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29 de junho de 2026

Sustentabilidade

Volatilidade cambial e cautela dos agentes mantêm mercado doméstico de algodão estável em julho – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de algodão registrou pouca variação ao longo de julho, refletindo a influência do câmbio instável e da volatilidade nas commodities internacionais. Esses fatores limitaram movimentos mais consistentes nas cotações domésticas. Do lado da demanda, a indústria manteve foco nas negociações de curto prazo, enquanto os produtores seguiram cautelosos, controlando a oferta diante das incertezas no cenário global, informou a Safras Consultoria.

No mercado disponível, o preço do algodão posto no CIF de São Paulo fechou a quinta-feira (31) a R$ 4,08 por libra-peso, mesmo valor da semana anterior. Em comparação com o mesmo período de junho (R$ 4,11/libra-peso), houve queda de 0,73%.

Em Rondonópolis, no Mato Grosso, a pluma seguiu cotada a R$ 3,95/libra-peso, o equivalente a R$ 130,58 por arroba. O valor representa leve baixa de 0,27% em relação à quinta passada, dia 24 (R$ 130,93/arroba) e recuo de R$ 0,26/arroba frente ao registrado há um mês R$ 130,84/arroba).

Colheita da safra 2024/25 – Abrapa

A Abrapa informou o progresso da colheita da safra 2024/25 de algodão no Brasil até quinta-feira (24). Paraná tinha 95% da área colhida; São Paulo, 93% Mato Grosso do Sul, 57%; Minas Gerais, 55%; Bahia, 42%; Piauí, 63%; Goiás, 55,8%, Mato Grosso, 10% e Maranhão, 50%. A média do Brasil era de 20,23% da área colhida. As informações são da Abrapa.

Exportações brasileiras – Secex

As exportações brasileiras de algodão somaram 111,707 mil toneladas em julho (19 dias úteis), com média diária de 5.879 toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 181,318 milhões, com média de US$ 9,543 milhões. As informações são do Ministério da Economia.

Em relação à igual período do ano anterior, houve um recuo de 19,1% no volume diário exportado (7,270 mil toneladas diárias em julho de 2024). Já a receita diária teve queda de 29,3% (US$ 13,493 milhões diários em julho de 2024).

Fonte: Sara Lane – Safras News



 

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Sustentabilidade

Safra recorde de soja reduz preço do óleo em 10,2% e alivia despesas, aponta Apas

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Foto: Freepik

A safra recorde de soja no Brasil já começa a refletir no bolso do consumidor. Levantamento realizado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), em parceria com Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), revela que a categoria de óleos apresentou queda de preços em maio e acumula deflação de 6,05% em 2026. O principal destaque é o óleo de soja, que ficou 1,28% mais barato no mês e registra redução acumulada de 10,2% no ano.

Segundo o economista-chefe da Apas, Felipe Queiroz, o movimento é resultado do aumento da oferta da commodity no mercado nacional e internacional.

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“Segundo informações da Cepea, a colheita está praticamente encerrada no Brasil, confirmando uma safra recorde estimada pelo USDA em 180 milhões de toneladas. Além disso, as perspectivas para a oferta global também são positivas, com o avanço da colheita na Argentina e da semeadura nos Estados Unidos”, afirma.

A maior disponibilidade de soja no mercado amplia a oferta de óleo de soja, um dos itens mais presentes na cesta de compras das famílias brasileiras. Com isso, o produto registra redução nos preços, contribuindo para diminuir os gastos domésticos e melhorar o poder de compra dos consumidores.

O levantamento também aponta um cenário de estabilidade em outras categorias de consumo recorrente. Os artigos de higiene e beleza apresentaram queda de 0,16% nos preços em maio, enquanto os produtos de limpeza acumulam alta de apenas 0,39% em 2026, indicando comportamento moderado da inflação nesses segmentos.

Para a Apas, o desempenho desses produtos reforça uma tendência de alívio nas despesas das famílias, impulsionada principalmente pela melhora na oferta de alimentos e matérias-primas, o que favorece o consumo e contribui para um ambiente mais equilibrado para o varejo supermercadista.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Demanda por derivados nos EUA sustenta futuros – MAIS SOJA

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O fortalecimento da demanda por derivados de soja nos Estados Unidos elevou as cotações do farelo e do óleo na CME Group (Bolsa de Chicago), dando sustentação aos contratos futuros da soja em grão.

Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização dos derivados nos Estados Unidos está atrelada ao aumento da demanda, tanto por consumidores domésticos quanto por compradores estrangeiros. A procura internacional foi reforçada após novos conflitos envolvendo navios no Estreito de Ormuz e por notícias de uma possível paralisação na Argentina, fatores que tendem a favorecer as exportações norte-americanas e brasileiras.

No Brasil, por sua vez, o maior interesse pela soja para exportação intensificou a disputa entre compradores externos e indústrias esmagadoras, elevando os prêmios de exportação e sustentando os preços domésticos, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Queda dos preços perde força – MAIS SOJA

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O movimento de queda nas cotações do milho, influenciado pelo avanço da colheita de segunda safra, foi interrompido em parte das praças acompanhas pelo Cepea.

Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto as baixas temperaturas em algumas regiões do País têm gerado preocupação entre alguns produtores quanto a possíveis impactos sobre as lavouras, os negócios seguem limitados pela menor participação de compradores, e muitos desses agentes relatam estar abastecidos nos curto e médio prazos.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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