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19 de outubro de 2026

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FPA critica governo por controlar só 22% do Plano Safra e vender como apoio ao agro

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O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (PP-PR), teceu duras críticas ao Plano Safra 2025/26, anunciado nesta terça-feira (1) pelo governo federal.

Na opinião do parlamentar, o valor anunciado de R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial contém distorções e omissões que comprometem a transparência do programa e impõem custos sem precedentes ao setor produtivo.

“O governo anuncia um plano de R$ 516 bilhões, mas só tem controle real sobre 22% disso. O restante é dinheiro dos bancos, a juros de mercado, muitas vezes acima de 2% ao mês. Não se pode vender isso como apoio estatal ao agro”, disse Lupion.

De acordo com o deputado, no ano passado o governo havia prometido R$ 138 bilhões em recursos com juros controlados, mas contingenciamentos reduziram a execução a R$ 92,8 bilhões. Neste ano, o governo anunciou R$ 113,8 bilhões nessa mesma categoria, o que representa aumento frente ao que foi efetivamente executado, mas queda em relação ao valor prometido no ano anterior.

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“Quando comparo o que foi anunciado em 2023 com o que está sendo prometido agora, houve recuo. Estão vendendo crescimento onde há perda de ambição”, afirmou.

Equalização de juros do Plano Safra

Lupion também criticou o volume de recursos da União destinados diretamente à agricultura empresarial. Dos R$ 13,5 bilhões previstos para equalização de juros na safra 2025/26, R$ 9,5 bilhões serão para a agricultura familiar e somente R$ 3,9 bilhões para a empresarial.

“Esse é o gasto real do governo com o agro empresarial. Todo o resto é dinheiro de banco, do mercado, emprestado a taxas muitas vezes impagáveis. No fim, o governo gasta pouco e transfere o custo ao produtor”, criticou.

Segundo Lupion, o impacto da alta da Selic — atualmente em 15% ao ano — vai impor um peso inédito à produção. Ele estima que, mesmo com parte do crédito rural operando com equalização, o custo adicional só com juros será de pelo menos R$ 54 bilhões em 2025/26, podendo ultrapassar R$ 58 bilhões se considerados também os efeitos da tributação sobre instrumentos como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs).

“Esse é o verdadeiro recorde que o governo está entregando: R$ 58 bilhões a mais em juros para o produtor pagar. O plano é recorde no custo, não no apoio”, disse o presidente da FPA.

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Tributação das LCAs

Deputado Pedro Lupion. Foto: FPA/divulgação

O deputado também voltou a criticar a MP 1303/2025, que prevê a taxação das LCAs, responsáveis por financiar até 43% da produção rural na última safra.

“Mexer nas LCAs é atacar o coração do crédito rural. A insegurança jurídica afasta investidores e tira liquidez do sistema. É um risco enorme para quem produz e para quem financia”, afirmou.

Segundo ele, os próprios bancos poderiam ampliar o volume de recursos destinados ao setor agropecuário se elevassem de 50% para 60% a exigência de aplicação das LCAs.

Outro ponto de preocupação destacado por Lupion é o silêncio do governo sobre o seguro rural. De acordo com ele, essa é a principal política de proteção da agricultura, e sua ausência compromete a segurança da produção.

Segundo dados do Portal da Transparência, dos R$ 1 bilhão previstos no orçamento para o seguro rural em 2025, apenas R$ 67 milhões foram executados até o momento — pouco mais de 6% do total.

Por fim, Lupion reconheceu aspectos positivos do anúncio, como o discurso do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que destacou a importância estratégica do agro e demonstrou sensibilidade com o Rio Grande do Sul. Ele também elogiou o aumento do teto do Pronamp de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões, vem como a elevação do limite do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para 12 mil toneladas.

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Diminuição de recurosos para investimento

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) também demonstrou insatisfação com o novo Plano Safra. Em nota, a entidade diz reconhecer o esforço do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na busca de recursos para o programa, mas considera os volumes insuficientes e as taxas
de juros inadequadas.

“O Plano Safra não atendeu o setor, aumentou muito pouco o volume total e diminuiu o volume de recursos para investimentos. As taxas de juros são elevadas ainda e o tema do seguro agrícola nem foi tocado pelo governo, o que é negativo para nós”, avaliou o presidente da SRB, Sérgio Bortolozzo.

Além disso, a entidade entende que o corte de 5,4% nos programas de máquinas, irrigação e armazenagem limita o avanço tecnológico e a produtividade futura, comprometendo a competitividade do setor no médio e longo prazo.

De acordo com Bortolozzo, é fato que houve aumento no volume de recursos anunciado, totalizando um valor recorde de R$ 594 bilhões, somando-se agricultura familiar e empresarial. “Porém, o crescimento nominal do crédito (1,5% para empresarial e 3% para
familiar) fica abaixo da inflação acumulada (IPCA de 5,2%), reduzindo o poder real de compra e o impacto efetivo do financiamento. A SRB gostaria de um plano safra mais abrangente, que acompanhasse o crescimento vigoroso do agro brasileiro.”

Pontos positivos

Apesar das críticas, a SRB avalia alguns pontos positivos no Plano Safra 25/26. “Destacamos, por exemplo, a prioridade para linhas empresariais de custeio, o que ajuda a manter a liquidez dos produtores diante da compressão das margens, reduzindo o risco de inadimplência”, diz o presidente da entidade.

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Para a Sociedade Rural Brasileira, é válida a iniciativa de oferecer desconto de 0,5 ponto percentual na taxa de juros para produtores rurais que adotam práticas sustentáveis. A entidade ressalta que o financiamento de reflorestamento, culturas de cobertura e ações de prevenção a incêndios trazidos pelo Plano ampliam o compromisso com a sustentabilidade.

A SRB entende que entre as medidas que podem beneficiar o setor está ainda a ampliação da exigibilidade das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). “O aumento de 50% para 60% deve liberar cerca de R$ 64 bilhões adicionais em funding privado para o setor, diversificando as fontes de financiamento e reduzindo a dependência do Tesouro Nacional”, finaliza a nota.

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Pedidos de recuperação judicial no agro caem 20,7% no segundo trimestre, aponta Serasa

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O número de pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro caiu 20,7% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 448 solicitações entre abril e junho, contra 565 registradas em igual intervalo de 2025, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (19) pela Serasa Experian.

O resultado interrompe a sequência de aumentos observada nos segundos trimestres de 2023, 2024 e 2025, considerando a série histórica consolidada da instituição, iniciada em 2021.

Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, quando foram contabilizados 474 pedidos, também houve retração, de 5,5%.

O levantamento considera pedidos de recuperação judicial apresentados por produtores rurais pessoas físicas e jurídicas, além de empresas que integram a cadeia do agronegócio.

Apesar da redução, a Serasa alerta que os números não representam necessariamente uma recuperação da situação financeira do setor, que ainda enfrenta custos elevados, restrições de crédito e endividamento.

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Queda nos pedidos exige cautela, avalia Serasa

Para o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, a diminuição dos pedidos pode estar associada a fatores sazonais, como a maior entrada de receitas para parte dos produtores rurais, além do avanço das renegociações de dívidas.

“A retração nesse segundo trimestre, registrada em pelo menos dois dos três perfis analisados, pode estar relacionada a um período de maior entrada de receitas para parte dos produtores, à sazonalidade das atividades agropecuárias e ao avanço de renegociações com credores”, afirma.

Segundo o executivo, o ambiente financeiro do agronegócio continua desafiador, especialmente diante dos custos de produção elevados e da maior seletividade na concessão de crédito.

Por isso, a continuidade da queda nos pedidos de recuperação judicial dependerá do comportamento das condições econômicas nos próximos trimestres.

Pimenta destaca que a preservação do fluxo de caixa, o planejamento financeiro e a renegociação de dívidas permanecem fundamentais para os produtores, enquanto a recuperação judicial deve ser considerada uma alternativa de último recurso.

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Mato Grosso lidera pedidos de recuperação judicial no agro

Entre os estados brasileiros, Mato Grosso concentrou o maior número de solicitações no segundo trimestre de 2026, com 107 registros, o equivalente a 23,9% do total nacional.

Goiás aparece na segunda posição, com 84 pedidos, seguido por São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Confira os cinco estados com mais registros:

EstadoPedidosParticipação nacional
Mato Grosso10723,9%
Goiás8418,8%
São Paulo7216,1%
Minas Gerais5412,1%
Paraná429,4%

Juntos, esses cinco estados concentraram aproximadamente 80% das solicitações registradas no agronegócio brasileiro no período.

Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Tocantins completam a lista dos dez estados com mais pedidos.

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Produtores rurais pessoas físicas concentram maior número de solicitações

Os produtores rurais que atuam como pessoa física responderam por 197 pedidos de recuperação judicial entre abril e junho de 2026.

O número representa uma queda de 10,5% em relação às 220 solicitações contabilizadas no segundo trimestre de 2025. Apesar da retração, esse grupo permaneceu com o maior volume de pedidos entre os três perfis analisados.

Mato Grosso liderou esse recorte, com 49 solicitações, seguido por Goiás, com 46, Minas Gerais, com 23, São Paulo, com 22, e Paraná, com 16.

Na classificação por porte, os produtores identificados como “sem propriedades” concentraram 70 pedidos. Essa categoria pode incluir arrendatários e integrantes de grupos familiares ou econômicos ligados à atividade rural.

Entre os demais perfis, foram registrados 51 pedidos de grandes proprietários, 39 de pequenos produtores e 37 de médios proprietários.

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Pedidos de produtores pessoas jurídicas recuam 34,2%

A maior redução percentual ocorreu entre os produtores rurais que atuam como pessoa jurídica.

Nesse grupo, os pedidos de recuperação judicial passaram de 243 no segundo trimestre de 2025 para 160 no mesmo período de 2026, uma queda de 34,2%.

O cultivo de soja concentrou o maior número de solicitações, com 70 registros, seguido pela criação de bovinos, com 28.

Outras atividades com destaque foram o cultivo de cana-de-açúcar, com 15 pedidos, café, com 13, e cereais, com 12.

Na distribuição estadual, Mato Grosso novamente liderou, com 54 solicitações. São Paulo apareceu em seguida, com 28, Goiás, com 22, Minas Gerais, com 21, e Paraná, com 15.

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Empresas ligadas ao agronegócio também registram queda

Entre as empresas que integram a cadeia produtiva do agronegócio, foram contabilizados 91 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre deste ano, redução de 10,8% em relação aos 102 registros do mesmo período de 2025.

Os serviços de apoio à agropecuária concentraram a maior quantidade de solicitações, com 26 pedidos.

Na sequência, aparecem a agroindústria de transformação primária, com 20 registros, e o comércio atacadista de produtos agropecuários primários, com 18.

As empresas de revenda de insumos agropecuários, excluindo máquinas, responderam por outros dez pedidos.

Endividamento e acesso ao crédito continuam no radar

Mesmo com a redução dos pedidos de recuperação judicial, a Serasa Experian destaca a importância do acompanhamento da saúde financeira de produtores e empresas do setor.

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A instituição utiliza modelos preditivos baseados em inteligência artificial para identificar sinais de deterioração financeira e apoiar avaliações de risco de crédito.

Segundo a empresa, análises realizadas com essas ferramentas mostraram que produtores rurais pessoas físicas que posteriormente solicitaram recuperação judicial já apresentavam indicadores de risco significativamente inferiores aos da população rural em geral até três anos antes da formalização do pedido.

Para Marcelo Pimenta, considerar as particularidades da atividade agropecuária permite identificar situações de risco que podem passar despercebidas em análises financeiras convencionais.

A expectativa é que o acompanhamento desses indicadores contribua para decisões de crédito mais adequadas e para a identificação antecipada de dificuldades financeiras no campo.

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Plantio de arroz no RS alcança 36,83% da área prevista para a safra 2026/27

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O plantio de arroz da safra 2026/27 no Rio Grande do Sul atingiu 36,83% da área estimada em 861,778 mil hectares, segundo o Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga). O avanço da semeadura é liderado pela Fronteira Oeste, com 163.165 hectares plantados, o equivalente a 65,9% do previsto para a região.

Na sequência, a Zona Sul aparece com 62,19% da área prevista já semeada. Os dados do Irga mostram que o ritmo de plantio é mais lento nas demais regiões produtoras do estado.

Na Planície Costeira Interna, o plantio alcançou 23.580 hectares, correspondentes a 18,15% da área prevista. Na Planície Costeira Externa, foram semeados 15.850 hectares, ou 15,51% do total projetado.

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A Região Central contabilizou 12.224 hectares plantados, o que representa 10,64% da área estimada. Na Campanha, a semeadura chegou a 12,171 mil hectares, equivalentes a 10% do previsto.

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Os números consolidam um cenário de avanço desigual entre as regiões gaúchas nesta etapa inicial dos trabalhos de campo. Enquanto Fronteira Oeste e Zona Sul apresentam percentual superior ao registrado nas demais áreas, Planície Costeira Interna, Planície Costeira Externa, Região Central e Campanha seguem com participação menor no total já implantado.

No acumulado do estado, o arroz 2026/27 ocupa 36,83% da área estimada em 861,778 mil hectares, com a Fronteira Oeste na liderança do plantio e a Zona Sul em seguida entre as regiões acompanhadas pelo Irga.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Oferta restrita mantém preços do feijão em alta na primeira quinzena de outubro

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As cotações do feijão seguiram valorizadas na primeira quinzena de outubro, com destaque para o tipo preto, em meio à menor disponibilidade de produto e à oferta limitada de lotes de melhor qualidade. Segundo o Indicador de Preços do Feijão, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os preços permaneceram sustentados em importantes regiões produtoras, mesmo com demanda enfraquecida e negociações pontuais.

No período, o feijão preto acumulou alta de 9,72%. Entre os tipos carioca, o produto de qualidade superior avançou 0,69%, enquanto o intermediário subiu 1,35%. No acumulado de 2026, as valorizações chegam a 87,96% para o feijão preto, 36,23% para o carioca de melhor padrão e 38,06% para o intermediário.

No feijão carioca peneira 12 e nota 9 ou superior, a valorização foi puxada pela menor disponibilidade de lotes e pela retenção de produto com maior umidade pelos vendedores. O Centro-Noroeste Goiano registrou alta de 2,02%, seguido pelo Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, com 1,65%, e pelo Noroeste Mineiro, com 1,62%. Em Barreiras (BA), houve recuo de 0,68%, e em Sorriso (MT), de 0,91%.

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No segmento de notas 8 e 8,5, a pressão sobre os preços foi maior. As principais quedas ocorreram no Leste Goiano, com 3,46%, em Sorriso (MT), com 2,33%, e no Distrito Federal, com 2,08%. Em Itapeva (SP), a cotação subiu 2,32%, com preferência dos compradores por lotes de melhor padrão.

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O feijão preto tipo 1 manteve trajetória de valorização. Sorriso (MT) apresentou alta de 3,30%, Curitiba (PR), incluindo os Campos Gerais, avançou 1,42%, e o Oeste Catarinense, 0,92%. A Metade Sul do Paraná recuou 0,46%.

No campo, o avanço da primeira safra 2026/2027 segue no radar do mercado. Até sexta-feira (9), a semeadura nacional alcançava 18,1% da área prevista, abaixo dos 21,1% registrados no mesmo período de 2025. Segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentadas pelo Cepea, a produção nacional deve atingir 2,93 milhões de toneladas em 2026/27, redução de 0,7% em relação à safra anterior. Os estoques finais estão projetados em 135,8 mil toneladas, alta de 37,9%, volume equivalente a 2,7 semanas de consumo interno.

No curto prazo, a oferta restrita e a menor disponibilidade de lotes de qualidade superior seguem dando sustentação às cotações, sobretudo do feijão preto e do carioca de melhor padrão. Para o carioca intermediário, a demanda enfraquecida mantém pressão sobre os preços, enquanto o ritmo do plantio, as condições climáticas e a entrada das novas safras seguem no centro da formação do mercado.

Fonte: cnabrasil.org.br

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