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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Soja/RS: Semeadura está em fase inicial, alcançando 2% da área projetada para safra – MAIS SOJA

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A semeadura está em fase inicial no Estado, alcançando 2%, limitada a áreas com condições adequadas de umidade. O avanço reduzido resulta da combinação entre fatores econômicos e físicos, como: a estratégia de produtores de postergar o plantio, minimizando riscos de redução da disponibilidade hídrica em novembro e dezembro; a priorização da colheita dos cereais de inverno; as baixas temperaturas e a diminuição da umidade nos solos, em parte do Estado.

Nas áreas de implantação, é realizada a dessecação das coberturas vegetais e ajustes nas condições do solo para facilitar a semeadura. Em meio ao preparo, os produtores têm encaminhado laudos para os agentes financeiros a fim de acessar a linha de crédito recentemente criada pelo Governo Federal, que busca auxiliar produtores rurais afetados por sucessivas frustrações de safra. Contudo, ainda se observa a possibilidade de redução no uso de fertilizantes bem como maior emprego de sementes próprias devido aos custos elevados de produção e às restrições de crédito.

Nos cultivos implantados, as sementes se encontram em fase de embebição e germinação. O avanço mais expressivo da semeadura deve ocorrer a partir do final de outubro.

Para a Safra 2025/2026, no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, o plantio foi iniciado de forma pontual, concentrado em pequenas áreas. A maior parte dos produtores têm se dedicado à colheita das lavouras de inverno e à preparação das áreas de plantio. Na Campanha, onde o sistema de plantio convencional ainda é executado por parte dos produtores, a falta de chuvas nas últimas semanas dificulta a gradagem, especialmente em solos argilosos, formando torrões e dificultando o contato semente-solo. As baixas temperaturas e os ventos constantes têm limitado as aplicações de herbicidas e atrasado o início mais amplo da semeadura.

Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, os produtores que haviam planejado iniciar a semeadura, optaram por adiar o plantio à espera da elevação das temperaturas, uma vez que as mínimas inferiores a 5 °C nas primeiras horas do dia poderiam comprometer o processo de germinação e de emergência das plântulas.

Na de Ijuí, a semeadura alcança 2% da área prevista. A operação segue em ritmo cauteloso devido às temperaturas baixas e à precocidade do período para o seu andamento. Espera-se avanço expressivo nas próximas semanas, conforme o aquecimento das temperaturas e a regularização das chuvas.

Na de Pelotas, o plantio atinge 4%. Os produtores estão adquirindo insumos e efetuando a manutenção de máquinas e implementos agrícolas, preparando-se para intensificar os trabalhos nas próximas semanas, se as condições meteorológicas forem favoráveis.

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Na de Santa Maria, menos de 1% da área se encontra semeada. As lavouras implantadas apresentam germinação, emergência e estande de plantas adequados. O avanço da semeadura depende da elevação das temperaturas e da umidade do solo.

Na de Soledade, as áreas destinadas ao cultivo foram, em sua maioria, dessecadas, e aguarda-se condições ideais de corte da palhada para o início da semeadura. Cerca de 10% da área foi implantada.

Comercialização (saca de 60 quilos) O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,93%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 123,15 para R$ 124,29.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1890 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS

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FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1890

Site: Emater RS

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



 

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