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28 de julho de 2026

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Fendt: tecnologia alemã apoia produtor em cada etapa da safra, do plantio à colheita

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Cada decisão no campo, do preparo do solo ao manejo da lavoura de soja, define o sucesso da safra. Nesse cenário, as máquinas Fendt, tecnologia alemã do Grupo AGCO, se tornam verdadeiras aliadas do produtor, oferecendo eficiência, conforto, economia e máximo aproveitamento de energia e insumos. Essa combinação de inovação e desempenho ganha ainda mais relevância em uma temporada que promete ser histórica: segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita de soja 2025/26 deve chegar a 177,6 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de um novo recorde nacional.

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Há mais de 90 anos, a Fendt leva a paixão pela agricultura a cada inovação, em cada trator e em toda a tecnologia que desenvolve. A marca é movida pelas pessoas que alcançam alto desempenho com seus produtos. Além de tratores, o portfólio da Fendt inclui colheitadeiras, soluções para colheita de forragem e tecnologia para agricultura inteligente.

Fendt na abertura do plantio de soja no Brasil 

Em um momento simbólico que marcou o início da temporada 25/26, a Fendt esteve presente na Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS). Durante o evento, a marca apresentou soluções de alta tecnologia, mostrando na prática como a engenharia alemã aplicada ao agro brasileiro contribui para produtividade, economia e sustentabilidade.

A Fendt levou equipamentos de alta performance, como a plantadeira Fendt Momentum e o trator Fendt 942 Vario. Rafael Pereira, coordenador comercial da Fendt, destacou: “Estivemos com tecnologia de ponta no evento, incluindo os tratores e as plantadeiras Momentum de 38 linhas. Todos os equipamentos são embarcados com sistemas que permitem ao produtor operar com máxima precisão e produtividade.” 

As demonstrações reforçaram como a engenharia alemã aplicada ao campo brasileiro ajuda a reduzir o consumo de combustível, aumentar a eficiência e proporcionar maior conforto ao operador.

A Fazenda Recanto, anfitriã do evento, é referência em produtividade e sustentabilidade. O proprietário Lúcio Basso comentou: “Você não vê fumaça saindo do escape, mesmo com o trator operando em plena carga. Isso mostra o quanto a Fendt se preocupa em unir potência, economia de combustível e respeito ao meio ambiente.” Para Rafael Antônio Costa, diretor comercial da Fendt, a presença da marca em um momento simbólico como o início da safra demonstra o alinhamento com as necessidades do produtor. “Nossa missão é levar tecnologia que gere resultados concretos, combinando produtividade, eficiência e sustentabilidade.”

Máquinas aliadas do sojicultor brasileiro 

Com um portfólio completo, a empresa se destaca por suas principais soluções para o campo brasileiro. As colheitadeiras Fendt IDEAL 9T se diferenciam pelo sistema de processamento eficiente, separação helicoidal e rotor de 4,84 metros, além de tanque graneleiro com capacidade de 17.100 litros e conectividade em tempo real, permitindo monitoramento constante da operação. Os tratores Fendt 1050 Vario Gen3, com 517 cv, motor MAN e transmissão VarioDrive, oferecem suspensão independente, alta tecnologia de agricultura de precisão via plataforma FendtONE e gestão de frota com Fendt Connect. 

Além disso, as plantadeiras Fendt Momentum 38 linhas garantem plantio uniforme em qualquer terreno, com tecnologia Precision Planting e Fendt Smart Frame, que mantém a pressão dos pentes e permite transporte rápido e eficiente. 

Já os pulverizadores Fendt Rogator R934 proporcionam aplicação precisa de insumos com sistema LiquidLogic, régua eletrônica de nível, modulação por largura de pulso e alto vão livre, assegurando economia de combustível e maior eficiência operacional.

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TCE vai auxiliar Várzea Grande na busca por solução para dívida bilionária de precatórios herdada de gestões anteriores

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Tribunal de Contas apoiará medidas para reduzir o impacto dos precatórios nas contas públicas

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), garantiu nesta terça-feira (28) o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para buscar alternativas que ajudem a enfrentar a dívida de precatórios do município, estimada em mais de R$ 1 bilhão. O principal encaminhamento foi a criação de uma mesa técnica para discutir medidas que reduzam o impacto do passivo nas contas públicas.

Segundo Flávia, a dívida foi acumulada ao longo de décadas e exige atuação conjunta entre o Município, os órgãos de controle e o Judiciário para preservar o equilíbrio financeiro e a continuidade dos serviços públicos. A prefeita destacou que, em um ano e meio de gestão, a administração já destinou mais de R$ 80 milhões ao pagamento de precatórios.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que o Tribunal vai colaborar na construção de soluções para recuperar a capacidade financeira de Várzea Grande. Entre as medidas em discussão estão o apoio à aprovação de um projeto que autoriza acordos com credores e a análise de mudanças na distribuição do ICMS.

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Bombeiros resgatam três vítimas após batida e capotamento de caminhonetes no interior

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Colisão ocorreu em Campo Novo do Parecis. Um dos motoristas sofreu fraturas graves e sangramento e foi levado ao hospital

 

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na manhã desta terça-feira (28.7), três vítimas de um acidente de trânsito envolvendo duas caminhonetes na BR-364, nas proximidades da Fazenda Flamingo, em Campo Novo do Parecis (a 396 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Núcleo Bombeiro Militar (3º NBM) foi acionada às 8h30, por meio do telefone de emergência 193, para atender a ocorrência. Conforme as informações iniciais, o acidente aconteceu quando uma das caminhonetes realizava uma conversão na pista e foi atingida pela outra.

Ao chegar ao local, os bombeiros encontraram uma das caminhonetes sobre a pista de rolamento e a outra capotada às margens da rodovia, em meio à vegetação. Imediatamente, a equipe iniciou o atendimento pré-hospitalar às três vítimas.

Em uma das caminhonetes, um dos passageiros apresentava hemorragia e recebeu atendimento para controle do sangramento por meio de um curativo compressivo, além dos demais procedimentos de atendimento pré-hospitalar. O condutor do veículo estava consciente, orientado e relatava dores na região torácica.

Já o condutor da outra caminhonete apresentava desorientação, sangramento pela boca e pelo ouvido, fraturas nos membros inferiores e suspeita de fratura pélvica. Após serem estabilizadas, as três vítimas foram encaminhadas a uma unidade hospitalar, onde receberam atendimento médico especializado.

 

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Petróleo, clima e tensões globais redesenham cenário para soja, milho, café e boi gordo

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Montagem: Canal Rural

O mercado das principais commodities agrícolas iniciou a semana sob influência de fatores climáticos e geopolíticos. Segundo o consultor em agronegócio Carlos Cogo, o comportamento dos preços de soja, milho, café e boi gordo dependerá, principalmente, da evolução do clima nas principais regiões produtoras, do mercado de petróleo e do ritmo das exportações.

“Na soja e no milho, o mercado continua monitorando o clima nos EUA. No caso do milho, também acompanha a evolução da colheita da segunda safra no Brasil. No café, o clima chuvoso tem atrapalhado a colheita brasileira e influenciado as cotações globais. Já no boi, o foco está no ritmo das exportações, que começa a desacelerar com a preocupação em relação ao preenchimento da cota destinada ao mercado chinês”, afirmou.

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Cogo também destacou que o petróleo voltou ao centro das atenções após a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Segundo ele, a queda da commodity energética pressionou as commodities agrícolas, especialmente aquelas ligadas à produção de biocombustíveis.

“O petróleo em queda reduz a demanda por biodiesel, derruba o preço do óleo de soja, a principal matéria-prima do biodiesel. Isso acaba pressionando todo o complexo da soja”, explicou.

Na soja, o consultor afirmou que o clima segue como o principal fator de formação dos preços nos Estados Unidos. Conforme o relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 63% das lavouras norte-americanas estão em condições boas ou excelentes, índice inferior aos 70% registrados no mesmo período do ano passado.

“Há previsão de temperaturas acima da média nas próximas duas semanas, mas também são esperadas chuvas próximas da média histórica. Isso deve aliviar parte da preocupação. Não há, neste momento, um prognóstico de quebra de safra para os Estados Unidos, mas o clima continua sendo um importante vetor de preços”, disse.

O consultor lembrou que, após acumular alta de 4,2% na semana passada, impulsionada pelas tensões geopolíticas e pelo avanço do petróleo, os contratos futuros da soja iniciaram esta semana em forte queda.

“As cotações recuaram porque o petróleo perdeu força. Com isso, diminui a competitividade do biodiesel, cai o preço do óleo de soja e todo o complexo acaba sendo pressionado”, afirmou.

Cenário do milho

Para o milho, Cogo destacou que o cenário também é influenciado pelas condições climáticas nos Estados Unidos. Atualmente, 63% das lavouras apresentam condições boas ou excelentes, abaixo dos 73% observados no mesmo período do ano passado.

Além disso, o consultor chamou atenção para o atraso da colheita da segunda safra brasileira. “A colheita da segunda safra alcança 58% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 66%. Esse atraso continua sendo acompanhado pelo mercado”, ressaltou.

Segundo ele, a queda do petróleo também afeta o milho ao reduzir a competitividade do etanol produzido a partir do cereal. Por outro lado, a intensa onda de calor na Europa ajuda a limitar perdas mais expressivas nas cotações.

“O mercado acompanha essa onda de calor, principalmente na França e na Espanha, porque ela aumenta os riscos para as lavouras europeias e acaba oferecendo sustentação aos preços”, explicou.

O clima no mercado de café

No mercado de café, Cogo afirmou que as chuvas nas áreas produtoras brasileiras seguem atrasando a colheita e sustentando a volatilidade das cotações internacionais.

“O clima chuvoso continua dificultando o avanço da colheita no Brasil e influencia diretamente o comportamento dos preços do café no mercado global”, disse.

Boi gordo

Já para o boi gordo, o consultor destacou que a atenção está voltada ao desempenho das exportações brasileiras.

“O ritmo de embarques começou a desacelerar nas últimas semanas por causa da preocupação com o preenchimento da cota destinada ao mercado chinês. Esse é o principal fator de atenção para o setor neste momento”, concluiu o especialista.

O post Petróleo, clima e tensões globais redesenham cenário para soja, milho, café e boi gordo apareceu primeiro em Canal Rural.

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