Sustentabilidade
Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com recuperação após a fala de Trump sobre a China – MAIS SOJA

Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 01/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 01/10
Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,24% ou $ 1,00 cents/bushel, a $416,50. A cotação para março fechou em alta de 0,17% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 432,75.
ANÁLISE DA ALTA
O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. Assim como a soja, após negociar em baixa durante boa parte do dia, o milho encerrou o dia com leves ganhos, após a declaração de Trump em apoio aos agricultores americanos e o anúncio de uma reunião presencial com o presidente chinês, Xi Jinping. No entanto as cotações do cereal seguem pressionadas pelo relatório trimestral que mostram estoques acima do esperado pelo mercado, no começo da maior safra americana já produzida.
B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho começou outubro com pequenos ajustes
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. As cotações do cereal começaram o mês praticamente estáveis, com pequenas oscilações positivas e negativas.
O produtor segue relutante em vender grandes lotes para exportadores e o mercado interno, principalmente as indústrias, estão pagando prêmios pelo grão disponível. Sem a grande alteração nos preços em Chicago e no dólar, a B3 apresentou apenas ajustes neste meio de semana.
OS FECHAMENTOS DO DIA 01/10
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 65,51, apresentando alta de R$ 0,23 no dia e baixa de R$ -0,61 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,24, com baixa de R$ -0,12 no dia e baixa de R$ -0,74 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,08, com baixa de R$ -0,20 no dia e baixa de R$ -0,76 na semana.
NOTÍCIAS IMPORTANTES
USDA-EFEITO DO RELATÓRIO DE ESTOQUES (baixista)
O milho foi negociado em baixa em Chicago grande parte do dia, após o USDA reportar os estoques americanos em 1º de setembro em 38,91 milhões de toneladas ontem, bem acima da média esperada pelos traders de 33,96 milhões de toneladas e do volume estimado pela agência como estoque final da temporada em seu último relatório mensal, em 33,66 milhões de toneladas. Isso elevou o ponto de partida para o ciclo comercial 2025/2026, iniciado há um mês.
EUA-CLIMA SECO (baixista)
A continuidade do clima seco no Centro-Oeste, ideal para o avanço da colheita, continua exercendo influência baixista.
EUA-EFEITOS DA PARALIZAÇÃO DO GOVERNO (baixista)
Vale ressaltar que, dada a paralisação do governo nos Estados Unidos, que imobiliza toda a administração pública, o mercado pode ficar sem referência aos relatórios do USDA, incluindo o relatório semanal de exportação, importante para a formação de preços todas as quintas- feiras, especialmente em anos como este, com uma safra recorde de milho entrando no mercado.
EUA-MENOS ETANOL (baixista)
Em seu relatório semanal, a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) reduziu a produção diária de etanol de 1.024.000 para 995.000 barris hoje, um número abaixo dos 1.015.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 23.468.000 para 22.764.000 barris, um número inferior aos 23.459.000 barris mantidos um ano antes.
UCRÂNIA-MENOR EXPORTAÇÃO (altista)
O Ministério da Política Agrária da Ucrânia, que é o quarto maior exportador mundial, informou hoje que, durante o primeiro trimestre do ciclo econômico 2025/2026, o país concordou em exportar 913.000 toneladas de milho, uma redução de 66,78% em relação às 2.748.000 toneladas comercializadas no mesmo período da temporada anterior.
Fonte: T&F Agroeconômica
Sustentabilidade
Com Chicago e dólar em queda, mercado brasileiro de soja segue esvaziado – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja deve seguir esvaziado nesta quarta-feira, com os dois principais formadores de preços operando em queda. A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem perdas moderadas, em meio à ampla oferta global. Já o dólar abriu com fraqueza frente ao real, voltando a se aproximar de R$ 5,20. Neste cenário, a comercialização fica em segundo plano.
Na terça-feira, o mercado brasileiro de soja teve pouco reporte de negócios ao longo do dia, com saída de alguns lotes no porto a preços melhores, registrados nas máximas das cotações. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, de maneira geral as cotações ficaram mistas, com poucas oscilações.
Segundo ele, a Bolsa de Chicago apresentou movimentos de alta, acompanhando os ganhos expressivos do óleo de soja, mas encerrou a sessão sem altas relevantes. “O dólar recuou na maior parte do tempo, e os prêmios apenas ajustaram esse cenário”, observa o analista, acrescentando que isso limitou movimentos mais amplos no mercado.
Silveira destaca ainda que o produtor mantém o foco na colheita e segue sem interesse em comercializar nos níveis atuais.
No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00, enquanto em Santa Rosa (RS) avançou de R$ 123,00 para R$ 124,00. Em Rondonópolis (MT), as cotações permaneceram em R$ 106,00, enquanto em Dourados (MS) recuaram de R$ 108,00 para R$ 107,00. Já em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 109,00 para R$ 108,00.
Nos portos, Paranaguá (PR) subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00 por saca, enquanto no terminal de Rio Grande (RS) os preços seguiram em R$ 126,00.
CHICAGO
- A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa 0,30% na posição março/26, cotada a US$ 10,62 1/2 por bushel.
- O mercado retomou sua recente rotina de perdas, com a ampla disponibilidade do produto novamente no foco dos investidores. A oleaginosa acumulou perdas em três das últimas quatro sessões.
CÂMBIO
- O dólar comercial registra baixa de 0,33%, a R$ 5,2301. O Dollar Index registra alta de 0,10% a 97,539 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
- A maioria das bolsas da Ásia encerra em alta. China, +0,85%. Japão, -0,78%.
- As principais bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,61%. Frankfurt, +0,05%. Londres, +1,38%.
- O petróleo opera em alta. Março do WTI em NY: US$ 63,39 o barril (+0,28%).
AGENDA
Quarta-feira (4/02)
- EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pela EIA.
Quinta-feira (5/02)
- A petrolífera britânica Shell publica seus resultados trimestrais.
- Reino Unido: A decisão de política monetária será publicada às 9h pelo BOE.
- Eurozona: A decisão de política monetária será publicada às 10h15 pelo BCE.
- Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.
- Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
- O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados consolidados de janeiro, seguidos por coletiva de imprensa.
- Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
Sexta-feira (6/02)
- Alemanha: A produção industrial de dezembro será publicada às 4h pelo Destatis.
- Alemanha: O saldo da balança comercial de dezembro será publicado às 4h pelo Destatis.
- A FGV divulga, às 8h, o IGP-DI referente a janeiro.
- EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.
- Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.
Fonte: Agência Safras
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Sustentabilidade
Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável

Segundo o governo do estado do Paraná, o boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando em meio a um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.
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Milho
Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.
A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.
Feijão
Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente e, embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.
Safra de frutas
No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.
Batata e cana-de-açúcar
As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio.
E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.
Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.
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