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Possível acordo entre EUA e China traz volatilidade ao mercado brasileiro de soja

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão marcada por forte volatilidade nesta terça-feira (28). Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o pregão foi instável, com o grão chegando a subir mais de 2%, ainda sustentado pelas expectativas de um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China.
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“Nos portos, os prêmios recuaram novamente, o que acabou limitando o viés altista da bolsa”, explicou Silveira. Apesar de momentos pontuais de oportunidade, os movimentos reportados foram pequenos.
De acordo com o analista, os preços operaram de forma mista em várias praças, já que as cotações seguem acima da paridade de exportação. Na safra nova, os prêmios ficaram negativos, acendendo um sinal de alerta no mercado.
Silveira destacou ainda que o produtor segue focado no plantio, e as boas previsões de chuva no Centro-Oeste, Nordeste e Sul mantêm o ritmo dos trabalhos. O volume de negócios, porém, continua reduzido.
Preços da soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de 134,00 para 135,00
- Santa Rosa (RS): subiu de 135,00 para 136,00
- Cascavel (PR): caiu de 134,00 para 133,00
- Rondonópolis (MT): subiu de 125,50 para 126,00
- Dourados (MS): subiu de 125,50 para 126,00
- Rio Verde (GO): manteve em 125,00
- Paranaguá (PR): subiu de 140,00 para 141,00
- Rio Grande (RS): manteve em 141,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a terça-feira com altas para grão e farelo e baixas para o óleo. O mercado chegou a avançar cerca de 2% durante parte da sessão, impulsionado pelo otimismo em torno de um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China.
Na máxima do dia, o contrato dezembro/25 superou os US$ 10,90 por bushel, mas perdeu força diante do ceticismo de produtores norte-americanos quanto à retomada das compras chinesas.
Contratos futuros de soja
O contrato novembro/25 fechou em US$ 10,78¼ por bushel, alta de 11,00 centavos (1,03%), e o janeiro/26 subiu 10,25 centavos (0,94%), a US$ 10,95¼ por bushel. No farelo, dezembro/25 recuou US$ 8,30 (2,78%), a US$ 306,50 por tonelada, enquanto o óleo cedeu 0,51 centavo (1,00%), a 50,26 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
O dólar comercial fechou em queda de 0,17%, cotado a R$ 5,3607 para venda e R$ 5,3587 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,3536 (mínima) e R$ 5,3876 (máxima).
Agro Mato Grosso
Veja; os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

Confira os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026
Segundo Afonso Pavan, coordenador de marca e produto, o modelo chega com novo chassi, três opções de potência e pacote focado em conforto, hidráulica e versatilidade para cana, grãos e pecuária.
Apresentado no estande da Valtra na Agrishow 2026, o M5 é o novo passo da marca no segmento que consagrou a linha BH. Em entrevista à CanaOnline, Afonso Pavan afirmou que o lançamento preserva a robustez histórica, mas evolui em projeto, ergonomia e capacidade hidráulica para operações intensivas, com atenção especial à cana-de-açúcar.
A série chega com três motorizações: 165 cv e 185 cv (quatro cilindros) e 205 cv (seis cilindros). O trator estreia chassi remodulado e frente mais robusta, inspirada na linguagem da série T, além de adotar padrões globais de identidade visual, com a identificação concentrada na plaqueta frontal. A proposta é ser um trator para diferentes operações, do transbordo na cana ao uso com implementos em grãos e pecuária.
No conforto, a cabine ficou mais ampla e teve ergonomia aprimorada, com comandos na coluna lateral. Um diferencial é a geladeira integrada, com acionamento próprio e desligamento automático ao apagar o trator. Na transmissão, o M5 mantém a robustez da família BH, mas busca mais suavidade: o câmbio é sincronizado e a troca entre faixas também pode ocorrer sob carga. Há ainda “steps” de marcha no botão (mais/menos), com atuação automática para reduzir marchas quando o esforço aumenta e retomar quando a carga alivia.
Voltado à realidade da cana, o M5 evolui em hidráulica, com mais capacidade de levante e maior vazão que o BH: segundo Pavan, são 205 litros, destaque na categoria. Para usinas, pode sair de fábrica com preparação de frenagem e freio auxiliar, aumentando a segurança com carretas e implementos. Na cabine, há opção de piloto automático e tomadas elétricas dedicadas, com proteção por fusíveis e relés. Lançado na Agrishow 2026, o M5 já está à venda na rede Valtra, com versões definidas para o mercado brasileiro.
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