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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia de negociações mais lentas – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quinta-feira de negociações mais lentas. A postura cautelosa dos agentes trava a comercialização, à medida que a logística e colheita do cereal são observadas. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago cai e o dólar sobe frente ao real.

O mercado brasileiro do milho registrou preços estáveis nesta quarta-feira. Segundo o consultor de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado voltou a se movimentar focado na demanda interna, mas com cotações pressionadas na exportação.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 66,50/68,50 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 57,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 56,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 64,50/66,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 69,00/71,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 60,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,50/55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 56,00/57,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com recuo de 0,75 centavo, ou 0,18% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,05 1/4 por bushel.

* O mercado foi pressionado pela expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos, estendendo as perdas semanais. Contudo, os sinais de uma demanda aquecida pelo produto norte-americano impediram uma queda mais consistente nos preços.

* As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram negativas em 17.800 toneladas na semana encerrada em 21 de agosto. O Japão liderou as compras, com 92.800 toneladas.

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* Para a temporada 2025/26, ficaram em 2.089.700 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2,5 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

* Ontem (27), os contratos com entrega em setembro de 2025 fecharam com baixa de 1,29%, ou 5,00 centavos, cotados a US$ 3,82 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 3,50 centavos, ou 0,85%, cotados a US$ 4,06 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera em alta de 0,25%, cotado a R$ 5,4298. O Dollar Index registra desvalorização de 0,19% a 98,04 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

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* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços firmes. Xangai, + 1,14%. Japão, + 0,73%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices mistos. Paris, + 0,53%. Frankfurt, + 0,17%. Londres, -0,29%.

* O petróleo opera em baixa. Outubro do WTI em NY: US$ 63,87 o barril (-0,43%).

AGENDA

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

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– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: A taxa de desemprego de julho será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

– Japão: A leitura preliminar da produção industrial de julho será publicada às 20h50 pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

—–Sexta-feira (29/08)

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– Alemanha: A taxa de desemprego de julho será publicada às 4h55 pelo Destatis.

– Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de agosto será publicada às 9h pelo Destatis.

– EUA: O índice PCE, que mede os gastos individuais, bem como os dados sobre a renda e gastos pessoais de julho, será publicado às 9h30 pelo Departamento do Comércio.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro/Safras News

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Sustentabilidade

Relação de troca abre janela para compras de fertilizantes para a safrinha 2027 – MAIS SOJA

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A relação de troca começa a ganhar ainda mais peso na decisão de compra de fertilizantes. Com a soja 2026/27 já próxima de concluir seu programa de adubação, a atenção se volta para o milho safrinha 2027, que ainda tem uma parcela relevante da necessidade em aberto. A melhora do preço do cereal aumentou o poder de compra do produtor e abriu espaço principalmente para os nitrogenados.

Cerca de 89% da necessidade de fertilizantes da soja 2026/27 já foi contratada, enquanto no milho safrinha 2027 as compras chegaram a aproximadamente 46%, contra 44% no mesmo período da temporada anterior. A ureia encerrou agosto entre US$435 e US$445 por tonelada CFR Brasil, mas voltou a ganhar firmeza após a correção observada no mês anterior.

“Mesmo com a ureia voltando a ganhar força, a melhora do milho criou uma condição mais interessante para o produtor avançar parcialmente nas compras da safrinha 2027. A relação de troca passa a ser um fator importante para definir quanto comprar e em que momento”, afirma Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

MAP segue pesando na decisão

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Nos fosfatados, o cenário é diferente. Os preços continuam em queda, mas a relação de troca permanece pesada, principalmente para o MAP, que ficou entre US$840 e US$860 por tonelada CFR Brasil. O superfosfato simples segue mais competitivo quando a comparação considera o custo por unidade do nutriente.

Na soja 2026/27, o MAP está 22,4% acima da média histórica em Sorriso (MT), enquanto o cloreto de potássio apresenta relação de troca de 22,4 sacas por tonelada, 4,5% melhor que a média dos últimos quatro anos.

“O momento de compra não é igual para todos os nutrientes. Enquanto o fósforo ainda exige mais cautela, o potássio apresenta uma relação mais favorável e o nitrogenado começa a encontrar espaço com a melhora do milho”, avalia Yedda.

Potássio já entra no radar da safra 2027/28

O movimento também começa a alcançar a próxima temporada. As primeiras compras de cloreto de potássio para a safra 2027/28 foram realizadas no Mato Grosso com relação de troca próxima de 21,5 sacas de soja por tonelada, abaixo da média histórica de cerca de 23,5 sacas.

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A antecipação ocorre em um mercado doméstico que ainda mostra ritmo menor. No primeiro semestre, as entregas de fertilizantes somaram 19 milhões de toneladas, queda de 5,4% em relação a 2025. Em junho, o recuo foi de 17,2%, para cerca de 3,56 milhões de toneladas.

“O mercado entra em setembro com situações diferentes entre culturas e nutrientes. Para o produtor, acompanhar a relação de troca ajuda a identificar onde existe uma janela de compra mais favorável e onde ainda vale esperar”, conclui Yedda.

Sobre a Biond Agro

Empresa especializada em gestão e comercialização de grãos para o produtor brasileiro, originária de um grupo de companhias com 25 anos de experiência (Fyo, CRESUD e Brasil Agro). Compreendendo os números e especificidades do negócio e como interagir com os mercados. A Biond Agro desenha estratégias de comercialização e execução de negócios, profissionalizando a gestão de riscos para tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Recorde nas exportações reforça protagonismo do algodão brasileiro e demanda por eficiência no campo – MAIS SOJA

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O Brasil chega à nova temporada da cotonicultura em uma posição inédita no mercado internacional. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o país exportou 3,37 milhões de toneladas de algodão, maior volume já registrado em um único ano comercial e 19% acima do período anterior. Os embarques movimentaram US$5,3 bilhões e consolidaram o Brasil como maior exportador mundial da fibra. Ao mesmo tempo, a produção da safra 2025/26 está estimada em aproximadamente 4,1 milhões de toneladas de pluma.

O avanço reforça o protagonismo conquistado pela cotonicultura nacional, mas também amplia a importância de estratégias capazes de preservar o potencial produtivo e a qualidade das lavouras ao longo de todo o ciclo. É neste cenário que a Ourofino Agrociência participa, pela primeira vez, do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva nacional.

No evento, a companhia terá um estande próprio de 60 metros quadrados e levará duas novidades voltadas especificamente aos desafios dos cotonicultores: o herbicida Terrad’or, com novos posicionamentos para a cultura, e o fungicida Vigia.

Com tiafenacil como ingrediente ativo, Terrad’or passa a ampliar as possibilidades de manejo no algodão. Entre seus usos está a desfolha pré-colheita, etapa importante para a uniformização da lavoura e preparação para a colheita, além de possibilidades de posicionamento no manejo de plantas daninhas e na destruição de soqueira. A tecnologia faz parte da estratégia da Ourofino Agrociência de tropicalizar soluções, adequando produtos às particularidades ambientais, climáticas e produtivas encontradas nas lavouras brasileiras.

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Já Vigia chega ao portfólio como uma nova alternativa para o controle das principais doenças foliares do algodão. O fungicida reúne dois ingredientes ativos complementares e foi desenvolvido para proporcionar proteção de amplo espectro e flexibilidade de posicionamento de acordo com o desafio predominante em cada área. Entre os alvos de atenção estão doenças como a mancha-alvo e a ramulária. A proposta é permitir que o manejo seja direcionado conforme a realidade da lavoura, inclusive por meio da associação com fungicidas multissítios adequados dentro das estratégias recomendadas de manejo.

“O algodão brasileiro conquistou uma posição de protagonismo mundial e esse avanço aumenta também a responsabilidade de continuarmos evoluindo em produtividade, qualidade e eficiência agronômica. O produtor enfrenta diferentes desafios ao longo do ciclo, desde o manejo de plantas daninhas e a preparação para a colheita até a proteção contra doenças foliares. Nossa estreia no CBA reforça a decisão da Ourofino de estar cada vez mais próxima dessa cadeia, entendendo essas necessidades e trazendo tecnologias adaptadas às condições da agricultura brasileira”, afirma Roberto Rodrigues, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.

Proximidade com a cadeia do algodão

A estreia da Ourofino no Congresso Brasileiro do Algodão ocorre em meio ao movimento da companhia para fortalecer sua presença em uma cultura que vem ganhando representatividade econômica para o agronegócio brasileiro.

Mais do que uma ação comercial, a participação no CBA tem como objetivo ampliar o relacionamento com produtores, consultores, pesquisadores e demais profissionais ligados à cadeia, além de acompanhar as discussões técnicas que devem orientar os próximos ciclos da cultura.

O próprio conceito do projeto desenvolvido para o espaço da companhia, “Raízes no campo. Inovação no futuro”, traduz essa estratégia. Madeira, algodão e elementos verdes foram incorporados ao espaço para reforçar proximidade, conexão com o campo e inovação. O ambiente terá ainda ações de relacionamento, como pintura ao vivo de uma obra inspirada na cultura do algodão, totem interativo para fotos, serviço de engraxate e happy hours.

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Promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o CBA reúne a cada dois anos produtores, pesquisadores, agrônomos, lideranças, empresas e demais profissionais da cadeia. A programação de 2026 inclui plenárias técnicas, debates sobre mercado e estratégia, hubs especializados e minicursos.

Serviço:

  • 15º Congresso Brasileiro do Algodão – CBA 2026
  • Data: 22 a 24 de setembro de 2026
  • Local: Expominas – Belo Horizonte (MG)
Sobre a Ourofino Agrociência

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira. 

Mais informações,clique aqui.  

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Participação do farelo na ‘crush margin’ aumenta no BR e nos EUA – MAIS SOJA

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A cotação do farelo de soja segue em alta no Brasil e nos Estados Unidos, diante da forte demanda global pelo derivado. Segundo o Cepea, a participação do farelo na margem de processamento das indústrias voltou a aumentar nos últimos dias, atingindo novas máximas.

O Centro de Pesquisas destaca que, entre julho e agosto, a Conab disponibilizou algumas unidades de armazenamento de farelo de soja em certos estados brasileiros, o que pode ter limitado o interesse de venda das indústrias.

Neste cenário, com base nos preços da soja, do farelo e do óleo de soja negociados na região de São Paulo, a participação do farelo de soja na “crush margin” foi o maior desde outubro de 2024, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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