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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em baixa com a esperança lendo a realidade dos números – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 21/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 21/10

O contrato de soja para novembro fechou em baixa de 0,10% ou $ -1,00 cents/bushel, a $1.030,75. A cotação de janeiro encerrou em baixa de 0,14% ou $ -1,50 cents/bushel, a $1.048,50. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 0,67% ou $ 1,9/ton curta, a $ 286,9. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em baixa de 1,29% ou $ -0,66/libra-peso, a $ 50,65.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. As cotações da oleaginosa foram sustentadas nos últimos dias pelo otimismo, ou esperança, do mercado de algum avanço nas negociações da guerra comercial entre EUA e China. O presidente Donald Trump apostou no tema, após a cobrança de organizações de produtores de soja. Do lado chines, evitar compras do grão americano tem sido um eficiente meio de pressão na guerra comercial. Sem a estimativa oficial, o mercado se baseia que 73% da soja americana já foi colhida, segundo pesquisa da Reuters.

Os embarques para diversos destinos estão aumentando, mas no acumulado do ano comercial estão em queda de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, cobrindo penas 12,2% da estimativa do USDA para o 25/26. Este é o menor ritmo de exportação em 12 anos. Mesmo que a China compre o que falta para suprir seus estoques em dezembro e janeiro, o volume deverá ser menos da metade do negociado em 24/25. As vezes a esperança se confronta com a realidade.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA/CHINA-POSSÍVEL ACORDO PUXA AS COTAÇÕES (altista)

Após ser negociada com altas em torno de US$ 3 durante a sessão da madrugada, a soja está sendo negociada com leves oscilações no pregão diário de Chicago. O mercado continua influenciado por um possível acordo entre os EUA e a China sobre o comércio da oleaginosa ainda na próxima semana, após a reunião entre os presidentes, Donald Trump e Xi Jinping, na Coreia do Sul.

RELUTÂNCIA DOS AGRICULTORES E SAFRA POSSIVELMENTE MENOR (altistas)

Como temos destacado em sessões anteriores, a relutância com que os agricultores em vender novos grãos e a possibilidade de que os volumes de produção acabem sendo menores do que as previsões do USDA também estão exercendo influência positiva.

EUA-COLHEITA EM 73% (baixista)

Em relação à colheita, sem dados oficiais devido à paralisação prolongada do governo americano, investidores privados estimaram ontem o avanço do plantio de soja em 73% da área plantada, ante 58% previstos na semana anterior e 79% na mesma época em 2024.

ÓLEO DE SOJA-LOBBY CONTRA E15 PRESSIONA OS PREÇOS (baixista)

A pressão baixista hoje está sendo exercida sobre o óleo de soja devido à mudança de postura de uma entidade representativa da indústria petrolífera dos EUA, que deixou de apoiar o aumento dos volumes de produção de biocombustíveis e passou a exigir maiores garantias para as refinarias e o mercado de combustíveis fósseis (conforme explicamos no boletim de milho).

BRASIL-PLANTIO ACIMA DO ANO PASSADO (baixista)

Em seu relatório semanal de safra, a Conab informou ontem que o avanço do plantio de soja para 2025/2026 no Brasil atingiu 21,7% da área planejada, ante 11,1% na semana anterior; 17,6% na mesma época em 2024 e a média de 27,7% dos cinco anos anteriores.

EUROPA-IMPORTAÇÃO LENTA

A Comissão Europeia informou hoje que as importações de soja pela União Europeia entre 1º e 19 de julho totalizaram 3,51 milhões de toneladas, 9% a menos que no mesmo período do ano passado. Brasil e Estados Unidos são os principais fornecedores do bloco, com 1,93 e 1,10 milhão de toneladas, respectivamente. No mesmo segmento, as compras de farelo de soja apresentaram queda de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 5,41 milhões de toneladas. Nesse caso, os principais vendedores são Brasil e Argentina, com 2,95 e 1,81 milhão de toneladas, respectivamente.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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