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30 de junho de 2026

Sustentabilidade

Mercado de sementes no Brasil: especialistas debatem pirataria, legislação e novas culturas em Congresso – MAIS SOJA

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Revisar a legislação brasileira que protege as cultivares, trabalhar para o desenvolvimento de culturas alternativas à soja e ao milho, desenvolver cultivares com alta produtividade e resistentes às doenças; além de criar formas de combater a pirataria de sementes foram alguns dos temas debatidos hoje durante o 13º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas, cuja programação segue até dia 5 de setembro, em Luís Correia (PI).

Pesquisadores e representantes do setor privado se reuniram em uma mesa de debate sobre os problemas atuais e perspectivas futuras para o mercado de sementes no Brasil. Mediada pelo representante da Associação dos Produtores de Soja do Estado do Piauí (Aprosoja – PI), Rafael Maschio,  a discussão contou com a participação do diretor da Sementes Progresso, Gregory Sanders; o representante da Corteva, Renato Pereira; o representante da Latitude Sementes, Taiuan Bruno; e o pesquisador da Embrapa Meio-Norte, Paulo Fernando Vieira.

Os participantes da mesa, enfatizaram desafios como estabelecer plantas com vigor e potencial produtivo no Matopiba diante das condições climáticas, que sejam resistentes às doenças; além de problemas estruturais como transporte. Outro ponto levantado foi a necessidade de diversificar novas culturas, ou grão alternativos, como sorgo, milheto, feijões e gergelim. Canola e mostarda foram apontados como culturas que se destacam com grande potencial para produção de biodiesel. “O mercado de sementes no Brasil deve se diversificar, financiar novas ideias e novas culturas. O que a gente começa a trabalhar hoje vai ter resultados daqui a 20 anos. Podemos trazer essa visão de futuro para o mercado”, afirmou Renato Pereira. O pesquisador Paulo Fernando Vieira ressaltou o trabalho que vem sendo feito pela Embrapa com a cultura do milheto.

No entanto, Rafael Maschio acredita que, apesar do potencial para culturas alternativas, o que dá sustentabilidade ao agronegócio é a soja, que segue sendo um mercado dinâmico, com o desenvolvimento de novas cultivares por meio do trabalho de melhoramento genético.

As discussões ainda abrangeram a necessidade de rever a legislação de proteção de cultivares, que é originariamente de 1997 e está descolada da realidade atual dos produtores. Existe uma dificuldade de avançar nessa revisão porque o setor não consegue chegar a um consenso. A Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) está conduzindo essa discussão entre os diversos entes da cadeia produtivas para elaborar um texto único que será levado ao Legislativo.

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Sustentabilidade

Com 1ª safra praticamente concluída, colheita do milho safrinha chega a 18,8% no país – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 95,3% colhido.

Em SC, SP, PR, RS, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. Na BA, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita ainda ocorre nas áreas de agricultura familiar. No MA, a colheita avança em todo o estado.

Milho 2ª Safra: 18,8% colhido.

Em MT, a colheita registrou forte avanço, mesmo com a ocorrência de chuvas em algumas regiões. No PR, 3% das áreas foram colhidas. Em MS, a colheita segue incipiente na região sul e fronteira. As precipitações ocorridas favoreceram as lavouras tardias.

Em GO, as chuvas ocorridas retardaram a perda de umidade dos grãos, ocasionando lentidão na colheita. Em MG, devido ao clima mais úmido e frio após a ocorrência de chuvas, a colheita foi paralisada no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Em SP, o cereal tem alongado o ciclo devido às baixas temperaturas.

No TO, o tempo seco favorece o avanço da colheita e a maturação do cereal. No MA, a colheita ocorre pontualmente no sudoeste e se prolongará até meados de agosto. No PI, a colheita começa a ganhar ritmo e as produtividades variam em função da época de plantio. No PA, nos polos da BR-163 e Redenção, a colheita avança e as demais áreas se encontram em maturação.

Nos polos de Santarém e Paragominas, as precipitações, mesmo em baixos volumes, favoreceram as lavouras em enchimento de grãos.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja: EUA finalizam plantio da safra 26/27 e grande oferta projeta pressão em Chicago – MAIS SOJA

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A semeadura da safra 26/27 de soja nos Estados Unidos foi finalizada na penúltima semana de junho/26, encerrando os trabalhos a campo de forma antecipada em relação ao ciclo anterior. De acordo com o USDA (28/06), 65,00% das áreas foram classificadas entre boas e excelentes.

Embora o mês de maio tenha sido marcado por temperaturas acima da média e chuvas irregulares, especialmente no Meio-Oeste do país, o volume de precipitações registrado nas últimas semanas de junho favoreceu a recuperação da umidade do solo na região, proporcionando condições mais favoráveis ao desenvolvimento das lavouras e mantendo um cenário positivo para a safra norte-americana. Esse cenário sustenta a projeção de produção dos Estados Unidos, estimada pelo Departamento em 120,70 milhões de toneladas de soja na safra 26/27, uma das maiores já projetadas, podendo resultar em pressão sobre os preços em Chicago.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ELEVAÇÃO: devido à alta nas cotações da soja na CME-GROUP, a paridade de exportação para mar/27 apresentou incremento de 1,31% no comparativo semanal.
  • ALTA: na última semana o óleo de soja em MT, registrou avanço de 0,98% ante a semana anterior, reflexo da valorização da moeda norte-americana frente ao real.
  • VALORIZAÇÃO: a decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos contribuiu para a alta de 1,54% do dólar Ptax, que encerrou a semana cotado, em média, a R$ 5,18/US$.
Junho/26 traz alta no preço da soja em Mato Grosso.

Ao longo de junho, os preços da soja no estado romperam a barreira dos R$ 105,00/sc, patamar que predominou durante boa parte do primeiro semestre. A cotação média do mês ficou em R$ 106,51/sc e, na última sexta-feira (26/06), encerrou em R$ 110,00/sc, maior precificação do ano. A alta foi impulsionada pela menor necessidade de vendas por parte dos produtores, após o período de maior pressão para liberação de espaço nos armazéns para a entrada do milho de segunda safra.

Com grande parte da produção já negociada, visto que a comercialização da safra 25/26 está próxima de 90,00%, os produtores passam a ter maior flexibilidade para definir o momento de venda do volume remanescente. Assim, a expectativa é de desaceleração do ritmo de comercialização no segundo semestre, permitindo que o volume ainda disponível seja negociado em momentos mais favoráveis de mercado.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

USDA aponta expansão da área de soja nos EUA para 85,4 milhões de acres

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Foto: Pixabay

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres.

Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos
29 estados produtores.

O post USDA aponta expansão da área de soja nos EUA para 85,4 milhões de acres apareceu primeiro em Canal Rural.

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