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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita atinge 9,1% das áreas cultivadas – MAIS SOJA

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No RS, foram observadas geadas, com maior intensidade na região de fronteira com o Uruguai. O tempo seco permitiu o manejo fitossanitário, na maioria das regiões. Em contrapartida, na metade Sul do estado, as chuvas intensas recentes causaram perdas pontuais e dificultaram o manejo. No PR, há o início da colheita. As precipitações observadas, em alguns municípios, contribuíram para o aumento da água no solo, porém, na porção Norte do estado, persiste o baixo armazenamento hídrico. Em SC, com o início do florescimento, a boa umidade no solo e a sanidade adequada, são favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.

Em GO, a colheita das áreas irrigadas avançou para a fase final, com boa qualidade e produtividade média. Em MG, a colheita evoluiu em áreas de sequeiro e irrigadas, confirmando a queda na produtividade nos plantios mais tardios e o bom padrão de qualidade nas áreas irrigadas. Em MS, com metade das lavouras colhidas, a produtividade tem se mostrado boa, mesmo com condições climáticas desfavoráveis em julho.

Na BA, as lavouras mantiveram bom desenvolvimento, com predomínio de áreas em enchimento de grãos. Em SP, a maioria das lavouras se encontra em maturação. A cultura passou por dificuldades hídricas durante seu desenvolvimento, além de episódios de geadas, com um deles na fase de granação, afetando o potencial produtivo do cereal.

Previsão Agrometeorológica de 01/09/2025 a 08/09/2025

Norte-Nordeste: Os maiores volumes de chuva são previstos no Oeste, Centro e Noroeste do AM, no AC e em RR. Menores acumulados podem ocorrer no Oeste de RO, além da faixa Leste do NE, incluindo áreas do Sealba, onde a umidade no solo será suficiente para o feijão e o milho terceira safra, nas áreas próximas ao litoral, mas, nas demais áreas, persistirá a restrição hídrica. No restante da região N-NE, a falta de chuvas favorecerá a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra no PA e no Matopiba.

Centro Oeste: A ausência de chuva, predominante, e as altas temperaturas continuarão favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra. Há previsão de baixos acumulados de chuva, no início da semana, em áreas do Noroeste e Oeste de MT e MS, que, apesar da possibilidade de tempestades, não deverão causar danos às lavouras.

Sudeste: A ausência de chuva predominará e continuará favorecendo a maturação e a colheita dos cultivos de segunda safra e inverno, além da cana-de-açúcar e do café. No entanto, em algumas áreas do Centro de SP, permanecerá a restrição hídrica ao trigo em estádio reprodutivo. Podem ocorrer baixos acumulados de chuva em áreas do Nordeste e Leste de MG, Sudeste e litoral de SP, RJ e ES, que poderão estimular floradas no café.

Sul: Há previsão de chuvas intensas, com ventos fortes e granizo, que poderão causar danos pontuais aos cultivos de inverno. Os maiores acumulados podem ocorrer na metade Sul do RS. No entanto, a alternância com períodos sem chuva pode manter as condições favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de inverno, além da semeadura do milho primeira safra, na maior parte da região.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 01 de Setembro de 2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

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Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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