Connect with us
27 de junho de 2026

Sustentabilidade

Indigo Ag anuncia inovação biológica exclusiva no Congresso Andav 2025 – MAIS SOJA

Published

on


A global Indigo Ag escolheu o palco do Congresso Andav 2025, o maior evento do setor de distribuição de insumos agropecuários no Brasil, para lançar o mais novo integrante do seu portfólio: o biotrinsic hamatum. O produto chega com a chancela de ser o primeiro biofungicida do mercado brasileiro à base do fungo endofítico Trichoderma hamatum, usado no controle biológicos de doenças do solo. O evento acontece entre os dias 5 e 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

O biotrinsic hamatum é resultado de anos de pesquisa e coleta focada de microorganismos. Ele marca um avanço significativo no portfólio da linha biotrinsic ao introduzir pela primeira vez no país este fungo endofítico como ingrediente ativo. Com ação comprovada contra um amplo espectro de doenças de solo, o produto contribui diretamente para o estande inicial e a produtividade das lavouras.

A tecnologia foi desenvolvida a partir de uma cepa exclusiva da Indigo do Trichoderma hamatum, isolado em regiões subtropicais do Missouri (EUA), com clima similar ao do Sul do Brasil – o que favorece sua adaptabilidade e eficiência agronômica nas principais regiões produtoras do país.

O lançamento reflete o DNA da Indigo Ag: desenvolver soluções tecnológicas que combinam ciência, dados e natureza para impulsionar a produtividade com menor impacto ambiental. “Estamos entregando ao agricultor brasileiro um produto para fazer parte de uma nova era do agro: mais rentável, sustentável e conectado às exigências do mercado global”, destaca Cristiano Pinchetti, CEO da Indigo Ag para América Latina e Europa.

Com múltiplos mecanismos de ação, o novo biofungicida atua contra patógenos severos como Fusarium solaniFusarium verticillioidesRhizoctonia solaniMacrophomina phaseolinaPhytophthora sojaeSclerotinia sclerotiorum e Stenocarpella maydis – fungos amplamente distribuídos que afetam culturas como soja, milho, algodão, feijão, trigo, sorgo e girassol. Entre os mecanismos de controle estão o parasitismo direto, a antibiose, a indução de resistência sistêmica e a promoção de crescimento vegetal.

O diferencial da formulação está na ação endofítica: o microrganismo coloniza o interior da planta, estabelecendo uma simbiose duradoura que oferece proteção e vigor desde o início do ciclo até a colheita. Além disso, o biotrinsic hamatum é formulado em pó seco (FP), com baixa atividade de água, o que garante estabilidade, segurança operacional, baixíssima dosagem e compatibilidade com as caldas de tratamento de sementes.

“É um biofungicida de nova geração, que alia inovação, sustentabilidade e eficiência comprovada no campo. Com ele, oferecemos ao produtor uma ferramenta segura e altamente eficaz no controle de doenças de solo”, afirma Reinaldo Bonnecarrere, Head de Biológicos da Indigo para América Latina e Europa.

O lançamento reforça a liderança da linha biotrinsic no Brasil, que já inclui soluções como o biotrinsic simplex (inoculante à base de Bacillus simplex) e o biotrinsic bionematicida, ambos desenvolvidos com base em microrganismos endofíticos e tecnologias avançadas como sequenciamento genômico, machine learning e inteligência artificial.

Inovação, rastreabilidade e sustentabilidade no centro da estratégia

Com presença em mais de 14 países e mais de 36 mil cepas de microrganismos catalogadas, a Indigo Ag tem como missão impulsionar a transição para uma agricultura mais regenerativa e lucrativa, conectando ciência, campo e mercado. Seus biológicos são desenvolvidos a partir de microrganismos endofíticos com aplicação em diferentes condições agronômicas, potencializados por inteligência artificial, genômica e análise de dados.

“Acreditamos que o futuro da agricultura passa por soluções integradas, que cuidam do solo, da planta e do produtor. Com o biotrinsic hamatum reforçamos nosso compromisso de apoiar o agro brasileiro na construção de um modelo produtivo mais sustentável e competitivo”, conclui Pinchetti.

Congresso da Andav

O Congresso da Andav é conhecido por ser o principal ponto de encontro para networking e atualização dos profissionais que atuam no setor da distribuição de insumos agropecuários. Este ano, o evento vai acontecer entre os dias 5 e 7 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Na ocasião, serão discutidos temas estratégicos, melhores práticas para o desenvolvimento do profissional de agronegócio, COP 30, acesso ao mercado, inovação e tecnologia, além de crédito na distribuição. Ao todo, cerca de 250 marcas estarão expondo produtos e serviços. A estimativa da organização é que o número de visitantes supere a casa das 14 mil pessoas.

———————-

Sobre a Indigo Ag

A Indigo Ag é uma empresa global de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para uma agricultura mais sustentável. Fundada em 2013, e já presente em 14 países, ela se destaca, dentre outros fatores, por ser uma das únicas no mundo desenvolvendo biológicos de alta performance a partir de microrganismos endofíticos associados a bioinformática e data science. Através do uso da ciência e da tecnologia, a Indigo transforma a sustentabilidade em valor para agricultores, agronegócios e corporações. Neste ano de 2025, a empresa dá um novo passo ao lançar seus programas de créditos de carbono e rastreabilidade de emissões (escopo 3) no mercado latino-americano. Mais informações no portal da Indigo.

Fonte: Assessoria de Imprensa Indigo Ag



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Soja reage no mercado brasileiro com alta em Chicago e foco nos próximos dados do USDA – MAIS SOJA

Published

on


Após muitas oscilações, a semana vai se encerrando com um cenário mais favorável para o mercado brasileiro de soja. A quinta foi de de maior movimentação, com fluxo mais intenso de negócios nos portos diante da melhora das cotações. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, ressalta que as altas na Bolsa de Chicago, aliadas aos prêmios firmes, favoreceram a formação de preços ao longo da sessão.

Segundo Silveira, Chicago avançou com apoio das melhores vendas da safra nova norte-americana. O dólar recuou apenas levemente, enquanto os prêmios permaneceram firmes. “A cotação no porto chamou a atenção”, afirma.

No mercado interno, também houve melhora nas indicações de compra. Apesar disso, o produtor manteve postura cautelosa. “Está fazendo jogo duro, segurando lotes e pedindo preços mais altos”, ressalta o analista.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 128,00 para R$ 129,00, enquanto em Santa Rosa (RS) saiu de R$ 129,00 para R$ 130,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 124,00 para R$ 125,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços mudaram de R$ 114,00 para R$ 115,00, enquanto em Dourados (MS) passaram de R$ 116,50 para R$ 117,00. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 117,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) aumentou de R$ 135,00 para R$ 136,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as referências também saíram de R$ 135,00 para R$ 136,00.

Os contratos futuros da soja fecharam em forte alta nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão de temperaturas elevadas para a região produtora dos Estados Unidos nos próximos dias, podendo prejudicar o desenvolvimento das lavouras, garantiu a recuperação técnica dos preços.

Os agentes começaram a posicionar suas carteiras frente aos importantes relatórios que serão divulgados na próxima semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na terça, 30, saem os dados de plantio da temporada 2026/27 e os estoques trimestrais americanos em 1o de junho.

Plantio e estoques EUA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá indicar uma área plantada norte-americana com soja de 85,37 milhões de acres, com avanço sobre o ano anterior e na comparação com a intenção de plantio, divulgada em março. O relatório de área plantada será divulgado na terça, 30, às 13hs.

A previsão é compartilhada por analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. Segundo a consulta, o USDA deverá indicar área de 85,37 milhões de acres, acima dos 81,215 milhões de acres cultivados em 2025.

No final de março, o USDA divulgou o relatório de intenção de plantio. Naquela oportunidade, o Departamento apostava em uma área de 84,7 milhões de acres.

O Departamento vai divulgar na terça também o relatório para os estoques trimestrais americanos na posição 1o de junho. O mercado aponta estoques de 1,051 bilhão de bushels. Em 1o de março, o estoque ficou em 2,105 bilhões e em junho do ano passado os produtores tinham 1,008 bilhão de bushels armazenados.

Fonte: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Produtor é autuado por plantar soja durante vazio sanitário em São Paulo

Published

on


Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa. Foto: Marco Bomm/ TresBomm Agri

A Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo autuou um produtor rural por cultivar soja durante o período de vazio sanitário no município de Casa Branca, na região de São João da Boa Vista. A irregularidade foi identificada nesta semana, após uma denúncia encaminhada ao órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Durante a fiscalização, engenheiros agrônomos localizaram uma área de soja cultivada sob sistema de irrigação por pivô. Segundo os técnicos, as plantas estavam distribuídas em linhas, caracterizando um cultivo comercial e não apenas a presença de plantas voluntárias, conhecidas como soja tiguera.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

De acordo com a Defesa Agropecuária, a área apresenta indícios de que a semeadura foi realizada em fevereiro, fora da janela oficial de plantio para o município, encerrada em 10 de janeiro. Além disso, o terreno já havia recebido uma lavoura de soja na safra de verão, configurando uma segunda safra da cultura na mesma área, prática proibida pela legislação estadual.

O produtor foi autuado com base no Decreto Estadual nº 45.211/2000, por desenvolver atividade que favorece a disseminação de pragas e doenças vegetais sob restrição, e recebeu notificação para erradicar a lavoura dentro do prazo estabelecido.

Na região de São João da Boa Vista, o vazio sanitário da soja teve início em 12 de junho e segue até 12 de setembro. Durante esse período, é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja nas propriedades.

Segundo a gerente do Programa Estadual de Vigilância Fitossanitária, Jucileia Wagatsuma, o cumprimento da medida é essencial para reduzir o risco da ferrugem asiática, considerada a principal doença da cultura no Brasil. Ela explica que o vazio sanitário, aliado à proibição da semeadura fora do calendário e do cultivo sucessivo de soja na mesma área, ajuda a diminuir a pressão do fungo Phakopsora pachyrhizi e reduz as chances de surgimento de populações resistentes aos fungicidas utilizados no controle da doença.

O post Produtor é autuado por plantar soja durante vazio sanitário em São Paulo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

China amplia participação nas exportações de soja do Brasil

Published

on


A China continua a expandir sua participação nas exportações de soja do Brasil, consolidando-se como o maior comprador do grão brasileiro. Dados recentes mostram um aumento significativo na quantidade de soja exportada para o país asiático, refletindo a crescente dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.

Dados das exportações de soja

Em 2015, o Brasil exportou 55 milhões de toneladas de soja, das quais 41 milhões foram destinadas à China, representando 75% do total. Em 2020, as exportações aumentaram para 83 milhões de toneladas, com a China comprando 61 milhões, o que corresponde a 73% do volume total. Para 2025, as projeções indicam que o Brasil deverá exportar 108 milhões de toneladas, com a China adquirindo 85 milhões, ou 79% do total.

Expectativas para 2026

Para o primeiro semestre de 2026, espera-se que o Brasil exporte 66 milhões de toneladas de soja, com a China comprando mais de 70% desse volume. A participação da China nas exportações de soja brasileiras permanece expressiva, destacando a importância desse mercado para a economia nacional.

Desafios e oportunidades

A relação comercial entre Brasil e China apresenta tanto oportunidades quanto riscos. O Brasil deve diversificar seus mercados para reduzir a dependência da China, especialmente em um cenário de possíveis crises no comércio bilateral. O avanço na agroindústria da soja, incluindo o aumento da produção de farelo e óleo, é uma estratégia para ampliar a capilaridade do mercado brasileiro.

Em resumo, a China se mantém como o principal parceiro comercial do Brasil no setor de soja, com um crescimento contínuo nas exportações e uma dependência que requer atenção e estratégias de diversificação.

O post China amplia participação nas exportações de soja do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT