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24 de junho de 2026

Business

Produção de laranja abastece merenda escolar e garante refeição nutritiva

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O município de Rio Preto da Eva, conhecido como “Terra da Laranja” e principal polo citrícola do Amazonas, se destaca pela produção que abastece a merenda escolar em várias cidades do estado. A ação integra o Programa de Regionalização da Merenda Escolar (Preme), que prioriza alimentos frescos e fortalece a agricultura familiar.

Na Fazenda Progresso, uma das três maiores produtoras de laranja do Amazonas, a colheita segue em ritmo acelerado. Após a colheita, as laranjas seguem para o galpão, onde passam por um rigoroso processo de lavagem, seleção e classificação. O produtor, Alfredo Decares, acompanha de perto cada etapa para garantir que apenas frutas de qualidade cheguem às escolas.

Segundo ele, o maquinário separa as laranjas por tamanho e descarta aquelas com defeitos. O processo envolve dezenas de trabalhadores, desde a colheita até a seleção das frutas no galpão. “A laranja vem do campo, passa pela máquina de lavagem e classificação. As que não estão apropriadas para venda são retiradas”, detalha o produtor.

Vantagem da parceria

Segundo o produtor Alfredo Decares, a parceria com o Programa de Regionalização da Merenda Escolar (Preme) garante estabilidade aos agricultores locais. Ele explica que, durante as grandes safras, quando o preço do mercado tende a cair, o fornecimento para a merenda escolar assegura uma renda justa e evita prejuízos.

As entregas variam conforme a demanda do programa, quando há fruta disponível, os pedidos são atendidos; caso contrário, os pedidos não são aceitos.

Produção local

Somente em 2025, mais de 1.200 produtores foram credenciados pelo programa, alcançando 42 municípios do Amazonas. Entre os 31 itens que compõem a merenda escolar, a laranja se destaca como símbolo de qualidade e procedência, saindo de Rio Preto da Eva para todo o estado. A produção local fortalece a agricultura familiar e garante uma alimentação mais nutritiva para os estudantes.

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Exportações de café caem 18% na safra 2025/26, mas receita se mantém com preços

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Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de café somaram 35,4 milhões de sacas de 60 kg entre julho de 2025 e maio de 2026, volume 18% inferior ao registrado no mesmo período da safra anterior, quando o país embarcou 43 milhões de sacas.

Apesar da retração, a receita praticamente se manteve estável, alcançando US$ 13,6 bilhões, ante US$ 13,7 bilhões na temporada 2024/25, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o Cepea, o resultado evidencia o impacto dos preços elevados do café ao longo da safra 2025/26, que compensaram, em grande parte, a redução do volume exportado.

Segundo os pesquisadores, a queda nos embarques foi consequência da combinação entre a menor produção da safra 2025/26 e os estoques nacionais historicamente reduzidos. Ao longo da temporada, o café disponível foi sendo gradualmente comercializado, restando um volume bastante limitado para negociação.

O Cepea destaca ainda que os produtores, favorecidos pelos altos preços obtidos durante o ciclo, não tiveram necessidade de acelerar a venda dos volumes remanescentes.

Nova safra ainda não deve impulsionar exportações

Com o avanço da colheita da safra 2026/27 ao longo de maio, as negociações envolvendo a nova produção ganharam ritmo. No entanto, segundo o Cepea, esse movimento ainda não deve se refletir imediatamente nas exportações.

Isso porque o café recém-colhido precisa passar pelas etapas de preparo e beneficiamento antes de estar apto para embarques em maior escala. Conforme o centro de pesquisas, os primeiros reflexos da nova safra sobre as exportações podem começar a aparecer nos dados de junho, ainda de forma parcial.

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Colheita de milho em Mato Grosso alcança 20,86% da área

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A colheita de milho da safra 2025/26 em Mato Grosso atingiu 20,86% da área projetada, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O avanço foi de 9,6 pontos porcentuais em uma semana. No mesmo período da temporada passada, os trabalhos alcançavam 14% da área.

O médio-norte de Mato Grosso lidera o andamento da colheita, com 29,92% da área já colhida, de acordo com o levantamento divulgado pelo Imea.

Na produtividade, o instituto apontou média de 120,28 sacas por hectare. O resultado ficou acima das estimativas registradas ao longo dos últimos meses. Em fevereiro, março e abril, a projeção era de 116,61 sacas por hectare. Em maio, o índice subiu para 118,71 sacas por hectare.

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Com esse desempenho, a produção estimada de milho em Mato Grosso foi calculada em 53,35 milhões de toneladas.

No mercado, a comercialização da safra 2025/26 chegou a 47,32% da produção estimada até a terceira semana de junho. O porcentual mostra avanço na comparação com os meses anteriores. Em fevereiro, o volume negociado correspondia a 31,02% da safra. Em março, o índice era de 34,33%; em abril, de 39,51%; e, em maio, de 45,84%.

Para a safra 2026/27, o Imea informou que mais de 4,50% da produção estimada já foi comercializada. Na evolução mensal, o porcentual saiu de 0,05% em fevereiro para 0,60% em março, 1,55% em abril e 2,69% em maio.

Os dados do Imea indicam avanço da colheita, revisão para cima na produtividade média e crescimento gradual das vendas do milho tanto na safra 2025/26 quanto no ciclo 2026/27 em Mato Grosso.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Chuvas na maturação acendem alerta nas lavouras de algodão em Mato Grosso

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

O clima instável na reta final da safra de algodão em Mato Grosso forçou os cotonicultores a intensificarem o monitoramento nas lavouras. Chuvas localizadas atingiram áreas em plena fase de maturação da cultura, gerando preocupação com possíveis perdas na qualidade da fibra.

O impacto real do excesso de umidade na pluma ainda passa por avaliação das equipes técnicas em campo. O problema meteorológico surge justamente no momento em que as máquinas começam a entrar nas primeiras áreas para a colheita.

Diante disso, alguns cotonicultores mato-grossenses para proteger o algodão que ainda está nas plantas optaram em acelerar as operações de desfolha e a aplicação de reguladores de crescimento e maturadores. De acordo com o balanço divulgado pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), apesar do revés climático, o potencial produtivo global do estado ainda é considerado favorável.

Manejo fitossanitário

Além do fator climático, o manejo fitossanitário exige atenção redobrada nesta reta final da temporada. O bicudo-do-algodoeiro apresenta alta incidência em todas as regiões produtoras de Mato Grosso, o que demanda rigor nas estratégias de controle químico.

A orientação técnica da Ampa para as próximas semanas é manter o combate ao inseto. Paralelamente, os produtores devem avaliar os talhões afetados pelas chuvas para reduzir prejuízos e garantir o padrão tecnológico da fibra na entrega às algodoeiras.

Na safra 2025/26, Mato Grosso semeou 1,375 milhão de hectares de algodão. A expectativa, conforme levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), é de que o estado registre uma produtividade média de 304,2 arrobas por hectare de algodão em caroço e uma produção de 6,27 milhões de toneladas, alta de 2,12% ante a estimativa de maio. Somente em pluma são esperadas 2,574 milhões de toneladas.


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