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Saiba as projeções do USDA para a produção de soja 25/26

A produção de soja no Brasil está projetada para alcançar 176 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, que vai de janeiro a dezembro de 2026. Os dados fazem parte do Gain Report, elaborado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), e refletem o otimismo em relação ao potencial produtivo brasileiro. O volume estimado representa um crescimento em comparação com as 169,5 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior.
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Segundo informações divulgadas pela Safras & Mercado, a expansão da área plantada é um dos fatores que sustentam essa projeção. A estimativa é que o Brasil aumente a área de cultivo de soja de 47,6 milhões para 49,1 milhões de hectares no ciclo 2025/26, o que também pode indicar uma maior adoção de tecnologias no campo e investimentos por parte dos produtores.
No comércio internacional, a expectativa é igualmente positiva. As exportações brasileiras de soja devem somar 114 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, superando os 108,3 milhões de toneladas registrados no período anterior. A demanda internacional segue aquecida, impulsionada principalmente pela China, que continua sendo o principal destino da soja brasileira.
O consumo doméstico também deve apresentar um leve crescimento. A projeção é que o uso interno alcance 62,38 milhões de toneladas, frente aos 61,1 milhões registrados na safra 2024/25. Esse aumento é atribuído à crescente demanda por farelo e óleo de soja, tanto para alimentação animal quanto para fins industriais e de biocombustíveis.
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“Paciente não pode esperar”, diz Nilson ao defender mudanças no combate ao câncer

Propostas incluem fortalecer polos regionais e contratar hospitais privados quando a rede pública estiver sem vagas
Para quem recebe o diagnóstico de câncer, cada dia de espera faz diferença. O tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento pode influenciar diretamente as chances de recuperação, tornando a agilidade no atendimento um dos maiores desafios da saúde pública.
Ao falar sobre o tema, o pré-candidato a deputado federal Nilson Leitão defendeu mudanças para acelerar o acesso de pacientes oncológicos a consultas, exames e procedimentos. Entre as propostas, está a descentralização dos serviços especializados, maior integração entre as redes pública e privada e a responsabilização de gestores quando houver atrasos injustificados.
“Se não houver vaga na rede pública, o serviço deve ser contratado na rede privada. O que não pode acontecer é o paciente esperar enquanto a doença avança”, afirmou.
Para Nilson, mais do que cumprir o percentual mínimo de investimento previsto em lei, é preciso direcionar recursos para onde a população mais necessita. Na avaliação dele, saúde exige decisões rápidas e foco em resultados.
A defesa da descentralização acompanha sua trajetória política. Durante sua gestão à frente da Prefeitura de Sinop, foi iniciada a estruturação da oncologia no Hospital Santo Antônio, em parceria com o Lions Clube e entidades da comunidade. Anos depois, como deputado federal, atuou para incluir o município no programa nacional de expansão da radioterapia, contribuindo para que Sinop passasse a oferecer um serviço que, até então, era realizado apenas em Cuiabá.
Com isso, pacientes de todo o Norte de Mato Grosso passaram a fazer o tratamento mais perto de casa, reduzindo o desgaste provocado pelas longas viagens e permitindo que permanecessem próximos de suas famílias durante um momento delicado.
Para Nilson, essa experiência mostra que fortalecer polos regionais é um caminho para ampliar o acesso à saúde e diminuir as filas. Ele também defende que hospitais filantrópicos e instituições privadas credenciadas sejam utilizados sempre que a rede pública não conseguir atender a todos os pacientes.
“O importante é que ninguém espere por um tratamento que pode salvar sua vida. Se existe capacidade de atendimento, ela precisa ser utilizada”, defendeu.
Na avaliação do pré-candidato, enfrentar as filas do câncer passa por planejamento, ampliação da oferta de serviços no interior e uma gestão comprometida com a rapidez no atendimento. “Quando o diagnóstico chega, o paciente não pode esperar. A prioridade deve ser salvar vidas”, concluiu.
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Caminhonete com R$ 1,6 milhão em drogas capota durante perseguição na fronteira de MT

Três homens foram presos em flagrante com 390 tabletes de entorpecentes em Pontes e Lacerda. Ação conjunta envolveu forças policiais de MT e do Amazonas
Ação conjunta das forças policiais apreendeu mais de 390 tabletes de entorpecentes em uma caminhonete Amarok na MT-473, zona rural de Pontes e Lacerda (440 km de Cuiabá), no último sábado (1.8). O prejuízo estimado as facções criminosas é de R$ 1,6 milhão.
Participaram da operação os policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Delegacia Especial de Fronteira (Defron), Batalhão de Operações Especiais do Amazonas (Bope-AM), e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Amazonas (Ficco).
Os policiais do Gefron faziam patrulhamento pela MT-473 quando visualizaram uma caminhonete com três ocupantes trafegando em alta velocidade. O condutor não acatou as ordens de parada e iniciou a fuga pela rodovia, até perder o controle e capotar.
Na abordagem ao veículo, os policiais localizaram 250 tabletes de maconha, 77 tabletes de pasta base de cocaína e 63 de Skank. Somando a apreensão da droga e do veículo, o prejuízo estimado as organizações criminosas é de R$ 1,6 milhões.
Os três ocupantes sofreram apenas ferimentos leves, receberam atendimento médico e posteriormente foram detidos em flagrante por tráfico de drogas.
Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados para a Defron para as devidas providências.
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MT arrecada R$ 35 bilhões em impostos e supera ritmo de 2025, aponta Impostômetro

Com oito dias de antecedência em relação ao registrado no ano passado, Mato Grosso alcançou, neste domingo (2), a marca de R$ 35 bilhões em arrecadação de tributos. O resultado histórico, divulgado pelo Impostômetro da Fecomércio-MT, evidencia uma expansão da arrecadação em ritmo superior ao observado nos últimos anos.
Conforme análise do Instituto de Pesquisa da Federação (IPF-MT), o montante recolhido reflete a combinação de maior atividade econômica no estado, inflação de produtos e serviços e recolhimento de tributos sobre o consumo e a renda.
Apesar de não estar entre os estados com maior arrecadação, Mato Grosso representa 1,25% dos R$ 2,4 trilhões arrecadados em todo o território nacional até este domingo.
O presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, ressaltou a participação do estado na arrecadação nacional e reforçou a necessidade de políticas públicas que priorizem a liberdade econômica. “A evolução da arrecadação tributária reforça que o aquecimento da economia amplia as receitas governamentais, mas também evidencia a importância de políticas que preservem a competitividade das empresas e o poder de compra das famílias”, afirmou.
Entre os municípios, Cuiabá lidera a arrecadação, ultrapassando os R$ 728,7 milhões. Na sequência aparecem Rondonópolis, com R$ 196,6 milhões, Sinop, com R$ 147,2 milhões, Várzea Grande, com R$ 103,9 milhões, Sorriso, com R$ 80,2 milhões, e Lucas do Rio Verde, com R$ 78,1 milhões.
“A liderança de Cuiabá na arrecadação, seguida por importantes polos econômicos do interior, reflete a força dos principais centros produtivos e comerciais de Mato Grosso, onde a atividade produtiva e o consumo ampliam a geração de receitas públicas”, disse Sebastião Gonçalves.
Com relação às principais fontes de arrecadação, o Imposto de Renda e a Previdência estão entre os principais tributos federais. Na esfera estadual, o ICMS representa a maior fatia da arrecadação e, no âmbito municipal, o ISS e o IPTU lideram.
O Sistema Comércio em Mato Grosso é composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF e é filiado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
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