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Sustentabilidade

Arroz/RS: Semeadura alcança cerca de dois terços da área prevista no Estado – MAIS SOJA

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A semeadura do arroz alcança cerca de dois terços da área prevista no Estado, mas o ritmo varia entre as regiões em função das condições de umidade do solo. O predomínio de tempo seco nas últimas semanas favoreceu a operação, especialmente nas áreas que vinham apresentando atraso em decorrência do excesso de chuvas desde o início da primavera.

A implantação da cultura ocorre tanto em áreas de plantio em solo seco quanto em sistemas pré-germinados, os quais têm permitido o aproveitamento de janelas curtas de semeadura em condições de solo saturado.

A baixa umidade do solo, em algumas regiões, tem limitado a continuidade do plantio. Em função dos níveis reduzidos de umidade, os produtores aguardam a ocorrência de precipitações para que não seja necessário fazer uso de irrigação durante os estágios de germinação e emergência.

De modo geral, as lavouras implantadas encontram-se em fase inicial de desenvolvimento vegetativo, com bom estabelecimento e estande uniforme. O manejo da irrigação para estabelecimento de lâmina d’água nos talhões ainda está incipiente. A área a ser cultivada está estimada em 20.081 hectares IRGA. A produtividade está estimada pela Emater/RS-Ascar em 8.752 g/ha.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar Bagé, na Fronteira Oeste, o período foi de intensa atividade de semeadura, favorecida pela sequência de dias secos. Na Fronteira Oeste, a implantação apresentou amplo avanço: em Uruguaiana, foram semeados 77% dos 71 mil hectares previstos; em Barra do Quaraí, 84% dos 23,2 mil hectares projetados. Em São Borja, a semeadura foi realizada em turno extra, pois o excesso de umidade anterior à operação causou atrasos, e apenas 22% de 33, mil hectares foram implantados. Na Campanha, em Dom Pedrito, o plantio está mais avançado % de 3 mil hectares estimados, recuperando o atraso inicial, provocado pela baixa precipitação menos de 30 mm no mês. A irrigação começa a ser estabelecida em áreas pontuais.

Na de Pelotas, a semeadura atinge aproximadamente 90% da área estimada. O clima seco e as temperaturas elevadas têm favorecido a realização das operações de preparo de solo, nivelamento e a construção de taipas. As lavouras estão em fase vegetativa, apresentando desenvolvimento dentro da normalidade. Em áreas com solo excessivamente seco, o início da irrigação deverá ocorrer em breve para garantir o vigor inicial das plantas.

Na de Santa Maria, a, a semeadura foi realizada em aproximadamente um terço da área, e está mais adiantada no sistema pré-germinado. As condições de umidade seguem heterogêneas, mas o desenvolvimento das lavouras implantadas está satisfatório.

Na de Santa Rosa, as chuvas frequentes mantêm o solo excessivamente úmido, restringindo a entrada de máquinas e atrasando a implantação da cultura. Em Garruchos, a semeadura ainda não foi iniciada, e a expectativa é de redução da área cultivada e da produtividade devido à limitação do calendário agrícola.

Na de Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, a semeadura atinge 40% da área prevista. As chuvas pouco expressivas das últimas semanas têm favorecido a entrada de máquinas e o avanço dos trabalhos. As áreas com sistema pré-germinado apresentam bom estabelecimento, e as de semeadura em solo seco encontram-se em fase de germinação e emergência, com estande uniforme. O zoneamento agrícola indica janelas de semeadura de setembro até dezembro, conforme o grupo de cultivares utilizado.

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Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,14 %, quando comparado à semana anterior, passando de R 57,53 para R 57,45.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1891 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

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FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1891

Site: Emater RS

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Dia é aquecido e soja tem alta em diferentes regiões do Brasil; confira como ficaram os preços

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais aquecido, impulsionado pela combinação de alta na Bolsa de Chicago, dólar com variações ao longo da sessão e prêmios firmes nos portos. O cenário abriu espaço para melhora nas cotações internas e estimulou a realização de negócios pontuais.

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De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente externo foi determinante para o movimento do dia. A valorização dos contratos em Chicago, aliada à sustentação dos prêmios, contribuiu para ganhos entre R$ 1 e R$ 2 por saca no mercado físico.

Apesar da reação positiva, o analista ressalta que os níveis atuais ainda não são considerados ideais para o produtor. Mesmo assim, há fluxo de vendas, especialmente entre aqueles que precisam escoar a produção. Pequenas variações nos preços já são suficientes para destravar parte dos negócios.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 109,00 para R$ 110,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 108,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja encerraram o dia com predominância de alta na Bolsa de Chicago, em meio a uma sessão marcada por volatilidade. As chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos seguem no radar, mantendo produtores fora do campo no curto prazo, mas favorecendo a umidade do solo para o desenvolvimento das lavouras.

Além do clima, o mercado também acompanha o cenário geopolítico no Oriente Médio. Sinais de possível avanço nas negociações envolvendo Irã e Estados Unidos pressionaram o petróleo, que recuou, influenciando o humor dos investidores. Na semana, o contrato julho/2026 acumulou valorização de 1,33%.

Entre os derivados, o farelo e o óleo de soja também registraram ganhos. O farelo subiu 0,82%, enquanto o óleo avançou 0,39%, refletindo a sustentação do complexo soja no mercado internacional.

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Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com leve queda de 0,08%, cotado a R$ 4,9985 para venda, após oscilar entre R$ 4,9954 e R$ 5,0259 ao longo da sessão. Na semana, a moeda norte-americana acumulou valorização de 0,5%, fator que segue influenciando a formação dos preços no mercado interno.

As informações são da Safras & Mercado.

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Mancha-alvo: medidas integradas associadas ao adequado posicionamento dos fungicidas são determinantes para reduzir o impacto da doença na produtividade da soja – MAIS SOJA

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Com ampla distribuição no Brasil, a mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, destaca-se como uma das principais doenças da soja, especialmente em sistemas de produção que envolvem a sucessão soja–algodão. Trata-se de um patógeno necrotrófico, capaz de sobreviver em resíduos culturais e restos vegetais, característica que dificulta sua erradicação nas áreas agrícolas.

Diante desse comportamento, torna-se indispensável a adoção de estratégias integradas de manejo para reduzir os impactos da doença na cultura da soja, sobretudo considerando que o inóculo pode estar presente na área antes mesmo da implantação da lavoura. Nesse sentido, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, preferencialmente gramíneas, aliada ao tratamento de sementes, ao adequado arranjo de plantas e a uma nutrição equilibrada, constitui a base para a redução da incidência e da severidade da mancha-alvo (Forcelini, 2010).

Figura 1. Esquema de manejo integrado de doenças por fungos necrotróficos em soja.
Adaptado: Forcelini (2010)

Associado às estratégias supracitadas, o uso de fungicidas torna-se indispensável para o manejo da mancha-alvo, especialmente em áreas com histórico da doença e/ou com baixa adoção da rotação de culturas. No entanto, a eficácia do controle depende diretamente do correto posicionamento dos fungicidas. Além da definição adequada do momento de aplicação, é fundamental selecionar princípios ativos e grupos químicos de forma estratégica. De modo geral, ensaios conduzidos pela Embrapa indicam que fungicidas formulados com mais de um princípio ativo apresentam maior performance no controle da mancha-alvo. Esse resultado é potencializado quando há a associação de fungicidas sítio-específicos com multissítios, podendo elevar o nível de controle em mais de 10% (Godoy et al., 2025).

Nesse contexto, embora a adoção de medidas integradas contribua para reduzir a incidência da mancha-alvo na soja, o correto posicionamento dos fungicidas na lavoura permanece como uma das principais estratégias para mitigar os danos causados pela doença. Essa prática torna-se ainda mais relevante em anos com condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento, especialmente sob elevada umidade relativa do ar.

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Ainda que varie em função da cultivar, estima-se que a mancha-alvo possa reduzir em até 40% a produtividade da soja (Godoy et al., 2023). Em função dos danos ocasionados a área foliar e consequentemente capacidade fotossintética da planta, a mancha-alvo apresenta grande capacidade em reduzir o rendimento da soja.

Um estudo conduzido por Molina e colaboradores (2019) demonstra que, para produtividade médias de 3500 kg ha-1, para cada 10% de incremento de severidade da mancha-alvo, tem-se a redução de aproximadamente 168 kg ha-1. Essa redução da produtividade pode ser ainda superior se tratando de cultivares mais suscetíveis a doença. Para cultivares consideradas tolerantes a mancha-alvo, a cada 10% de severidade tem-se a redução de aproximadamente 77 kg ha-1 da produtividade, enquanto, para uma cultivar suscetível, a perda de produtividade pode chegar a quase 300 kg ha-1 (Molina et al., 2019, apud. Assoni).

Figura 2. Linhas de regressão para as relações entre o rendimento da soja e a gravidade da mancha-alvo em 41 Ensaios Uniformes de Fungicidas realizados no Brasil nas safras de 2012 a 2016. Os histogramas na parte superior e à direita mostram as distribuições da gravidade da mancha-alvo (horizontal) e do rendimento da soja (vertical), respectivamente. As linhas pontilhadas que se estendem dos histogramas até os eixos x e y representam a mediana da gravidade da mancha-alvo e do rendimento da soja, respectivamente.
Adaptado: Molina et al. (2019)

Considerando os impactos da mancha-alvo na soja, torna-se evidente a importância do correto posicionamento dos fungicidas para o manejo eficiente da doença. Nesse contexto, deve-se priorizar produtos de alta performance, preferencialmente compostos por mais de um princípio ativo e, sempre que possível, associados a fungicidas multissítios. Essa estratégia, aliada à adoção de boas práticas de manejo integrado, é fundamental tanto para o controle eficaz da doença quanto para a mitigação do risco de seleção de resistência aos fungicidas.

Referências:

ASSONI, G. Mancha-alvo e os impactos na safra 19/20 da soja. BASF. Disponível em: < https://agriculture.basf.com/br/pt/conteudos/cultivos-e-sementes/soja/Mancha-alvo-e-os-impactos-na-safra-1920-da-soja.html#:~:text=Para%20a%20cultivar%20de%20soja,et%20al.%2C%202019). >, acesso em: 24/04/2026.

FORCELINI, C. A. DOENÇAS EM SOJA: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS ENTRE BIOTRÓFICOS E NECROTRÓFICOS. Revista Plantio Direto, Doenças, 2010. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/711702511/3-230207-193658 >, acesso em: 24/04/2026.

GODOY, C. V. et al. EFICÁCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA MANCHA-ALVO, Corynespora cassiicola, NA CULTURA DA SOJA, NA SAFRA 2024/2025: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 213, 2025. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1176454/eficacia-de-fungicidas-para-o-controle-da-mancha-alvo-corynespora-cassiicola-na-cultura-da-soja-na-safra-20242025-resultados-sumarizados-dos-ensaios-cooperativos >, acesso em: 24/04/2026.

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GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA MANCHA-ALVO, Corynespora cassiicola, NA CULTURA DA SOJA, NA SAFRA 2022/2023: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa, circular técnica, 194. Londrina – PR, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1154756/1/Circ-Tec-194.pdf >, acesso em: 24/04/2026.

MOLINA, J. P. E. et al. META-ANALYSIS OF FUNGICIDE EFFICACY ON SOYBEAN TARGET SPOTAND COST–BENEFIT ASSESSMENT. Plant Pathology, 2019. Disponível em: < https://bsppjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/ppa.12925 >, acesso em: 24/04/2026.

Foto de capa: Maurício Stefanelo.

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Sustentabilidade

Aprosoja MT destaca papel do milho no fortalecimento da economia em Mato Grosso – MAIS SOJA

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Celebrado nesta sexta-feira, 24 de abril, o Dia Internacional do Milho reforça a importância de um dos grãos mais produzidos e consumidos no mundo. Em Mato Grosso, o cereal tem papel estratégico não apenas na alimentação, mas também no desenvolvimento econômico e na expansão de diversas cadeias produtivas. Nesse cenário, o milho ganhou ainda mais relevância com a consolidação da segunda safra, que atualmente ocupa mais de 7 milhões de hectares no estado e contribui para o aumento da oferta do grão no Brasil. Para o vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, Luiz Pedro Bier, a relevância da segunda safra de milho vai além da produção, impactando diretamente a economia e o desenvolvimento regional do estado, mesmo diante dos desafios logísticos.

“Mato Grosso possui desafios importantes quando se trata de logística, especialmente por sua localização distante dos portos. Nesse contexto, a segunda safra foi fundamental para viabilizar economicamente as propriedades rurais. Ela gera riqueza e rentabilidade para o Estado, beneficiando toda a sociedade. Parte dessa riqueza retorna em forma de tributos, parte movimenta o consumo dentro das próprias fazendas e, no fim, é distribuída em toda a cadeia econômica. Além disso, a agricultura proporciona excelentes empregos, com boa remuneração, fortalecendo um sistema produtivo que se sustenta nos pilares econômico, ambiental e social”, destacou.

De acordo com o vice-presidente, o milho deixou de ser apenas uma alternativa produtiva e passou a ocupar posição estratégica na economia mato-grossense.

“A segunda safra de milho já é uma prática consolidada em Mato Grosso e tem papel essencial na sustentabilidade econômica das propriedades, ao diluir custos fixos e garantir maior eficiência produtiva. Além disso, contribui para práticas sustentáveis que são características do Brasil, já que produzimos duas safras no mesmo ano, na mesma área, otimizando o uso da terra. Outro ponto importante é o etanol de milho, produzido a partir dessa segunda safra, que representa uma fonte de energia renovável. Esse processo também gera subprodutos ricos em proteína, utilizados na alimentação animal, fortalecendo ainda mais a pecuária e toda a cadeia produtiva do estado”, afirmou Luiz Pedro Bier.

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Para o diretor administrativo da Aprosoja MT, Diego Bertuol, a segunda safra também é determinante para o avanço da cultura no estado e para a liderança nacional na produção.

“A segunda safra é determinante para o crescimento do milho em Mato Grosso. A chamada safrinha é, na prática, a maior safra de milho do Brasil hoje. Mato Grosso liderou essa revolução produtiva. Esse modelo trouxe ganhos claros, como eficiência de uso da terra, porque nós temos duas safras no mesmo ano, uma diluição de custos da soja nesses últimos anos de margem apertada e uma escala produtiva que colocou o Estado no topo nacional. Mas o que é o mais importante dizer, nesses mais de 7 milhões de hectares que o Mato Grosso produz de milho, de segunda safra, isso só foi possível com tecnologia, gestão e muito risco que o produtor assumiu. Não é um modelo simples. Depende do clima, janela de plantio e investimento pesado”, afirma Bertuol.

Além do crescimento da produção, o milho tem ampliado sua participação em outros segmentos, agregando valor dentro do próprio estado. O grão é essencial para a cadeia de proteína animal, além de ganhar destaque na geração de energia, com a expansão das usinas de etanol de milho. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção mundial de milho para a safra 2025/26 está estimada em 1,29 bilhão de toneladas, crescimento de 5,31% em relação à safra anterior, o que evidencia a relevância global da cultura e amplia as oportunidades para o setor produtivo.

Para Diego Bertuol, o milho deixou de ser uma cultura complementar e se consolidou como um dos principais motores da economia mato-grossense.

“O milho, ele deixou de ser apenas uma cultura complementar e passou a ser um dos pilares da economia do Mato Grosso. Hoje ele gera valor muito além da porteira. Nós falamos de uma cadeia que movimenta a produção de proteína animal, como aves, suínos e bovinos confinados. Também temos as indústrias de etanol de milho, geração de energia e empregos em toda a logística e processamento. O milho, ele transforma a produção agrícola em desenvolvimento regional e também fixa a renda no estado, industrializa o interior e reduz a dependência da exportação de matéria prima bruta”, complementou o diretor administrativo, Diego Bertuol.

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Presente no dia a dia da população, seja na alimentação, na produção de carnes ou na geração de biocombustíveis, o milho contribui com a segurança alimentar e energética do país. Neste Dia Internacional do Milho, a Aprosoja Mato Grosso reforça a importância de valorizar a cadeia produtiva e reconhecer o papel dos produtores rurais nesse processo. “

O milho está presente no dia a dia de todos, mesmo quando não se percebe. Ele está na carne que consumimos, no leite, nos ovos, no combustível e em diversos produtos industrializados. Ele é mais do que um grão. O milho é segurança alimentar, energia e desenvolvimento. E olhando para frente, ele será mais estratégico, principalmente na transição energética que o Brasil lidera, na produção sustentável e na agregação de valor dentro do Brasil e, principalmente, no nosso estado Mato Grosso. Valorizar o milho é valorizar o produtor rural e entender que a água não é só a produção, é a base da economia e do futuro do país”, finaliza Bertuol.

Com forte presença no campo, a cultura do milho segue impulsionando o desenvolvimento econômico de Mato Grosso, garantindo sustentabilidade e novas oportunidades para o futuro do agronegócio.

Fonte: Aprosoja/MS



 

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