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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

veja como as cotações abriram a semana

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O mercado brasileiro de soja registrou negócios pontuais, impulsionados pela recuperação dos preços em Chicago, que haviam caído na semana anterior.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Thiago Oleto, a maioria dos preços apresentou aumento, sustentados por prêmios firmes e uma leve valorização nas diferenciações para prazos mais longos em comparação com a semana passada.

O dólar, por outro lado, não teve um aumento expressivo durante o dia, o que desestimulou ainda mais a comercialização.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): aumentou de R$ 134 para R$ 135
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 135 para R$ 136
  • Porto de Rio Grande (RS): cresceu de R$ 140 para R$ 141,50
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 136
  • Porto de Paranaguá (PR): registrou alta de R$ 140 para R$ 141
  • Rondonópolis (MT): foi de R$ 127 para R$ 128
  • Dourados (MS): teve incremento de R$ 127,00 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 125 para R$ 126

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos.

O mercado se recuperou das recentes perdas, com agentes buscando um melhor posicionamento frente ao relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira (12).

No entanto, a reação técnica seguiu limitada pelo cenário fundamental, ainda marcado pela ausência da China na ponta compradora de soja norte-americana. “Além disso, as lavouras se desenvolvem bem e, às vésperas da colheita nos Estados Unidos, a expectativa é de uma ampla safra”, diz Oleto.

As importações de soja em grão pela China no mês de agosto somaram 12,28 milhões de toneladas, 1,2% superior ao mesmo mês de 2024, quando somou 12,14 milhões de toneladas.

Este foi o melhor resultado da história para o mês de agosto, impulsionado pelos embarques sul-americanos, em meio à disputa entre Pequim e Washington. No acumulado de 2025, as compras chinesas somaram 73,31 milhões de toneladas, avanço de 4% sobre igual período de 2024.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 6,75 centavo de dólar, ou 0,65%, a US$ 10,33 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,52 3/4 por bushel, com alta de 7,25 centavos ou 0,69%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,60 OU 0,56%, a US$ 285,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,47 centavos de dólar, com ganho de 0,24 centavo ou 0,46%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,04%, sendo negociado a R$ 5,4177 para venda e a R$ 5,4157 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4027 e a máxima de R$ 5,4482.

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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