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16 de junho de 2026

Sustentabilidade

Produtores do Tocantins iniciam colheita do milho segunda safra – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho já começou no Tocantins e os primeiros talhões colhidos pelos produtores da Associação dos Produtores de Milho e Soja do Tocantins, confirmam o bom resultado produtivo das lavouras neste ano. Segundo dados da Consultoria Pátria, que monitora os avanços da safra no estado a pedido da Aprosoja-TO, até o dia 13 de junho, 2,1% da área cultivada havia sido colhida, volume compatível com o ritmo histórico registrado nos últimos anos.

Com um total de 440 mil hectares plantados nesta segunda safra, 7% a mais que na temporada anterior, a estimativa é que o Tocantins alcance uma produção de 2,390 milhões de toneladas de milho, com produtividade média esperada de 5.420 kg/ha, o equivalente a cerca de 90,3 sacas por hectare.

O desempenho segue a tendência nacional, que prevê recorde na produção agrícola do país, com 336,1 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/2025, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A segunda safra do milho representa a maior parte desse volume, com expectativa de 101 milhões de toneladas colhidas em todo o território brasileiro.

Para o produtor associado da Aprosoja Tocantins, Jeans Pansera, que produz milho nos municípios de Campos Lindos e Lizarda, a colheita já alcança 25% da área plantada em sua propriedade. “As produtividades estão boas até aqui. Foi um ano bem regular em termos de clima, com ótimas chuvas. O maior desafio tem sido o controle de pragas como lagartas, já que as tecnologias empregadas nos híbridos nem sempre conseguem segurar os insetos. Mesmo assim, a segunda safra tem papel fundamental na sustentabilidade econômica da propriedade, ajudando no fluxo financeiro e deixando matéria orgânica no solo, o que é benéfico para a próxima safra de soja”, explica.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, afirma que o início da colheita representa o resultado do planejamento financeiro e técnico adotado pelos associados e a vocação do estado para produção de milho. “O Tocantins vem mostrando sua capacidade de crescer. Esse aumento de área e produtividade reflete o esforço dos produtores, que investem em tecnologia e buscam eficiência do plantio à colheita. E nosso trabalho enquanto Associação segue sendo o de apoiar os associados com dados, informações e articulação institucional para fortalecer ainda mais o setor.”

Já o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destaca a importância da segunda safra para o abastecimento e a competitividade do país. “A colheita da segunda safra de milho é estratégica para o Brasil, não só pelo seu peso na balança comercial, mas também pela sua função no abastecimento interno e na renda da propriedade. O trabalho dos produtores do Tocantins contribui diretamente para consolidar o Brasil como uma potência agrícola, e isso precisa ser reconhecido e valorizado por toda a sociedade.”

Fonte: Aprosoja Brasil



 

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Sustentabilidade

Algodão/BR: Início da colheita, alerta contra pragas e previsão do tempo – MAIS SOJA

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Algodão: 1,7% colhido. Em MT, há o início da colheita da primeira safra. Permanece o foco no controle do bicudo-doalgodoeiro. Na BA, a colheita segue lentamente e atrasada em relação à safra passada. O prolongamento do ciclo, associado à maior proporção de áreas irrigadas e às temperaturas noturnas mais baixas, deve favorecer a qualidade da fibra e a produtividade.

No MA, as lavouras de primeira e segunda safra permanecem em maturação e abertura de capulhos. De forma geral, as lavouras apresentam bom potencial produtivo. Em MS, a colheita foi iniciada na região nordeste, com produtividades satisfatórias. Parte dos talhões mais atrasados ainda necessita de reposição hídrica para a formação das maçãs.

Em GO, há o início da colheita, com as áreas de sequeiro em maturação. Na região Sul, avança o manejo de desfolha. A previsão de chuvas, principalmente, na região Leste e no Entorno do Distrito Federal, pode afetar a qualidade da fibra nas áreas com pluma exposta.

Em MG, a colheita foi iniciada. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento. Em SP, as chuvas dos últimos dias suspenderam temporariamente a colheita.

Previsão Agrometeorológica (15/06/2026 a 22/06/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva podem ocorrer no Oeste do AM, RR, AP e Centro-Norte do PA. Em RO, litoral do PA e Noroeste do MA, as chuvas podem ser irregulares e, no AC e RO, menos intensas. No Matopiba, o tempo permanecerá firme, favorecendo a maturação e colheita do milho segunda safra, mas restringindo as lavouras em frutificação.

No litoral da região Nordeste, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas, favorecendo as lavouras do Sealba mais próximas da costa. Nas áreas do interior, a umidade no solo continuará baixa.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados no Oeste de MT, Centro Sul de MS e Sul de GO. Em GO, predominarão dias de tempo firme. Em MS, acumulados mais significativos ocorrerão entre sexta e sábado. Com exceção do Nordeste de MT e parte de GO, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa, as condições serão favoráveis para o milho segunda safra em frutificação, maturação e colheita.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, CentroSul de MG, RJ e ES, entre  segunda e terça. Na quarta e quinta-feira, a previsão é de chuvas mais restritas no RJ e ES. A partir de sábado, as chuvas devem retornar à região, principalmente, no Centro-Sul de SP e Oeste do RJ. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno em SP, Triângulo, região central e Sul de MG. No restante de MG, deverá permanecer a condição de restrição hídrica.

S: Há previsão de chuvas fracas e isoladas no litoral do PR e SC entre segunda e terça. No restante da região, a previsão é de tempo firme. Entre quinta e sábado, está prevista a ocorrência de chuvas no RS, SC e PR, principalmente, no Oeste de SC e Sudoeste do PR. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno. As temperaturas mais baixas devem persistir até quinta-feira.

Fonte: Conab


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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª safra avança e chega à 90,4% da área total – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 90,4% colhido.

Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com boas produtividades sendo obtidas. No MA, a colheita avança em todo o estado.

Milho 2ª Safra – 6,7% colhido.

Em MT, a colheita avança com produtividades acima das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima do início e as lavouras se encontram, na maioria, em boas condições. Em MS, a colheita começou no sul do estado com boas produtividades sendo alcançadas.

Em GO, as precipitações ocorridas não conseguiram reverter as condições das lavouras e as perdas já são consolidadas. Em SP, a colheita foi iniciada lentamente devido às chuvas. Em MG, as lavouras irrigadas apresentam ótimo desenvolvimento em contraste com as lavouras de sequeiro, fortemente impactadas pelas precipitações reduzidas.

No TO, os produtores aguardam a maior redução da umidade dos grãos para acelerar a colheita. No MA, a colheita avança no sudoeste do estado. As lavouras nas demais regiões finalizam os estádios reprodutivos em condições regulares. No PI, algumas lavouras nas regiões de Uruçuí e Bom Jesus apresentam sintomas de deficit hídrico, mas a maioria das lavouras apresenta bom desempenho.

No PA, a colheita acelera nos polos da BR-163 e Redenção com boas produtividades sendo obtidas. No polo de Santarém, o excesso de chuvas provocaram erosões em algumas áreas, comprometendo a produtividade desses talhões.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Semeadura do trigo atinge quase 60% da área nacional estimada com clima favorável no sul – MAIS SOJA

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Trigo: 59,5% semeado. No RS, a retomada da umidade do solo, após as chuvas, favoreceu o avanço da semeadura, especialmente, na metade Leste. As lavouras emergidas apresentam bom desenvolvimento vegetativo e as áreas implantadas no início da janela já iniciam o perfilhamento.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, com áreas em emergência e início de floração. A adequada umidade do solo e as temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura e o perfilhamento das plantas.

Em SC, a semeadura avança gradualmente no Oeste e Extremo Oeste, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As condições de umidade do solo e as temperaturas amenas e frias favorecem o estabelecimento inicial da cultura. Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. As baixas temperaturas favorecem seu desenvolvimento.

Em MS, as chuvas e as temperaturas favoráveis mantêm boas condições ao desenvolvimento da cultura. As lavouras apresentam, de forma geral, bom aspecto fitossanitário. Em MG, o trigo irrigado apresenta bom desenvolvimento, com as primeiras áreas entrando em fase reprodutiva. O trigo de sequeiro encontra-se com boa parte das lavouras em maturação. As chuvas recentes podem reduzir a qualidade dessas áreas.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro teve início, com rendimentos reduzidos devido à falta de chuva. As lavouras irrigadas mantêm bom desenvolvimento. A previsão de chuvas isoladas na região Leste exige atenção nas áreas em final de ciclo. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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