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Sustentabilidade

Arroz/BR: 33,6% das áreas destinadas ao cultivo foram semeadas – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura teve um avanço significativo, sendo a região Sul a mais adiantada, alcançando 83% da área prevista. Na Central, a ocorrência de chuvas tem sido mais frequente e houve atraso na operação, avançando apenas 7%. Na Planície Costeira Externa, o plantio tem sido substituído pelo cultivo da soja.

Em SC, o plantio avançou de forma gradual, acompanhando as variações climáticas regionais. Em GO, o plantio irrigado está em andamento em São Miguel do Araguaia, estando as áreas, em sua maioria, em emergência e desenvolvimento vegetativo. No MA, o plantio ocorreu em 94% das lavouras irrigadas, faltando finalizar a semeadura em algumas áreas de Viana e Grajaú. O plantio de sequeiro não foi iniciado.

No PR, já foram semeados 90% da área total prevista para ser cultivada, com a maioria das áreas em boas condições. No TO, o plantio foi iniciado de forma lenta, acompanhando as precipitações ocorridas.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 20 de outubro de 2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

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Sustentabilidade

Probabilidade de transição para El Niño é de 84,6% nos próximos meses – MAIS SOJA

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A previsão do APEC Climate Center (APCC), centro de pesquisa sediado na Coréia do Sul, aponta para um enfraquecimento gradual do La Niña nos próximos meses, com 84,6% de probabilidade de transição de condições de neutralidade para condições de El Niño durante o trimestre abril-maio-junho. É o que aponta o Boletim Trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). As previsões apresentadas pelo boletim são baseadas no modelo estatístico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O prognóstico indica chuvas irregulares para o mês de abril, ficando próxima a ligeiramente abaixo da média no mês na maior parte do Estado, pontualmente com chuvas acima da média em áreas restritas. Nos meses de maio e junho, há uma maior tendência de que as chuvas fiquem próximas a ligeiramente acima da média na maior parte do RS.

As temperaturas do ar devem sofrer grande variabilidade ao longo do trimestre, havendo períodos quentes e outros com incursão de massas de ar frio, eventualmente fortes. A tendência indica anomalias de normal a ligeiramente acima da média nas temperaturas do ar.

O boletim do Copaaergs é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de dez entidades estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima. O documento também lista uma série de orientações técnicas para as culturas do período.

CULTURA DO VERÃO EM FINAL DE CICLO
  • Colher e armazenar os grãos assim que atingir a maturação (ponto de colheita);
  • Utilizar estratégias para manter a cobertura dos solos após a colheita;
  • Após realizar a colheita, priorizar a adequação das áreas destinadas à lavoura de arroz para a próxima safra, principalmente as atividades de preparo e sistematização do solo e drenagem, para possibilitar a semeadura na época recomendada, especialmente em função do prognóstico de chuvas acima da média nos próximos meses.
CULTURAS DE INVERNO
  • Escalonar a época de semeadura dentro do período indicado pelo zoneamento agrícola;
  • Nos cereais, utilizar, preferencialmente, cultivares resistentes a doenças considerando o prognóstico de chuvas acima da média no período;
  • Fazer o planejamento de proteção de plantas as doenças, dando atenção especial a Giberela;
  • Evitar semeaduras em solos excessivamente úmidos e com histórico de vírus do Mosaico dos cereais.
HORTALIÇAS
  • Para os cultivos de hortaliças a céu aberto, a irregularidade das chuvas em abril demanda atenção especial ao manejo da irrigação, visando evitar déficits hídricos e oscilações no crescimento das plantas. Já no período de maio e junho, o aumento da frequência de chuvas e, consequentemente, do molhamento foliar e da umidade relativa do ar, tende a favorecer a incidência de doenças, especialmente de origem fúngica e bacteriana. Nessa condição, recomenda-se intensificar o monitoramento fitossanitário, adotar espaçamentos adequados, favorecer a aeração do dossel e priorizar práticas que reduzam o tempo de permanência de água sobre a parte aérea;
  • Nos sistemas de cultivo em ambiente protegido, a menor exposição direta às chuvas constitui um fator favorável para a redução do molhamento foliar e, portanto, da incidência de doenças. Torna-se fundamental o manejo adequado da ventilação, com abertura e fechamento de estruturas, para controle da umidade relativa do ar e da temperatura interna. A variabilidade térmica prevista exige atenção tanto para períodos de temperaturas elevadas, que podem intensificar o estresse fisiológico, quanto para episódios de frio mais intenso, que podem comprometer o crescimento e o desenvolvimento das culturas;
  • A maior nebulosidade, associada ao aumento das chuvas, pode resultar em redução da radiação solar incidente, impactando especialmente sistemas protegidos e na produção de mudas, onde a luminosidade é fator crítico para a qualidade das plantas. Nesses casos, é importante ajustar o manejo, evitando excessos de irrigação e de adubação nitrogenada, que podem agravar problemas fitossanitários e comprometer a rusticidade das mudas.
FRUTICULTURA
  • Implantar ou manter a cobertura vegetal nos pomares de forma que esta proteja o solo e retenha a água;
  • Atentar para o monitoramento do acumulo de horas de frio no período visando ao planejamento correto do manejo de quebra de dormência para o próximo ciclo, devido a oscilação térmica (possível acumulo não homogêneo de frio);
  • Atenção ao manejo fitossanitário pós-colheita para evitar reentrada de doenças em considerando os prognósticos de temperaturas e precipitação acima da média no trimestre;
  • Realizar adubação somente quando o solo apresentar umidade adequada;
  • Evitar o excesso de adubação com nitrogênio, principalmente em macieiras e pessegueiros, para que não ocorra estímulo a brotações.
SILVICULTURA
  • Postergar os plantios de outono para meados a final de maio em diante, em função da melhor disponibilidade hídrica;
  • Manter o planejamento de plantios em áreas de ocorrência de geadas com prudência, porém em função da previsão de inverno menos intenso em termos de temperaturas, os riscos são menores.
FORRAGEIRAS E CONFORTO ANIMAL

O vazio forrageiro outonal coincide com o final de ciclo produtivo das pastagens de verão e com o momento da implantação das pastagens de inverno ou melhoramento do campo nativo com a técnica de sobressemeadura, para o qual indica-se:

  • Realizar a semeadura de forrageiras de inverno de ciclo longo, anuais ou perenes, o mais cedo possível, desde que haja condições de umidade adequada, evitando-se o manejo de solos encharcados;
  • Evitar a aplicação de ureia nas forrageiras em dias com previsão de alta precipitação pluviométrica;
    Reduzir a carga animal em pastagens naturais, mantendo uma disponibilidade forrageira de no mínimo 8%;
  • Diferir potreiros com pastagens cultivadas de inverno e campo nativo, melhorado com sobressemeadura de espécies hibernais para permitir o reestabelecimento dessas espécies e acumular forragem para o período hibernal, respeitando uma altura mínima para o pastoreio de 15 a 18 cm;
  • Priorizar os melhores campos, preferencialmente diferidos ou cultivados, para as categorias animais em crescimento, como terneiros e terneiras desmamadas, novilhas de primeira-cria e fêmeas gestantes;
  • Utilizar sistemas sustentáveis como a Integração Lavoura-Pecuária para novilhos em terminação, visando melhorar a produtividade do rebanho;
  • Embora o período seja caracterizado por temperaturas mais amenas que as registradas no verão, com a possibilidade de registros de ondas de calor, os produtores rurais devem ficar atentos ao manejo dos animais nas estações de transição, como o outono, para adotar medidas que incluem fornecimento de sombra, ventilação e dieta adequadas, e monitorar, com frequência, o rebanho para evitar prejuízos econômicos devido ao estresse térmico.

Fonte: EMATER/RS



 

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Sustentabilidade

Soja avança com Chicago e dólar, melhora preços e reativa negócios no Brasil; confira cotações

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O mercado brasileiro de soja registrou melhora nas cotações ao longo desta quinta-feira (26), impulsionado pela alta na Bolsa de Chicago e pela valorização do dólar. O movimento abriu melhores oportunidades nos portos e contribuiu para destravar negócios, mesmo sem variações expressivas nos preços.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente foi mais favorável à comercialização. “O produtor apareceu mais no mercado hoje, o que ajudou a melhorar o fluxo”, afirmou. Apesar de leve recuo nos prêmios, o impacto sobre os preços físicos foi limitado.

Saiba os preços da soja no Brasil nesta quinta-feira (26):

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 109,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 110,50
  • Paranaguá (PR): passou de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): estável em R$ 131,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago, sustentados pela valorização do petróleo e por sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos. As exportações semanais americanas superaram as expectativas do mercado, com destaque para as compras da China.

Além disso, fatores geopolíticos e econômicos seguem no radar dos investidores. As incertezas no Oriente Médio continuam dando suporte ao petróleo, enquanto a possível retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e China aumenta as expectativas para o setor.

À espera do USDA

O mercado também aguarda dados importantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), como o relatório de intenção de plantio, que deve indicar aumento da área de soja no país, e os estoques trimestrais.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda, reforçando a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

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Sustentabilidade

Deral projeta 1a safra 2025/26 de milho no Paraná em 3,823 milhões de toneladas – MAIS SOJA

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O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimentoestimou, em seu relatório mensal de março, que a produção da 1a safra de milho 2025/26 no Paraná deve alcançar 3,823 milhões de toneladas, alta de 28% frente às 2,993 milhões de toneladas colhidas na safra anterior (2024/25).

A área plantada foi projetada em 345,2 mil hectares, avanço de 25% sobre os 275,6 mil hectares cultivados em 2024/25. A produtividade média é estimada em 11.074 quilos por hectare, acima dos 10.861 quilos por hectare registrados na temporada passada.

2a safra 2025/26 de milho do Paraná é estimada em 17,540 milhões de toneladas

De acordo com o Deral, em seu relatório mensal de março, a produção da 2a safra de milho 2025/26 no Paraná deve atingir 17,540 milhões de toneladas, recuo de 1% frente às 17,642 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior (2024/25).

A área cultivada foi estimada em 2,865 milhões de hectares, crescimento de 2% em relação aos 2,809 milhões de hectares da safra passada. A produtividade média foi projetada em 6.122 quilos por hectare, abaixo dos 6.285 quilos por hectare registrados em 2024/25.

Fonte: Safras News



 

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