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Sustentabilidade

Sumitomo Chemical destaca inovação no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia 2025 – MAIS SOJA

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A Sumitomo Chemical marca presença no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia em Lavras (MG), de 3 a 8 de agosto de 2025, promovido pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia e realizado no Centro de Eventos da UFLA. Reconhecido como um dos principais eventos científicos do setor, o congresso reúne especialistas, pesquisadores, profissionais do agro e representantes da indústria para debater avanços no manejo de doenças de plantas.

Com 50 anos no Brasil e mais de um século de tradição em pesquisa, a empresa se consolidou como referência global no desenvolvimento de fungicidas com modos de ação exclusivos, como o Indiflin™ e o PAVECTO® — este em fase de registro e integrante da nova classe química das tetrazolinonas, fruto de codesenvolvimento com a BASF.

Durante o evento, a Sumitomo Chemical apresentará um portfólio robusto e inovador, que inclui:

• Excalia®Max: combinação única do Indiflin™ (Inpyrfluxam) com o Tebuconazol, oferecendo ação sistêmica e alta eficiência no manejo de doenças, especialmente no manejo de resistência. Registrado para soja, milho, trigo, cafés arábica e conilon, além da maçã, é uma ferramenta estratégica no controle de doenças, contribuindo para manter o potencial produtivo das culturas.

• PAVECTO®, codesenvolvido com a BASF: inaugurando a classe das tetrazolinona, o produto está em fase de registro e tem perfil técnico diferenciado, modo de ação único e eficácia mesmo diante da mutação genética G143A, que compromete QoIs tradicionais.

• Pladius®: lançamento voltado para a soja, recomendado para o início do ciclo da cultura, com combinação tripla que inclui Indiflin® associado a um triazol e uma estrobilurina.

• Tróia: fungicida multissítio que atua simultaneamente em diferentes alvos no metabolismo dos fungos, auxiliando no manejo de resistência e ampliando o espectro de controle.

• Curado: triazol sistêmico com ação curativa e preventiva, indicado para o controle de doenças-chave em diversas culturas.

• Tamiz: estrobilurina com efeito fisiológico, que controla doenças e contribui para a manutenção da área foliar verde.

• Tenaz: fungicida de amplo espectro com alta persistência de controle, ideal para programas de manejo integrado.

• Sialex: solução sistêmica de alta eficiência contra doenças de final de ciclo, com excelente seletividade.

Segundo Marcelo Figueira, gerente de fungicidas LATAM da Sumitomo Chemical, a participação da companhia no congresso reforça seu protagonismo na oferta de soluções únicas e eficazes. “Nosso portfólio inovador reafirma o compromisso em entregar tecnologias que mantêm o potencial produtivo das lavouras, com segurança agronômica e sustentabilidade. Produtos como Excalia®Max, PAVECTO® e Pladius® são exemplos de como a ciência e a inovação podem transformar a agricultura brasileira”.

Para Diogo Togni (foto abaixo), gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM da Sumitomo Chemical, a pesquisa em fungicidas é a base que sustenta a inovação da companhia. “Na Sumitomo Chemical, transformamos ciência em soluções que protegem lavouras, preservam o futuro e geram valor para o produtor”, completou Togni.

Palestras

Confira a participação da Sumitomo Chemical na programação de palestras do Congresso de Fitopatologia:

• Painel Pesticidas 2025

  7 de agosto, 08h–10h

  Palestra: Fungicidas do Futuro: Inovações e Novas Abordagens para o Manejo de Doenças de Plantas

  Palestrante: Diogo Togni, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM – Sumitomo Chemical

• Palestra Especial Sumitomo Chemical

  5 de agosto, 17h–17h30

Tema: Sumitomo Chemical: Inovação que transforma a agricultura

Palestrante: Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas LATAM – Sumitomo Chemical

A presença da Sumitomo Chemical no Congresso Brasileiro de Fitopatologia reafirma seus valores de ciência, inovação e contribuição para a sustentabilidade do agronegócio, com soluções que garantem desempenho e segurança às lavouras brasileiras.

Acompanhe o evento

Siga a cobertura completa nas redes sociais da Sumitomo Chemical para atualizações ao vivo, destaques das palestras e entrevistas exclusivas com especialistas.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical



 

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Sustentabilidade

Estresse térmico é uma das principais causas da perda de produtividade no Brasil – MAIS SOJA

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As adversidades climáticas e ambientais, especialmente os fatores abióticos que impactam o crescimento, o desenvolvimento e a produtividade das culturas agrícolas, como estresse hídrico, estresse térmico e desequilíbrio nutricional, estão entre os principais responsáveis pela redução da produção agrícola, com sua relevância variando conforme as diferentes regiões de cultivo.

Além de reduzir a produtividade das culturas agrícolas, o estresse provocado por condições abióticas limita o potencial produtivo das plantas, mesmo quando fatores bióticos estão em níveis ótimos. Além disso, diferentes fontes de estresse podem atuar de forma combinada, intensificando os danos à produtividade.
Do ponto de vista fisiológico, o enfrentamento desses estresses demanda maior gasto energético pelas plantas para manter a resiliência, resultando, entre outros efeitos, na redução da taxa fotossintética. Isso compromete a produção, a translocação e o acúmulo de fotoassimilados nos grãos, impactando diretamente o rendimento final das culturas.

Embora o déficit hídrico seja frequentemente associado a principal causa da redução da produtividade de cereais como milho, arroz, trigo e soja, nem sempre esse estresse é o principal fator responsável pelas maiores perdas de produtividade na produção agrícola. De acordo com Bailey-Serres et al. (2019), essa influência varia de acordo com o ambiente de cultivo e período, sendo que, a nível de Brasil, o estresse térmico resultante de altas temperaturas é um dos principais fatores associados a perdas de produtividade (figura 1).

Figura 1. Perda de produtividade prevista em escala nacional para milho, arroz, trigo e soja. Os mapas indicam as perdas de rendimento causadas pelo estresse hídrico, em média, de 1950 a 2000 (a), pelo estresse térmico, em média, de 1994 a 2010 (b) e pelo estresse nutricional em 2009 (c). (d) Número de grandes eventos de inundação de 1985 a 2010 por país.
Adaptado: Bailey-Serres et al. (2019)

O estresse térmico tende a ser mais expressivo em culturas altamente responsivas à soma térmica. Nessas espécies, a disponibilidade de calor exerce influência direta sobre o crescimento e o desenvolvimento vegetal. De modo geral, temperaturas elevadas aceleram o metabolismo das plantas, enquanto temperaturas mais baixas o reduzem, prolongando o ciclo de desenvolvimento. Abaixo da temperatura basal inferior não há crescimento, assim como acima da temperatura basal superior (Bergamaschi & Bergonci, 2017).

De forma geral, a fotossíntese líquida é positiva dentro da faixa térmica de adaptação da espécie ou cultivar, delimitada pelas temperaturas basais inferior e superior. Fora desses limites, a assimilação líquida torna-se negativa, uma vez que o metabolismo é comprometido e a planta entra em condição de estresse térmico.

Quando o estresse térmico é causado por temperaturas acima da temperatura basal superior, além da redução da fotossíntese líquida, observa-se aumento da taxa respiratória. Embora algumas espécies possuam mecanismos de tolerância ao calor, em muitos casos o incremento da respiração intensifica o consumo de reservas energéticas e pode elevar a perda de água para a atmosfera, agravando os efeitos do estresse hídrico.

Figura 2. Metabolismo das plantas e temperaturas cardeais: mínima basal ou base inferior (Tb), ótima (Tótima) e máxima basal ou base superior (TB).
Fonte: Bergonci & Bergamaschi (2002), apud. Bergamaschi & Metzenauer (2014)

Vale destacar que a sensibilidade a temperaturas extremas varia ao longo do ciclo de desenvolvimento das plantas e entre espécies. Entre os fatores associados à perda de produtividade, tanto de natureza biótica quanto abiótica, o avanço genético desempenha papel fundamental. O melhoramento genético, com o desenvolvimento de novas cultivares e híbridos, especialmente em milho, proporcionou ganhos expressivos de produtividade, sendo esse o principal foco das pesquisas por longo período. No entanto, evidências indicam que, em alguns casos, o aumento do potencial produtivo tem sido acompanhado por uma redução da resiliência das plantas a condições de estresse, particularmente ao estresse térmico.

Nesse contexto, torna-se crescente a necessidade de pesquisas voltadas ao desenvolvimento de soluções genéticas e biotecnológicas que permitam preservar a produtividade das culturas sob temperaturas elevadas. O estresse térmico representa uma ameaça cada vez mais relevante, especialmente em regiões tropicais, onde condições de alta umidade reduzem a eficiência do resfriamento foliar por transpiração. Isso ocorre porque os estômatos, responsáveis por regular o equilíbrio entre a absorção de CO₂ e a perda de água, tornam-se menos eficientes nessas condições, intensificando os efeitos do calor sobre o metabolismo vegetal.

Confira o estudo completo desenvolvido por Bailey-Serres e colaboradores (2019) clicando aqui!



Referências:

BAILEY-SERRES, J. et al. GENETIC STRATEGIES FOR IMPROVING CROP YIELDS. Nature, 2019. Disponível em: < https://www.nature.com/articles/s41586-019-1679-0.pdf >, acesso em: 24/03/2026.

BERGAMASCHI, H.; BERGONCI, J. I. AS PLANTAS E O CLIMA: PRINCIPIOS E APLICAÇÕES. Agrolivros, 2017.

BERGAMASCHI, H.; MATZENAUER, R. O MILHO E O CLIMA. Emater/RS-Ascar, 2014. Disponível em: < http://www.fepagro.rs.gov.br/upload/20140923150828livro_o_milho_e_o_clima.pdf >, acesso em: 24/03/2026.

 

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Sustentabilidade

CTNBio libera cultivo de algodão transgênico no Pará após estudos da Embrapa – MAIS SOJA

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A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu retirar o estado do Pará da zona de exclusão para o cultivo de algodão geneticamente modificado (GM).

A decisão foi baseada em análises técnicas que avaliaram a ocorrência de espécies de algodoeiro no território paraense e o risco de cruzamentos com variedades transgênicas. Os pesquisadores concluíram que não há evidências da presença de algodoeiros silvestres no estado. As plantas encontradas estão associadas principalmente a ambientes modificados pela ação humana, como quintais, jardins, áreas urbanas e margens de estrada.

De acordo com o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, a abertura da nova fronteira para o cultivo de algodão é uma oportunidade para que os agricultores do estado possam diversificar as suas culturas e fortalecer a cadeia do algodão no estado. “Atualmente, o Pará é um dos estados brasileiros que produzem algodão de alta qualidade no Brasil. Essa atualização da zona de exclusão abre a possibilidade da cadeia do algodão se expandir localmente, e se tornar uma alternativa dentro da rotação de cultura para os produtores de soja e milho, por exemplo.”

Algodão presente em quintais

O pesquisador da Embrapa Algodão, Paulo Barroso, explicou que as só um município do Pará estava fora da zona de exclusção, Santana do Araguaia. Todos os demais não produziam algodão por não poderem cultivar algodoeiros geneticamente modificados. Explicou que há grande quantidade de de plantas de algodão mantidas pela população em suas casas. “A espécie mais comum no Pará é o Gossypium barbadense, historicamente cultivada na região e é atualmente mantida sobretudo como planta medicinal em residências urbanas e rurais. Outra variedade encontrada foi o chamado algodoeiro Verdão, pertencente à espécie Gossypium hirsutum, também mantido em pequena escala como planta medicinal e fora do sistema agrícola comercial”.

Para atualizar o conhecimento sobre a presença dessas plantas, pesquisadores realizaram cinco expedições ao estado, totalizando 78 dias de trabalho de campo. Foram avaliados 686 pontos em 86 municípios, com registro de mais de 2,5 mil plantas de algodoeiro. Nenhum indivíduo foi localizado em ambientes naturais, reforçando que a presença da cultura no estado depende essencialmente do cultivo ou manutenção humana para persistir.

Baixo risco de cruzamentos

De acordo com Barroso, outro ponto central para a tomada de decisão por parte do CTNbio foi o baixo potencial de fluxo gênico entre variedades transgênicas e os algodoeiros não cultivadas comercialmente. “Os pesquisadores observaram que, mesmo após décadas de coexistência entre diferentes tipos de algodão no Pará, a integridade genética dos algodoeiros presentes nos quintais permanece elevada”, pontuou.

Isso ocorre porque o algodoeiro apresenta taxas naturalmente baixas de fecundação cruzada e porque as plantas normalmente são mantidas isoladas em quintais ou separadas por barreiras físicas, como construções e árvores.

Potencial produtivo

Na prática, a decisão da CTNBio abre espaço para o desenvolvimento da cotonicultura em regiões com vocação agrícola, especialmente no sul e sudeste paraense, onde já existem áreas consolidadas de produção de grãos, sem a necessidade de abertura de novas áreas.

Para o gerente sênior de algodão da BASF, Warley Palota, a retirada do Pará da zona de exclusão representa uma ótimo oportunidade tanto para a indústria que produz sementes, quanto para os agricultores. “A liberação é uma oportunidade para todos os produtores do estado poderem utilizar uma nova tecnologia para a produção de algodão. O grande benefício para a indústria de sementes é a ampliação do mercado, e para o produtor é a abertura a possibilidade de utilizar sementes que facilitam o manejo”, afirma.

O gerente explicou que “As sementes geneticamente modificadas são resistentes às lagartas e aos herbicidas e colaboram com o manejo em relação às erva daninhas, o que consequentemente aumenta o volume produzido por manter o potencial produtivo das variedades”.

Desenvolvimento econômico

Palota também lembrou que o aumento da produtividade, gerada em parte pelas sementes geneticamente modificadas, também traz o desenvolvimento socioeconômico das regiões produtoras, além de representar um ganho no uso da terra.

“A expansão do cultivo assim como a produtividade traz desenvolvimento econômico para as regiões pela melhoria da produtividade. Há 15 anos atrás, quando ocorreu a autorização da comercialização da OGM no Brasil, foi observado um incremento exponencial da produtividade e isso também se deve a adoção da biotecnologia nas unidades produtoras de algodão”.

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 3,749 milhões de toneladas de fertilizantes em março – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 5,629 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º a 23 de março.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (1,668 milhão de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,170 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 25 de maio de 2026.

Fonte: Safras News



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues (ritiele.rodrigues@safras.com.br)

Site: Agência Safras

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