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‘Preços são ruins e questões climáticas ainda são difíceis’, afirma presidente da Aprosoja MG

No Conexão Aprosoja do último episódio do Soja Brasil, um dos temas em destaque foi o andamento do plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil. Desta vez, o foco esteve em Minas Gerais, onde a falta de chuva tem preocupado os produtores. Além do clima, outros desafios importantes também marcam o início deste novo ciclo agrícola.
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Segundo o presidente da Aprosoja Minas Gerais, Fábio de Salles Meirelles Filho, mesmo diante das adversidades, o produtor mineiro segue confiante. “Nós somos otimistas e temos que plantar, é a nossa profissão. A expectativa de preço não é boa, é bastante ruim, e as questões climáticas ainda são muito difíceis, mas esperamos iniciar dentro do período normal das chuvas o nosso plantio”, afirmou.
A área cultivada deve se manter estável em relação à safra passada. “O custo de produção ainda é muito alto. Então, os produtores precisam se preparar para fazer o melhor plantio possível nas suas áreas”, destacou o presidente.
Meirelles Filho também reforçou que a questão climática segue como principal fator de preocupação. “Desejamos a todos os agricultores de Minas e do Brasil que consigam realizar um bom plantio e alcançar uma boa colheita. A expectativa não é das melhores, mas seguimos confiantes”, disse.
Ele ainda fez um alerta sobre o cenário mais amplo da produção. “A segurança alimentar do Brasil e do mundo corre risco, e os agricultores brasileiros enfrentam uma situação cada vez mais difícil. Nosso país não pode continuar assim.”
Confira o programa:
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PI AgSciences estreia na Feira SCV com plataforma de peptídeos

Empresa leva tecnologias para controle de doenças foliares e nematoides nos dias 4 e 5 de março
A PI AgSciences estreia na Feira de Inovações SCV (Sementes Com Vigor), nos dias 4 e 5 de março de 2026, em Muitos Capões (RS). A empresa apresenta soluções voltadas ao manejo da soja e culturas de rotação, com foco em proteção contra doenças foliares, combate a nematoides e incremento de produtividade.
A companhia destaca a PREtec (Plant Response Elicitor Technology), plataforma patenteada de peptídeos desenvolvida para a agricultura. A tecnologia sustenta o portfólio atual e o pipeline de inovação da empresa. A proposta amplia oportunidades ao mercado agrícola global, com ênfase em proteção fitossanitária e respeito ao solo e ao meio ambiente.
Entre as soluções, a empresa leva ao evento o Saori, fungicida bioquímico para controle de doenças foliares em soja. Aplicado no tratamento de sementes, o produto contribui também no controle da anomalia das vagens, doença emergente do cultivo, e preserva estruturas reprodutivas.
Outra tecnologia apresentada, o Teikko, atua no controle de nematoides. A solução permite resposta seletiva da planta a parasitas prejudiciais ao desenvolvimento. Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia, as perdas em dez anos podem alcançar R$ 870 bilhões. Ensaios indicaram ganho de até 6,4 sacas por hectare.
As soluções integram a estratégia da empresa diante do avanço das mudanças climáticas, com aumento do estresse ambiental e novos perfis de pragas e doenças. A companhia também apresenta a Hplant e o bioativador H2copla, voltados à produtividade e resiliência em diferentes condições.
“Participar de um evento em que a história da família se entrelaça com o avanço da agricultura no estado gaúcho representa oportunidade para reafirmar nosso compromisso com inovação, sustentabilidade e eficiência no campo”, afirma Juliano Duarte, responsável comercial técnico da PI AgSciences para a região.
Agro Mato Grosso
Sinop é 2ª em volume de importações no Mato Grosso

Indústrias sediadas em Sinop importaram inúmeros produtos, de diversos países, em janeiro, US$ 32,9 milhões (R$ 169,3 milhões), que representa um aumento de 47,6%, se comparado ao mesmo período de janeiro do ano passado.
Esse volume de exportações representa 18,4% de participação nas importações do Estado, colocando a capital do Nortão como a 2a cidade que mais importa de Mato Grosso, atrás somente de Rondonópolis.
Adubos (fertilizantes), minerais ou químicos postássicos representaram 44,2% dos produtos importados de clientes de diversos países, azotados 33,6% e fosfatados 13,1%.
No mês de janeiro, a China (42,6%) foi o principal mercado do qual empresas de Sinop importaram produtos, seguido por Israel (25,7%), Canadá (13,9%), Rússia (9,5%), Alemanha (6,7%) e Itália (0,4%). Outros países somaram 11,2%.
Agro Mato Grosso
Foco na soja reduz oferta de milho em MT e sustenta preços em regiões consumidoras

Produtores brasileiros seguem com as atenções voltadas à colheita e ao escoamento da soja, movimento que tem limitado a oferta de milho no mercado spot nacional. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário tem influenciado o comportamento dos preços do cereal nas diferentes praças do País.
Em regiões consumidoras, como no estado de São Paulo, a oferta abaixo da demanda mantém firmes as cotações de negociação.
Por outro lado, nas regiões ofertantes, especialmente no Sul do Brasil — onde a safra de verão está em colheita — os preços do milho apresentam enfraquecimento.
Retração limita quedas mais intensas
Apesar da pressão sazonal, desvalorizações mais acentuadas têm sido contidas pela postura dos produtores. Muitos optam por reter o cereal, apostando em uma possível retomada das cotações no curto prazo.
A estratégia é sustentada, principalmente, pelo fato de que boa parte dos vendedores está priorizando a comercialização da soja neste momento, reduzindo a disponibilidade imediata de milho no mercado.
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