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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

CHICAGO CBOT: O milho fechou em alta com boa demanda interna e externa – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 22/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 22/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,77% ou $ 3,25 cents/bushel, a $423,00. A cotação para março fechou em alta de 0,46% ou $ 2,00 cents/bushel, a $ 435,75.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal voltar a receber apoio da demanda. Após um robusto relatório de embarques, a produção semanal de etanol foi positiva, com aumento na produção e redução dos estoques em relação ao período anterior. Com o mercado estimando um final da colheita em pouco tempo, os Traders fizeram compras técnicas para o milho.

A Secretária de Agricultura Brooke Rollins afirmou que os escritórios da Agência de Serviços Agrícolas (FSA) reabrirão nesta quinta-feira (com dois funcionários em tempo integral por escritório) o que foi visto como um sinal positivo para o setor agrícola.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em alta no embalo do dólar e Chicago

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. Apenas a cotação de novembro 26 sofreu uma leve correção, as demais cotações subiram embaladas pelo dólar e a bolsa de Chicago. A revisão positiva da Anec para as exportações brasileiras reforça a percepção de uma demanda firme nos portos, dando suporte aos preços firmes no físico no interior.

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OS FECHAMENTOS DO DIA 22/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,53, apresentando alta de R$ 0,03 no dia e alta de R$ 1,02 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,53, com alta de R$ 0,23 no dia e alta de R$ 1,06 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,05, com alta de R$ 0,27 no dia e alta de R$ 0,85 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-ETANOL-PRODUÇÃO MAIOR (altista)

O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre etanol foi positivo hoje, elevando a produção diária de etanol de 1.074.000 para 1.112.000 barris,
acima dos 1.081.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 22.628.000 para 21.919.000 barris, abaixo dos 22.223.000 barris registrados no ano anterior.

BRASIL-EXPORTAÇÕES MAIORES (altista para o Brasil, baixista para CBOT)

Em relação ao Brasil, em suas estimativas semanais, a ANEC elevou sua projeção para as exportações brasileiras de milho para outubro de 6,46 para 6,57 milhões de toneladas, volume inferior aos 6,98 milhões de toneladas de setembro, mas superior aos 5,67 milhões de toneladas do mesmo mês em 2024.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes – MAIS SOJA

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



FONTE
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Autor:Cepea

Site: Cepea

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