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29 de junho de 2026

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MT busca novos mercados e produção sustentável para driblar tarifaço dos EUA

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Dentre os estados brasileiros, Mato Grosso é um dos que devem sofrer menos com os impactos com o chamado tarifaço de 50% imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros.

A avaliação é do secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, em entrevista ao vivo para o Jornal da Record News na noite de terça-feira (13). Segundo ele, apenas 1,5% das exportações do estado têm como destino o mercado norte-americano.

“Temos alguns produtos mais afetados, como madeira, ouro e subprodutos da carne, mas a carne bovina, por exemplo, tem apenas 7% de sua exportação voltada aos Estados Unidos”, explicou. Ele destacou que Mato Grosso mantém como principais parceiros comerciais países da Ásia e do Oriente Médio, e que a retirada da vacinação contra febre aftosa abre portas para mercados mais exigentes, como Japão, Coreia e União Europeia.

De janeiro a junho de 2025, o saldo da balança comercial mato-grossense foi de US$ 14,6 bilhões, o equivalente a 45% do total exportado pelo Brasil no período.

“Somos o maior produtor nacional de soja, milho, algodão, etanol de milho, gergelim e também detemos o maior rebanho bovino do país, com uma produção feita de forma sustentável. Preservamos 60% do território estadual e temos legislação ambiental rigorosa, que cumprimos à risca”, afirmou.

Entre as iniciativas nessa área, Miranda citou o projeto em tramitação na Assembleia Legislativa que prevê a rastreabilidade completa da carne, desde o nascimento do bezerro até o abate, além do combate intensivo ao desmatamento e às queimadas ilegais.

A busca por novos mercados é prioridade do governo estadual. Em 2025, três destinos inéditos já receberam carne produzida em Mato Grosso, como o México. Ao todo, são 77 destinos. Para reforçar a estratégia, o estado está lançando a Invest Mato Grosso, agência de promoção comercial e atração de investimentos administrada pela iniciativa privada.

O secretário também ressaltou o esforço para agregar valor às commodities por meio da industrialização, uma meta estabelecida pelo governador Mauro Mendes.

“Temos incentivos fiscais sem burocracia, segurança jurídica e uma política agressiva de atração de indústrias. Hoje, cerca de 40% do milho produzido já é processado no estado para etanol, e avançamos na implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, que terá acesso estratégico pelo Rio Paraguai”, disse.

Miranda concluiu que o cenário global, marcado por tarifas e rearranjos comerciais, exige eficiência e competitividade. “O desafio é manter os clientes tradicionais, conquistar novos e mostrar ao mundo que Mato Grosso produz com responsabilidade ambiental e qualidade reconhecida”.

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Operação mira facções envolvidas em homicídios, tráfico e venda ilegal de medicamentos em MT

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Polícia Civil cumpre 35 ordens judiciais em oito cidades contra investigados ligados a grupos rivais; alvos também são suspeitos de comércio ilegal de medicamentos e outros crimes

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Com Assessoria

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Governo de MT entrega 300 pontes de concreto e constrói megaestrutura sobre o Rio Juruena

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Programa bilionário vai eliminar de vez os pontos críticos nas rodovias. Travessia de balsa que levava horas será feita em poucos minutos



O Governo de Mato Grosso executa um programa de substituição de pontes de madeira e eliminação de balsas em todo o Estado. O objetivo é superar obstáculos para o desenvolvimento da infraestrutura mato-grossense e garantir que pessoas, mercadorias e serviços essenciais possam circular com segurança durante todo o ano.





Desde 2019, o Governo do Estado já entregou 300 pontes de concreto em diferentes regiões de Mato Grosso. Outras 120 estruturas estão em construção. As novas pontes oferecem mais segurança aos usuários, suportam cargas maiores e são uma solução definitiva para a travessia de rios.





Além disso, até o fim de 2026, o Governo também vai chegar a 1.200 pequenas pontes de madeiras substituídas por aduelas de concreto ou bueiros metálicos, acabando com pontos críticos que frequentemente causavam interrupções no tráfego em estradas estaduais e municipais.





O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que as pontes de madeira sempre foram um obstáculo para o desenvolvimento de Mato Grosso. Elas exigem manutenção constante, apresentam restrições de carga e muitas vezes precisavam ser interditadas quando apresentavam problemas.





“Quando uma ponte de madeira caí, o trânsito é completamente interrompido. Em muitos municípios isso significa o isolamento de uma população inteira. Com as pontes de concreto o trânsito passa a ser permanente e confiável. Por isso, sempre digo que a construção de pontes de concreto é o maior programa e o maior legado do Governo de Mato Grosso”, disse.





Além de garantir que as pessoas possam trabalhar, estudar e continuar suas atividades, a construção de pontes de concreto também fortalece a logística do Estado, permitindo previsibilidade no escoamento da produção.





Entre as obras de destaque está a construção de uma ponte de 1.410 metros de extensão sobre o Rio Juruena. Essa ponte, no caso, vai substituir uma balsa que atualmente faz a travessia do rio em viagens de aproximadamente uma hora.





“Atualmente há uma balsa nesse Rio que leva quase duas horas para ir e voltar, levando um caminhão por vez. Essa balsa para de funcionar quando escurece e só volta no dia seguinte. Quando a ponte for entregue, todo esse percurso vai durar poucos minutos. Será um ganho logístico enorme para toda a região”, explicou o secretário.





Outro exemplo está na rodovia MT-060, a Transpantaneira, onde o governo já substituiu 47 pontes de madeira, seja por pontes de concreto ou por aduelas. Outras 41 estão ou em obras, ou em processo de licitação para a troca, o que vai acabar com todas as pontes de madeira da rodovia.





“Estamos substituindo estruturas que durante décadas limitaram o desenvolvimento de muitas regiões. As pontes de concreto, as aduelas e os bueiros metálicos garantem segurança, reduzem custos de manutenção e criam uma malha viária mais moderna e preparada para o crescimento de Mato Grosso”, concluiu o secretário.





Com Assessoria

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Ancelotti repete time que venceu a Escócia para duelo decisivo contra o Japão

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Sem Raphinha, lesionado, Brasil vai a campo com Rayan entre os titulares. Japão promove quatro mudanças após empate com a Suécia

O Brasil está escalado para enfrentar o Japão pela fase 16 avos de final da Copa do Mundo. A bola rola em Houston, nos Estados Unidos, a partir das 14h (horário de Brasília). 

O técnico Carlo Ancelotti repetiu o time que venceu a Escócia por 3 a 0 na quarta-feira (24), em Miami. A seleção canarinho vai a campo com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.

O único desfalque na equipe brasileira é o atacante Raphinha, que se recupera de uma lesão no músculo posterior da coxa direita, sofrida na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, há dez dias, na Filadélfia. Ele deu lugar a Rayan no time titular.

Maior artilheiro do confronto entre Brasil e Japão, Neymar será, novamente, opção no banco de reservas. Recuperado de uma lesão grau dois na panturrilha direita, o atacante ficou um mês sem atuar, voltando a campo durante o segundo tempo da vitória sobre a Escócia. O camisa 10 marcou nove gols em cinco partidas contra a seleção asiático – que, aliás, é a maior vítima dele vestindo a Amarelinha.

Na história, o Brasil tem 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota para os japoneses. O revés ocorreu justamente no último duelo, um amistoso disputado em Tóquio (Japão), em outubro do ano passado. A seleção verde e amarela foi superada por 3 a 2, de virada.

O Japão também está escalado por Hajime Moriyasu. Os Samurais Azuis (como é conhecida a seleção nipônica) vão atuar com Zion Suzuki; Takehiro Tomiyasu, Shogo Taniguchi e Hiroki Ito; Keito Nakamura, Junya Ito, Kaishu Sano e Ritsu Doan; Daizen Maeda, Daichi Kamada e Ayase Ueda.

Em relação à formação do empate por 1 a 1 com a Suécia na quinta-feira (25), em Dallas, Moriyasu fez quatro alterações. Na defesa, Tomiyasu e Hiroki Ito assumiram as vagas de Yukinari Sugawara e Kou Itakura – que lesionou o posterior da coxa esquerda no jogo passado. O zagueiro Ayumu Seko deu lugar ao volante Kaishu Sano. Por fim, Ao Tanaka foi para o banco e o também meia Juyna Ito virou titular.

Além de Itakura, outro desfalque no grupo dos Samurais Azuis é Takefusa Kubo. O meia não se recuperou a tempo de uma lesão no joelho esquerdo e só fica à disposição da comissão técnica se o Japão avançar às oitavas de final.

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