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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Começa hoje o Congresso Brasileiro de Soja e Mercosoja 2025 – MAIS SOJA

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Por Lebna Landgraf (MTB 2903 -PR) Embrapa Soja

Começa hoje, 21 de julho, a partir das 19h, a solenidade de abertura do X Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e do Mercosoja 2025, no Centro de Exposições Dom Pedro, em Campinas, (SP), com a presença do chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, do presidente do CBSoja Fernando Henning, da presidente da Embrapa Silvia Massruhá, do representante do Ministro da Agricultura e Pecuária e presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Carlos Ernesto Augustin, entre outras autoridades.

Em seguida, haverá a conferência sobre a Soja no Mercosul, um século depois. Para debater a evolução da soja nos países da América do Sul foram convidados o pesquisador da área de melhoramento genético Romeu Afonso de Souza Kiihl, da MGS Melhoramento Genético e Sementes; o professor Tuneo Sediyama, da Universidade Federal de Viçosa; Rodolfo Luis Rossi, ex-Gerente Global Investigación Soja en Nidera e Gerardo Bartolomé, do Grupo Dom Mário. O debate será conduzido pelo jornalista Giovani Ferreira.

Programação técnica – Amanhã, 22 de julho, a partir das 8h30, o evento terá início com a conferência A geopolítica da cultura da soja, a ser ministrada por Guilherme Bastos, da Fundação Getúlio Vargas, seguida de três painéis técnicos simultâneos, entre 10h30 às 12h30. Um deles discutirá a soja no âmbito da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30). Na oportunidade serão realizadas três palestras: O Brasil como potência agrícola e ambiental; Demanda por produtos à base de soja com certificação de produção com baixas emissões de GEE; e agricultura regenerativa e Descarbonização da cadeia da soja da originação ao produto final. Este bloco será moderado pela chefe adjunta de Transferência de Tecnologias da Embrapa Soja, Carina Gomes Rufino.

Haverá ainda o painel abordando a soja em sistemas de produção irrigados. Neste debate serão realizadas duas palestras: Outorga de uso da água e sustentabilidade ambiental e Automação em sistemas irrigados de produção de grãos.   A moderação será de  Fernando Campos Mendonça, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz

Simultaneamente, haverá o painel Qualidade da semente e o sucesso da cultura da soja, moderado pelo pesquisador da Embrapa Soja, Francisco Krzyzanowsky. Serão realizadas quatro palestras durante o painel, propondo discussões sobre o Controle de qualidade da semente; Produção de sementes de alta qualidade; Melhoramento para a qualidade de sementes; e Qualidade da semente e a produtividade da lavoura de soja.

A programação no período da tarde, das 14h às 16h, também terá três painéis simultâneos.  Um deles irá tratar do Zoneamento Agrícola de Risco Climático –  Zarc Níveis de Manejo (NM). As palestras irão tratar dos Impactos das mudanças climáticas sobre a produção agrícola; Zarc NM: princípios metodológicos e aplicações; e Políticas de gestão do risco: Zarc NM. O pesquisador da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias, será o moderador deste debate.

Outro destaque da programação irá abordar os desafios da Tecnologia de aplicação aérea. No painel, serão realizadas três palestras: Legislação aplicável às aplicações aéreas; Aviões, drones de pulverização e o mercado agrícola; e Uso de Drones Agrícolas – da pesquisa à prática. A moderação será do pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas.

Ainda está previsto o painel que discutirá a Soja como matéria-prima para produção de biocombustíveis. O encontro contará com quatro palestras: Situação atual e perspectivas de uso da soja na produção de biodiesel; Situação atual e perspectivas de uso da soja na produção de SAF; Implicações do uso da soja em biocombustíveis nas mudanças diretas e indiretas do uso da terra; e Aspectos econômicos e comerciais no uso de soja para biocombustíveis. A moderação será da Priscila Sabaini, da  Embrapa Meio Ambiente

Das 16h às 17h, na Arena de inovação, estão previstas duas palestras. A primeira com o tema Inovação e Mercado – Onde tudo se conecta. Em seguida, haverá a palestra Inteligência Artificial e Imagens Espectrais para Avaliação de Sementes e Grãos.

Para encerrar as discussões desta terça-feira, o destaque será o debate sobre os Desafios logísticos para a exportação da soja no Mercosul. No encontro, serão abordadas as dificuldades encontradas pelos países exportadores de soja na América Latina: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.  Estão previstas duas palestras: Hidrovias como estruturas logísticas no Mercosul e Estado atual da infraestrutura de armazenamento de grãos no Brasil. A atividade será moderada pelo pesquisador da Embrapa Soja, Marcelo Alvares de Oliveira.

Fonte: SNA



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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