Connect with us
4 de julho de 2026

Sustentabilidade

Inovador biológico 3 em 1 amplia registro para o milho e possibilita redução dos fertilizantes minerais com ganhos de 18 sacas por hectare – MAIS SOJA

Published

on


 A cultura do milho, altamente exigente em nutrientes, apresenta custos de adubação que impactam diretamente a rentabilidade das lavouras, demandando estratégias que aumentem a eficiência do manejo nutricional e reduzam perdas no campo. Com o aumento da adoção de insumos biológicos no setor agrícola, alternativas complementares têm se mostrado aliadas na otimização do uso de fertilizantes e na melhoria da performance agronômica. Nesse contexto, novas tecnologias vêm sendo disponibilizadas ao mercado, como um inovador biológico 3 em 1, já validado na cultura da soja e agora com registro estendido para o milho. O produto combina solubilização de fósforo, promoção de crescimento e fixação biológica de nitrogênio (FBN), e foi validado em cinco diferentes regiões do país, demonstrando ganhos consistentes de produtividade entre 12 e 23,3 sacas por hectare, com média de incremento de 18,3 (+23%), além de melhorias expressivas no desenvolvimento radicular e foliar, maior eficiência nutricional, fortalecimento da sanidade e resistência a estresses climáticos e bióticos.

Os testes de validação do GRAP NOD PHOS, solução biológica multifuncional desenvolvida pela Agrocete, multinacional brasileira especializada em fisiologia vegetal, nutrição e controle biológico, foram conduzidos em Toledo (PR), Francisco Alves (PR), Laranjeiras do Sul (PR), Piracicaba (SP) e Campo Grande (MS), sob coordenação da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), abrangendo diferentes regiões edafoclimáticas. Comparado a áreas sem o uso do inoculante, o produto aumentou, em média, 40% a massa seca das raízes, 22% os teores foliares de fósforo, 15% os de nitrogênio e 7% os de potássio. A atividade da enzima fosfatase ácida, responsável por mobilizar o fósforo presente no solo, registrou acréscimo médio de 17 mg PNG por quilo de solo, indicando maior disponibilidade do nutriente essencial para as plantas. A aplicação do bioinsumo, na dose de 100 mL/ha, também proporcionou os maiores ganhos, mesmo com a adubação fosfatada reduzida em 50%, alcançando produtividades equivalentes às áreas com 100% do fertilizante fosfatado em todas as cinco áreas avaliadas, o que evidencia benefícios econômicos e ambientais ao possibilitar a redução significativa no uso de fertilizantes minerais por meio da substituição parcial por um insumo biológico.

“Reunindo microrganismos benéficos de alta eficiência, conhecidos como ‘bactérias do bem’, essa solução, que já apresentava resultados consistentes na soja, integra uma nova geração de biológicos. O diferencial está em combinar funções distintas em uma única formulação, a multifuncionalidade, gerando efeitos sinérgicos que fortalecem o desempenho e a sustentabilidade das culturas a longo prazo. Com o desempenho positivo observado em todas as cinco áreas testadas, que reforçam a consistência e a segurança da tecnologia, decidimos estender o registro do produto para a cultura do milho, oferecendo aos produtores, tanto os que já utilizam o NOD PHOS na soja quanto os que ainda não testaram a tecnologia, a oportunidade de ampliar ganhos de produtividade e otimizar custos em sua propriedade”, explica Andrea de Figueiredo Giroldo, diretora de marketing e desenvolvimento da Agrocete.

Tecnicamente, o NOD PHOS combina 3 estirpes específicas de Azospirillum brasilense e Pseudomonas fluorescens, microrganismos que atuam de forma complementar para atender às altas demandas nutricionais do milho. Estirpes especialistas de Azospirillum contribuem para a fixação biológica de nitrogênio e a produção de fitormônios que promovem o crescimento, enquanto a Pseudomonas promove a solubilização de fosfatos, aumentando a disponibilidade desses nutrientes. O produto ainda forma biofilme, protegendo os microrganismos e as raízes das plantas, potencializando suas funções. Dessa forma, ao atuar como solubilizador de fósforo, promotor de crescimento vegetal e fixador de nitrogênio, a solução 3 em 1 potencializa a eficácia da nutrição via solo e favorece o crescimento saudável e mais resistente das plantas, especialmente em contextos de estresse hídrico e térmico, contribuindo ainda para a sanidade das plantas, com menor incidência de doenças e um sistema radicular mais fortalecido frente a desafios do solo e do clima.

“Seu diferencial está na concentração e combinação das estirpes em uma única embalagem, evitando incompatibilidades comuns quando se misturam inoculantes distintos, o que ajuda o produtor a reduzir riscos ligados a variações de disponibilidade nutricional. A extensão do registro do NOD PHOS para o milho reforça a tendência de crescimento do setor de biológicos nas lavouras brasileiras e permite que produtores que já utilizam o produto na soja repliquem a estratégia em duas culturas-chave, potencializando o custo-benefício ao longo da sucessão de cultivos”, continua Andrea.

A introdução de bioinsumos no manejo dos produtores rurais e a consequente substituição de insumos minerais e químicos deve sempre ser realizada de modo seguro para que os ganhos econômicos e agronômicos sejam evidenciados. Para quem ainda não conhece a tecnologia, a Agrocete coloca à disposição dos clientes um time técnico de campo preparado para dar o suporte necessário e realizar a melhor recomendação para cada situação de manejo, de modo que os benefícios sejam obtidos. Também recomenda que os agricultores e técnicos utilizem o produto em suas áreas e situação de manejo real, avaliando no decorrer do ciclo da cultura diferenças no crescimento radicular, coloração das folhas, espessura do colmo, resposta a estresses climáticos e produtividade final.

Sustentabilidade como estratégia de negócio — Atualmente, o Brasil vive a chamada “Revolução dos Biológicos”, impulsionada pela crescente adoção de tecnologias que promovem produtividade com menor impacto ambiental. A Lei de Bioinsumos (Lei 15.070/2024), sancionada em dezembro de 2024 e em processo de regulamentação, cria novas oportunidades para o desenvolvimento de produtos naturais derivados de microrganismos, plantas, animais e outros compostos orgânicos, que desempenham funções essenciais na nutrição, proteção e estímulo ao crescimento das culturas. Essas soluções oferecem alternativas sustentáveis ao uso exclusivo de fertilizantes minerais e defensivos químicos, atendendo às demandas do mercado por sistemas produtivos mais equilibrados e resilientes.

Nesse cenário, a Agrocete reforça seu compromisso com soluções biológicas e sustentáveis — atualmente, quase metade dos produtos da empresa é classificada como sustentável e, em 2024, essas soluções representaram 76% das vendas no Brasil. O portfólio inclui fertilizantes especiais, inoculantes biológicos e biodefensivos, com destaque para bioinsumos voltados à nutrição, estímulo ao crescimento e controle de pragas e doenças, além de produtos formulados com matérias-primas orgânicas, capazes de reduzir o uso de defensivos químicos e aumentar a eficiência da lavoura.

Reforçando esse compromisso, a multinacional brasileira, com sede em Ponta Grossa (PR), anunciou investimento de R$ 11 milhões na construção de uma nova planta dedicada à produção de biodefensivos, além de destinar 5% do faturamento anual em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). A companhia prevê ainda o lançamento de oito novos produtos biológicos até 2027, desenvolvidos internamente ou em parceria com empresas de biotecnologia. “Com a nova planta, os lançamentos previstos e o investimento contínuo em P&D, ampliamos nossa capacidade de oferecer produtos biológicos cada vez mais inovadores e sustentáveis, atendendo às demandas do mercado de forma consistente, integrando os mesmos às soluções nutricionais e fisiológicas que já trabalhamos”, finaliza a diretora de marketing e desenvolvimento da Agrocete.

Dessa forma, com a extensão do registro do GRAP NOD PHOS para o milho, a Agrocete visa oferecer aos produtores uma ferramenta prática e sustentável, capaz de gerar ganhos diretos de produtividade e efeitos fisiológicos favoráveis à planta, sem abrir mão de práticas responsáveis do ponto de vista ambiental e econômico.

Sobre a Agrocete:

Fundada em 1980, e completando 45 anos em 2025, a Agrocete é uma multinacional brasileira, com sede em Ponta Grossa (PR) e unidades nos Estados Unidos, México e Paraguai, com referência internacional na área de adjuvantes, fisiológicos, biológicos e nutrição.

A Agrocete tem uma das maiores e mais avançadas plantas fabris de inoculantes biológicos do mundo e é certificada pela ISO 9001, de gestão e qualidade, e pela ISO 14001, de gestão ambiental. Também é reconhecida pelo selo Together for Sustainability, iniciativa global que certifica empresas com uma indústria química segura e comprometida com o meio ambiente.

A empresa é pioneira na produção de fertilizantes especiais e inoculantes no Brasil e se destaca pela inovação e modernidade tecnológica, do laboratório ao campo. Prova disso, é a implantação de uma unidade para o desenvolvimento, validação e testagem de produtos inovadores, como os biológicos de controle e biofertilizantes, e da Universidade Agrocete, para capacitação dos colaboradores da empresa.

Para mais informações, acesse: www.agrocete.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Agrocete



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Instabilidade internacional causa aumento no preço de fertilizantes – MAIS SOJA

Published

on


O mercado mundial de fertilizantes está passando por um período de incertezas. Conflitos internacionais como a guerra entre Rússia e Ucrânia, e as tensões entre EUA e Irã (que resultaram no fechamento do Estreito de Ormuz) encareceram insumos no mundo todo. “O Brasil importa cerca de 80% dos fertilizantes que consome, e os utilizados nas lavouras brasileiras, foram os mais afetados”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

Como é o caso da ureia, um dos principais insumos utilizados na cultura do milho, que apresenta um aumento de mais de 50% nos preços desde o início do ano.

De acordo com informativo produzido pela equipe econômica da Aprosoja/MS, Mato Grosso do Sul reduziu bruscamente a importação dos três principais fertilizantes (nitrogênio, fósforo e potássio), indicando que o estado está sob cautela diante das condições globais. Informação que se torna preocupante, em um momento em que os produtores se preparam para a próxima safra.

“Segundo dados da Mosaic, cerca de 35% dos fertilizantes necessários para a próxima safra ainda não foram negociados. Esse atraso gera um efeito que encarece os custos logísticos para a movimentação deste insumo, uma vez que a demanda solicitada nos próximos meses será extensa. Além disso, a incerteza faz com que o produtor estruture o seu custo de produção sem possuir uma certeza, o que pode acabar prejudicando a sua produtividade, já que os fertilizantes representam boa parte do custo de produção”, aponta Linneu.

O governo brasileiro assumiu algumas medidas para gerenciar a dependência na importação de fertilizantes, no entanto elas apresentam soluções que terão efeito apenas a médio e longo prazo. A primeira é o avanço do Provert, Projeto de Lei 699/2023, que planeja destinar R$10 bilhões em subsídios para fomentar o setor nacional. A segunda alternativa, é o investimento na retomada e conclusão das fábricas de fertilizantes da Petrobrás, que após a conclusão, deverão produzir cerca de 35% da demanda nacional de ureia.

“Mais do que nunca, faz-se necessário o planejamento e a boa estruturação do custo de produção por parte do produtor para evitar riscos durante a safra”, finaliza o economista.

O estudo completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Carolina Toffanetto (estagiária de Comunicação Aprosja/MS)

Site: Aprosoja MS

Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado da Soja: Recuperação em Chicago e Alta do Dólar Movimentam Preços no Brasil – MAIS SOJA

Published

on


O primeiro mês cotado para a soja, em Chicago, perdeu força nos primeiros dias da semana, com o bushel chegando a US$ 11,08 no dia 24. Já no dia seguinte (25) houve forte recuperação, com o fechamento do dia batendo em US$ 11,27/bushel, contra US$ 11,22 uma semana antes. O anúncio de estatísticas de exportação estadunidenses acabaram permitindo à especulação considerar que a China está voltando a comprar soja dos EUA a partir dos acordos estabelecidos em maio.

Isso animou o mercado, pelo menos momentaneamente. Lembrando que o conflito no Oriente Médio parece ter entrado em uma trégua, a qual ainda não se pode dizer que caminhará para o encerramento do litígio bélico.

Dito isso, na semana encerrada em 18/06 os EUA embarcaram 241.045 toneladas de soja, ficando abaixo do esperado pelo mercado. Este volume elevou para 36,8 milhões de toneladas as vendas no atual ano comercial, com as mesmas sendo 19% menores do que no mesmo período do ano anterior.

Por outro lado, os operadores no mercado internacional estão considerando que a tendência é baixista para os preços da oleaginosa em 2026/27, diante de safra recorde no Brasil e safra melhor nos EUA (por enquanto o clima transcorre normalmente naquele país). Hoje, apenas problemas climáticos nas safras poderiam puxar as cotações para cima em Chicago. Em tal contexto, o retorno do fenômeno El Niño está exigindo muita atenção do mercado daqui em diante.

Já no Brasil, com um câmbio que foi a R$ 5,18 por dólar durante a semana, os preços melhoraram um pouco, mesmo com Chicago, na média, mais baixo. Assim, as principais praças gaúchas voltaram aos R$ 116,00/saco, enquanto no restante do país os preços oscilaram entre R$ 105,00 e R$ 116,00/saco.

Por sua vez, nova estimativa privada sobre a área a ser semeada com soja no Brasil, em 2026/27, aponta para 49 milhões de hectares, com um pequeno aumento de 443.000 hectares sobre o ano anterior. Desta forma, se confirmada, haverá um avanço de 0,9% na área de soja na comparação com a última semeadura. Diversos são os fatores que levariam a este comportamento dos produtores brasileiros. Dentre eles tem-se: margens mais apertadas devido à alta dos custos de produção e aos preços relativamente estáveis; o aumento do endividamento; o crédito mais escasso e caro; e a preocupação com o El Niño, que pode atrasar o plantio e prejudicar a produtividade de alguns estados (AgRural).

Enquanto isso, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), atualizou as estatísticas do complexo soja. Com isso, o esmagamento da soja no Brasil deverá chegar a 63 milhões de toneladas no corrente ano. Isso levaria a produção de farelo de soja para 48,1 milhões de toneladas e a de óleo de soja para 12,6 milhões de toneladas. A produção total de soja está estimada em 180,2 milhões de toneladas, conforme dados da Conab, enquanto as importações projetadas são de 900.000 toneladas do grão e 125.000 toneladas de óleo de soja. Já a exportação de soja em grão, pelo Brasil, está projetada em 114,1 milhões de toneladas.

As exportações de farelo devem atingir 24,9 milhões de toneladas. Enfim, as exportações de óleo de soja devem alcançar 1,65 milhão de toneladas. Em valores, o complexo soja deve gerar cerca de US$ 60 bilhões em exportações em 2026. Nos quatro primeiros meses do ano, o esmagamento de soja no país atingiu a 18,1 milhões de toneladas, com aumento de 10,1% sobre o mesmo período de 2025.

E no Mato Grosso, segundo o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), a futura produção de soja local deverá alcançar 48,9 milhões de toneladas, sendo ela 5,2% menor do que a de 2025/26. Obviamente isso dependerá dos efeitos climáticos que virão com o fenômeno El Niño.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


undefined


 

 

FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

Continue Reading

Sustentabilidade

Como ficaram os preços de soja na primeira sexta-feira do mês? Confira as cotações

Published

on


Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja encerrou a sexta-feira com baixa movimentação e negócios bastante limitados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a ausência de negociações na Bolsa de Chicago levou compradores e vendedores a adotarem uma postura cautelosa, reduzindo o volume de operações.

De acordo com o analista, não houve registro de grandes ofertas ao longo do dia. Sem a principal referência internacional para a formação dos preços, os agentes preferiram permanecer fora do mercado.

O dólar comercial recuou levemente na sessão, mas o movimento não foi suficiente para provocar mudanças relevantes na formação das cotações da soja. O mercado permaneceu praticamente parado durante todo o dia.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 131,50 para R$ 130,50
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 132,50 para R$ 131,50
  • Cascavel (PR): desceu de R$ 126,50 para R$ 126,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 117,00 para R$ 116,50
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00
  • Paranaguá (PR): desceu de R$ 137,50 para R$ 137,00
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 138,50 para R$ 137,50

Câmbio

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia em queda de 0,75%, cotado a R$ 5,1682 para venda e R$ 5,1662 para compra. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,1657 e R$ 5,1997. No acumulado da semana, a variação foi positiva em 0,02%.

O post Como ficaram os preços de soja na primeira sexta-feira do mês? Confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT