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30 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

ALMT aprova redução de 30% na contribuição do Fethab sobre abate de fêmeas bovinas e bubalinas

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Deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram em segunda votação, durante sessão ordinária nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei 1217/2025, de autoria do governo do Estado, que altera a Lei Estadual nº 7.263, de 27 de março de 2000, que institui o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e prevê a redução de 30 % na contribuição incidente sobre o abate de fêmeas bovinas e bubalinas em Mato Grosso.

O PL 1217/2025 foi aprovado por unanimidade com Substitutivo Integral número 1, apresentado por lideranças partidárias. Pelo Substitutivo Integral, o artigo 1º acrescenta o artigo 7º – D-2 à Lei Estadual nº 7.263, de 27 de março de 2000, que cria o Fundo de Transporte e Habitação.

“Art. 7°-D-2 Ficam reduzidos em 30% (trinta por cento) os percentuais das contribuições previstas nos incisos III e IV-A do § 1º do artigo 7°, bem como no inciso II do artigo 7°-D-1, exclusivamente nas hipóteses de remessas de fêmeas bovina ou bubalina, desde que para abate em estabelecimento industrial instalado no território mato-grossense”.

O parágrafo único do PL 1217/2025 cita que “o disposto nesta lei não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já pagas ou anteriormente compensadas ou depositadas, ou, ainda, recolhidas em execuções fiscais diretamente à Procuradoria-Geral do Estado”.

Em justificativa ao Substitutivo Integral, lideranças partidárias argumentaram a mudança do texto original do projeto de lei “foi para atender o desejo do segmento da Agropecuária do Estado de Mato Grosso, em conjunto com o entendimento pacificado do Governo do Estado de Mato Grosso, como medida de direito e justiça tributária”.

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Agro Mato Grosso

PF encontra arsenal de fuzis em área de garimpo dominada pelo Comando Vermelho em MT

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Fantástico – A operação da Polícia Federal na Terra indígena Sararé, em Mato Grosso, revelou que o garimpo ilegal controlado pelo Comando Vermelho funcionava como uma verdadeira base do crime organizado. Além da exploração clandestina de ouro, os agentes encontraram um arsenal escondido em bunkers na mata e no interior de túneis escavados pelos garimpeiros.

Segundo a PF, a presença de armamento pesado passou a fazer parte da rotina da região após a chegada da facção criminosa, que assumiu o controle de áreas de mineração ilegal e transformou o ouro em fonte de financiamento para outras atividades criminosas.

Armas escondidas em túneis e bunkers

Vídeos mostram fuzis e intimidação — Foto: Reprodução/TV Globo

As investigações mostram que os criminosos utilizavam os túneis, com até 30 metros de profundidade, não apenas para retirar ouro, mas também para esconder armas, munições e equipamentos. Durante a operação, os policiais localizaram armamentos ocultos tanto dentro das minas quanto em esconderijos espalhados pela floresta.

Vídeos mostram fuzis e intimidação

Vídeos obtidos pela investigação também mostram integrantes da facção exibindo armamento de guerra. Em uma das gravações, aparecem uma pistola e quatro fuzis sobre uma mesa, sendo um deles equipado com silenciador. Em outro registro, homens armados escoltam um trator que abre caminho dentro da terra indígena antes de efetuarem diversos disparos, em uma demonstração de força e intimidação.

Ouro virou moeda para comprar armas e drogas

Ouro encontrado em túnel criado por garimpo — Foto: Reprodução/TV Globo

De acordo com a Polícia Federal, o Comando Vermelho começou a atuar na região em 2023. Inicialmente, os criminosos faziam a segurança dos garimpos ilegais, mas depois passaram a controlar diretamente a atividade e a usar o ouro como moeda de troca para adquirir drogas e armamentos em países vizinhos, aproveitando a proximidade da fronteira.

Operação destruiu estrutura do garimpo ilegal

A Terra Indígena Sararé ocupa cerca de 67 mil hectares e, segundo as autoridades, chegou a concentrar mais de mil pontos de garimpo ilegal. No Garimpo Cururu, um dos principais da região, havia uma estrutura comparada a um pequeno vilarejo, com bares, comércio e farmácia para atender os trabalhadores.

O esquema foi revelado pelo Fantástico, que acompanhou uma megaoperação coordenada pela Casa Civil e por forças federais. Desde março, a ofensiva já apreendeu 153 quilos de ouro e 42 mil litros de óleo diesel, destruiu quase quatro toneladas de explosivos, mais de 800 motores, 31 máquinas de escavação, 200 acampamentos e 33 túneis, além de prender 72 pessoas.

Túneis com energia, depósitos de alimentos e alojamentos: como era a estrutura do garimpo dominado por facção em terra indígena — Foto: Reprodução/TV Globo

O prejuízo estimado ao garimpo ilegal supera R$ 110 milhões.

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Agro Mato Grosso

Instituições ambientais recorrem ao STF para anular lei que proíbe pesca comercial por 5 anos em MT

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Agro Mato Grosso

STF valida plano para acelerar regularização de imóveis rurais em MT

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