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24 de junho de 2026

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Caravanas em todo o estado se mobilizam para participar da ExpoEcos 2025

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Concurso que elege o melhor tomate do Brasil volta a ser realizado após 12 anos

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Foto: Pixabay

O concurso que elege o melhor tomate de mesa do Brasil volta a acontecer em 2027, após um hiato de 12 anos.

As inscrições serão abertas em 1 de janeiro e os vencedores serão divulgados em agosto, enquanto a cerimônia de premiação está prevista para 15 de setembro. Podem concorrer produtores de tomates uva, italiano, redondo e gourmet.

O regulamento aponta que serão premiados os primeiros colocados das três primeiras categorias. Já os gourmets serão reconhecidos como Revelação do Ano, O mais saboroso e O mais diferenciado.

Além disso, o concurso também homenageará quatro produtores com os prêmios Jovem Tomateiro, Tomate no Feminino, Tomate Rastreável e Tomate Sustentável.

Entre os membros da comissão avaliadora está o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

“Assim como na primeira edição, o Ital será responsável pelas análises físico-químicas e pelos painéis sensoriais descritivos”, destaca a pesquisadora do Instituto e presidente da comissão avaliadora do concurso, Aline de Oliveira Garcia.

Também estão confirmadas na comissão as pesquisadoras Silvia Moura, diretora do Centro de Tecnologia de Frutas e Hortaliças (Fruthotec) do Ital, e Kátia Cipolli, que atua com Aline Garcia no Centro de Ciência e Qualidade dos Alimentos (CCQA) do Instituto.

Os organizadores do concurso esperam superar os 36 inscritos e 330 quilos de tomates recebidos na edição de estreia. A organização do prêmio é do Instituto Brasileiro de Horticultura (Ibrahort) em parceria com a Eacea.

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Brasil passa a vender tecnologia de medição de teor de óleo de girassol para a Ucrânia

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Mesmo em uma guerra que se arrasta desde 2022, a Ucrânia continua sendo um dos principais polos mundiais de produção e exportação de óleo de girassol. Agora, passa a contar com uma tecnologia brasileira para a medição do teor de ácido oleico (Ômega-9), atributo que vem ganhando importância na comercialização internacional do coproduto.

A empresa FIT, sigla para Fine Instrument Technology, realizou sua primeira venda da tecnologia SpeCFIT, desenvolvida em parceria com a Embrapa Instrumentação, para o país europeu.

O equipamento utiliza Ressonância Magnética Nuclear (RMN) de baixo campo para realizar análises rápidas e não destrutivas de grãos e sementes, dispensando o uso de reagentes químicos e reduzindo a dependência de métodos laboratoriais convencionais.

Estimativas de mercado apontam que o setor global de óleo de girassol movimenta atualmente cerca de US$ 25 bilhões por ano e mantém trajetória de crescimento, impulsionado pela demanda da indústria alimentícia e pela valorização de variedades com alto teor oleico.

O CEO da FIT, Daniel Consalter, salienta que a Ucrânia ocupa posição estratégica como um dos principais produtores e exportadores mundiais de óleo de girassol, exercendo forte influência sobre padrões internacionais de qualidade e formação de preços e que a entrada naquele mercado evidencia o potencial de aplicações da tecnologia brasileira em cadeias globais de produção.

“Mercados que remuneram atributos de qualidade exigem métodos de medição rápidos e confiáveis. A análise por RMN permite gerar essas informações praticamente de forma instantânea, apoiando decisões ao longo da cadeia produtiva”, afirma.

Critério de remuneração da produção

Em mercados como União Europeia, Estados Unidos e parte da Ásia, o teor de ácido oleico já é utilizado como critério de classificação e remuneração da produção, com bonificações para grãos classificados como “high oleic” (alto teor de ácido oleico).

Além do maior valor comercial, esse atributo está associado à maior estabilidade térmica dos óleos, maior resistência à oxidação e características nutricionais valorizadas pela indústria e pelos consumidores.

Consalter ressalta que no Brasil, a comercialização do girassol ainda é predominantemente baseada no teor total de óleo destinado ao esmagamento, enquanto atributos qualitativos, como o teor de ácido oleico, têm participação mais limitada na formação de preços.

Com a operação na Ucrânia, somada à recente expansão para a Colômbia, a FIT dá continuidade ao seu processo de internacionalização iniciado em 2018 e, agora, já está presente em 19 países.

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Você sabe como proteger sua propriedade rural de Aprosoja MT detalha medidas de prevenção e segurança jurídica

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Imagem gerada por IA

Os incêndios em áreas rurais continuam sendo uma das principais ameaças ao patrimônio, à produção agrícola e ao meio ambiente. Além dos prejuízos causados às lavouras, ao solo, aos animais e às estruturas das propriedades, os produtores rurais também podem enfrentar investigações e questionamentos sobre a origem das chamas.

Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância de agir rapidamente após uma ocorrência. A orientação é comunicar os órgãos competentes, registrar um boletim de ocorrência e reunir documentos que comprovem os danos e as circunstâncias do incêndio.

Segundo o vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja Mato Grosso, Nathan Belusso, existe uma percepção equivocada de que os produtores rurais seriam os principais responsáveis pelas queimadas. ”Na prática, o produtor está entre os maiores prejudicados, já que o fogo compromete a fertilidade do solo, reduz a produtividade e coloca em risco lavouras, máquinas, animais e pessoas”, explica.

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Belusso destaca que muitos produtores investem em ações preventivas, como brigadas próprias, reservatórios de água e equipamentos para o combate inicial às chamas. Ainda assim, quando um incêndio atinge a propriedade, a documentação da ocorrência é considerada fundamental.

Entre as medidas recomendadas estão o registro de boletim de ocorrência e a elaboração de uma ata notarial em cartório, documento que formaliza a situação encontrada na propriedade após o incêndio. Fotografias, vídeos, testemunhos e registros das equipes de combate também podem servir como provas em eventuais investigações.

Os impactos do fogo vão além da área atingida. O delegado coordenador do Núcleo Vale do Guaporé da Aprosoja MT, Yuri Nunes Cervo, relembra um grande incêndio enfrentado em sua propriedade em 2020, que mobilizou equipes durante vários dias para conter as chamas em áreas de mata e reserva.

Segundo ele, além dos danos imediatos, o fogo destrói anos de investimentos em conservação do solo, afetando a matéria orgânica, a microbiota e a capacidade de retenção de umidade, fatores essenciais para a produtividade agrícola.

Para os especialistas, a prevenção continua sendo a principal estratégia para reduzir riscos. Treinamento de brigadas, integração com o Corpo de Bombeiros e investimentos em equipamentos de combate ao fogo fazem parte da rotina de muitas propriedades rurais.

A orientação dos especialistas é que, após um incêndio, o produtor registre a ocorrência, reúna provas e mantenha toda a documentação organizada. O procedimento é considerado essencial para assegurar respaldo jurídico e demonstrar que também foi afetado pelos danos provocados pelo fogo.

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