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7 de novembro de 2026

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Pesquisa identifica gene que pode ajudar no controle de pragas em tomates

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Estudos liderados pela Embrapa, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (Inia) do Uruguai, mapearam o genoma do tomateiro e demonstraram a função do gene responsável por conferir o porte ereto às folhas dessa planta. A característica é importante para o controle de pragas, o aumento da tolerância ao calor e o incremento da produção por área cultivada.

A descoberta permite o ganho de escala no desenvolvimento de novas cultivares associadas com a arquitetura das plantas do tomateiro. Dessa forma ela favorece as pesquisas na área de melhoramento genético.

O estudo foi possível porque os pesquisadores observaram plantas com uma mutação natural na coleção de germoplasma de tomateiro da Embrapa. Estas apresentavam uma arquitetura de folhas eretas. “A partir da observação em campo, em que vimos a manifestação dessa característica, nós fizemos cruzamentos com plantas de folhagem normal. No nosso trabalho de mapeamento genético, observamos que toda vez que uma planta apresentava o porte ereto, havia um marcador molecular de DNA específico que nos permitiu aterrissar no genoma e encontrar a exata localização do gene que controla esse fenótipo no cromossomo número 10 do tomateiro”, explica a pesquisadora Maria Esther Fonseca, da área de Análise Genômica da Embrapa Hortaliças (DF).

A descoberta

Após identificar o gene candidato, a equipe da pesquisa liderada por Francisco Aragão, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF), utilizou a ferramenta de edição genética CRISPR-Cas9 para comprovar sua função. Nesse trabalho, a edição seletiva do gene de plantas com folhagem normal induziu o fenótipo de planta ereta, confirmando, assim, a sua função.

“No caso específico dessa pesquisa, o maior mérito está na descoberta e na validação do gene em si. Nossa equipe percorreu todas as etapas nesta descoberta, desde a observação da característica nas plantas no campo, passando pela localização genômica e finalizando com a prova de conceito da edição, que demonstrou de maneira inequívoca a função do gene”, contextualiza o pesquisador Leonardo Boiteux, da área de Melhoramento Genético Vegetal da Embrapa Hortaliças.

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Aplicação do conhecimento em outras espécies

A aplicação do conhecimento sobre o gene exato que responde pelo porte ereto das folhas, vai além do tomateiro. Segundo Boiteux, o estudo das relações evolutivas entre diferentes espécies demonstrou que genes similares ao do tomateiro também estão presentes no milho, pêssego e outras espécies herbáceas e arbóreas. “A nossa hipótese é que genes similares possam ser encontrados em outras espécies, mas agora, sabendo o gene exato, nós podemos editar e gerar uma planta ereta do tomateiro e possivelmente de outras espécies vegetais”, sinaliza.

Ao confirmar a função do gene, os pesquisadores estabeleceram, então, uma base genética sólida para o desenvolvimento de cultivares de tomate mais adaptadas a sistemas de cultivo intensivo. “O estudo aponta que a estratégia pode ser estendida a outras hortaliças, cereais e frutíferas, contribuindo para enfrentar os desafios globais de segurança alimentar, eficiência agrícola e sustentabilidade”, completa Aragão, ao ressaltar que o potencial de integração de ferramentas genômicas modernas com o melhoramento genético tradicional acelera o aprimoramento de culturas agrícolas.

Menor exposição ao sol e menos perda de água

A arquitetura da planta é um fator que impacta o manejo e a produtividade das culturas agrícolas. Dessa forma, estabelecer o fenótipo de folhas eretas é importante para garantir vantagens como melhor distribuição da luz e maior conforto térmico para as plantas. O ângulo das folhas eretas minimiza a incidência direta do sol e, assim, há menos estresse por calor e menor perda de água.

“Nas plantas convencionais de tomate, com folhas na posição horizontal, nas horas mais quentes do dia, sob o sol das 11h às 15h, ocorre um estresse oxidativo mais intenso. Quando as folhas são eretas, a planta sofre menor evapotranspiração, o que acaba gerando um tipo de proteção térmica”, acentua o pesquisador do Inia, Matias González-Arcos.

Porém, a vantagem potencial mais evidente dos tomateiros com folhas eretas está na possibilidade de fazer maior adensamento do plantio e, assim, otimizar a área de produção ao aumentar o número de plantas por hectare. No caso do tomate para processamento industrial, por exemplo, é possível aumentar ainda mais o adensamento, sem que isso implique em maior competição por luz.

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Facilidade no controle de doenças e pragas

A posição vertical das folhas de tomateiro otimiza o controle químico e biológico de doenças e também pragas, especialmente moscas-brancas, que se instalam no lado inferior das folhas. Por mais que se faça a fragmentação das gotas dos produtos nas pulverizações, é muito difícil alcançar embaixo das folhas.

“Um dado promissor foi a redução na preferência por moscas-brancas, importante praga da cultura. Plantas editadas receberam até 2,5 vezes menos insetos, possivelmente devido à maior exposição das superfícies abaxiais das folhas – local preferido para a postura de ovos – às condições ambientais e inimigos naturais, desfavorecendo a colonização”, destaca o estudante da UnB, Pedro Brício Brito Fernandes que defendeu sua dissertação sobre esse tema.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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curso gratuito oferece 400 vagas para formação de baristas

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A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Nescafé disponibilizam 400 vagas gratuitas para um curso introdutório de barismo, com inscrições abertas até 20 de novembro. A formação é on-line, tem seis videoaulas e busca ampliar a qualificação profissional de interessados em trabalhar com cafés especiais.

Intitulado Primeiros Passos no Café Especial, o curso será ministrado por Rogério Oliveira, masterbarista da Nestlé Professional. As inscrições devem ser feitas pela plataforma BSCA Academy.

O conteúdo inclui conceitos de cafés especiais, montagem de cardápio de bebidas, manuseio da máquina de espresso, regulagem do moinho e técnicas de extração. A capacitação também apresenta orientações para o preparo de espresso e o desenvolvimento de habilidades para quem deseja atuar como barista. Ao final, os participantes recebem certificado de conclusão.

Segundo Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA, a iniciativa busca ampliar o acesso à formação no setor.

“A educação em cafés especiais tem sido um vetor de transformação dessa comunidade no Brasil e a parceria com a Nescafé ocorre exatamente nesse sentido de ampliar a entrega de capacitação de qualidade a profissionais de um setor que cresce a dois dígitos ao ano”, afirma.

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Barbara Velo, gerente de Coffee Expertise da Nestlé Brasil, destaca que o curso também pretende contribuir para a entrada de novos profissionais no mercado de trabalho.

BSCA e Nescafé apoiam Campeonato Brasileiro de Barista

Além do curso, a Nescafé apoiará o Campeonato Brasileiro de Barista, organizado pela BSCA durante a Semana Internacional do Café (SIC) 2026, em Belo Horizonte (MG), de 11 a 13 de novembro.

A competição avalia o desempenho dos participantes no preparo de cafés espressos, bebidas com leite vaporizado e criações autorais, chamadas de bebidas de assinatura.

Cada competidor tem até 15 minutos para apresentar quatro espressos, quatro bebidas com leite vaporizado e quatro bebidas de assinatura. Os juízes avaliam critérios como sabor, qualidade e persistência da crema — camada de espuma que se forma na superfície do espresso —, equilíbrio entre café e leite, criatividade e domínio dos equipamentos e ingredientes.

O vencedor será o campeão brasileiro de barista e terá a oportunidade de representar o país no World Barista Championship, campeonato mundial da categoria marcado para Tóquio, no Japão, de 28 de abril a 1º de maio de 2027. As despesas da participação serão custeadas, segundo as informações divulgadas pela organização.

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A Nescafé também terá uma representante na disputa: a barista Pamela Santiago, que conta com consultoria técnica da equipe Sabino Coffee.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Conab instala linhas de vida móveis em unidades do RN e do PI

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluiu a instalação de linhas de vida móveis em dez unidades armazenadoras do Rio Grande do Norte e do Piauí. Os equipamentos foram adotados para reforçar a segurança de empregados e terceirizados em atividades executadas a mais de dois metros do solo. A medida integra a adequação da estatal à Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), voltada ao trabalho em altura.

O sistema conecta o operador a um ponto seguro da estrutura e, em caso de desequilíbrio ou queda, atua para impedir o impacto contra o chão ou níveis inferiores. Segundo a Conab, a medida também fortalece a segurança jurídica nas relações de trabalho.

No Piauí, o investimento em seis conjuntos de linhas de vida móveis somou R$ 376 mil, por meio do Pregão Eletrônico nº 90.015/2025. As unidades de Floriano e Picos receberam um conjunto cada. Parnaíba recebeu dois equipamentos, sendo um para a unidade do município e outro para a Unidade Satélite de Vendas de Piripiri. Em Teresina, os dois conjuntos restantes foram instalados nas estruturas do 1º Distrito Industrial e do bairro Itararé.

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No Rio Grande do Norte, a aquisição contemplou as unidades de Assú, Caicó, Currais Novos, Mossoró, Umarizal e Natal Caiapós. O investimento foi de R$ 318 mil, viabilizado pelo Pregão Eletrônico nº 90.002/2026.

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De acordo com o superintendente regional da Conab no Rio Grande do Norte, Sebastião José de Arruda Júnior, a falta de um sistema adequado de ancoragem limitava a altura das pilhas de sacarias a dois metros, o que restringia o aproveitamento total do espaço nos galpões. Com a instalação dos novos equipamentos, essa limitação foi superada.

Arruda Júnior afirmou que a mudança permite elevar as pilhas com segurança e ampliar a capacidade de armazenagem de milho, cestas de alimentos e outros produtos. Ele também destacou que o modelo móvel reduz em cerca de 80% o custo da ancoragem em relação às estruturas fixas convencionais, que exigem cabos de aço em todo o galpão.

Com a instalação das linhas de vida móveis, a Conab reforça a segurança no trabalho em altura em unidades armazenadoras do Rio Grande do Norte e do Piauí e amplia o uso da capacidade operacional dos galpões.

Fonte: gov.br

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Roberto Rodrigues revela seu maior sonho para o agro

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O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues foi homenageado com o prêmio Semeador da Paz, durante o Fórum Planeta Campo 2026, realizado nesta sexta-feira (6), em São Paulo. O reconhecimento celebra a trajetória de um dos principais nomes do agronegócio brasileiro, que dedicou décadas ao fortalecimento do cooperativismo, à modernização da agricultura e à defesa da segurança alimentar.

Em um vídeo exibido durante a homenagem, Rodrigues relembrou momentos importantes de sua carreira e destacou o papel que o Brasil pode desempenhar na produção mundial de alimentos. Para ele, o desenvolvimento do agronegócio brasileiro representa também uma oportunidade de contribuir para a paz mundial.

“Se nós alimentarmos o mundo, nós seremos também, o Brasil será também o campeão mundial da paz. E esse é o único legado que eu sonho em deixar ainda”, afirmou.

A declaração resume uma das principais bandeiras defendidas pelo ex-ministro: transformar o potencial produtivo do país em uma estratégia nacional voltada à segurança alimentar.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, também homenageou Roberto Rodrigues e destacou sua contribuição para transformar a agricultura brasileira em referência internacional.

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“Roberto Rodrigues foi um dos personagens que mudou a agricultura brasileira, que a tornou referência para o mundo inteiro”, afirmou Alckmin.

Alckmin também falou sobre a atuação de Rodrigues em questões relacionadas às mudanças climáticas e ao combate à fome, além de sua trajetória nos setores público, acadêmico, industrial e científico.

Além disso, o vice-presidente agradeceu pelo trabalho desenvolvido em prol do Brasil e dos brasileiros.

Origem

A ligação de Roberto Rodrigues com a agricultura começou ainda na infância. Filho de um profissional ligado à pesquisa agrícola, ele cresceu na Estação Experimental de Cordeirópolis, no interior de São Paulo, onde seu pai trabalhava.

“A ligação com a agronomia e com a agricultura era muito íntima. Cresci na fazenda desde que nasci, na Estação Experimental de Cordeirópolis, onde meu pai era chefe, e passei a infância toda na roça, vivendo intensamente a vida rural”, recordou.

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Entre 1961 e 1965, estudou na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), instituição que considera determinante para sua formação pessoal e profissional. “A Esalq foi, na verdade, a grande escola da minha vida”, afirmou.

Sua trajetória ganhou projeção nacional com a atuação no cooperativismo e na articulação de entidades representativas do setor agropecuário.

À frente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Rodrigues participou, ao lado de Alysson Paolinelli, então presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e Flávio Telles de Menezes, que presidia a Sociedade Rural Brasileira (SRB), da criação da Frente Ampla da Agropecuária, que reuniu mais de 70 entidades.

“Acabei criando, por causa disso, a atual Frente Parlamentar da Agropecuária”, lembrou.

Participação na criação da Agrishow

Outro marco destacado no vídeo foi sua participação na criação da Agrishow, feira realizada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, que se consolidou como um dos principais eventos de tecnologia agropecuária da América Latina.

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Rodrigues relembrou as articulações para viabilizar o projeto, envolvendo a Secretaria de Agricultura de São Paulo e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

“Vamos fazer uma feira dinâmica lá em Ribeirão Preto. A Secretaria de Agricultura vai entrar com a estação experimental”, contou, ao recordar a proposta que deu origem ao evento.

A atuação no cooperativismo também levou Rodrigues ao cenário internacional. Ele se tornou o primeiro não europeu a presidir a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), além de representar pela primeira vez o segmento agrícola no comando da organização. “Levei o Brasil, a brasilidade para a ACI”, destacou.

Em 2002, assumiu a presidência da Abag, ampliando sua participação nas discussões sobre políticas públicas e desenvolvimento do agronegócio.

Modernização da agricultura brasileira

À frente do Ministério da Agricultura, Rodrigues participou de decisões relacionadas à modernização da produção agropecuária brasileira.

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Entre os avanços destacados em seu depoimento está a aprovação da legislação de biossegurança, que estabeleceu regras para a utilização de organismos geneticamente modificados no país.

“Isso mudou o Brasil, gente. Se você olhar os gráficos de produção agrícola…”, afirmou, fazendo um gesto ascendente com a mão para ilustrar o crescimento da atividade.

O ex-ministro também relembrou a defesa de um modelo de produção baseado na integração entre lavoura, pecuária e floresta, associado a políticas de crédito rural e mecanismos de garantia de preços.

“Era um projeto para o Brasil, da integração entre lavoura, pecuária e floresta. Um projeto de política, crédito rural, preço de garantia, um projeto completo”, explicou.

Durante a retrospectiva, Rodrigues também prestou reconhecimento a Alysson Paolinelli, ex-ministro da Agricultura e um dos nomes associados à transformação da produção agropecuária brasileira.

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“Eu devo dizer que o meu ídolo é o Alysson Paolinelli. Ele é que acendeu o farol do futuro, das expectativas”, declarou.

Uma história ligada ao Canal Rural

A trajetória de Roberto Rodrigues também está diretamente relacionada à história do Canal Rural, que completa 30 anos em 11 de novembro de 2026.

Inaugurado em 1996, o canal surgiu em um período de transformação da agropecuária brasileira, ampliando o espaço dedicado à informação, à tecnologia e aos desafios enfrentados pelos produtores rurais.

Rodrigues esteve entre os fundadores e primeiros apresentadores da emissora.

“O Canal Rural surge nesse contexto, o contexto da decolagem do Brasil para o primeiro mundo”, afirmou na época da inauguração.

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Três décadas depois, sua trajetória permanece associada a iniciativas que contribuíram para a organização institucional, a representação política e a expansão da agricultura brasileira.

A homenagem com o prêmio Semeador da Paz reconhece essa contribuição e reforça a mensagem defendida pelo ex-ministro: a capacidade brasileira de produzir alimentos pode representar não apenas uma oportunidade econômica, mas também um instrumento para promover a segurança alimentar e a paz no mundo.

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