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21 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com recuperação após a fala de Trump sobre a China – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 01/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 01/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,24% ou $ 1,00 cents/bushel, a $416,50. A cotação para março fechou em alta de 0,17% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 432,75.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. Assim como a soja, após negociar em baixa durante boa parte do dia, o milho encerrou o dia com leves ganhos, após a declaração de Trump em apoio aos agricultores americanos e o anúncio de uma reunião presencial com o presidente chinês, Xi Jinping. No entanto as cotações do cereal seguem pressionadas pelo relatório trimestral que mostram estoques acima do esperado pelo mercado, no começo da maior safra americana já produzida.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho começou outubro com pequenos ajustes

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. As cotações do cereal começaram o mês praticamente estáveis, com pequenas oscilações positivas e negativas.

O produtor segue relutante em vender grandes lotes para exportadores e o mercado interno, principalmente as indústrias, estão pagando prêmios pelo grão disponível. Sem a grande alteração nos preços em Chicago e no dólar, a B3 apresentou apenas ajustes neste meio de semana.

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OS FECHAMENTOS DO DIA 01/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 65,51, apresentando alta de R$ 0,23 no dia e baixa de R$ -0,61 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,24, com baixa de R$ -0,12 no dia e baixa de R$ -0,74 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,08, com baixa de R$ -0,20 no dia e baixa de R$ -0,76 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
USDA-EFEITO DO RELATÓRIO DE ESTOQUES (baixista)

O milho foi negociado em baixa em Chicago grande parte do dia, após o USDA reportar os estoques americanos em 1º de setembro em 38,91 milhões de toneladas ontem, bem acima da média esperada pelos traders de 33,96 milhões de toneladas e do volume estimado pela agência como estoque final da temporada em seu último relatório mensal, em 33,66 milhões de toneladas. Isso elevou o ponto de partida para o ciclo comercial 2025/2026, iniciado há um mês.

EUA-CLIMA SECO (baixista)

A continuidade do clima seco no Centro-Oeste, ideal para o avanço da colheita, continua exercendo influência baixista.

EUA-EFEITOS DA PARALIZAÇÃO DO GOVERNO (baixista)

Vale ressaltar que, dada a paralisação do governo nos Estados Unidos, que imobiliza toda a administração pública, o mercado pode ficar sem referência aos relatórios do USDA, incluindo o relatório semanal de exportação, importante para a formação de preços todas as quintas- feiras, especialmente em anos como este, com uma safra recorde de milho entrando no mercado.

EUA-MENOS ETANOL (baixista)

Em seu relatório semanal, a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) reduziu a produção diária de etanol de 1.024.000 para 995.000 barris hoje, um número abaixo dos 1.015.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 23.468.000 para 22.764.000 barris, um número inferior aos 23.459.000 barris mantidos um ano antes.

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UCRÂNIA-MENOR EXPORTAÇÃO (altista)

O Ministério da Política Agrária da Ucrânia, que é o quarto maior exportador mundial, informou hoje que, durante o primeiro trimestre do ciclo econômico 2025/2026, o país concordou em exportar 913.000 toneladas de milho, uma redução de 66,78% em relação às 2.748.000 toneladas comercializadas no mesmo período da temporada anterior.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Chicago fecha milho em baixa pressionado por tombo do petróleo e realização de lucros – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho encerrou o pregão em queda. O mercado acompanhou a forte desvalorização do petróleo em Nova York e um movimento de realização de lucros.

Os contratos do petróleo recuaram mais de 5% após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito com o Irã poderia ser resolvido rapidamente. Apesar do discurso mais otimista, o mercado segue cauteloso diante das incertezas envolvendo as negociações e dos riscos de interrupções no abastecimento de petróleo no Oriente Médio.

Além da pressão externa, os investidores também ajustaram posições antes da divulgação das exportações semanais norte-americanas de milho. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal projetam vendas entre 1 milhão e 1,8 milhão de toneladas na semana, acima das 685,2 mil toneladas reportadas anteriormente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O mercado avaliava que o ritmo das exportações segue compatível com a projeção do USDA para a safra 2025/26. No relatório de oferta e demanda de maio, o órgão estimou as exportações de milho dos Estados Unidos em 3,3 bilhões de bushels no ciclo comercial.

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Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,65 3/4 com perda de 9,50 centavos, ou 1,99%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, queda de 9,00 centavos de dólar, ou 1,86%, em relação ao fechamento anterior.

Autor/Fonte: Ritiele Rodrigues (ritiele.rodrigues@safras.com.br) / Safras News

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Sustentabilidade

B25: ‘Biodiesel é alavanca para produção de proteínas’, diz presidente da Ubrabio

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) comemorou a autorização do governo federal para o início dos testes que podem ampliar a mistura de biodiesel no diesel brasileiro até o B25. A medida integra a política de transição energética e deve trazer impactos positivos para o agronegócio, a indústria e a geração de empregos.

Em entrevista ao Mercado & Companhia, o presidente da entidade, Donizete Tokarski, afirmou que a ampliação da mistura representa um avanço importante para o desenvolvimento econômico do país. “O biodiesel faz parte do desenvolvimento econômico do Brasil. Ele não é só a produção de energia líquida, ele é muito mais do que isso. É um mercado muito grande para o agro brasileiro”, disse.

Impacto para o agro

Segundo Tokarski, atualmente cerca de 40 milhões de toneladas de soja são processadas para produção de óleo destinado ao biodiesel. O processo também gera aproximadamente 30 milhões de toneladas de farelo, utilizado na cadeia de proteínas animais.

De acordo com ele, o avanço da mistura fortalece a industrialização nacional e amplia oportunidades no interior do país. “Além da produção de combustível, isso gera emprego, desenvolvimento regional e fortalece a produção de proteínas e alimentos”, afirmou.

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O presidente da Ubrabio também ressaltou que o avanço até o B25 já está previsto na Lei dos Combustíveis do Futuro e destacou o apoio político à proposta no Congresso Nacional.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Testes para o B20 e B25

Os testes serão realizados em etapas, inicialmente para o B20 e posteriormente até o B25. Segundo Tokarski, o objetivo é comprovar a segurança e a viabilidade técnica do uso em veículos novos e antigos.

“Esses testes vão simplesmente comprovar que a viabilidade técnica está devidamente assegurada”, afirmou. A entidade defende ainda que o cronograma avance rapidamente para permitir a adoção gradual de misturas maiores nos próximos anos.

“Nossa preocupação é que os testes sejam feitos com velocidade para operacionalizar o B16, o B17 e chegarmos ao B20 em 2030 com tranquilidade”, disse.

Valor além do preço

Tokarski também afirmou que o biodiesel deve ser analisado não apenas pelo preço, mas pelos efeitos econômicos, sociais e ambientais que gera.

“Hoje o biodiesel está mais barato do que o diesel no mercado internacional. Mas não temos que analisar apenas o preço, e sim o valor desse combustível”, destacou.

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Segundo ele, o aumento da mistura também pode contribuir para reduzir emissões e melhorar a segurança energética do país.

O post B25: ‘Biodiesel é alavanca para produção de proteínas’, diz presidente da Ubrabio apareceu primeiro em Canal Rural.

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Sustentabilidade

China compra 84% da soja de MS e tensão com Taiwan pode afetar custos no campo – MAIS SOJA

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A dependência de Mato Grosso do Sul do mercado chinês voltou ao centro das discussões econômicas após o aumento das tensões entre China, Taiwan e Estados Unidos. O tema é destaque do Informativo Econômico 02/2026, divulgado pela Aprosoja/MS.

O documento mostra que aproximadamente 84,3% da soja exportada pelo estado tem a China como principal destino. Isso significa que qualquer instabilidade envolvendo o país asiático pode refletir diretamente no agro sul-mato-grossense, principalmente nos custos de produção e na comercialização da safra.

Além da exportação de grãos, o levantamento destaca que o Brasil também depende da importação de fertilizantes e insumos agrícolas ligados ao comércio internacional asiático. Entre os principais fornecedores estão Canadá (14%), Rússia (14%) e China (12%).

Segundo a análise da Aprosoja/MS, mesmo sem um conflito direto, um aumento das tensões na região pode provocar alta no frete marítimo, valorização do dólar e aumento no preço de fertilizantes, defensivos e combustíveis utilizados no campo.

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O estudo aponta ainda possíveis reflexos como:

  • aumento dos custos de produção;
  • maior volatilidade nos preços da soja e do milho;
  • pressão sobre o planejamento financeiro do produtor;
  • encarecimento de insumos agrícolas dolarizados.

Por outro lado, o material também destaca que o Brasil pode ampliar sua posição como fornecedor estratégico da China, especialmente em um cenário de redução da dependência chinesa dos produtos norte-americanos.

De acordo com os analistas econômicos da Aprosoja/MS, o principal desafio do produtor rural será acompanhar a relação de troca, o custo operacional e a capacidade financeira em um cenário de maior volatilidade internacional.

O informativo foi elaborado pelos analistas Raphael Flores Gimenes e Linneu Borges Filho.

Confira o estudo completo clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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