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18 de maio de 2026

Sustentabilidade

Milho/RS: Semeadura alcança 80% da área projetada no Estado – MAIS SOJA

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A semeadura do milho alcança 80% da área projetada no Estado, e 5% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo. Aproximadamente 5% ingressaram no florescimento. De modo geral, o estabelecimento dos cultivos é considerado satisfatório, embora o ritmo de implantação e o desenvolvimento inicial variem conforme a distribuição das chuvas, a disponibilidade de umidade no solo e as variações de temperatura.

Na maior parte do Estado, os cultivos demonstram vigor vegetativo elevado e coloração verde intensa nos solos ainda sem restrição hídrica, o que tem favorecido a execução dos tratos culturais — em especial a adubação de cobertura nitrogenada, o controle de plantas daninhas e o manejo fitossanitário preventivo.

Já nas zonas onde o regime de chuvas tem sido irregular, observam-se restrições pontuais, sobretudo em solos mais compactados e de baixa retenção de umidade. Nessas localidades, algumas lavouras em pré-pendoamento começam a expressar sintomas de déficit hídrico, como enrolamento foliar. Apesar disso, as condições gerais ainda são consideradas adequadas para a fase atual de desenvolvimento, e a retomada das chuvas será determinante para a manutenção do potencial produtivo.

O estado fitossanitário da cultura está satisfatório. Porém, há ocorrências pontuais de cigarrinhas, lagartas e percevejos, sem impacto econômico relevante até o momento. Em algumas regiões, os produtores intensificam o monitoramento e realizam aplicações direcionadas, em especial nas lavouras implantadas mais tardiamente. Estima-se o cultivo de 785.030 hectares, segundo projeção da Emater/RS-Ascar, e a produtividade em 7.37 g/ha.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar Bagé, na Fronteira Oeste, as condições ambientais – chuvas regulares intercaladas por dias ensolarados – estão favoráveis à condução das lavouras, o que tem permitido a realização dos tratos culturais, como adubação de cobertura e controle de plantas daninhas. As temperaturas ligeiramente abaixo do ideal e os ventos fortes provocaram estresse leve em plantas jovens, sem prejuízos relevantes. Em Quaraí, as chuvas recentes permitiram a retomada da semeadura e beneficiaram o crescimento das plantas. Observam-se focos moderados de lagartas e formigas, além de infestação localizada de invasoras, demandando intervenções imediatas.

Na de Caxias do Sul, a semeadura segue de forma expressiva e está praticamente concluída nas áreas de exploração empresarial na microrregião de Vacaria. Nos Aparados da Serra, de maior altitude, os trabalhos prosseguem em ritmo adequado e devem se encerrar até novembro. Nas propriedades de base familiar, o plantio ocorre de forma mais escalonada, estendendo-se até dezembro, à medida que são liberadas áreas anteriormente ocupadas por pastagens de inverno e olerícolas, como alho e cebola.

Na de Erechim, a semeadura atinge 5% da área estimada, e as lavouras estão em estágios vegetativos com desenvolvimento vigoroso. As condições de umidade e de temperatura estão propícias, e o estado fitossanitário é considerado muito bom. O manejo se concentra em aplicações de cobertura e no controle de plantas invasoras.

Na de Ijuí, a área semeada permanece em %. As lavouras apresentam excelente uniformidade e coloração verde intensa, reflexo de condições hídricas e térmicas adequadas. Em cultivos mais adiantados, próximas a VT, os produtores realizam a segunda aplicação de fungicidas e monitoram o surgimento de cigarrinhas, cuja presença tem sido crescente, mas ainda sem danos expressivos. O crescimento das plantas está equilibrado, e o estado geral das lavouras é considerado muito bom.

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 Na de Passo Fundo, 95% dos cultivos estão em fase vegetativa, e uma pequena parcela ainda em germinação. O desenvolvimento segue satisfatório, e os produtores intensificam os tratos culturais, como adubação de cobertura e controle de pragas e plantas daninhas. O potencial produtivo permanece estável.

Na de Pelotas, a semeadura foi temporariamente interrompida devido à baixa umidade do solo, resultado de três semanas consecutivas com poucas chuvas. Até o momento, apenas 15% da área prevista foi implantada. As lavouras estabelecidas apresentam crescimento inicial adequado, mas é necessária a reposição hídrica.

Na de Santa Maria, a semeadura está pouco superior a 50% da área projetada. O desenvolvimento inicial dos cultivos está apropriado. Porém, houve redução da umidade em alguns municípios, agravada pela ação de ventos fortes, que aceleram o ressecamento do solo.

Na de Santa Rosa, a semeadura mantém-se em 88%; % das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 1% em florescimento. As condições climáticas estão favoráveis, e o desenvolvimento das plantas vigoroso. A ocorrência de pragas está baixa, e o monitoramento da cigarrinha (Dalbulus maidis) indica pressão reduzida.

Na de Soledade, 62% foram semeados, e as lavouras estão em desenvolvimento vegetativo. No Baixo Vale do Rio Pardo, a ausência de chuvas por três semanas causou sintomas de estresse hídrico nos cultivos localizados em solos mais compactados, especialmente nas plantas em pré-pendoamento. A retomada das chuvas deve evitar perdas no potencial produtivo.

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Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,30%, quando comparado à semana anterior, passando de R 62,75 para R 62,56.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1891 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

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FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1891

Site: Emater RS

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Sustentabilidade

Anúncio de acordo entre China e EUA impulsiona soja em Chicago; julho sobe 3% – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em forte alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O dia foi de ampla recuperação, reflexo do anúncio de acordo feito durante o final de semana pela Casa Branca, envolvendo a aquisição de produtos agrícolas americanos por parte da China.

A China se comprometeu a comprar pelo menos US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas dos Estados Unidos entre 2026 e 2028, informou a Casa Branca neste domingo.Segundo o governo americano, o compromisso foi firmado durante as reuniões realizadas entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping na semana passada, em Pequim.

A Casa Branca destacou que esse valor não inclui os compromissos relacionados às compras de soja acertados anteriormente, em outubro de 2025. O anúncio ocorre após forte retração das exportações agrícolas americanas para a China provocada pela escalada tarifária entre os dois países no ano passado.

A Casa Branca informou ainda que a China trabalhará com reguladores americanos para suspender restrições sobre frigoríficos dos Estados Unidos e retomar importações de carne de aves provenientes de estados considerados livres de gripe aviária.

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O governo americano também confirmou a criação do Conselho EUA-China de Comércio e do Conselho EUA-China de Investimentos, já mencionados anteriormente por autoridades chinesas.

Segundo os dois governos, os novos organismos deverão tratar de questões relacionadas a acesso a mercados agrícolas e ampliação do comércio bilateral dentro de um modelo de redução tarifária recíproca.

Preços

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 36,00 centavos de dólar, ou 3,05%, a US$ 12,13 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,11 por bushel, com elevação de 34,50 centavos de dólar ou 2,93%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,05% a US$ 334,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,63 centavos de dólar, com ganho de 1,75 centavo ou 2,36%.

Fonte: Agência Safras

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Sustentabilidade

Expectativa de compras chinesas impulsiona trigo em Chicago, que fecha com alta superior a 4% – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta segunda-feira (18) em forte alta, com ganhos superiores a 4%, impulsionada pelo acordo agrícola firmado entre Estados Unidos e China e pelas preocupações com a oferta norte-americana.

O mercado reagiu aos compromissos anunciados pela Casa Branca, segundo os quais a China deverá comprar ao menos US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas norte-americanos entre 2026 e 2028. O movimento reforçou as expectativas de aumento da demanda chinesa por commodities agrícolas dos Estados Unidos e estimulou forte entrada de recursos nos mercados agrícolas.

Além disso, persistiram as preocupações com a oferta norte-americana diante da seca nas regiões produtoras das Planícies, que segue afetando o potencial produtivo das lavouras de trigo de inverno. Comentários internacionais indicaram que as chuvas previstas para esta semana devem chegar tarde demais para parte das áreas mais afetadas, podendo inclusive ampliar os danos às lavouras em estágio avançado de desenvolvimento.

O mercado também acompanhou a expectativa pelo relatório de andamento das lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), diante dos temores de nova deterioração nas condições do trigo de inverno norte-americano.

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No campo da demanda, as inspeções de exportação norte-americanas de trigo chegaram a 223.972 toneladas na semana encerrada em 14 de maio, conforme relatório do USDA. Na semana anterior, haviam atingido 511.703 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 431.383 toneladas.

No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de junho de 2025, as inspeções somam 23.098.775 toneladas, contra 20.750.076 toneladas no mesmo período da temporada anterior.

Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,64 1/2 por bushel, alta de 28,75 centavos de dólar, ou 4,52%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,77 3/4 por bushel, com avanço de 28,00 centavos de dólar, ou 4,30%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Renegociação de dívidas terá mecanismo com FGI que pode alavancar até R$ 200 bilhões – MAIS SOJA

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Produtores de todo o país estão próximos de ter uma alternativa para repactuar as dívidas rurais acumuladas nos últimos anos. Uma emenda da vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), foi incluída no Projeto de Lei 5.122/2023 e pode alavancar até R$ 200 bilhões para essa finalidade.

A iniciativa autoriza o governo federal a ampliar sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), com previsão de aporte adicional de até R$ 20 bilhões. Os recursos seriam usados exclusivamente como garantia para operações de renegociação de dívidas rurais. De acordo com a senadora, a medida pode disponibilizar ao menos R$ 70 bilhões para a prorrogação das dívidas, mas depende também da disposição do Executivo em apoiar os produtores.

“Esse fundo é o que vai deixar um legado para a agricultura, se ele for instituído. Mas o governo tem que entender que não basta criar o fundo: precisamos colocar recursos nele. Sabemos das dificuldades fiscais, do problema do crédito e das despesas primárias, mas R$ 20 bilhões neste fundo podem alavancar mais de R$ 70 bilhões, podendo chegar até R$ 200 bilhões”, destacou Tereza Cristina, nesta quarta-feira (13), durante sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que o produtor rural enfrenta uma “tempestade perfeita” contra a produção agropecuária. Segundo ele, a articulação dos últimos dias tem sido voltada à construção de soluções efetivas para o endividamento no campo, como a apresentada por meio da emenda.

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“A gente entende que aqueles R$ 30 bilhões que aprovamos na Câmara não são suficientes nem para o início do trabalho. Hoje, a dívida dos produtores chega a R$ 150 bilhões. Precisamos buscar esse montante de recursos, e essa é a alternativa que estamos apresentando. Nosso compromisso é com o produtor rural. Por isso, estamos trabalhando para que essa solução do endividamento seja real e para que a gente consiga enfrentar as resistências dentro do governo”, comentou.

O PL 5.122/2023 tramita na CAE sob relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL). O parlamentar destacou a participação dos membros da FPA na construção do texto e afirmou que a emenda da senadora Tereza Cristina foi incorporada ao relatório. A previsão é de que a votação ocorra na próxima terça-feira (19). A bancada também articula para que o projeto seja votado no Plenário do Senado na mesma semana.

“A senadora Tereza Cristina entende, e eu entendo igualmente, que a utilização do FGI como lastro para a renegociação das dívidas agrícolas resolveria de uma vez por todas esse problema no Brasil. Nós colocaríamos esses títulos no mercado, em um fundo privado, e isso serviria para renegociações daqui para frente”, disse Renan Calheiros ao tratar sobre a emenda do FGI.

Corrida contra o tempo

 A intenção da FPA é que toda a estrutura de renegociação prevista no projeto entre em vigor antes do anúncio do próximo Plano Safra. Por isso, o coordenador institucional da frente, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), defendeu que os ajustes no relatório sejam feitos até a votação da próxima semana. Segundo ele, isso evitaria novas modificações quando o texto retornar à Câmara dos Deputados, facilitando uma aprovação rápida pelos deputados.

“O que estamos fazendo aqui hoje não é apenas um remédio para curar os males dos endividados por problemas climáticos. Estamos criando um novo sistema de financiamento para o Brasil”, ressaltou o parlamentar gaúcho.

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Além dos recursos que poderão ser operados com a garantia do FGI, a proposta cria uma linha emergencial específica para a prorrogação das dívidas, com montante de até R$ 30 bilhões provenientes do Fundo Social (FS). O relator também pretende incluir a possibilidade de o governo utilizar recursos do orçamento para criar outras linhas destinadas à renegociação. Integrantes do Executivo chegaram a mencionar a possibilidade de disponibilizar R$ 82 bilhões.

Na reunião da CAE desta quarta-feira, outros membros da bancada reforçaram apoio ao relatório-base apresentado pelo senador Renan Calheiros. O 2º vice-presidente da FPA, senador Jaime Bagattoli (PL-RO), destacou a abrangência nacional da proposta.

“Acredito que boa parte dos estados e municípios brasileiros vai se enquadrar nesses três quesitos necessários para fazer a regularização do endividamento que o PL 5.122/2023 traz”, disse.

Já o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) ressaltou a urgência da iniciativa para o Rio Grande do Sul. “Esse projeto é mais do que necessário para buscar uma solução para a difícil situação que o homem do campo vive, em particular no meu estado, o Rio Grande do Sul”, afirmou.

O coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, deputado Afonso Hamm (PP-RS), relator da matéria na Câmara dos Deputados, também foi na mesma linha. “Estamos muito próximos de oferecer uma ferramenta de dignidade e respeito aos agricultores”, destacou.

Outros parlamentares também comentaram o momento enfrentado pelo produtor rural. “O agro brasileiro enfrenta uma das maiores crises financeiras dos últimos anos. O produtor rural foi atingido por juros altos, aumento do diesel, energia cara, dificuldade de acesso ao crédito e queda da rentabilidade”, apontou o senador Wilder Morais (PL-GO).

Já o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, deputado Evair de Melo (Republicanos-ES), afirmou que a medida terá efeito para além do setor agropecuário. “A agricultura é a céu aberto, o agricultor não tem contracheque. Esse projeto, embora passe pelo agro, vai impactar a vida de todos os brasileiros”, ressaltou.

Fonte: FPA


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FONTE
Advertisement

Autor:FPA

Site: FPA

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