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11 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Fundação MT promove 17º Encontro Técnico do Algodão em Cuiabá com foco na inovação da cultura

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Evento reunirá pesquisadores, produtores rurais, consultores, profissionais da indústria e de toda cadeia produtiva da cotonicultura

Os resultados da safra 2024/25 e o futuro da cotonicultura no Brasil serão debatidos no 17º Encontro Técnico do Algodão, promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT). O evento será realizado entre os dias 2 e 4 de setembro, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá (MT).

Com o tema “Inovação no campo, fibra que transforma”, o encontro reunirá pesquisadores, produtores rurais, consultores, técnicos, profissionais da indústria e de toda a cadeia produtiva do algodão. “Os participantes podem esperar um bom conteúdo técnico para auxiliar na tomada de decisão. Sempre nesses eventos, além dos resultados, teremos muita conexão entre a pesquisa, a indústria e o produtor. É o momento de nós nos integrarmos, nos conectarmos e elevarmos o nível da agricultura no Mato Grosso”, destaca o supervisor de pesquisas da Fundação MT, Ciro Maia Brito.

O evento será no formato híbrido, com participação presencial e transmissão online. A programação tem início na tarde do dia 2 de setembro, com o painel de abertura que abordará o cenário atual da cultura do algodão no Brasil. A presidente da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto da Costa, participará da discussão, representando a Bahia, segundo maior produtor nacional, atrás apenas de Mato Grosso. O diplomata e economista Marcos Troyjo, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco do BRICS), também estará presente, trazendo uma análise do agronegócio brasileiro no contexto da economia global. O co-fundador e diretor administrativo da SP Ventures também será um dos debatedores do painel.

Durante os três dias de evento, serão promovidos sete painéis técnicos, com destaque para temas como resistência de pragas, manejo integrado, qualidade da fibra, uso de fertilizantes, fitossanidade e manejo de nematoides.

O Painel 1, sobre Manejo Integrado de Pragas, vai tratar da perda de eficiência da tecnologia VIP para controle da lagarta Spodoptera frugiperda, trazendo à tona os riscos do aumento da resistência aos inseticidas. A pesquisadora Mariana Ortega, da Fundação MT, e a presidente do Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas, Mariana Durigan, discutirão o impacto desse cenário na próxima safra.

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O segundo dia do encontro será marcado pela retrospectiva da safra 24/25. Um momento muito aguardado que vai trazer os relatos de produtores rurais do Norte, Médio-Norte, Sul, Vale do Araguaia e Oeste do estado. Os cotonicultores vão falar de suas experiências e das estratégias que levaram a altas produtividades, como também o planejamento para o próximo ciclo.

Na sequência, o painel sobre Manejo Integrado do Algodão, será conduzido pela pesquisadora de fitotecnia da Fundação MT, Daniela Dalla Costa, e contará com a participação do produtor Alexandre Schenkel, abordando estratégias para melhoria da qualidade da fibra e aumento da produtividade. O fisiologista Ederaldo Chiavegatto, que é pesquisador e professor da Universidade de São Paulo, contribuirá com reflexões sobre como o manejo baseado na fisiologia vegetal pode transformar os resultados no campo.

Outro ponto alto será o Painel 4, que debaterá a eficiência no uso de potássio em solos arenosos e argilosos, um tema central frente à busca por sustentabilidade e redução de custos na adubação.

Ao longo dos três dias, haverá ainda espaços dedicados às empresas parceiras, apresentação de resultados de pesquisa da Fundação MT, debates técnicos, momentos de networking e coquetéis de encerramento ao fim de cada dia. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site: fundacaomt.com.br

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Agro Mato Grosso

Valtra; Além do etanol, a Valtra aposta nos motores biometano no agro

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Em meio a uma guerra no Oriente Médio que elevou o preço dos combustíveis fósseis e aumentou ainda mais a pressão sobre a rentabilidade do produtor rural brasileiro, as grandes indústrias de máquinas agrícolas trouxeram para a Agrishow, maior feira agrícola de tecnologia da América Latina, em Ribeirão Preto (SP), uma alternativa comum de descarbonização: os motores a etanol. A escolha do combustível se deve à vocação natural do país e aos aumentos de produção a partir do milho.

A tecnologia para mover os tratores e outrasmáquinas agrícolascom o etanol, no entanto, ainda está em testes, fase que antecede a validação. A Valtra é a única que faz uma estimativa de lançamento comercial do motor.

“As máquinas já completaram mais de 10 mil horas de testes em fazendas de cana de parceiros. Estamos agora na fase de pequenos ajustes, como a curva de potência, mas estamos maduros para entrar firme no mercado em 2027”, diz Cláudio Esteves, diretor de vendas da empresa do grupo AGCO.

A Fendt aposta no motor elétrico, que já está sendo comercializado na Europa e Estados Unidos. Mas também está testando outras opções de combustível. Marcelo Traldi, vice-presidente da Fendt e Valtra na América do Sul, diz que o motor elétrico pode vir para as máquinas da marca no Brasil, mas isso ainda não está decidido.

“Já temos a solução elétrica pronta, mas sabemos da dificuldade de recarga. Estamos trabalhando para trazer a melhor solução e superar as dificuldades, visando redução de consumo de combustível e utilização correta de todos os insumos.”

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Torsten Dehner, vice-presidente global da Fendt, diz que o trator elétrico desenvolvido na Alemanha promete uma economia de até 20% em combustível nas operações no campo. A marca premium da AGCO trabalha o desenvolvimento de um trator híbrido.

“O ponto central é que não existe uma solução única. A transição energética no agro será híbrida e complementar: eletrificação, biometano, etanol e biodiesel atendem a diferentes perfis de operação, regiões e realidades produtivas.”

“O etanol do milho vai mudar a pressão sobre o uso desse combustível. A grande questão a ser respondida ainda é o poder calorífico do motor porque a máquina exige um torque maior.”

 

Biometano

 

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Trator a biometano da Valtra — Foto: Eliane Silva/Globo Rural

Trator a biometano da Valtra — Foto: Eliane Silva/Globo Rural

Além do etanol, a Valtra aposta no biometano, combustível produzido com o passivo ambiental das propriedades, como os dejetos da suinocultura, criando um modelo de economia circular.

Nesse caso, os testes já somaram 20 mil horas e o lançamento está previsto para 2028. Segundo Esteves, atualmente as máquinas das marcas do grupo AGCO equipadas com a transmissão CVT entregam uma economia de 15% de diesel.

“Assumimos o compromisso em 2017 de explorar no Brasil o trator movido a biometano. As vendas vão se consolidando. Temos a ferramenta pronta para uso em várias culturas, como café e suinocultura, mas é na cana que a tecnologia tem sido mais adotada”, diz o diretor, que não revela o total de unidades vendidas desde o lançamento. Só diz que está na casa de dezenas.

Segundo as informações os tratores a biometano oferece a mesma potência do diesel, com uma economia de até 40%.

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Agro Mato Grosso

Milho; A força de uma cultura que move Lucas do Rio Verde MT

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Da lavoura à mesa, a Festa do Milho traduz a potência econômica, social e cultural de um dos principais pilares do desenvolvimento regional, com protagonismo da Fundação Rio Verde

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Agro Mato Grosso

MT bate recorde histórico e se consolida como o maior produtor de biocombustíveis do Brasil

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Estado já responde por 26% do biodiesel brasileiro e produziu mais de 5,5 bilhões de litros de etanol de milho na última safra.

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