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13 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Lado a lado com o Soja Brasil: parceiros marcam presença na Abertura do Plantio da Soja

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Na última sexta-feira (3), o município de Sidrolândia, em Mato Grosso do Sul, recebeu a Abertura Nacional do Plantio de Soja safra 2025/26, evento que marcou o início oficial da nova temporada da soja e do Projeto Soja Brasil. Parceiros, autoridades, produtores rurais e representantes do setor se reuniram na Fazenda Recanto o acompanhamento constante do projeto ao longo dos anos.

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Entre os presentes, esteve Adilson Oliveira Jr, chefe-adjunto administrativo da Embrapa Soja, que destacou a força da parceria entre ciência e campo. “Não existe sucesso maior do que a soja. O produtor rural, aliado à ciência e à tecnologia, forma uma combinação que nos permite crescer ainda mais como país. Em nome da Embrapa, agradeço e desejo uma ótima safra a todos”, afirmou.

Durante a cerimônia, foi exibido um vídeo institucional da Ihara, em comemoração aos 60 anos da empresa. O gerente comercial da Ihara, Rafael Scapini, reforçou o orgulho da parceria com o Soja Brasil. “Estamos há mais de 10 anos ao lado do projeto, apoiando o Canal Rural e os produtores. A cada safra, plantamos também esperança em um novo ciclo. Temos soluções completas para o sojicultor em todas as fases da lavoura, fruto da união entre trabalho, inovação e confiança”, destacou.

O evento também contou com um vídeo de Mauro Correia, CEO da Mitsubishi Motors, que ressaltou a evolução do agronegócio e o papel das novas tecnologias. “Essa safra tende a ser recorde, o que mostra o quanto o setor evoluiu, especialmente em tecnologia e novos conceitos. Vivemos uma nova geração de produtores, atentos à conectividade e à inovação. A nova geração de picapes da Mitsubishi foi desenvolvida para atender esse público, mais robustas, tecnológicas e premiadas em todo o Brasil”, afirmou.

Representando a Profarm, a country manager Susana Martins Carvalho também discursou durante a abertura. “É um prazer estar aqui na Fazenda Recanto e participar deste momento simbólico para a safra 2025/26. Agradeço à família Basso, ao Canal Rural, à Aprosoja Brasil e a todos os produtores e suas famílias. A Profarm atua há 27 anos no Brasil com um portfólio completo de biosoluções. Caminhamos ao lado do produtor, oferecendo tecnologias que aumentam a produtividade e a sustentabilidade da soja”, destacou.

O gerente regional da Bayer Brasil, Diego Lohmann Bortolini, reforçou a importância do Mato Grosso do Sul para a empresa. “Foi aqui que registramos uma das maiores adoções das nossas biotecnologias. Lançamos a primeira geração da Intacta em 2012 e, em 2021, a Intacta 2. É uma grande satisfação ver a força dessa tecnologia entre os produtores sul-mato-grossenses”, disse.

Patrocinadora local, a Fendt também marcou presença. A empresa apresentou o trator Fendt 728, de 280 cavalos, além de outros modelos da série 900 e 1000 Vario, e uma linha completa de plantadeiras e colheitadeiras. “O público pôde conhecer de perto todas as tecnologias embarcadas para o plantio e colheita. É uma oportunidade de mostrar como a Fendt está preparada para atender o produtor em todas as etapas da produção”, destacou Rafael Pereira, coordenador comercial da marca.

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Sustentabilidade

Agronegócio gaúcho registra alta de 13,1% nas exportações em julho – MAIS SOJA

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O agronegócio gaúcho manteve seu protagonismo na balança comercial do Estado em julho de 2026, consolidando um desempenho positivo em valor e volume na comparação interanual. Segundo relatório da Assessoria Econômica da Farsul, o valor exportado pelo setor atingiu US$ 1,39 bilhão, um crescimento de 13,1% em relação a julho de 2025.

O resultado do mês foi sustentado, majoritariamente, pelo desempenho do complexo soja – que abrange grãos, óleo e farelo – e pela recuperação nas exportações de carne de frango in natura. Enquanto o valor exportado subiu 13,1%, o volume embarcado avançou 21,7%, totalizando 1,96 milhão de toneladas. Esse indicador de volume superior ao valor aponta uma expansão focada em escala física, com uma leve redução no valor médio por tonelada no período.

Destaques e vetores de mercado

O complexo soja foi o principal motor de julho, com alta de 67,7% em valor e 44,8% em volume, impulsionado por uma demanda chinesa firme pela soja em grãos e pela forte necessidade indiana por óleos vegetais, o que elevou drasticamente as exportações de óleo de soja em bruto.

No setor de proteínas animais, a carne de frango in natura também se destacou, crescendo 39,8% em valor e 25,5% em volume. O dado reflete um cenário de normalização de mercado após os desafios sanitários enfrentados no ano anterior. Já a carne bovina, embora tenha registrado queda pontual em julho devido à aproximação do limite de cota chinesa e ao redirecionamento de embarques, mantém um crescimento sólido de 27,7% no acumulado do ano.

Por outro lado, o setor de fumo não manufaturado manteve-se como o principal limitador do desempenho mensal, enfrentando um mercado global mais abastecido e competitivo, com o aumento da oferta por parte de concorrentes internacionais, especialmente países africanos.

Destinos e Cenário Acumulado

A Ásia, excluindo o Oriente Médio, reafirmou sua posição como o principal destino dos produtos gaúchos, absorvendo US$ 714,2 milhões. A China permanece como o parceiro comercial líder, responsável por 31,7% do valor exportado pelo agronegócio gaúcho em julho.

No acumulado de janeiro a julho de 2026, as exportações do setor somam US$ 8,24 bilhões, um avanço de 9,2% frente ao mesmo período de 2025. “O acumulado de 2026 confirma uma pauta sustentada por soja e proteínas, evidenciando a força do agronegócio como base da economia gaúcha, mesmo diante dos desafios de competitividade em setores específicos como o fumo”, aponta a análise da Farsul.

Confira o relatorio completo

Fonte: Farsul



 

FONTE

Autor:Farsul

Site: Farsul

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia mais cauteloso nos negócios, atento ao relatório do USDA – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira mais cautelosa nos negócios, com as atenções voltadas ao relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado hoje. O dólar opera em queda frente ao real. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sobe, reagindo frente às perdas de ontem.

O mercado brasileiro de milho teve uma terça-feira um pouco mais agitada depois que o dólar avançou bem. Houve melhor movimento principalmente no porto, com o câmbio mais favorável às exportações. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, há muita expectativa para o relatório de oferta e demanda de agosto, que será divulgado nesta quarta-feira, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Molinari destaca que o mercado aguarda o relatório para decisões de venda do milho. Quanto aos preços, internamente não houve maiores mudanças, mas nos portos houve uma leve melhora diante da subida do dólar.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 66,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,50/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 59,00/61,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/58,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* 0s contratos de milho com entrega em setembro operam a US$ 4,40 3/4, alta de 4,00 centavos, ou 0,91% relação ao fechamento anterior.

* O mercado avança na expectativa pelo relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado às 13h desta quarta-feira (12). A alta do petróleo também favorece as cotações.

Para o relatório, estimativas compiladas pelo The Wall Street Journal e pela Dow Jones apontam produção norte-americana de milho de 15,944 bilhões de bushels em 2026/27, enquanto a Reuters projeta 15,934 bilhões, ambos abaixo dos 16 bilhões de bushels estimados em julho. Para os estoques finais dos Estados Unidos, as projeções também ficam abaixo das indicadas no mês passado.

Para os estoques finais norte-americanos da temporada 2026/27, The Wall Street Journal e Dow Jones projetam 1,73 bilhão de bushels, enquanto a Reuters aponta 1,725 bilhão, ambos abaixo dos 1,790 bilhão de bushels indicados em julho. No cenário global, as estimativas são de estoques finais de 273,4 milhões de toneladas, segundo The Wall Street Journal e Dow Jones, e de 273,77 milhões de toneladas, conforme a Reuters, frente aos 275,26 milhões de toneladas projetados no mês passado.

Ontem (11), o mercado foi pressionado pela expectativa de um clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e por um ajuste de posições antes do relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (12).

As chuvas e temperaturas mais amenas registradas na última semana no Meio-Oeste norte-americano reduziram parte das preocupações climáticas. O USDA informou que, até 9 de agosto, 61% das lavouras norte-americanas de milho estavam em condições boas ou excelentes, 25% em situação regular e 14% entre ruins e muito ruins. Os percentuais seguiram os mesmos em relação à semana anterior.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,36 3/4, baixa de 1,50 centavo, ou 0,34% relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,60 1/2, queda de 1,25 centavo, ou 0,27% por bushel em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,20% a R$ 5,1531. O Dollar Index registra baixa de 0,02% a 99,801 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* A maioria das bolsas da Ásia fechou com cotações firmes. China, +0,32%. Japão, +0,87%.

* As principais bolsas na Europa operam mistas. Paris, -0,09%. Frankfurt, +0,50%. Londres, +0,06%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 83,54 o barril (+0,40%).

AGENDA

09:00 – Pesquisa Mensal de Serviços/IBGE.

09:30 – Indice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

11:30 – Relatório Semanal de Petróleo da EIA (07/08).

13:00 – Relatório de O&D mundial e norte-americana de grãos de agosto (Wasde)/USDA.

– Resultados financeiros: Rumo, SLC, BB e Minerva.

—–Quinta-feira (13/08)

03:00 – Reino Unido: PIB – primeira estimativa trimestral (2º trimestre).

03:00 – Reino Unido: PIB mensal (junho).

06:00 – Zona do Euro: Produção Industrial (junho).

09:00 – Pesquisa Mensal de Comércio/IBGE.

09:00 – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola/IBGE.

09:00 Atualização da projeção para a safra brasileira de grãos 2025/26/Conab.

09:30 – Indice de Preços ao Produtor (PPI, julho).

09:30 – Dados de exportação semana de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros: Raizen, 3tentos e MBRF.

—–Sexta-feira (14/08)

06:00 – Zona do Euro: PIB – estimativa preliminar (2º trimestre).

06:00 – Zona do Euro: Emprego – estimativa preliminar (2º trimestre).

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultados financeiros: Cosan e Vibra.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Saiba como ficaram as cotações brasileiras de soja em dia de relatório do USDA

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja apresentou uma sessão de cotações mais firmes, sustentado pela melhora da paridade na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) e pelo avanço das indicações nos portos. Apesar da valorização dos preços, o volume de negócios reportado permaneceu limitado, diante da postura mais cautelosa dos produtores.

“O mercado tem um quadro de disputa no mercado interno, com a indústria buscando ofertas de soja, enquanto os produtores que ainda possuem produto seguem cadenciando as vendas”, afirmou o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Para Silveira, o basis doméstico também permanece firme, com boas indicações no mercado CIF fábrica. Ainda assim, os produtores continuam buscando preços mais elevados antes de fechar novos negócios, o que contribui para limitar a liquidez.

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No porto, as indicações também melhoraram, principalmente para pagamentos mais à frente. Para agosto, no entanto, a janela para novas operações de exportação já está mais curta, reduzindo o espaço para negócios com embarque imediato.

De acordo com o analista, o dólar também vem contribuindo para o ajuste das posições recentes. “Os prêmios seguem em patamares firmes, sustentados pela demanda nos portos”, destaca.

Preços de soja no Brasil

No mercado físico, as cotações apresentaram movimentos de alta em algumas das principais praças produtoras:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 140,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Paranaguá (PR): a saca avançou de R$ 146,00 para R$ 147,00
  • Em Rio Grande (RS): as referências passaram de R$ 147,00 para R$ 148,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Apesar de o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter ficado entre neutro e baixista, os preços acompanharam a sinalização dos mercados vizinhos. Trigo e milho tiveram ganhos consistentes em meio à escalada do conflito no Mar Negro e aos temores de aperto da oferta.

A sinalização de boa demanda pela soja americana por parte dos chineses ajudou a sustentar as cotações. Hoje, os exportadores privados reportaram a venda de 244 mil toneladas para a China.

A estatal chinesa Sinograin vendeu cerca de 89% das 516 mil toneladas de soja importada ofertadas em seu terceiro leilão realizado nas últimas semanas nesta quarta-feira, segundo dois traders com atuação na Ásia consultados pela Reuters, enquanto a empresa estatal de estoques busca liberar espaço para a chegada de cargas de soja dos Estados Unidos.

Relatório de agosto

O relatório de agosto do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,519 bilhões de bushels em 2026/27, o equivalente a 123 milhões de toneladas. A produtividade foi reduzida de 53 para 52,7 bushels por acre. No relatório anterior, a estimativa era de 4,475 bilhões de bushels, ou 121,8 milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 4,469 bilhões de bushels, ou 121,6 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão projetados em 320 milhões de bushels, ou 8,71 milhões de toneladas. Em julho, a previsão era de 310 milhões de bushels, ou 8,44 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 302 milhões de bushels, ou 8,22 milhões de toneladas.

O USDA está trabalhando com esmagamento de 2,78 bilhões de bushels, acima dos 2,75 bilhões de julho, e exportações de 1,66 bilhão, sem alteração na comparação com o relatório anterior. Para a temporada 2025/26, o Departamento indicou estoques de passagem de 325 milhões de bushels, enquanto o mercado previa estoques de 324 milhões.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2026/27 em 442,25 milhões de toneladas. Em julho, a previsão era de produção de 441,7 milhões de toneladas.

Os estoques finais para 2026/27 estão estimados em 124,21 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,4 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2025/26 estão estimados em 125,12 milhões de toneladas, abaixo do esperado pelo mercado, de 125,6 milhões.

O USDA indicou safra brasileira em 2025/26 em 180,5 milhões de toneladas, contra 180 milhões do relatório anterior. Para 2026/27, a estimativa é de 186 milhões de toneladas. A produção da Argentina em 2025/26 está prevista em 49,5 milhões de toneladas, contra 50 milhões indicadas em julho. Para 2026/27, o USDA está trabalhando com safra de 50 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 14,50 centavos de dólar, ou 1,24%, a US$ 11,83 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,99 por bushel, com elevação de 14,75 centavos de dólar, ou 1,24%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4,20, ou 1,35%, a US$ 315,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,76 centavos de dólar, com ganho de 0,64 centavo, ou 0,93%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,1772 para venda e a R$ 5,1752 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1361 e a máxima de R$ 5,1807.

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