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7 de maio de 2026

Politica

Deputada convoca a sociedade para o debate ao lamentar a morte de 28 mulheres em MT

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Esta semana, a deputada Gisela Simona- líder da bancada feminina do União Brasil, na Câmara Federal – lamentou a morte de 28 mulheres, vítimas de feminicídios, em Mato Grosso, nos seis primeiros meses de 2025; dez ocorridas somente em junho.

Ressaltando que apesar de uma série de ações que vêm sendo realizadas pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Segurança, os dados apontam a necessidade de mais munição para vencer a guerra contra esse crime.

De acordo com os números do Observatório Caliandra, ligado ao Ministério Público Estadual, e divulgado há dois dias, Mato Grosso registrou um aumento de 42,10% no número de vítimas de feminicídios, se comparado com o mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 28 assassinatos por motivos de gênero até a última atualização do painel, no início da semana, se comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 19 feminicídios. E grande parte das mortes registradas nos meses de maio e junho.

O número de feminicídios destes primeiros meses de 2025, equivale a 57% do que foi registrado no ano inteiro de 2024, quando foram notificadas 47 mortes de mulheres.

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Diante desta realidade, a parlamentar voltou a cobrar mais políticas públicas, e uma maior participação da sociedade no combate a estes assassinatos.

“Em único mês, dez vidas foram perdidas. Isso não é apenas um número, mas a prova do quanto estamos longe de combater, de fato, o feminicídio. Ou seja, estamos falhando como sociedade, como vizinhos, como família e, sobretudo, como poder público”.

Ainda para Gisela – relatora do Pacote Antifeminicídio na Câmara Federal -, PL que virou Lei desde outubro do ano passado, é importante que atores políticos, em parceria com a sociedade civil, busquem alternativas concretas capazes de avançar na prevenção do crime, impedindo que haja mais vítimas.

Ainda ressaltando que a maioria destes crimes sempre tem um elemento em comum: as agressões são protagonizadas pelos homens com os quais as vítimas tinham ou tiveram relacionamentos afetivos. Em alguns casos, elas já enfrentavam relacionamentos abusivos ou tentavam se desvincular deles. Outras, foram mortas diante dos filhos — e, em ao menos dois episódios, as crianças também foram alvos da violência.

“Este é um crime silencioso que, gradativamente, vai impondo às suas vítimas uma série de violências. Como relatora do Pacote Antifeminicídio que aumentou a pena desse crime para até 40 anos, sei muito bem que só punição não basta. Precisamos avançar na prevenção, nas ações de apoio e, sobretudo, acolhimento. Paralelamente, temos que cristalizar a ideia que não podemos mais nos calar, assim ao presenciarmos situações abusivas temos que denunciar, pois todos temos responsabilidade nisso”.

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Para reforçar esta luta, em sua rede social, o Instagram, a deputada unista tem convocado a sociedade para um debate. Convidando homens e mulheres à contribuir com ideias e propostas para melhorar a prevenção dos crimes contra mulheres. “Quero ouvir propostas para virarmos esse jogo”.

Alerta

Recentemente, por meio de um artigo, a deputada Gisela Simona chegou a dizer que ‘Mato Grosso precisava proteger mais suas mulheres’. Ao pautar seu alerta no Mapa da Segurança Pública 2025, divulgado no dia 11 de junho.

“O levantamento mostra – até com uma clareza brutal – os desafios que enfrentamos enquanto nação, ao apontar o Brasil como um dos países onde mais morrem mulheres no mundo, pelo simples fato de serem mulheres”, diz Gisela.

De acordo com os dados, foram registrados 1.459 casos de feminicídio em 2024, mostrando que, diariamente, quatro mulheres foram assassinadas no país.

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“Mas o maior alerta para quem como eu – mulher, negra, parlamentar -, e que realiza uma defesa aguerrida em favor das nossas causas, é observar que esta violência atinge níveis alarmantes em Mato Grosso. Conforme o Mapa, o Estado lidera o ranking nacional, figurando em primeiro lugar com 2,47 feminicídios por 100 mil mulheres. Essa estatística supera a média brasileira e revela, de forma contundente, a precariedade de nossa proteção às mulheres.

“Outro dado aterrorizante é o aumento de 200% nos crimes de lesão corporal seguida de morte, escancarando a vulnerabilidade feminina no cotidiano e desvelando que o problema vai muito além de números frios”, ainda pontuou a parlamentar no artigo.



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Lideranças do agro destacam decisões de MT sobre Fethab I agro.mt

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O presidente da Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte), Moisés Debastiani, afirmou que os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso têm chegado também a regiões mais afastadas dos principais eixos de desenvolvimento.

A fala ocorreu durante a abertura da Norte Show 2026, nesta terça-feira (21), em Sinop.

“Às vezes a gente não percebe o que está sendo feito nos rincões do Estado. Para quem está aqui no eixo da BR-163, a duplicação já é uma realidade, mas o trabalho chega também ao interior. Eu tenho propriedade em Feliz Natal e sei o quanto aquele asfalto até a linha fez diferença para nós”, afirmou.

Moisés também destacou a importância da atuação conjunta entre entidades e poder público para atender demandas da população e do setor produtivo.

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“As associações têm o papel de levar as demandas para quem pode resolver. Muitas melhorias, como infraestrutura e serviços, passam pelas decisões políticas”, disse.

Já o presidente do Sindicato Rural do município, Ilson José Redivo, destacou medidas recentes do Governo do Estado voltadas ao setor produtivo, especialmente em um cenário de custos elevados e dificuldades econômicas.

“Quero agradecer ao governador Otaviano Pivetta pela decisão de congelar o Fethab neste ano e por não reeditar o Fethab 2. O setor está passando por um momento difícil, com custo alto de insumos e preços baixos dos produtos, e essa decisão mostra sensibilidade com quem está produzindo”, afirmou.

Segundo ele, o momento exige equilíbrio para garantir a continuidade da produção no campo. “A gente entende que é um cenário que vai se ajustar, mas essas medidas ajudam o produtor a seguir trabalhando”, completou Redivo.

 

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Agro Mato Grosso

Abertura do Show Safra em Lucas do Rio Verde governador destaca a força do agro em MT

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Com a presença do governador Mauro Mendes, do ministro Carlos Fávaro e outras autoridades, a abertura do Show Safra Mato Grosso ocorreu, ontem. O presidente da Fundação Rio Verde, Joci Piccini, agradeceu a participação de todas as autoridades presentes e destacou que o agro tem transformado o Estado de Mato Grosso. “O Agro transforma a educação, tem transformado toda a infraestrutura, mas é preciso enxergar o futuro, debate das potencialidades e aqui no Show Safra Mato Grosso é o lugar para isso”, destacou o presidente.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, destacou a pujança da feira. “Aqui foi construída uma trajetória de muito trabalho, com muita competência por todos que aqui estão, todos que estiveram e por aqueles que estarão nos próximos anos. Essa feira é a grande demonstração da capacidade e determinação de um povo com objetivo.”

O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, enfatizou a importância da Fundação Rio Verde, que começou as pesquisas e desenvolver o Show Safra do zero. “Nós vimos essa fundação sair do zero, mas as ideias, as conexões, fizeram a feira chegar nesse maravilhoso momento e em toda essa magnitude”, afirmou o ministro.

O vice-governador e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, relembrou o início de sua trajetória política e empresarial na cidade e destacou o protagonismo econômico e agroindustrial do município. “Mato Grosso é um Estado relativamente novo, mas é um Estado que tem muita atração, tem muita energia, tem um povo trabalhador e tem o agronegócio que é o mais desenvolvido do mundo e Lucas do Rio Verde tem protagonizado um desenvolvimento incrível, por essa razão a usamos como exemplo, pois aqui é onde a política dá certo”, afirmou Pivetta.

Durante a cerimônia de abertura, as autoridades salientaram a relevância do agronegócio como motor da economia brasileira, ressaltando o papel estratégico de Mato Grosso na produção de alimentos e no fortalecimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Em seus discursos, também enfatizaram a importância de eventos como o Show Safra para impulsionar a inovação, fomentar negócios e promover o desenvolvimento sustentável do setor.

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A feira segue até a sexta-feira (27).

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Agro Mato Grosso

Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.

A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.

Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.

De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.

A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.

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Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..

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Agro MT