Featured
Loja do Artesanato de MT movimenta R$ 80 mil e fortalece renda de 52 artesãos locais

A Loja do Artesanato de Mato Grosso, iniciativa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Secretaria adjunta de Turismo e Coordenadoria do Artesanato, completou 60 dias de funcionamento com um balanço positivo para os artesãos participantes.
Localizada no Piso L2 do Shopping Estação Cuiabá, a loja foi inaugurada no dia 5 de julho e, durante o período, comercializou 1.200 peças, totalizando aproximadamente R$ 80 mil em vendas.
Ao todo, 52 artesãos de 20 municípios tiveram a oportunidade de expor e vender seus trabalhos, apresentando uma ampla diversidade de técnicas, estilos e tradições que mostram a identidade cultural do povo mato-grossense.
A Assessora da Coordenadoria do Artesanato da Sedec, Carolinne Luz, destaca que o resultado da iniciativa demonstra a importância de ações voltadas para a valorização da produção artesanal no estado.
“Os resultados alcançados nesses dois meses comprovam o potencial do artesanato mato-grossense e o quanto iniciativas como essas são fundamentais para dar visibilidade e gerar oportunidades para os nossos artesãos. Cada peça vendida carrega história, cultura e identidade, e ver esse reconhecimento é muito gratificante”, afirmou.
Uma das participantes, a ceramista Dayana Itacaramby, de Cuiabá, comemorou os resultados. Ela explica que o projeto foi essencial para ampliar o alcance do seu trabalho e criar novas estratégias para atender um público maior.
“Participar deste projeto teve vários pontos positivos, mas o principal foi a visibilidade e o alcance do público. Expor em um shopping tão movimentado me possibilitou chegar a pessoas com perfis diferentes, inclusive estrangeiros. Por conta dessas vendas para turistas, eu desenvolvi uma papelaria bilíngue para as minhas peças de cerâmica, com explicações em português e inglês, algo que eu nunca tinha feito antes”, relata.
Além de abrir portas para novos públicos, Dayana destaca que a loja contribuiu para consolidar a sua trajetória na cerâmica regional.
“Há três anos e meio que deixei a advocacia para me dedicar totalmente à cerâmica, e estar em um espaço oficial, ligado ao artesanato mato-grossense, agrega credibilidade e valor cultural ao meu trabalho. Associar meu nome a um projeto institucional desse porte ajuda muito na construção de uma marca sólida e de referência”, disse.
Próximas ações
Após o encerramento da Loja do Artesanato de Mato Grosso, a Coordenadoria de Artesanato continua com os atendimentos aos artesãos locais e regionais, curadorias, emissão da carteira nacional do artesão, além de promover e apoiar os eventos locais e regionais.
Ainda este ano, a Sedec, através do Programa do Artesanato de Mato Grosso, participará da Fenacce, a Feira Nacional de Artesanato e Cultura, que será realizada de 9 a 14 de setembro em Fortaleza (CE), e a Fenaba (Festival Nacional de Artesanato na Bahia), que acontece de 9 a 12 de outubro em Salvador.
Featured
Colheita de soja no Brasil chega a 17,4% da área, aponta Conab

A colheita de soja no Brasil alcançou 17,4% da área, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados nesta terça-feira (10). Na semana passada, os trabalhos somavam 11,2%, o que representa um aumento de aproximadamente 55,4% em relação à semana anterior. No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 14,8%, indicando um avanço de cerca de 17,6% na comparação anual.
- Fique por dentro das notícias mais recentes sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Colheita de soja por região do Brasil
Por estado, o maior avanço é observado em Mato Grosso, onde a colheita já alcança 46,8% da área. Na sequência aparecem Paraná, com 14%, Tocantins e Minas Gerais, ambos com 13%, Mato Grosso do Sul, com 7%, Bahia, com 6%, Goiás, com 2,5%, São Paulo, com 2%, Piauí, com 2%, e Santa Catarina, com 1,5%.
O post Colheita de soja no Brasil chega a 17,4% da área, aponta Conab apareceu primeiro em Canal Rural.
Featured
Soja inicia semana dividido entre alta em Chicago e pressão no Brasil; sojicultor de olho na colheita

O mercado da soja iniciou a semana com movimentos distintos entre o cenário internacional e o doméstico. Em Chicago, o tom foi claramente positivo após declarações do ex-presidente Donald Trump envolvendo a China, que reacenderam expectativas de novos acordos comerciais. Segundo a plataforma Grão Direto, o mercado reagiu rapidamente, precificando a possibilidade de retomada das compras chinesas e sustentando uma forte valorização das cotações ao longo da semana.
A soja spot com vencimento em março de 2026 encerrou o período cotada a US$ 11,15 por bushel, acumulando alta expressiva de 4,79% na Bolsa de Chicago. O movimento refletiu o otimismo com a demanda externa, em especial da China, principal compradora global da oleaginosa.
- Confira as notícias mais recentes sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Cenário brasileiro
No Brasil, porém, o cenário seguiu ainda mais desafiador. Mesmo com o suporte externo, os preços internos permaneceram pressionados por uma combinação de dólar mais fraco, prêmios de exportação em queda e oferta elevada com o avanço saudável da colheita.
A moeda norte-americana encerrou o período em R$ 5,22, reduzindo o repasse das altas internacionais para os valores em reais e mantendo os negócios travados em diversas regiões produtoras. O resultado foi um mercado físico com mais baixas do que altas, apesar do desempenho positivo em Chicago.
O que esperar do mercado?
O principal fator de atenção da semana é a divulgação do relatório WASDE de fevereiro, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O WASDE é o relatório mensal que reúne estimativas globais de oferta, demanda, estoques e comércio agrícola, sendo uma das principais referências para a formação de preços no mercado internacional.
O mercado adota um viés mais cauteloso diante das revisões anteriores, que elevaram os estoques finais norte-americanos e mantiveram a produção brasileira em níveis elevados, próximos de 178 milhões de toneladas.
Caso o USDA indique que a demanda global, mesmo com possíveis compras chinesas, não seja suficiente para absorver a oferta recorde, Chicago pode voltar a testar níveis mais baixos. Diante disso, o produtor deve acompanhar de perto a divulgação e a reação do mercado, avaliando oportunidades pontuais de comercialização.
Clima e impactos regionais
As condições climáticas seguem divergentes conforme a região. No Sul, as altas temperaturas e a falta de chuvas no Rio Grande do Sul e na Argentina já provocam perdas visíveis de produção, consideradas irreversíveis em algumas áreas. A quebra argentina pode oferecer algum suporte às cotações internacionais, mesmo com a entrada de uma safra robusta no Mato Grosso.
Por outro lado, o excesso de chuvas no Centro-Norte do Brasil tende a pressionar a logística, elevando custos e exigindo atenção redobrada ao momento de venda. Com a colheita mato-grossense entrando no pico, a oferta imediata segue elevada, reforçando uma pressão típica de período de safra.
Oportunidades
O foco do produtor deve permanecer na paridade de exportação, atualmente pressionada pelo dólar fraco e pelos prêmios reduzidos. Sem expectativa de grandes movimentos no câmbio no curto prazo, a tendência é de manutenção desse cenário ao longo da semana. Assim, o mercado pode enfrentar novas baixas, influenciadas tanto pelo avanço da colheita quanto, eventualmente, pelas sinalizações do relatório WASDE.
O post Soja inicia semana dividido entre alta em Chicago e pressão no Brasil; sojicultor de olho na colheita apareceu primeiro em Canal Rural.
Featured
Várzea Grande movimenta R$ 1,4 bilhão com mercado imobiliário em um ano

Com 6.887 imóveis comercializados em 2025, o município de Várzea Grande contabilizou R$ 1,414 bilhão em movimentação financeira no setor imobiliário. Os números constam no estudo Indicadores do Mercado Imobiliário, produzido pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), em parceria com a Secretaria Municipal de Fazenda e com apoio da Fecomércio-MT.
Ainda segundo o relatório, na comparação com os dados de 2024, foi registrada alta de 5,66% no número de unidades transacionadas e de 4,12% no faturamento.
Já o ticket médio apresentou queda de 1,64%, passando de R$ 208,7 mil em 2024 para R$ 205,3 mil em 2025.
O presidente do Secovi-MT e vice-presidente da Fecomércio-MT, Marco Pessoz, ressaltou que o movimento reflete o aumento na venda de imóveis de menor valor agregado, influenciado principalmente pela restrição de crédito e pela migração dos compradores para faixas de preço mais populares.
“O cenário é positivo em volume, mas exige cautela quanto à rentabilidade média dos produtos. O mercado está mais sensível ao preço, e a valorização real está concentrada nas regiões Leste e Oeste de Várzea Grande, consideradas áreas mais nobres da cidade”, afirmou Pessoz.
O levantamento também destaca a região Norte, considerada o motor do município, com 2.582 unidades vendidas e R$ 552 milhões movimentados. Já a região Sul registrou queda de 51,08% no ticket médio anual, consolidando-se como polo de habitação de interesse social, com alta absorção de unidades populares.
Pessoz afirmou ainda que a expectativa para 2026 é de estabilidade, com o mercado dependente de novos incentivos habitacionais federais e estaduais para manter o ritmo de vendas no segmento popular.
Ampliação da pesquisa
O presidente do Secovi-MT destacou a necessidade de ampliar o levantamento para outros municípios do estado, o que pode trazer mais transparência e aprofundamento sobre o mercado imobiliário regional.
“Ao ampliarmos esse levantamento para municípios como Várzea Grande, oferecemos aos gestores públicos e ao próprio mercado uma ferramenta gratuita e qualificada para depurar e corrigir dados cadastrais. Isso permite uma leitura mais fiel da realidade local e contribui para decisões mais assertivas, não só para a cidade, mas para o desenvolvimento do mercado imobiliário em todo o estado”, concluiu.
Sustentabilidade16 horas agoSetor de máquinas agícolas deve ter ano normal com crescimento modesto – Show Rural – MAIS SOJA
Business24 horas agoParceiros do Soja Brasil reforçam papel da oleaginosa como motor do desenvolvimento nacional
Sustentabilidade24 horas agoCepea: Analise mensal do mercado do algodão – MAIS SOJA
Business23 horas agoAlgodão caminha para a reta final do plantio e milho alcança quase 30% em MT
Sustentabilidade18 horas agoTrigo/ Cepea: Analise mensal do mercado – MAIS SOJA
Sustentabilidade21 horas agoPraga quarentenária presente é detectada pela primeira vez no estado de São Paulo – MAIS SOJA
Business23 horas agoCaruru-palmeri: Praga é detectada pela primeira vez no estado de São Paulo
Sustentabilidade20 horas agoArroz/Cepea: Produção da safra 25/26 deve ser menor no Brasil e no mundo – MAIS SOJA
















