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Sustentabilidade

Maquinário da Fendt é destaque na Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/2026 no Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A Fendt, fabricante alemã de maquinário agrícola, marcará presença na Abertura Nacional do Plantio de Soja 2025/2026, que acontece no dia 3 de outubro, na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS), a partir das 9h. O evento reunirá produtores rurais, especialistas e lideranças do agro para discutir os principais desafios e inovações da soja brasileira.

Nesta edição, a Fendt fará demonstrações de seus equipamentos, destacando a tecnologia, eficiência e robustez que a marca oferece para otimizar o trabalho no campo, permitindo aos produtores conhecerem de perto as soluções avançadas da marca, fundamentais para maximizar a produtividade e a rentabilidade da safra.

Plantadeira Fendt Momentum e o trator Fendt 942 Vario durante o plantio de soja na Fazenda Recanto, em Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul

A fazenda da família Basso é referência quando o assunto é inovação no agro. Além da alta tecnologia das máquinas utilizadas no campo, que garante produtividade de ponta na soja e no milho, eles também estão atentos à sustentabilidade, que aliam tecnologia de última geração em emissão de poluentes, seguindo as normas rigorosas europeias e norte americanas. “Você não vê uma fumaça sair do escape mesmo o trator usando 100% de seu torque, juntamente da economia de combustível que é um grande diferencial dos equipamentos da Fendt. Alta produtividade e baixo custo são primordiais para a próxima safra”, ressalta Lucio Basso, da Fazenda Recanto.

Entre os temas debatidos destacam-se o mercado mundial de grãos, as condições climáticas e o papel dos biocombustíveis. “A Abertura Nacional do Plantio de Soja é uma data simbólica e estratégica para o setor. Estar presente neste evento, por meio da rede de concessionárias Impact, reforça o alinhamento da Fendt com as necessidades dos produtores e a busca constante por inovação no campo não apenas no Centro-Oeste, mas em todo o país”, afirma Rafael Antônio Costa, diretor Comercial da Fendt.

Na cerimônia de encerramento, haverá demonstração das máquinas da Fendt:

Colheitadeiras Fendt IDEAL 9T – A linha de colheitadeiras Fendt IDEAL possui como um dos principais diferenciais seu eficiente sistema de processamento, que se supera na qualidade e no manuseio dos grãos, na eficiência energética e na capacidade em uma grande variedade de condições. A colheitadeira possui exclusivo sistema de separação e trilha helicoidal e rotor mais longo já usado em colheitadeira, com 4,84 metros de comprimento. A Fendt IDEAL classe 9 possui um amplo tanque graneleiro, com capacidade de 17.100 litros, comportando aproximadamente 220 sacas de grãos um dos maiores do mercado. Também oferece acesso, em tempo real, aos dados, possibilitando, assim, que o operador saiba o que está acontecendo em sua máquina.

Tratores Fendt 1050 Vario Gen3 –  com 517 cv de potência, esses tratores são equipados com o motor MAN e a transmissão VarioDrive. Os tratores Fendt 1000 Vario G3 se adaptam às diferentes necessidades de potência nas mais variadas operações: preparo de solo, plantio, transbordo de grãos ou cana. Com seu exclusivo trem de força MOTOR + TRANSMISSÃO CVT, propicia um escalonamento de velocidades de até 0,01km/H, ou seja, oscilações de velocidades suaves, maior desempenho de torque do motor com baixa RPM, gerando assim desempenho e economia. Através da suspensão independente do eixo dianteiro, suspensão pneumática da cabine e suspensão pneumática no assento do operador, o equipamento oferece três níveis de conforto operacional para longas jornadas de trabalho. A alta tecnologia em agricultura de precisão é proporcionada por meio da plataforma FendtONE com funcionalidades como projeto de linhas, controle de seção e taxa variável. Além disso, a plataforma FendtONE oferece automação de funções para que o operador mantenha o foco na operação e personalização dos controles e telas, simplificando a operação. Conectividade e gestão de frota fecham o pacote de soluções através da plataforma Fendt Connect.

Plantadeiras Fendt Momentum 38 linhas – por  meio de tecnologias exclusivas, contribui para a eficiência operacional e produtividade na lavoura. O equipamento realiza o plantio em áreas planas e em terrenos irregulares ou em curvas de nível, garantindo uniformidade do conjunto de plantio sob o solo e juntamente com a tecnologia PRECISION PLANTING oferecemos o que é de melhor na questão de distribuição e gerenciamento do GRÃO e do ADUBO, resultando na melhor plantabilidade do mercado. Para que isso seja possível, o Fendt Smart Frame mantém a pressão dos pentes em relação ao solo com uma angulação de 40° proporcionada pelo Wing Flex. Com o equipamento em modo transporte a mesma possui 3,6 metros facilitando deslocamento para qualquer lugar em menos de 1 minuto e meio estará disponível para transporte ou pronta para o plantio.

Pulverizadores Fendt Rogator R934 – Pulverizador auto propelido que pode ser utilizado em diversas aplicações, pré-plantio e pós-emergência, durante toda a safra em culturas baixas e altas e diversos tipos de terrenos. Uma das soluções que garantem a eficiência na operação do Fendt Rogator 900 é o LiquidLogic, sistema de recirculação de insumo que faz a agitação proporcional do produto para que a aplicação ocorra com perfeição ao longo da barra, que fornece pressão. A régua eletrônica de nível para o tanque garante o uso da quantidade ideal de líquido. Assim, reduz o desperdício de produto e custos com manutenção por entupimento e sedimentação. As pulverizações ficam mais precisas com a Modulação por Largura de Pulso (PWM), pois a taxa de aplicação por corpo do bico é ajustada individualmente, independentemente da velocidade de operação, conta com um dos maiores vão livres do mercado, sistema de corte bico a bico, limpeza do sistema de produto, controle de velocidade com sincronização automática MOTOR x TRANSMISSÃO, gerando assim um dos melhores custos benefícios do mercado até 250ml/ha de consumo de combustível.

Sobre a Fendt

Fendt é a marca líder em alta tecnologia no Grupo AGCO para clientes com as mais altas exigências de qualidade de máquinas e serviços. Os tratores e colheitadeiras Fendt operam globalmente em fazendas profissionais, bem como em aplicações não agrícolas. Os clientes se beneficiam da tecnologia inovadora para aumentar o desempenho, a eficiência e a economia. O uso de tecnologias Fendt economizam recursos e ajudam os agricultores e empreiteiros a trabalharem de forma sustentável em todo o mundo.  Em suas instalações alemãs em Marktoberdorf, Asbach-Bäumenheim, Hohenmölsen, Feucht, Waldstetten e Wolfenbüttel, a AGCO emprega cerca de 7.000 pessoas em pesquisa e desenvolvimento, vendas e marketing, bem como em produção, serviço e administração.

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Sobre a AGCO

AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas e tecnologia de agricultura de precisão. A AGCO oferece valor para agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio de marcas diferenciadas, incluindo marcas principais como Fendt®️, Massey Ferguson®️, PTx e Valtra®️. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO ajuda os agricultores a alimentar o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e com sede em Duluth, Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente 11,7 bilhões de dólares em 2024. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Fonte: Assessoria de Imprensa Fendt



 



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Sustentabilidade

Condições de mercado estão difíceis para o produtor nacional de soja – MAIS SOJA

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O mercado mundial de soja passa por um momento de dificuldades. A ampla oferta da oleaginosa e as expectativas favoráveis pressionam as cotações. Em termos domésticos, a combinação de queda dos contratos futuros em Chicago e do dólar tornar o ritmo dos negócios ainda mais lento.

O cenário é cada vez mais complexo para a soja, tanto internamente como no exterior. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira, que participou nesta semana do 11o Safras Agri Week. “Para o Brasil, o maior desafio é o preço”, afirma.

Nos Estados Unidos, a demanda interna está aquecida, com bons esmagamentos, e ainda há a expectativa do retorno da China à ponta compradora. Para o produtor brasileiro, o consultor acredita que pode haver mais oportunidades no segundo semestre, se os estoques norte-americanos apertarem e sustentarem a Bolsa de Mercadorias de Chicago.

Na Argentina, a situação é bastante tranquila, conforme o analista Agustin Geier. “É muito cedo para se falar em atraso de colheita no país”, frisa. “Além disso, são esperadas 49,8 milhões de toneladas, o que é um patamar muito bom para nós”, relata, acrescentando que tudo está correndo bem e sem expectativa de quebra de safra argentina.

Nos subprodutos, a volatilidade tem sido muito grande com a guerra no Irã, que impulsionou os preços do petróleo. “Trouxe suporte ao óleo de soja, que é uma das alternativas para a produção de biodiesel”, finaliza o analista e consultor Gabriel Viana.

Conab e Abiove
A produção brasileira de soja deverá totalizar 179,151 milhões de toneladas na temporada 2025/26, com aumento de 4,5% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas. A projeção faz parte do 7º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na estimativa anterior, a previsão estava em 177,85 milhões de toneladas.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou as estatísticas do complexo soja, elevando as projeções para o ano de 2026. O novo balanço aponta que o Brasil deve atingir um patamar recorde de esmagamento interno, impulsionado pela robustez da safra e pela crescente demanda por derivados.

As estimativas para 2026 foram revisadas positivamente em relação ao levantamento anterior, com o processamento de soja no país devendo alcançar 62,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%. Esse avanço na atividade industrial reflete-se diretamente na oferta de produtos de maior valor agregado, com a produção de farelo de soja estimada em 47,9 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 12,5 milhões de toneladas.

Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE, destaca que a atualização dos dados reforça o amadurecimento e a resiliência da indústria brasileira. “O ajuste positivo nas expectativas de processamento evidencia a resiliência do setor frente à safra recorde. A conversão da matéria-prima em produtos de maior valor agregado fortalece os pilares da matriz energética e do suprimento alimentar brasileiro”, afirma.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Safras News

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Volatilidade marca mercado de soja e mantém ritmo moderado de negócios no Brasil

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O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com um ritmo moderado de negócios, em meio a oscilações ao longo do dia. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a sessão foi marcada por dois momentos distintos, refletindo a instabilidade nos principais formadores de preço.

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Pela manhã, o dólar e a Bolsa de Chicago operaram em queda, pressionando as cotações e reduzindo a oferta, especialmente nos portos. Esse movimento deixou os preços mais fracos no início do dia, com pouca disposição de venda por parte dos produtores.

Ao longo da sessão, no entanto, Chicago mudou de direção, ainda que com oscilações limitadas. Com isso, os preços passaram a variar entre estabilidade e leve baixa, dependendo da praça e das condições de pagamento. O produtor segue negociando conforme a necessidade de caixa, enquanto a indústria aproveita os níveis atuais para recompor margens.

No mercado físico brasileiro, as cotações apresentaram comportamento misto entre estabilidade e recursos pontuais. Saiba mais:

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 122,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 123,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 119,00 para R$ 118,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 108,00
  • Dourados (MS): desceu de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): queda de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 128,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta nesta sexta-feira (17) na Bolsa de Chicago, em mais uma sessão volátil. O mercado foi influenciado pelo reposicionamento de carteiras antes do fim de semana e pelo comportamento de outros ativos.

Na semana, o contrato maio acumulou queda de 0,71%. A desvalorização do dólar frente a outras moedas trouxe algum suporte às cotações, ao aumentar a competitividade da soja americana no mercado internacional.

Por outro lado, a forte queda do petróleo, diante de expectativas de avanço em negociações no Oriente Médio, limitou a recuperação dos preços da oleaginosa.

O mercado também acompanha o início do plantio da nova safra nos Estados Unidos. A previsão de retorno das chuvas pode atrasar os trabalhos de campo, mas tende a beneficiar o desenvolvimento inicial das lavouras.

Contratos futuros

Os contratos com entrega em maio fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar, ou 0,30%, a US$ 11,67 1/4 por bushel. A posição julho encerrou cotada a US$ 11,83 por bushel, com ganho de 2,50 centavos, ou 0,21%.

Entre os subprodutos, o farelo para maio caiu US$ 0,90, ou 0,27%, para US$ 331,80 por tonelada. Já o óleo de soja, também com vencimento em maio, recuou 1,17 centavo, ou 1,68%, para 68,16 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,18%, cotado a R$ 4,9933 para venda e R$ 4,9813 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9502 e a máxima de R$ 4,9922. Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 0,54%.

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Sustentabilidade

Soja mantém patamar em Chicago com pressão do plantio nos EUA e cenário global instável – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, após ensaiarem um recuo, voltaram aos patamares da semana anterior. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (16) em US$ 11,63/bushel, contra US$ 11,65 uma semana antes.

A continuidade da guerra no Oriente Médio, com um cessar-fogo capenga, não permite que o mercado mundial do petróleo e outras commodities básicas se acomode. Além disso, o plantio da soja nos EUA começa a fazer pressão sobre Chicago, sendo que o chamado “mercado do clima” ganha espaço.

Por enquanto, o mercado vem sendo surpreendido pela aceleração no plantio da safra estadunidense. Até o dia 12/04 a área atingia a 6% do esperado, enquanto o mercado esperava menos, e a média para a data é 2%. Isso significa que, para o plantio, por enquanto, o clima é normal nos EUA.

Dito isso, os embarques de soja estadunidense, na semana encerrada em 9 de abril, chegaram a 814.562 toneladas, elevando o volume total, no ano comercial, para 31,5 milhões de toneladas, representando 25% a menos do que há um ano. Outra notícia que pesou sobre o mercado, e mais especificamente no mercado do farelo, foi o início da greve dos caminhoneiros autônomos na Argentina. Com isso houve bloqueio de rotas direcionadas aos portos de exportação. Isso elevou o preço do farelo em Chicago, com o mesmo atingindo a US$ 334,40/tonelada curta no dia 15/04.

A mais alta cotação para este subproduto desde o dia 02/10/2024. Se não houver acordo com o governo local, a greve pode interromper “a logística da principal colheita e o abastecimento normal dos portos, em um momento crucial para a entrada de divisas no vizinho país” (cf. Clarin).

E na China as importações de soja aumentaram 14,9% em março, sobre o mesmo mês do ano anterior, porém, ficaram abaixo do que esperava o mercado. Houve atraso nos embarques do Brasil devido a inspeções mais rigorosas para descartar contaminação.

O total importado chegou a 4,02 milhões de toneladas, enquanto o mercado esperava 6,4 milhões (cf. Reuters). Entre janeiro e março a China importou 16,6 milhões de toneladas, com um recuo de 3,1% sobre o mesmo período de 2025. Para o período de abril a junho espera-se que a média mensal importada pelos chineses seja de 10 milhões de toneladas.

Já nos EUA, a NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas) informou que o esmagamento de soja naquele país, em março, atingiu a 6,16 milhões de toneladas, sendo o segundo maior para o mês e 16% maior do que no mesmo período do ano passado.

E no Brasil, diante de um câmbio que rompeu o piso dos R$ 5,00 por dólar, fechando alguns dias da semana em R$ 4,99, os preços recuaram, com as principais praças gaúchas voltando aos R$ 117,00/saco, enquanto no restante do país os valores oscilaram entre R$ 99,00 e R$ 114,00/saco.

Enfim, em seu boletim de abril a Conab apontou que a safra brasileira de soja 2025/26 deverá atingir a 179,2 milhões de toneladas, contra 171,5 milhões no ano anterior. O Rio Grande do Sul ficará com 18,9 milhões de toneladas, ou seja, com redução de 13,3% sobre o inicialmente previsto. A área total semeada no Brasil foi de 48,47 milhões de hectares e a produtividade média ficaria em 3.696 quilos/hectare (61,6 sacos/hectare), enquanto a produtividade média gaúcha cai para 46,2 sacos.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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