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3 de novembro de 2026

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Fendt: tecnologia alemã apoia produtor em cada etapa da safra, do plantio à colheita

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Cada decisão no campo, do preparo do solo ao manejo da lavoura de soja, define o sucesso da safra. Nesse cenário, as máquinas Fendt, tecnologia alemã do Grupo AGCO, se tornam verdadeiras aliadas do produtor, oferecendo eficiência, conforto, economia e máximo aproveitamento de energia e insumos. Essa combinação de inovação e desempenho ganha ainda mais relevância em uma temporada que promete ser histórica: segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita de soja 2025/26 deve chegar a 177,6 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de um novo recorde nacional.

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Há mais de 90 anos, a Fendt leva a paixão pela agricultura a cada inovação, em cada trator e em toda a tecnologia que desenvolve. A marca é movida pelas pessoas que alcançam alto desempenho com seus produtos. Além de tratores, o portfólio da Fendt inclui colheitadeiras, soluções para colheita de forragem e tecnologia para agricultura inteligente.

Fendt na abertura do plantio de soja no Brasil 

Em um momento simbólico que marcou o início da temporada 25/26, a Fendt esteve presente na Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS). Durante o evento, a marca apresentou soluções de alta tecnologia, mostrando na prática como a engenharia alemã aplicada ao agro brasileiro contribui para produtividade, economia e sustentabilidade.

A Fendt levou equipamentos de alta performance, como a plantadeira Fendt Momentum e o trator Fendt 942 Vario. Rafael Pereira, coordenador comercial da Fendt, destacou: “Estivemos com tecnologia de ponta no evento, incluindo os tratores e as plantadeiras Momentum de 38 linhas. Todos os equipamentos são embarcados com sistemas que permitem ao produtor operar com máxima precisão e produtividade.” 

As demonstrações reforçaram como a engenharia alemã aplicada ao campo brasileiro ajuda a reduzir o consumo de combustível, aumentar a eficiência e proporcionar maior conforto ao operador.

A Fazenda Recanto, anfitriã do evento, é referência em produtividade e sustentabilidade. O proprietário Lúcio Basso comentou: “Você não vê fumaça saindo do escape, mesmo com o trator operando em plena carga. Isso mostra o quanto a Fendt se preocupa em unir potência, economia de combustível e respeito ao meio ambiente.” Para Rafael Antônio Costa, diretor comercial da Fendt, a presença da marca em um momento simbólico como o início da safra demonstra o alinhamento com as necessidades do produtor. “Nossa missão é levar tecnologia que gere resultados concretos, combinando produtividade, eficiência e sustentabilidade.”

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Máquinas aliadas do sojicultor brasileiro 

Com um portfólio completo, a empresa se destaca por suas principais soluções para o campo brasileiro. As colheitadeiras Fendt IDEAL 9T se diferenciam pelo sistema de processamento eficiente, separação helicoidal e rotor de 4,84 metros, além de tanque graneleiro com capacidade de 17.100 litros e conectividade em tempo real, permitindo monitoramento constante da operação. Os tratores Fendt 1050 Vario Gen3, com 517 cv, motor MAN e transmissão VarioDrive, oferecem suspensão independente, alta tecnologia de agricultura de precisão via plataforma FendtONE e gestão de frota com Fendt Connect. 

Além disso, as plantadeiras Fendt Momentum 38 linhas garantem plantio uniforme em qualquer terreno, com tecnologia Precision Planting e Fendt Smart Frame, que mantém a pressão dos pentes e permite transporte rápido e eficiente. 

Já os pulverizadores Fendt Rogator R934 proporcionam aplicação precisa de insumos com sistema LiquidLogic, régua eletrônica de nível, modulação por largura de pulso e alto vão livre, assegurando economia de combustível e maior eficiência operacional.

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UPAs de Cuiabá fazem fichas manuais após isolamento preventivo dos sistemas de TI

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Atendimento segue em funcionamento com prioridade para urgência e emergência; lentidão afeta triagem nas unidades

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital seguem funcionando normalmente nesta terça-feira (3), mas estão realizando a abertura de fichas manualmente, em razão de uma medida preventiva adotada na infraestrutura tecnológica do município.

A medida foi adotada para garantir a segurança dos sistemas e a proteção das informações, o que levou ao isolamento temporário de ambientes da rede municipal e à consequente indisponibilidade de algumas ferramentas eletrônicas utilizadas pelas unidades de saúde.

Com isso, o fluxo de atendimento pode apresentar maior lentidão em razão dos procedimentos manuais. No entanto, os serviços não foram interrompidos e as equipes seguem trabalhando para garantir a assistência à população.

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A SMS esclarece que os atendimentos de pacientes em situações de urgência e emergência não são prejudicados, uma vez que esses casos são encaminhados diretamente aos boxes de atendimento, com a abertura da ficha realizada posteriormente.

As equipes técnicas da Secretaria Adjunta de Tecnologia da Informação (SAETI) seguem trabalhando para restabelecer os sistemas de forma segura.

A Secretaria Municipal de Saúde pede a compreensão e a paciência da população durante o período de instabilidade. A orientação é que os usuários mantenham a tranquilidade, considerando que os atendimentos continuam sendo realizados, com prioridade para os casos de urgência e emergência.

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Soja cai em Chicago, mas alta do dólar sustenta preços no Brasil; saiba o que movimentou o dia

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O mercado brasileiro de soja apresentou preços predominantemente mais baixos nesta terça-feira (3), embora as indicações tenham permanecido firmes diante da valorização do dólar. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as quedas acumuladas na Bolsa de Chicago provocaram leves ajustes negativos nas cotações, enquanto os prêmios de exportação não apresentaram alterações.

Apesar de considerar os preços atuais oportunos, Silveira destaca que a comercialização permaneceu limitada, sem registro de movimentos firmes. Os produtores continuam relativamente afastados das negociações.

Preços de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,50
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 155,00 para R$ 154,50
  • Cascavel (PR): passou de R$ 150,00 para R$ 149,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Dourados (MS): recuou de R$ 142,00 para R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 142,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 161,00 para R$ 160,00
  • Rio Grande (RS): passou de R$ 162,00 para R$ 161,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. O mercado estendeu o movimento negativo iniciado na segunda-feira, acompanhando o desempenho do petróleo e o quadro fundamental.

A colheita segue avançando nos Estados Unidos e ampliando a disponibilidade global. Apesar do anúncio de uma nova venda por parte dos exportadores privados, a demanda chinesa decepciona. Nesta terça-feira, foi anunciada uma operação de 134 mil toneladas para destinos não revelados.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na segunda-feira o relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 1º de novembro, a área colhida estava apontada em 88%, acima da média de 84%. Na semana anterior, o índice era de 79%.

A incerteza quanto ao resultado das eleições legislativas de meio de mandato realizadas nesta terça-feira nos Estados Unidos também contribuiu para a volatilidade das cotações.

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Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,22%, a US$ 12,14 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 12,20 3/4 por bushel, com retração de 5,75 centavos de dólar, ou 0,46%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,60, ou 0,50%, a US$ 318,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,28 centavos de dólar, com ganho de 0,20 centavo, ou 0,30%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,70%, negociado a R$ 5,4862 para venda e a R$ 5,4842 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4687 e a máxima de R$ 5,5152.

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Wanderley retém 80,4% dos projetos de lei sem votação e compromete desenvolvimento de Várzea Grande, denuncia vereador

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Entre as propostas do Poder Executivo que aguardam andamento está o projeto que prevê o pagamento de precatórios por meio de acordo direto, sendo que essa proposta foi apresentada no ano de 2025 e ainda não foi votada pelo plenário

A Câmara Municipal de Várzea Grande, sob a presidência de Wanderley Cerqueira, retém 80,4% dos projetos de lei protocolados sem votação. Dos 322 projetos registrados neste ano, 259 ainda aguardam deliberação do plenário. Os dados constam em um relatório de acompanhamento legislativo apresentado pelo vereador Bruno Rios durante a sessão ordinária desta terça-feira (03.11).

Conforme o levantamento, realizado com base no sistema de tramitação legislativa da própria Câmara, 53 projetos (16,5%) foram aprovados, incluindo aqueles que ainda aguardam a elaboração do autógrafo, enquanto outros três foram arquivados.

O relatório aponta um cenário de demora na tramitação das propostas. Dos 259 projetos pendentes, 228 (88%) já ultrapassaram os prazos regimentais. A mediana de tramitação é de 134 dias, enquanto 95 projetos aguardam há mais de 180 dias.

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Outro dado que chama a atenção é que 108 projetos já foram lidos em sessão, mas nunca foram encaminhados às comissões permanentes para análise. Além disso, 33 propostas sequer foram lidas em plenário, e 106 estão na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

O vereador Bruno Rios cobrou providências da presidência da Casa para garantir o andamento das matérias e o cumprimento do Regimento Interno. Segundo ele, a demora prejudica propostas de interesse da população, especialmente nas áreas de educação, saúde e bem-estar animal.

“Acredito que devemos colocar esses projetos para votar e cumprir o Regimento, para que as coisas possam caminhar em Várzea Grande. Há projetos fora do prazo e acredito que a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) deve ter mais membros. Estamos discutindo a eficiência da Casa. A população precisa desses projetos, que são de educação, saúde, bem-estar animal, entre outros, e aos quais devemos dar uma resposta à sociedade”, pontuou Bruno Rios.

O líder do Executivo na Câmara, vereador Rogerinho da Dakar, também criticou a retenção de propostas e defendeu que a decisão sobre a aprovação ou rejeição dos projetos seja tomada pelo plenário, após o cumprimento dos trâmites regimentais.

Entre as propostas do Poder Executivo que aguardam andamento está o projeto que prevê o pagamento de precatórios por meio de acordo direto, sendo que essa proposta foi apresentada no ano de 2025 e ainda não foi votada pelo plenário. A iniciativa é apontada como uma das alternativas para agilizar a quitação da dívida do município com precatórios, estimada em aproximadamente R$ 1 bilhão.

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Dakar ressaltou que cabe às comissões permanentes analisar a legalidade das propostas e emitir pareceres, e não impedir que os projetos avancem para votação. O parlamentar também questionou a resistência à inclusão de matérias na pauta.

“A função das comissões permanentes é analisar a legalidade, e não consertar e segurar projetos. O projeto tem que seguir os trâmites de leitura, pareceres e apreciação dos vereadores. Vamos parar de falácia de que não vai colocar o projeto por inclusão. Quantos projetos já passaram na história do Parlamento por inclusão? Não querem colocar mesmo quando é de interesse da população, porque é do Executivo? Vocês não têm direito de segurar projeto por vaidade. Qual é o direito de vocês? O direito é fazer o parecer e colocar em pauta. Quanto estão atrasando Várzea Grande por causa de ego e vaidade? Quando é de interesse próprio, põe”, criticou Rogerinho da Dakar.

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