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Governo de MT e Incra firmam acordo de cooperação para regularizar 728 lotes de assentamento federal

Assinatura representa um marco para os moradores na regularização fundiária do estado
O Governo de Mato Grosso e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) assinaram, nesta quinta-feira (7.8), um termo de cooperação técnica para avançar na regularização fundiária de áreas do projeto de assentamento federal Coqueiral Quebó.
Com um investimento de R$ 2 milhões, o acordo formaliza a cooperação entre os órgãos federais e estaduais para realizar os procedimentos de identificação, georreferenciamento, regularização e titulação dos lotes, que ficam entre Cuiabá e Nobres (a 122 km da capital). Pela esfera estadual, o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) ficará responsável pelo serviço. A Prefeitura de Nobres também intermediou o acordo.
Serão 728 lotes regularizados, beneficiando cerca de 2,9 mil pessoas que vivem na região. No dia 1º de agosto, completaram-se 37 anos desde que os moradores passaram a integrar o assentamento e aguardam a regularização final.
“A assinatura demonstra o compromisso do Estado de Mato Grosso com todos os mato-grossenses. Essa parceria visa a regularização de mais de 700 lotes da reforma agrária, trazendo compromisso, segurança, investimento e qualidade de vida aos ocupantes dos assentamentos”, afirmou o presidente do Intermat, Francisco Serafim.
Com a assinatura do acordo, as equipes técnicas do Intermat e do Incra iniciarão os trabalhos de campo, incluindo levantamento cadastral e análise documental. O objetivo é que os títulos sejam entregues de forma célere, garantindo direito à propriedade, acesso a crédito rural e valorização da produção.
“Esse acordo de cooperação é histórico e demonstra o amadurecimento das entidades e a confiança no serviço, tanto do Incra quanto do Intermat, que firmaram esse termo visando justamente o cidadão que aguarda há mais de 30 anos essa regularização”, completou Serafim.
O proprietário Carlos Falcão, que mora há 35 anos no assentamento, destacou que a regularização vai trazer mais segurança para os moradores da região. “Esse movimento que estou vendo hoje foi o de maior satisfação da minha vida. Espero que tenhamos o documento de nossas terras o mais rápido possível”, concluiu.
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Frente fria avança neste final de semana e traz chuvas e temporais; saiba onde

A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no país indica mudanças importantes para os próximos dias. Uma nova frente fria avança sobre a região sul no final de semana, trazendo chuva e temporais, mas sem volumes significativos. Com isso, o déficit hídrico no Rio Grande do Sul, em partes do interior de Santa Catarina e do Paraná não será revertido.
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Para os produtores que já avançaram com as operações de colheita na região sul, as condições permanecem relativamente favoráveis. No Sudeste, Centro-Oeste e interior do Matopiba, há boa umidade do solo, chegando até a solos encharcados em regiões do centro-norte de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, com precipitação prevista de 50 a 100 mm nos próximos cinco dias. Embora essas chuvas beneficiem lavouras mais recentes, elas podem atrasar trabalhos em campo. No Matopiba, as chuvas devem variar entre 50 e 70 mm em cinco dias.
12 a 16 de fevereiro
A partir da próxima semana, entre 12 e 16 de fevereiro, a região sul deve receber chuvas mais consistentes, especialmente no Rio Grande do Sul, com volumes que podem ultrapassar 50 mm em cinco dias.
Já no Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia, a tendência é de pelo menos dez dias de tempo firme, com chuvas localizadas apenas na porção norte de Mato Grosso. Entre 17 e 21 de fevereiro, as condições permanecem estáveis, com chuvas típicas de verão somando 5 a 10 mm ao dia na região Centro-Oeste.
Produtores dessas áreas devem aproveitar essa janela de tempo firme para avançar com as operações no campo, já que o final de fevereiro promete ser chuvoso tanto no Sudeste quanto no Centro-Oeste.
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Com 710kg, maior pneu da América Latina será apresentado no Show Rural Coopavel

O maior pneu agrícola já produzido na América Latina será apresentado durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, que acontece de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel, no Paraná.
Produzido pela Titan Pneus, o Goodyear LSW1250/35R46 Optitrac 195D, o mais largo e mais pesado da categoria, conta com 1.210 mm de largura, 2.055 mm de altura e 710 kg.
De acordo com a empresa, o pneu foi desenvolvido para atender equipamentos aplicados em grandes áreas, como colhedoras e tratores de alta potência, acima de 350 cv, normalmente acoplados a plantadeiras com mais de 40 linhas ou subsoladores de alta profundidade, com mais de sete hastes.
“Esse foi desenvolvido para atender equipamentos utilizados em propriedades maiores, oferecendo maior eficiência operacional”, destaca o gerente regional da companhia, Alessandro Maicá.
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Tradicionalmente, tratores dessa categoria saem de fábrica equipados com pneus standard e utilizam rodados duplos (dual) nos eixos dianteiro e traseiro, o que pode demandar mais tempo de montagem e desmontagem, além de dificuldades no transporte, especialmente no deslocamento por caminhão entre propriedades.
Segundo a Titan, o novo pneu possui a tecnologia Low Sidewall (LSW), pensada para melhor aderência ao solo e baixo índice de patinagem. Maicá argumenta que esse diferencial traz ganhos na velocidade de plantio e maior conforto ao operador, além de redução do consumo de combustível.
A feira
Idealizado e organizado pela Coopavel, o Show Rural Coopavel 2026 reunirá mais de 600 expositores e uma área de 720 mil m². Na edição anterior, a feira recebeu mais de 400 mil visitantes e movimentou aproximadamente R$ 7 bilhões.
Serviço
Show Rural Coopavel 2026
Quando: de 9 a 13 de fevereiro
Endereço: Rodovia BR-277, KM 577 – Cascavel/PR
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Embrapa destaca soja de baixo carbono e papel sustentável em evento no Paraná

A importância das boas práticas agrícolas na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na produção de soja será um dos destaques da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) durante o Show Rural Coopavel, que acontece de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). A instituição irá apresentar, no evento, parte do modelo adotado na Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, que aposta na diversificação do sistema produtivo durante a entressafra.
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A proposta envolve o cultivo de plantas de cobertura, como braquiária e crotalária, no período entre safras. Essas culturas contribuem para a formação de palhada e para a melhoria das características físicas, químicas e biológicas do solo, por meio do aporte de carbono e, no caso da crotalária, também de nitrogênio. “Carbono e nitrogênio são constituintes essenciais para a formação da matéria orgânica do solo”, explica o pesquisador Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja.
Segundo o pesquisador, a presença de palhada protege o solo contra o impacto da chuva, reduz perdas de água por evaporação, mantém temperaturas mais estáveis, melhora a infiltração hídrica e auxilia no controle de plantas daninhas. Além disso, a biomassa aérea e o sistema radicular das plantas de cobertura aumentam o estoque de carbono no solo.
Durante a Vitrine de Tecnologias da Embrapa no Show Rural, o papel das raízes no sistema produtivo será um dos temas centrais. ”Normalmente, observamos apenas a parte aérea das plantas, mas as raízes, que são a ‘metade escondida’, exercem papel fundamental na estruturação do solo”, afirma Nogueira. Segundo ele, as raízes abrem poros, facilitam a entrada de água e ar e servem como fonte de alimento para os microrganismos, elevando a qualidade biológica do solo.
A diversificação de culturas, segundo a Embrapa, altera a forma como as raízes ocupam o solo, melhora a porosidade e aumenta a capacidade de infiltração e armazenamento de água. Parte do carbono incorporado pelas plantas permanece estabilizada no solo na forma de matéria orgânica, contribuindo para um balanço de carbono mais favorável ao longo do tempo.
Embora uma fração do carbono retorne naturalmente à atmosfera, sistemas bem manejados conseguem reter volumes maiores no solo, o que reduz as emissões líquidas de GEE e torna a produção de soja mais sustentável no longo prazo.
Além do manejo adequado do solo, práticas como o uso de bioinsumos, o controle integrado de pragas e doenças, a diversificação de culturas e o uso racional de insumos ajudam a diminuir a pegada de carbono da atividade agrícola. Essas estratégias sustentam iniciativas como o selo Soja Baixo Carbono, que reconhece sistemas produtivos comprometidos com a mitigação das emissões de gases de efeito estufa.
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