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4 de maio de 2026

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Expoind MT 2025 destaca sustentabilidade e inovação na indústria no Estado

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A indústria de Mato Grosso ganha protagonismo nesta semana com a realização da Expoind MT 2025, feira de negócios da indústria de Mato Grosso, que teve início nesta terça-feira (4) e segue quinta-feira (6), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento reúne mais de 100 expositores, compradores, fornecedores, startups, câmaras de comércio e lideranças setoriais, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Ao longo dos três dias de programação, o público poderá participar de painéis temáticos, palestras magnas e rodadas de negócios sobre temas estratégicos, como transição energética, sustentabilidade, Indústria 4.0, saúde e segurança do trabalho e comércio internacional.

Durante a abertura da feira, o governador Mauro Mendes destacou a relevância da indústria na economia mato-grossense e o papel do setor na diversificação produtiva do Estado.

“O setor industrial tem grande perspectiva em Mato Grosso e essa história não começou agora, mas há muitos anos. O crescimento do Estado nas últimas duas décadas se deve à pujança do nosso, hoje, maior setor econômico, que é o agronegócio, mas retroalimentado pelo crescimento da indústria, que vem sendo muito sustentável ao longo dos últimos anos. A indústria mato-grossense seguramente é uma alternativa importante para empreendedores e empreendedoras aqui no nosso estado e em todo o Brasil”, afirmou.

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A Sedec participa da Expoind com um estande institucional, oferecendo atendimento especializado sobre as políticas estaduais de estímulo à indústria. No espaço, o público pode obter informações sobre incentivos fiscais, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, linhas de crédito da Desenvolve MT e o trabalho da Invest MT, voltado à atração de investimentos e apoio a novos empreendimentos.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico em exercício, Linacis Pinho Vogel Lisboa, ressaltou o avanço do setor industrial em Mato Grosso e a importância da feira para fortalecer o ambiente de negócios.

“Hoje já temos mais de 16 mil indústrias ativas em Mato Grosso, que geram mais de 190 mil empregos formais. Isso mostra o quanto o setor vem crescendo e se fortalecendo, transformando a matéria-prima que a gente produz aqui em inovação, oportunidades e desenvolvimento para o nosso estado”, destacou.

Durante o evento, também foi realizado o descerramento da maquete da Usina Itaicy, considerada um marco histórico da industrialização em Mato Grosso. Inaugurada em 1897, em Santo Antônio do Leverger, a usina foi responsável por acender a primeira lâmpada do Estado, produzindo açúcar e aguardente com tecnologia trazida da Alemanha.

Silvio Rangel, presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), órgão realizador do evento,  enfatizou que a Expoind representa um marco para o setor industrial mato-grossense.

“A Expoind é um sonho que se torna realidade. É um espaço para multiplicar ideias, parcerias e oportunidades. Durante três dias, este pavilhão reunirá mais de cem expositores de todos os segmentos, da base florestal à tecnologia, da alimentação à energia, da construção civil ao vestuário. São empresas que acreditam em Mato Grosso e fazem a roda da economia girar por aqui todos os dias”, declarou.

Também estiveram presentes o secretário de Estado da Casa Civil Fábio Garcia, prefeita de Cuiabá em exercício Vânia Rosa, deputados estaduais Carlos Avallone e Júlio Campos, comandante-geral do corpo de bombeiros militar Gledson Bezerra, presidente do conselho deliberativo do Sebrae-MT Jonas Alves, diretora Superintendente do Sebrae-MT Lélia Brum e os vices-presidentes da FIEMT Jandir José Milan, Sérgio Ricardo Silva Antunes e Wagner Gasbarro Nascimento.

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Exportações de soja crescem 5,9% no primeiro trimestre, segundo Conab

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Foto: R.R. Rufino/Embrapa

As exportações brasileiras de soja avançaram no primeiro trimestre de 2026 e já superam em 5,92% o volume embarcado no mesmo período de 2025. O movimento acompanha o ritmo da colheita, que já atinge cerca de 88,1% da área cultivada, segundo o Boletim Logístico de abril da Companhia Nacional de Abastecimento.

No caso do milho, o crescimento é ainda mais expressivo: os embarques acumulados até março registram alta de 15,25% na comparação anual. Para a primeira safra, a colheita já ultrapassa metade da área plantada.

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O escoamento de grãos segue concentrado nas regiões Centro-Oeste e Sul, com destaque para Mato Grosso, principal estado exportador.

Para a soja, o Arco Norte respondeu por 39% dos embarques no trimestre. Na sequência aparecem o porto de Santos (SP), com 36,2%, e Paranaguá (PR), com 18,3%.

No milho, o padrão se repete. O Arco Norte lidera com 34,9% das exportações, seguido por Santos (29,1%) e Rio Grande (RS), com 16%.

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Fretes sobem com avanço da colheita

O aumento no volume transportado impactou diretamente os custos logísticos. Segundo a Conab, os fretes subiram nas principais rotas do país, pressionados pela demanda e por fatores como combustível e gargalos operacionais.

No Centro-Oeste, Goiás registrou as maiores altas, com fretes até 35% mais caros em rotas com origem em Cristalina. Em Mato Grosso, o avanço da colheita no Vale do Araguaia elevou os custos em até 10%, mesma variação observada em Mato Grosso do Sul.

No Distrito Federal, os preços subiram até 12%, acompanhando o pico da colheita da soja.

Sudeste e Sul também registram alta nos custos

No Paraná, os fretes aumentaram até 11%, com destaque para a região de Ponta Grossa, impactada por custos operacionais e combustíveis.

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Em São Paulo, as tarifas subiram até 30% em relação a março, enquanto Minas Gerais registrou elevação mais moderada, de até 10%. No caso do café, o transporte voltou a ganhar força, especialmente em rotas para o sul mineiro.

Com o deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, o Nordeste também apresentou elevação nos fretes. No oeste da Bahia, região produtora de soja, os valores subiram até 19%.

O Maranhão registrou a maior alta percentual, com aumento de até 23%, principalmente no escoamento da soja no sul do estado. Já no Piauí, as cotações ficaram mais estáveis, com variação máxima de 8%.

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Mato Grosso deve gerar R$ 206 bilhões no campo e liderar agronegócio em 2026

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Com 15% da produção nacional, estado supera potências como Minas Gerais e São Paulo no Valor Bruto da Produção

Mato Grosso segue como o Estado que mais produz no agronegócio brasileiro. A estimativa para 2026 aponta um Valor Bruto da Produção (VPB) agropecuário de R$ 206 bilhões, cerca de 15% de tudo do que o Brasil gera no campo. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e foram compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O VBP representa o valor total da produção agropecuária, calculado com base no volume produzido e nos preços de mercado, ou seja, é o valor bruto total da produção rural antes de qualquer processamento industrial.

Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 167 bilhões (12,09%), seguida por São Paulo com R$ 157 bilhões (11,36%), Paraná com R$ 150 bilhões (10,86%) e Goiás com R$ 117 bilhões (8,45%).

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A base dessa liderança está na diversidade e no volume da produção estadual. A soja responde por 43% do que Mato Grosso produz no campo, seguida pelo milho com 21,67% e pela bovinocultura com 17,96%. O estado ocupa o primeiro lugar nacional na produção de soja, milho, algodão e bovinos.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o resultado reforça o papel do agronegócio como vetor de geração de renda para a população do Estado. O setor agropecuário de Mato Grosso gerou, no mercado de trabalho, um saldo positivo de 9.066 novos empregos formais nos dois primeiros meses de 2026.

“Tão importante quanto ver o volume de recursos que o agronegócio movimenta é perceber como isso se transforma em oportunidades concretas, chegando à ponta com a geração de emprego e renda para a população de Mato Grosso”, afirma.

No cenário nacional, a estimativa do VBP agropecuário brasileiro para 2026 é de R$ 1,38 trilhão.

Com Assessoria 

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Semana começa com calorão e céu aberto em Cuiabá

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A semana em Cuiabá deve seguir o roteiro já conhecido pelos moradores: calor forte, pouca trégua e aumento gradual de nuvens ao longo dos dias. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há chance de chuva isolada a partir de sexta-feira (8), mas até lá o destaque continua sendo o tempo seco e as altas temperaturas.

Nesta segunda-feira (4), os termômetros variam entre 23°C e 34°C, com umidade oscilando de 25% a 70%. O céu permanece claro pela manhã, com poucas nuvens à tarde e à noite. Os ventos são fracos, podendo ter rajadas moderadas no período mais quente do dia.

Na terça-feira (5), o calor aumenta um pouco mais, podendo alcançar 35°C. A mínima segue em 23°C, com umidade entre 35% e 70%. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade cresce ao longo das horas, deixando o céu encoberto no período da noite.

Entre quarta (6) e quinta-feira (7), o cenário muda pouco: temperaturas elevadas, variação de nuvens e ventos fracos a moderados. Na sexta-feira (8), há previsão de mudança no tempo, com aumento da umidade e possibilidade de pancadas isoladas de chuva.

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