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19 de outubro de 2026

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Trigo: fortes chuvas no Sul causam prejuízos nas lavouras

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Foto: Freepik

As chuvas intensas registradas no Sul do Brasil na semana passada somadas às geadas em áreas do Centro-Sul do País deixaram produtores de trigo em alerta. É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o centro de pesquisas, o clima mais frio favorece o desenvolvimento das lavouras. Mas, por outro lado, as fortes chuvas no Rio Grande do Sul atrapalharam os trabalhos de campo e implicaram até em perdas em algumas lavouras.

Dados da Conab indicam que, até 21 de junho, 56,6% da área estimada havia sido semeada no Brasil. A companhia também indicou os inícios da semeadura de trigo em Santa Catarina e da colheita da safra de 2025 em Goiás.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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Plantio de arroz no RS alcança 36,83% da área prevista para a safra 2026/27

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O plantio de arroz da safra 2026/27 no Rio Grande do Sul atingiu 36,83% da área estimada em 861,778 mil hectares, segundo o Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga). O avanço da semeadura é liderado pela Fronteira Oeste, com 163.165 hectares plantados, o equivalente a 65,9% do previsto para a região.

Na sequência, a Zona Sul aparece com 62,19% da área prevista já semeada. Os dados do Irga mostram que o ritmo de plantio é mais lento nas demais regiões produtoras do estado.

Na Planície Costeira Interna, o plantio alcançou 23.580 hectares, correspondentes a 18,15% da área prevista. Na Planície Costeira Externa, foram semeados 15.850 hectares, ou 15,51% do total projetado.

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A Região Central contabilizou 12.224 hectares plantados, o que representa 10,64% da área estimada. Na Campanha, a semeadura chegou a 12,171 mil hectares, equivalentes a 10% do previsto.

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Os números consolidam um cenário de avanço desigual entre as regiões gaúchas nesta etapa inicial dos trabalhos de campo. Enquanto Fronteira Oeste e Zona Sul apresentam percentual superior ao registrado nas demais áreas, Planície Costeira Interna, Planície Costeira Externa, Região Central e Campanha seguem com participação menor no total já implantado.

No acumulado do estado, o arroz 2026/27 ocupa 36,83% da área estimada em 861,778 mil hectares, com a Fronteira Oeste na liderança do plantio e a Zona Sul em seguida entre as regiões acompanhadas pelo Irga.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Oferta restrita mantém preços do feijão em alta na primeira quinzena de outubro

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As cotações do feijão seguiram valorizadas na primeira quinzena de outubro, com destaque para o tipo preto, em meio à menor disponibilidade de produto e à oferta limitada de lotes de melhor qualidade. Segundo o Indicador de Preços do Feijão, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os preços permaneceram sustentados em importantes regiões produtoras, mesmo com demanda enfraquecida e negociações pontuais.

No período, o feijão preto acumulou alta de 9,72%. Entre os tipos carioca, o produto de qualidade superior avançou 0,69%, enquanto o intermediário subiu 1,35%. No acumulado de 2026, as valorizações chegam a 87,96% para o feijão preto, 36,23% para o carioca de melhor padrão e 38,06% para o intermediário.

No feijão carioca peneira 12 e nota 9 ou superior, a valorização foi puxada pela menor disponibilidade de lotes e pela retenção de produto com maior umidade pelos vendedores. O Centro-Noroeste Goiano registrou alta de 2,02%, seguido pelo Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, com 1,65%, e pelo Noroeste Mineiro, com 1,62%. Em Barreiras (BA), houve recuo de 0,68%, e em Sorriso (MT), de 0,91%.

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No segmento de notas 8 e 8,5, a pressão sobre os preços foi maior. As principais quedas ocorreram no Leste Goiano, com 3,46%, em Sorriso (MT), com 2,33%, e no Distrito Federal, com 2,08%. Em Itapeva (SP), a cotação subiu 2,32%, com preferência dos compradores por lotes de melhor padrão.

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O feijão preto tipo 1 manteve trajetória de valorização. Sorriso (MT) apresentou alta de 3,30%, Curitiba (PR), incluindo os Campos Gerais, avançou 1,42%, e o Oeste Catarinense, 0,92%. A Metade Sul do Paraná recuou 0,46%.

No campo, o avanço da primeira safra 2026/2027 segue no radar do mercado. Até sexta-feira (9), a semeadura nacional alcançava 18,1% da área prevista, abaixo dos 21,1% registrados no mesmo período de 2025. Segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentadas pelo Cepea, a produção nacional deve atingir 2,93 milhões de toneladas em 2026/27, redução de 0,7% em relação à safra anterior. Os estoques finais estão projetados em 135,8 mil toneladas, alta de 37,9%, volume equivalente a 2,7 semanas de consumo interno.

No curto prazo, a oferta restrita e a menor disponibilidade de lotes de qualidade superior seguem dando sustentação às cotações, sobretudo do feijão preto e do carioca de melhor padrão. Para o carioca intermediário, a demanda enfraquecida mantém pressão sobre os preços, enquanto o ritmo do plantio, as condições climáticas e a entrada das novas safras seguem no centro da formação do mercado.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Chicago fecha em baixa avaliando colheita nos EUA e demanda fraca

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão desta segunda-feira (19) com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela expectativa de avanço da colheita nos Estados Unidos e dos sinais de fraca demanda para o cereal.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 4,67, baixa de 7,25 centavos, ou 1,52% em relação ao fechamento anterior. Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,80 1/2, recuo de 6 centavos, ou 1,23% em relação ao fechamento anterior.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 672.475 toneladas na semana encerrada no dia 15 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.313.733 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.324.992 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1° de setembro, as inspeções somam 9.131.468 toneladas, contra 9.345.710 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
A previsão indica um tempo predominante mais seco no Meio-Oeste nos próximos dias, o que deve contribuir para a continuidade da colheita. Os operadores aguardam a atualização do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre o andamento dos trabalhos, prevista para esta segunda-feira.

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