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Sustentabilidade

CESB abre inscrições para o 18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja e estimula sojicultores a atingirem o potencial máximo da cultura – MAIS SOJA

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Ao longo das últimas safras de soja, as médias dos produtores participantes do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), têm registrado uma sólida evolução. Dentro deste contexto, um fato merece destaque: todos os TOP 10 da última edição do Desafio estão com produtividades acima de 120 sc /ha, marca que era considerada improvável há poucos anos.

De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, esse cenário reforça o compromisso do Comitê com sua missão de estabelecer novos patamares de produtividade, transformando-se assim em uma ferramenta de transferência de tecnologia, criando um ambiente provocativo e fértil de aprendizado e inovações.

“Com abrangência em todas as regiões produtoras, registramos uma média de 5.000 inscrições por safra e alcance de aproximadamente 12% das melhores áreas de plantio de soja do país. O Desafio CESB oferece, então, um retrato técnico privilegiado e de alta performance da sojicultura brasileira”, acrescenta o Diretor Executivo do CESB.

Com esse espírito, o novo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja terá as inscrições abertas de 01 de novembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026. O valor é de R$ 150,00 para inscrições não-patrocinadas e 100% gratuitas para inscrições que indicarem algum dos patrocinadores do CESB. O regulamento do Desafio CESB e as guias de ajuda para preenchimento dos módulos agronômicos já estão disponíveis no site do Comitê (www.cesbrasil.org.br).

O Desafio é composto por duas categorias: sequeiro e irrigado. Na categoria sequeiro, serão reconhecidos os campeões regionais das cinco grandes regiões produtoras do país — Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte e Sudeste. Já na categoria irrigado, será definido diretamente o campeão nacional. O maior resultado entre ambas as categorias será consagrado como o grande campeão CESB.

Transferência de conhecimento – Daniel Glat, presidente do CESB, acrescenta que, mais do que uma competição, o Desafio CESB é um programa de geração e transferência de conhecimento técnico agronômico, baseado em resultados reais e comprovados no campo. “O Desafio conta com um protocolo de auditoria patenteado, que inclui georreferenciamento, laudo técnico, registro fotográfico e certificação, assegurando a credibilidade dos dados e o compromisso com uma produção eficiente, de baixo impacto ambiental e elevada responsabilidade social”, explica.

“O Desafio CESB consolida-se como um verdadeiro laboratório a céu aberto, que impulsiona a inovação, dissemina boas práticas agrícolas e contribui para transformar o futuro da soja no Brasil, unindo produtividade, sustentabilidade e rentabilidade”, complementa o presidente do CESB.

Sergio Abud, vice-presidente do CESB, observa que o Comitê continuará nesta edição do Desafio com sua missão de “provocar” e incentivar o aumento da produtividade do cultivo da Soja de forma sustentável.

“Para a décima oitava edição do Desafio, a “régua de produtividade” se manterá na casa de 100 sc/ha, a qual entendemos estar adequada para o momento, mas, há um estudo observando um possível aumento desta referência para as próximas edições frente aos resultados e evolução das médias produtivas. Continuaremos a provocar produtores e consultores a produzirem mais num mesmo espaço de forma sustentável”, enfatiza.

Áreas Auditadas – De acordo com Lorena Moura, coordenadora técnica do CESB, o rigor do processo de auditoria garante a confiabilidade do Desafio do CESB. “Todo o processo segue um protocolo que foi elaborado e patenteado para que seja realizado da mesma forma em todas as regiões do Brasil por todos os auditores. O processo é criterioso e inteiramente acompanhado de perto por um auditor e documentado com fotos, que trazem a data, horário e as coordenadas daquela fotografia”, explica.

A coordenadora do CESB destaca que a carga com os grãos colhidos é enlonada, lacrada e escoltada pelo auditor até a balança. “Além disso, o auditor acompanha a classificação dos grãos (medições de impurezas, umidade e peso de mil grãos – PMG) pelo armazém. Ao final do Desafio, os produtores e consultores recebem um laudo da auditoria realizada com todas as informações do manejo da lavoura colhida e resultados da produtividade da área”.

As auditorias serão realizadas de 01 de dezembro de 2025 até 25 de abril de 2026 e os resultados serão anunciados durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade da Soja, que vai acontecer em Junho de 2026.

Práticas agronômicas adotadas pelos campeões do último Desafio – Cultivar, plantabilidade, rotação de culturas, tratos culturais, Renda da Operação Agrícola (ROI), correção e adubação, clima, tecnologias e máquinas. Esses fatores contribuíram para os sojicultores campeões do Desafio safra 24/25 atingirem elevados níveis produtivos.

Em relação à cultivar, João Ganem, coordenador técnico do CESB, aponta os altos valores de PMG obtidos nas lavouras campeãs. Além disso, destaca as excelentes taxas de vigor e germinação das sementes utilizadas, bom posicionamento e arranjos populacionais adequados.

No quesito plantabilidade, ele aponta para as baixas taxas de falhas e/ou plantas duplas e triplas, como também para o correto posicionamento de profundidade de sementes e fertilizantes no sulco.

Já nos fatores rotação de cultura e em tratos culturais, Ganem revela que, dos 6 campeões, 5 possuem sistemas consolidados de rotação de cultivos e que o mesmo índice também foi verificado na utilização de produtos biológicos para tratamento de sementes.

“Para aplicações foliares, os estádios fenológicos mais relatados no manejo dos campeões foram R1, R3 e R5, com uso de produtos fitossanitários (como os fungicidas e inseticidas), associados aos produtos de nutrição foliar. Os campeões registram um número médio de 8 entradas na lavoura, com aplicações combinadas”, explica o coordenador do CESB.

Lorena destaca, no aspecto correção e adubação, que, em média, os campeões realizam a correção do solo a cada dois anos (ano sim, ano não), o que é fundamental para a correção do pH do solo, tornando os nutrientes adicionados com as adubações mais disponíveis às plantas.

Já em relação ao clima, a coordenadora explica que, nas regiões campeãs, ele foi um diferencial e contribuiu muito para o sucesso da lavoura. “A eficiência climática calculada para as áreas campeãs foram todas acima de 72%”.

No aspecto tecnologias e máquinas, evidenciou-se que os campeões fazem uso das tecnologias (análise de imagens, NDVI, divisão dos talhões em zonas de manejo etc.) para auxiliar no manejo da lavoura e otimizar o uso dos insumos nas áreas. “Além disso, é importante destacar a atenção com as regulagens e ajustes dos maquinários utilizados”, pontua Lorena.

Todas essas práticas agronômicas, segundo Ganem,  levaram a um ROI médio de R$ 1,77, reforçando a “máxima do CESB” de que as altas produtividades estão associadas às altas rentabilidades. Destaque para o ROI do campeão Nordeste, que chegou a R$ 2,44 para cada Real investido.

Checagem Eco Ambiental – De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, todos os campeões do CESB passam por um processo minucioso de checagem eco ambiental na qual práticas ESG voltadas para a preservação do meio ambiente, responsabilidade com a sociedade e transparência empresarial são levadas em consideração.

O Fórum Nacional de Máxima Produtividade do CESB se tornou um termômetro da evolução tecnológica do agronegócio brasileiro e da capacidade dos produtores em superar limites de produtividade com responsabilidade socioambiental. Todas as informações obtidas pelo CESB são tratadas com sigilo e confidencialidade, sem divulgação de detalhes específicos das fazendas e em conformidade com as leis vigentes de proteção de dados.

Após conclusão do Desafio CESB, todos os participantes receberão um laudo/relatório das áreas auditadas, contendo georreferenciamento da área auditada, descritivo do campo de produção, informações técnicas de manejo, registro fotográfico e informações adicionais, além de um Certificado de Participação emitido pela organização do evento, contendo sua classificação nacional, regional e estadual no Desafio CESB de Máxima Produtividade da Soja.

O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 30 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, JACTO, SIMBIOSE, BIOMA, BIOGRASS, SUMITOMO, 3tentos, Acadian, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, HO Genética, ICL, Lallemand, Mosaic, Nitro, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

Mais informações pelo telefone: (15) 3418.2021 ou pelo site www.cesbrasil.org.br

Serviço:

18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja – Safra 25/26

Organização: Comitê Estratégico Soja Brasil

Inscrições: de 01/11/2025 até 31/01/2026

Mais informações e Inscrições: www.cesbrasil.org.br e redes sociais oficiais do CESB.

Fonte: Assessoria de Imprensa CESB



 

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Arroz/BR: Colheita chega a 9,2% da área nacional – MAIS SOJA

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No RS, as lavouras de arroz encontram-se em sua maioria em floração, enchimento de grãos e maturação, enquanto a colheita ainda segue lenta, alcançando 4% da área cultivada, e apresentando bom rendimento e boa qualidade dos grãos colhidos.

Em SC, a colheita avança nas principais regiões produtoras, principalmente, nas áreas do Norte e Litoral. Em algumas áreas ocorreram alto volume de precipitações, diminuindo o ritmo da colheita e a qualidade do grão a ser colhido, mas, na maioria das regiões, as condições permanecem favoráveis.

Em GO, nas áreas de tabuleiros da região Leste, o arroz foi colhido com bons rendimentos. Na região de São Miguel do Araguaia, a colheita avança de forma escalonada com boas produtividades.

No MA, o plantio de sequeirofoi finalizado e as lavouras estão em pleno desenvolvimento vegetativo, com áreas iniciando o florescimento, em boas condições. No TO, a colheita na Lagoa da Confusão tem avançado conforme a maturação. A maioria das lavouras se encontram em enchimento de grãos e maturação, enquanto, em Formoso do Araguaia, as produtividades variam em função das condições climáticas ocorridas no ciclo.

Em MT, a colheita segue avançando conforme a maturação das lavouras. A qualidade dos grãos colhidos é considerada boa. No PR, as lavouras estão em boas condições, com a maioria das áreas em enchimento de grãos e maturação. Houve avanço significativo da área colhida.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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MT: Área e produtividade de algodão projetam queda de 15% na safra 25/26 – MAIS SOJA

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Em mar/26, a área de cultivo projetada para o algodão em Mato Grosso para a safra 2025/26 se manteve em 1,42 milhão de hectares, representando redução de 8,06% em relação a ciclo 2024/25. Além disso, a produtividade permaneceu estimada em 290,88 @/ha, 7,69% abaixo àda safra passada, com base na média ponderada dos ciclos anteriores.

Dessa forma, no que tange à produção do algodão em caroço, ela foi mantida em 6,21 milhões de toneladas, sendo 15,13% menor que em 2024/25, enquanto a produção de pluma segue prevista em 2,56 milhões de toneladas. O plantio no período adequado aponta indicativos positivos ao desenvolvimento inicial da cultura, com as condições climáticas sendo um dos principais fatores para a definição do desempenho produtivo. Assim, o acompanhamento climático será determinante para o desenvolvimento das estimativas ao longo da safra.

Confira os principais destaques do boletim:
  • BAIXA: o dólar compra Ptax apresentou queda de 1,30% no comparativo semanal, refletindo a maior disposição dos investidores a risco, favorecendo moedas emergentes, como o real.
  • DESVALORIZAÇÃO: o preço do caroço disponível em Mato Grosso registrou variação negativa de 0,37% em relação à semana passada, sendo cotado a R$ 863,15/t.
  • RECUO: a paridade dez/26 caiu 0,17% ante a semana passada, reflexo da desvalorização do dólar, que reduziu a paridade de exportação e limitou os preços no mercado interno.
Em fev/26, o USDA publicou a 1ª estimativa de Oferta e Demanda mundial do algodão safra 26/27.

Segundo o Departamento, a produção global foi projetada em 25,26 mi de toneladas, redução de 3,22% frente à estimativa para a safra passada, refletindo menor produção esperada na China, Brasil e EUA. Em contrapartida, são esperados avanços produtivos na Austrália, Turquia e México, enquanto Índia e Paquistão devem manter seu volume de produção. Em relação ao consumo mundial, este foi estimado em 26,15 mi de toneladas, crescimento de 1,17% ante à projeção da safra anterior, configurando o maior nível em seis anos, embora ainda abaixo do recorde da safra 20/21.

Esse avanço está ligado às perspectivas de crescimento global, à possibilidade de manutenção de juros, tarifas mais baixas nos EUA e aos ajustes das indústrias têxteis às tarifas de 2025, com maior retração da procura por fibras sintéticas. Por fim, os estoques finais globais foram projetados em 15,50 mi de toneladas, recuo de 5,21% em relação ao ciclo 25/26, reforçando um cenário mais equilibrado.

Fonte: Imea



 

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Plantio de Milho em MT supera 80%, mas segue abaixo do ritmo da safra anterior. – MAIS SOJA

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Na semana de 23/02 a 27/02, a semeadura do milho da safra 25/26 em MT atingiu 81,93% da área estimada, com avanço de 15,60 p.p. frente à semana anterior. Apesar do progresso, o ritmo segue 3,02 p.p. abaixo do observado na safra 24/25, reflexo do excesso de chuvas registrado no estado ao longo do período.

As precipitações impactaram principalmente as regiões Sudeste e Nordeste, que apresentam atrasaso no comparativo anual, de 18,74 p.p. e 4,87 p.p., respectivamente, em função das dificuldades para a entrada de máquinas e da limitação das operações em campo. Apesar do atraso dessas regiões, a maior parte da área do estado foi implantada dentro da janela ideal, mantendo uma expectativa positiva para a produtividade. Para a próxima semana, o NOAA projeta acumulados entre 75 e 85 mm na maior parte do estado, cenário que pode favorecer o desenvolvimento inicial das lavouras já semeadas, mas também exige atenção do produtor em relação ao planejamento das áreas remanescentes.

Confira os principais destaques do boletim:
  • INCREMENTO: o preço do milho em Chicago apresentou variação positiva na última semana em 1,15%, motivada por uma venda de 270 mil de t, divulgada pelo USDA no dia 27/02.
  • CRESCIMENTO: o valor médio do prêmio do porto de Santos na última semana subiu 3,98% encerrando o período na média de ¢US$ 0,95/bu.
  • QUEDA: na última semana, o diferencial de base MT/CME apresentou retração de -3,60% na média semanal, influenciada diretamente pelo o aumento do preço do milho em Chicago.

Na semana passada (23 a 27/02), o preço do milho na B3 finalizou na média de R$ 71,24/sc, apresentando queda de 0,28% ante a semana anterior.

No início do período, as cotações apresentaram recuo devido à baixa do dólar, que na mesma semana caiu 1,30%, limitando, assim, a competitividade nos portos. Ao longo da semana, o mercado operou de forma lateralizada, com poucas variações, refletindo estoques ainda elevados em algumas regiões, o que restringiu avanços mais expressivos. Por outro lado, o atraso anual no plantio de milho, em meio ao excesso de chuvas em MT, trouxe preocupação quanto ao encerramento da janela ideal, oferecendo suporte às cotações e mantendo o viés de atenção sobre o clima. Para a próxima semana, o mercado do milho na B3 deve permanecer atento ao cenário geopolítico internacional e ao avanço da semeadura da safra 25/26. Movimentos mais intensos podem ampliar a pressão sobre as cotações, diante da expectativa de uma boa safra, que tende a elevar a oferta do grão e reforçar o viés baixista dos preços.

Fonte: IMEA



 

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