ou $ 12,75 cents/bushel, a $1134,50. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 2,33% ou $ 7,4/ton curta, a $ 324,8. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em alta de 0,32% ou $ 0,16/libra-peso, a $ 49,69.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações da oleaginosa subiram com o apoio da forte alta do farelo de soja neste meio de semana. Uma provável greve na Argentina, grande produtora do subproduto, acendeu o alerta no mercado. A China encomendou mais 20 carregamentos de soja brasileira nos últimos quatro dias. Metade desse grão será embarcado em dezembro, e a outra metade, entre março e julho de 2026. Há relatos de que a China também comprou soja dos EUA recentemente, mas os detalhes exatos são difíceis de confirmar devido à paralisação do governo federal americano.

Neste sentido, alguns analistas estão atentos a faltas de informações especificas sobre as vendas americanas. “O fato é que ainda não recebemos nenhum comentário da China”, afirmou Jim McCormick, diretor de operações da AgMarket.Net. “E, sinceramente, isso é um pouco preocupante.”

A China confirmou que retirará as tarifas retaliatórias dos produtos americanos, mas manterá 10% extras, além dos 3% aplacados a todos. Com estes 13% de tarifas extras e a recente alta de Chicago, a soja americana está cara para os importadores privados chineses. O que justifica a manutenção de uma boa demanda no Brasil.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
CHINA AINDA NÃO CONFIRMOU AO NÚMEROS AMERICANOS (baixista)

Os preços da soja estão em alta em Chicago depois que a China esclareceu que, após o encontro presidencial na Coreia do Sul, o país suspenderá algumas das tarifas impostas em retaliação a medidas semelhantes dos EUA a partir de 10 de novembro. No entanto, isso elevará as tarifas sobre importações como a soja para 13%, um nível que atualmente coloca a soja americana em desvantagem devido à queda de preço no Brasil após o acordo entre Trump e Xi Jinping. Enquanto isso, as autoridades chinesas ainda não confirmaram os volumes de comércio de soja anunciados pela Casa Branca (12 MT neste ano comercial e 25 MT nos próximos 3 anos). Apesar de tudo isso, o mercado — ou melhor, os especuladores — continua acreditando.

CHINA COMPRA MAIS SOJA BRASILEIRA E NADA DOS EUA (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

A jornalista Karen Braun, da Reuters, divulgou nesta quarta-feira que o Brasil vendeu ontem mais soja para a China, dia 4 de novembro, mas não especificou os detalhes, citando fonte do mercado, que também disseram que será pouco provável que a China compre mais soja americana, porque o Brasil é mais barato, neste momento.

ALTA DO FARELO POR POSSIBILIDADE DE GREVE NA ARGENTINA (altista)

A recente melhora nos preços da soja também foi impulsionada por um aumento significativo no preço do farelo de soja (o contrato de dezembro subiu US$ 8,16, fechando a US$ 358,03 por tonelada). Esse aumento foi parcialmente atribuído à possibilidade muito real de uma paralisação por tempo indeterminado no complexo de esmagamento da Argentina, após o fim da conciliação obrigatória e a falta de acordo na disputa salarial com as empresas do setor. “Se não houver acordo hoje, uma greve é muito provável amanhã”, disse Gustavo Idígoras, presidente da Ciara, à Cadena 3.

MAIS UMA CONSULTORIA ESTIMA SAFRA AMERICANA MENOR (altista)

Antes da divulgação do relatório mensal de estimativas agrícolas do USDA, que foi anunciado para sexta-feira, 14 de outubro — o relatório de outubro não foi publicado —, a consultoria S&P Global Commodity Insights manteve sua estimativa de produtividade média de soja nos EUA em 3.564 kg/hectare e projetou o volume da colheita em 115,94 milhões de toneladas. Ambos os valores são inferiores à previsão do USDA para setembro, de 3.598 kg/hectare e 117,05 milhões de toneladas, respectivamente.

BRASIL-CENTRO-OESTE-CHUVAS GENERALISADAS (baixista)

No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas significativas para o restante da semana nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com acumulados que podem ultrapassar 100 milímetros em diversas áreas e atingir picos de até 200 mm. “Chuvas generalizadas são esperadas na região Centro-Oeste. Em Goiás, os acumulados podem ultrapassar 150 mm, enquanto em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, são previstas pancadas de chuva frequentes e maior umidade, permanecendo em torno de 50% ou mais ao longo da semana”, indicou o órgão.

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BRASIL-SUL-CHUVAS E GRANIZO DESTROEM LAVOURAS (altista)

No Brasil, nos últimos 5 dias houve fortes chuvas, ventos e queda de granizo que destruíram lavouras nos três estados do Sul, que já estavam com um palmo de altura, tendo que ser replantadas. Hoje foi anunciado um novo sistema frontal deve chegar a partir de amanhã, trazendo chuvas fortes entre os dias 6 e 7, com acumulados de 100 a 150 mm no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Indústria do trigo e autoridades debatem gargalos de fronteira para destravar comércio entre Brasil e Paraguai – MAIS SOJA

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Buscando soluções para minimizar os gargalos logísticos e a necessidade de garantir o abastecimento da indústria moageira nacional, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) promoveu, entre os dias 1º e 3 de setembro, o Giro Abitrigo – Paraguai. A iniciativa reuniu mais de 45 representantes de moinhos e de outros elos da cadeia do grão brasileiro para uma expedição que expôs desafios operacionais críticos, gerados, principalmente, pela burocracia na fronteira entre os dois países.

Durante os três dias, a comitiva conheceu a infraestrutura de transporte na região, com a visita ao Terminal Multilog, no Brasil, e à Algesa, no país vizinho. O grupo também visitou campos de trigo na região de Santa Rita, onde realizou uma visita técnica às lavouras locais e conheceu de perto o padrão de cultivo e os cuidados sanitários aplicados na produção do trigo paraguaio. O Giro ainda visitou a Cooperativa Colonias Unidas, em Obligado, para conhecer o programa de multiplicação de variedades e as tecnologias aplicadas na garantia de qualidade do grão, e o campo experimental da Cámara Paraguaya de Exportadores y Comercializadores de Cereales y Oleaginosas (CAPECO) e da Genética Vegetal del Paraguay S.A. (GENEPAR), onde acompanhou pesquisas e ensaios com novas variedades agrícolas voltadas a atender às exigências operacionais dos moinhos brasileiros.

No último dia do Giro, o grupo se reuniu com autoridades do Ministério da Agricultura do Brasil, do Ministério da Agricultura do Paraguai, da Receita Federal e agentes do comércio exterior para um encontro em que o gargalo logístico foi o tema central. Durante os debates, o setor industrial apontou que a simplificação dos trâmites aduaneiros no porto seco da Algesa e no Terminal Multilog é fundamental para destravar o potencial de trocas comerciais na região de fronteira.

“Colocamos um grande desafio para esse grupo, que é a redução do chamado custo fronteira, hoje uma grande barreira para o estímulo desse comércio. Segundo os operadores locais, estamos falando de quase 20 dólares por tonelada em custos operacionais de travessia. Trata-se de um valor expressivo dentro da precificação do mercado internacional do trigo, e qualquer melhoria operacional trará um estímulo imediato ao comércio entre Paraguai e Brasil”, apontou o superintendente da Abitrigo, Eduardo Assêncio.

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A urgência em otimizar o fluxo de importação ganha força diante de uma mudança estrutural no campo no Sul do Brasil. No Paraná, principal estado produtor, a migração de produtores para culturas alternativas de maior valor agregado vem reduzindo a área destinada ao cereal na safrinha. A estimativa da indústria é que o mercado paranaense precise importar entre 1,5 milhão e 1,7 milhão de toneladas de trigo no ciclo de 2027, posicionando o Paraguai como o fornecedor natural para suprir essa demanda no Sul e no Sudeste.

Boa qualidade e investimentos no trigo paraguaio

Do lado paraguaio, a resposta da cadeia produtiva envolve investimentos diretos em tecnologia e melhoramento genético para expandir a oferta e atender aos padrões exigidos pelos moinhos brasileiros.

“Tivemos a honra de receber a comitiva da Abitrigo, que esteve aqui com a intenção de conhecer nossas lavouras e de comprar nosso excedente exportável. Estamos trabalhando para retomar o patamar de 600 mil hectares de área cultivada com trigo no Paraguai”, afirmou o presidente da Cámara Paraguaya de Exportadores y Comercializadores de Cereales y Oleaginosas, José Berea.

A qualidade do grão paraguaio é apontada pela indústria como um diferencial técnico decisivo. Pela sua composição e força de glúten, o cereal importado do país vizinho atua como um melhorador de farinha para os moinhos paranaenses e paulistas, complementando a produção local, porém as questões burocráticas ainda dificultam as transações comerciais.

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“Compramos trigo paraguaio, mas foi a primeira vez que cruzei a fronteira para ir até os campos, conversar com produtores e com os desenvolvedores de genética. Enfrentamos certa burocracia na importação e vemos que a questão logística é um gargalo, mas aqui entendemos cada limitação, que nem sempre é apenas burocrática, mas envolve a logística e acertos entre os dois países”, avaliou o diretor de Originação e Financeiro da S.A. Moageira & Agrícola Irati, André Vosnika.

“É muito enriquecedor esse tipo de experiência, de poder entender os problemas que eles enfrentam versus os nossos. Para nós, principalmente do Paraná, o Paraguai é um fornecedor importante de trigo, e essa visita enriqueceu bastante o nosso conhecimento”, destacou o presidente do Conselho na Infasa e Belarina, Arnei Antônio Frasson.

Para o superintendente da Abitrigo, a aproximação direta entre industriais, produtores e órgãos governamentais abriu caminho para um novo ciclo de cooperação bilateral no mercado de grãos.

“O Giro Abitrigo superou as expectativas da organização e dos participantes. Conseguimos transmitir aos produtores e exportadores paraguaios as reais necessidades do mercado brasileiro, encontrando um setor altamente receptivo e empenhado em aprimorar suas entregas. A expectativa é que os alinhamentos operacionais e institucionais promovidos durante a expedição tragam resultados concretos para a cadeia do trigo em curto e médio prazo”, concluiu Assêncio.

Sobre a Abitrigo

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A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) representa as empresas moageiras responsáveis pela produção de farinha e derivados utilizados na fabricação de alimentos essenciais, como pães, massas e biscoitos. A entidade acompanha o mercado e atua na interlocução com os setores público e privado em temas relacionados ao abastecimento, custos e competitividade da cadeia do trigo.

Com atuação técnica e institucional, a Abitrigo monitora o cenário nacional e internacional, produz análises e contribui para o debate sobre políticas agrícolas, comércio exterior e logística, com foco na segurança do abastecimento e no acesso da população a produtos básicos da alimentação.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Análise climática e prognósticos para setembro, outubro e novembro/26 – MAIS SOJA

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Análise climática de agosto

Em agosto de 2026, as chuvas foram acima de 90 mm na Região Sul, sul de São Paulo e na faixa litorânea da Região Nordeste, mantendo a umidade no solo com índices satisfatórios. Em grande parte do Centro-Oeste, do centro-norte de Minas Gerais, do interior do Nordeste, do leste do Amazonas, de Roraima, do Tocantins e grande parte do Pará, foram registrados acumulados mensais inferiores a 40 mm, resultando em menores teores de armazenamento de água no solo.

Na Região Nordeste, as chuvas se concentraram no litoral leste, com totais acima de 90 mm, desde o Rio Grande do Norte até Alagoas. Em parte destas áreas, o armazenamento de água no solo se manteve favorável, beneficiando o milho terceira safra. Já no semiárido e demais áreas do Sealba e Matopiba, os valores não ultrapassaram os 40 mm, ocorrendo a redução dos índices de umidade do solo. Nas áreas de final de ciclo, o tempo seco favoreceu a maturação e a colheita das lavouras. Maiores volumes de chuva, na Região Centro-Oeste, foram registrados somente no sul de Mato Grosso do Sul, com acumulados acima de 40 mm. Nas demais áreas, foram registrados baixos volumes e em algumas localidades não houve registro de precipitação.

O predomínio de tempo seco reduziu a umidade do solo e favoreceu o avanço da colheita de algodão, milho segunda safra, feijão terceira safra e trigo. Na Região Sudeste, as chuvas foram mais significativas no sul e leste da região, com volumes acima de 40 mm. Já no norte de São Paulo e em grande parte de Minas Gerais, registraram menos de 30 mm. As condições de tempo mais seco vêm favorecendo o andamento da colheita de culturas como
milho, algodão, trigo e feijão.

Na Região Sul, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm no leste dos três estados, mas, principalmente, na parte sul do Rio Grande do Sul, onde os acumulados do mês ultrapassaram os 250 mm. Este cenário manteve os índices de umidade do solo elevados, porém o excesso hídrico prejudicou pontualmente a cultura de trigo, favorecendo a ocorrência de doenças fúngicas. No restante da região, os acumulados de chuva variaram entre 70 mm e 100 mm, exceto no noroeste do Paraná, onde as chuvas foram inferiores a 40 mm.

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Em agosto, as temperaturas máximas permaneceram acima de 30 °C nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os maiores valores ficaram acima de 36 °C em áreas do Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Piauí e Maranhão. As menores máximas ocorreram, principalmente, na Região Sul e em áreas do leste das Regiões Sudeste e Nordeste.

Em relação às temperaturas mínimas, os valores superaram os 18 °C nas Regiões Norte e Nordeste, bem como em parte da Região Centro-Oeste. Nas Regiões Sul e Sudeste, as mínimas ficaram abaixo de 16 °C, refletindo em condições mais amenas. Os menores valores, entre 6 °C e 12 °C, ocorreram, principalmente, nas áreas serranas das Regiões Sudeste e Sul, associados à atuação de massas de ar frio. Houve registro de episódios de geadas, principalmente, no Rio Grande do Sul.

1.2. CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA

Na figura abaixo, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no período de 16 a 31 de agosto de 2026. Nesse intervalo, foram registrados valores acima de 2°C ao longo da faixa longitudinal compreendida desde a costa oeste da América do Sul até os 180°, indicando temperaturas acima da média climatológica. As águas mais aquecidas concentraram-se entre 80°W e 120°W, onde as anomalias foram acima de 3 °C. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4, delimitada entre 170°W e 120°W, verificaram-se valores positivos e acima 2°C durante agosto, sinalizando a persistência das condições de El Niño.

A análise do modelo de previsão do ENOS (El Niño – Oscilação Sul), realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), aponta para a persistência das condições de El Niño, fase quente, durante o trimestre setembro, outubro e novembro de 2026.

3. PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO SETEMBRO, OUTUBRO E NOVEMBRO DE 2026

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do INMET, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica predomínio de chuvas abaixo da média em grande parte das Regiões Norte e Nordeste. As chuvas acima da média são previstas para a Região Sul, além de áreas do oeste e sul da Região Centro-Oeste e parte sul da Região Sudeste.

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Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte, o que poderá contribuir para a redução dos índices de umidade no solo. Por outro lado, são previstas chuvas acima da média no oeste da Amazônia, favorecendo a manutenção de índices mais elevados de umidade do solo nessa área.

Na maior parte da Região Nordeste, a previsão indica chuvas abaixo da média, o que deverá contribuir para a redução dos índices de umidade do solo. Ressalta-se, contudo, que a estação chuvosa na faixa leste da região se aproxima do fim, sendo esperada uma redução natural dos volumes de chuva nos próximos meses, característica do período de transição para a estação seca.

Para a Região Centro-Oeste, a previsão indica irregularidade das chuvas, com predomínio de chuvas próximas e acima da média, exceto em áreas do norte e nordeste de Mato Grosso, norte de Goiás e Distrito Federal, onde os volumes de chuva podem ficar abaixo da média, principalmente, em outubro e novembro.

Na Região Sudeste, a tendência é de chuvas abaixo da média no centronorte de Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. No sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, bem como em grande parte de São Paulo, são previstos volumes de chuva próximos e acima da média.

Na Região Sul, a previsão indica chuvas acima da média ao longo do trimestre. De modo geral, os níveis de umidade no solo deverão permanecer adequados para o desenvolvimento das culturas. No entanto, a persistência de eventos de chuva poderá favorecer a ocorrência de excesso hídrico em áreas das porções central e oeste do Rio Grande do Sul, bem como no oeste de Santa Catarina, principalmente, em outubro.

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As temperaturas médias do ar devem permanecer acima da média histórica em grande parte do país. Valores superiores a 27 °C são previstos em grande parte das Regiões Norte e Nordeste. Na Região Centro-Oeste, os valores devem variar entre 25 °C e 27 °C, assim como no oeste de São Paulo e norte de Minas Gerais. Em áreas do sul de Minas Gerais, leste de São Paulo e grande parte da Região Sul, são previstas temperaturas mais amenas e inferiores a 22 °C. Destacam-se, ainda, que as áreas de maior altitude da Região Sul podem ter temperaturas abaixo de 15 °C, especialmente, em setembro.

Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos na opção CLIMA do menu principal do site do Inmet.

Fonte: Conab



 

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Sustentabilidade

Preço da soja sobe com aumento da demanda da China

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Foto: Guilherme Soares/ Canal Rural Bahia

O aumento da demanda chinesa pela soja dos Estados Unidos puxa os preços da oleaginosa para cima nesta quarta-feira (16) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado também encontra sustentação nas preocupações com possíveis atrasos na colheita norte-americana devido às chuvas no Meio-Oeste do país.

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Segundo a Safras & Mercado, as atenções estão voltadas especialmente para Iowa, importante estado produtor, onde as precipitações podem prejudicar o andamento dos trabalhos de campo.

Além da demanda chinesa e do clima, dados sobre o processamento da oleaginosa nos Estados Unidos também influenciam as negociações. O esmagamento de soja ficou abaixo das expectativas em agosto.

Soja sobe mais de 0,5% em Chicago

Por volta das 8h41 desta quarta-feira, os contratos da soja com vencimento em novembro eram negociados a US$ 13,25 1/2 por bushel, avanço de 6,75 centavos de dólar, equivalente a 0,51% em relação ao fechamento anterior.

A valorização dá continuidade ao movimento registrado na terça-feira (15), quando a soja encerrou o pregão em alta.

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Na ocasião, o mercado mudou de direção acompanhando a forte valorização do petróleo. A demanda chinesa e as preocupações relacionadas à colheita nos Estados Unidos também contribuíram para sustentar as cotações.

Os contratos com vencimento em novembro fecharam a terça-feira a US$ 13,18 3/4 por bushel, avanço de 14,50 centavos, ou 1,11%.

Já a posição janeiro encerrou cotada a US$ 13,35 1/4 por bushel, alta de 15 centavos de dólar, equivalente a 1,13%.

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