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17 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Cresol completa 30 anos e celebra crescimento sustentável – MAIS SOJA

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A Cresol celebra, no dia 24 de junho, 30 anos de uma trajetória marcada por cooperação e compromisso com o desenvolvimento de seus cooperados e das comunidades onde atua. São três décadas que consolidaram a cooperativa como uma das maiores do Brasil, somando mais de 1 milhão de cooperados.

O crescimento da Cresol ganhou ritmo acelerado especialmente na última década. O número de cooperados aumentou em 225%, devido ao grande investimento na ampliação da base de atendimento, que passou a englobar públicos urbanos e novos perfis de cooperados, além do tradicional vínculo com o meio rural.

Nos indicadores financeiros, os ativos acompanham a curva ascendente, superando os R$ 42 bilhões em 2024 e mantendo o sistema com um crescimento constante entre 30% e 40% nos últimos cinco anos. Essa evolução foi acompanhada pela inovação na diversificação de serviços, tecnologia e uma governança cooperativa sólida e estratégica.

“Tudo que conquistamos nesses 30 anos é motivo de orgulho, e o que realmente nos diferencia é a forma como crescemos: com responsabilidade, com parceria e olhando para o nosso cooperado. Seguimos atentos às transformações da sociedade e às demandas dos nossos cooperados, construindo um modelo financeiro que faz sentido para quem vive a realidade local”, afirma Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação.

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Desenvolvimento local

Nas comunidades onde atua, a contribuição vai além do crédito: impulsiona a economia, gera empregos, fortalece o vínculo comunitário e promove ações sociais e ambientais de impacto direto nas regiões atendidas. Atualmente, a Cresol tem unidades de atendimento em 19 estados: são mais de 950 agências, cerca de 80% delas localizadas em municípios com até 50 mil habitantes, onde a cooperativa exerce papel estratégico.

Por isso, na comemoração dos 30 anos, a instituição reforça sua missão de continuar ampliando o acesso ao crédito e aos serviços financeiros, ao mesmo tempo em que promove a sustentabilidade, a inclusão e a educação financeira.

“Celebrar esse marco é, acima de tudo, renovar o compromisso com um futuro ainda mais cooperativo. A responsabilidade de uma instituição com a dimensão da Cresol é grande, mas ela cresce junto com o nosso propósito: gerar valor para as pessoas que atendemos”, destaca Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação.

Cooperativismo sustentável

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Ao longo de sua trajetória, a Cresol vem incentivando e apoiando cooperados que investem em soluções sustentáveis. Uma carteira específica de Crédito Sustentável, que segue a Taxonomia Verde da Febraban, considera critérios socioambientais e climáticos em três frentes: Economia Verde, Exposição ao Risco Ambiental e Setores de Alta ou Moderada Exposição ao Risco Climático.

“Em 2025 e nos próximos anos, nosso foco continuará sendo a expansão sustentável, o fortalecimento do crédito para pequenos e médios empreendedores e a intensificação da carteira verde”, acrescenta Cledir Magri.

Um dos destaques é o programa Cresol Siga, voltado ao financiamento de projetos nas áreas de saneamento, infraestrutura hídrica e gestão da água. A iniciativa, que conquistou o prêmio de melhor projeto ambiental no ProsperaCoop, divulgado no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), já viabilizou mais de 1.600 financiamentos, somando R$ 92 milhões em recursos e impactando positivamente mais de 3 mil pessoas, segundo dados da organização internacional Water.org.

Essas ações sustentáveis se refletem diretamente na vida de cooperados como Oerica Machado Lopes, de Vista Alegre (RS), que construiu uma cisterna com capacidade de 1,5 milhão de litros, utilizada para abastecer o rebanho leiteiro de 172 animais. “Agora temos água suficiente mesmo nos períodos de estiagem. Isso trouxe segurança para a nossa produção, nossa família e toda a comunidade”, conta a cooperada.

Um bom lugar para trabalhar

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O cuidado que se reflete em desenvolvimento para o cooperado é cultivado da porta para dentro. Com mais de 11 mil colaboradores, a Cresol se destaca como um bom lugar para trabalhar.

Em 2024, pelo terceiro ano consecutivo, a cooperativa foi reconhecida como um dos Lugares Incríveis para Trabalhar no Brasil, em premiação realizada pelo jornal Estadão e a FIA Business School.

Outra participação recorrente é nos rankings da consultoria Great Place to Work (GPTW). Em 2025, a Cresol conquistou a segunda colocação entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Agronegócio e figura no TOP 15 das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil.

Os reconhecimentos por instituições especializadas reforçam a cultura organizacional da cooperativa, pautada pela valorização das pessoas e pelo ambiente de trabalho saudável e colaborativo.

Sobre a Cresol

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Com 30 anos de atuação, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do Brasil, oferecendo soluções para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Conta com mais de 1 milhão de cooperados e presença em 952 agências de relacionamento espalhadas por 19 estados brasileiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa Cresol



 

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Sustentabilidade

El Niño deverá intensificar pressão da mosca-branca em soja e outras culturas, alerta equipe técnica da Sipcam Nichino – MAIS SOJA

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Produtores de soja da região do Matopiba devem se preparar para gerir com estratégia os efeitos do El Niño na safra de soja 2026-27. Segundo a equipe técnica da Sipcam Nichino Brasil, a mosca-branca (Bemisia tabaci) tende a voltar ao centro das preocupações da sojicultura em relação ao manejo das lavouras. “Trata-se de uma das principais pragas do país, com alto potencial para ocasionar danos de 20% a 100% em uma área”, salienta Eric Ono, engenheiro agrônomo, gerente de portfólio de produtos e cultivos extensivos da companhia.

Conforme Ono, a prevalência do El Niño eleva riscos de seca e calor extremo, condições favoráveis à proliferação da mosca-branca nas áreas da oleaginosa. A praga incide também sobre outros cultivos, como algodão, tomate e feijão. “O inseto, sugador, é capaz de extrair de maneira agressiva nutrientes das plantas nas quais se hospeda”, ressalta Ono.

Na soja, especificamente, ele explica, a Bemisia tabaci ocasiona a depleção (redução ou esgotamento) dos nutrientes da folha, pela sucção da seiva. Pode causar, assim, a desfolha precoce da planta.

“Além disso, a praga despeja nas folhas uma substância açucarada que permite o desenvolvimento da fumagina, fungo que reveste a folha e inibe a fotossíntese”, relata Ono. “Em situações mais raras, em cultivares suscetíveis, a mosca-branca atua como transmissora de vírus — atrasa ainda mais o crescimento da lavoura e compromete a colheita”.

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Quebra do ciclo da praga

De acordo com a equipe da Sipcam Nichino, o monitoramento das lavouras constitui medida essencial ao produtor ao longo da safra sob efeitos do El Niño.

Uma vez presente, a mosca-branca demanda aplicação de inseticidas específicos. Entre tais soluções, destaca Ono, o portfólio da companhia conta com o inseticida de marca Fiera®, um produto de tecnologia japonesa, lançado recentemente para controle da mosca-branca na soja e da cigarrinha-do-milho.

“O inseticida conta com uma característica única: o controle eficaz da fase ‘ninfa’ da mosca-branca, além de agir sobre adultos, na fecundidade e fertilidade de fêmeas da praga”, diz Ono. Segundo especialistas envolvidos nas pesquisas que antecederam o lançamento de Fiera®, o manejo da ninfa até há pouco não era prioridade; os inseticidas visavam somente o controle dos insetos já na forma adulta, sem focar efetivamente na quebra do ciclo da praga.

Conforme Eric Ono, o controle da mosca-branca deve ocorrer ainda no estágio de ninfa, considerada a mais prejudicial dentro do cultivo da soja.

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“Ninfas da mosca-branca são numerosas e imóveis. Ficam escondidas no lado inferior das folhas, sugam a planta incessantemente e drenam as fontes de nutrientes e fotoassimilados”, observa Ono. Ele enfatiza que o inseticida Fiera funciona como um regulador de crescimento de insetos. “A morte da ninfa, relativamente rápida, ocorre na troca de ‘instar’. O produto quebra o ciclo de desenvolvimento de novas populações da praga.”

Segundo o agrônomo, Fiera® possui ação de vapor e contato e é capaz de afetar todos os estágios do ciclo de vida da mosca-branca (ovo, ninfa, pupa e adulto) de forma direta ou indireta. “Desencadeia um processo de supressão de populações futuras da praga, principalmente associado a inseticida adulticida.”

Conforme a Sipcam Nichino Brasil, o inseticida Fiera® tem como ingrediente ativo a buprofezina 250 em formulação líquida (SC). A solução recebeu registro, também, para controle de insetos sugadores e transmissores de patógenos em soja e outros mais de 30 cultivos: algodão, citros, feijão, milheto, sorgo, tomate e outros.

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo vão além da redução do volume de raízes – MAIS SOJA

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A compactação do solo constitui um dos principais fatores limitantes ao crescimento das plantas e, consequentemente, à produtividade das culturas agrícolas. Na soja, além de desempenharem funções essenciais na absorção de água e nutrientes, as raízes estabelecem uma importante relação simbiótica com bactérias do gênero Bradyrhizobium, responsáveis pela fixação biológica de nitrogênio (FBN), que constitui a principal fonte de N para a cultura.

Nesse contexto, a compactação do solo pode provocar uma série de efeitos negativos sobre o desenvolvimento da soja, abrangendo desde a restrição ao crescimento e à distribuição do sistema radicular, limitando o acesso das raízes às camadas mais profundas do solo, até alterações na nodulação e na fixação biológica de nitrogênio. Além disso, condições de compactação podem favorecer ambientes com menor aeração e drenagem, alterando as condições físicas do solo e podendo contribuir para o desenvolvimento de determinados patógenos de solo, de origem fúngica e parasitária.

Esses efeitos podem comprometer a formação dos componentes de produtividade e, consequentemente, o rendimento final da cultura. Entre as principais alterações físicas decorrentes da compactação estão o aumento da densidade e da resistência mecânica do solo e a redução do volume total de poros, especialmente dos macroporos (Debiasi; Santos; Gonçalves, 2021).

Conforme observado por Rosa et al. (2019), o aumento da resistência do solo à penetração decorrente da compactação pode refletir negativamente em diferentes características de crescimento e componentes de produtividade da soja. Os autores observaram alterações em variáveis como altura de plantas, diâmetro do caule, número de legumes e número de folhas, com impactos negativos sobre o desempenho produtivo da cultura.

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Resultados semelhantes foram observados por Savioli et al. (2021). Ao avaliar a influência da compactação do solo sobre os componentes de produtividade da soja, os autores verificaram que o número de legumes (vagens) por planta, o número de grãos por planta e a massa de grãos estiveram entre os componentes mais afetados. Os resultados indicaram influência negativa significativa da compactação sobre esses componentes a partir da densidade do solo de 1,3 g cm⁻³ (Mg m⁻³).

Figura 1. Massa seca de grãos de soja em função de diferentes densidade de solo. (1,1; 1,2; 1,3; 1,4 e 1,5 g cm-3).
Fonte: Savioli et al. (2021)

Esses resultados reforçam a importância das condições físicas do solo para o adequado desenvolvimento da soja e evidenciam os impactos que a compactação pode exercer sobre a formação dos componentes de produtividade e o rendimento final da cultura. Dessa forma, o diagnóstico e o manejo da compactação do solo devem integrar as estratégias de manejo da lavoura, buscando favorecer o crescimento radicular, a exploração do perfil do solo e o aproveitamento de água e nutrientes.

Além dos efeitos diretos sobre o crescimento e a produtividade, a compactação do solo também pode influenciar a capacidade das plantas de tolerar períodos de restrição hídrica. A redução do crescimento radicular e do acesso das raízes às camadas mais profundas pode limitar a exploração de água armazenada no perfil, especialmente durante períodos de déficit hídrico. Assim, o manejo adequado da estrutura do solo constitui uma importante estratégia para melhorar as condições de desenvolvimento da soja e contribuir para maior resiliência da cultura diante de condições de estresse hídrico.



Referências:

DEBIASI, H.; SANTOS, J. C. F.; GONÇALVES, S. L. COMPACTAÇÃO DO SOLO. Embrapa, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/soja/producao/manejo-do-solo/compactacao-do-solo >, acesso em: 16/09/2026.

ROSA, H. A. et al. INFLUÊNCIA DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM PARÂMETROS PRODUTIVIDOS DA CULTURA DA SOJA. Revista Técnico-Científica do CREA-PR, 2019. Disponível em: < https://revistatecie.crea-pr.org.br/index.php/revista/article/view/548/333 >, acesso em: 16/09/2026.

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SAVIOLI, M. R. et al. Componentes de produção da soja sob níveis de compactação do solo. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312 >, acesso em: 16/09/2026.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Exportações e expectativas de compras públicas sustentam preços – MAIS SOJA

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A concorrência entre os mercados interno e externo, somada à expectativa de compras governamentais, mantém os preços do arroz em casca firmes no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Cepea, negócios voltados ao fechamento de navios aconteceram a valores próximos de R$ 90/sc de 50 kg, no Porto do Rio Grande (RS), nos últimos dias, levando produtores a ampliar a oferta, especialmente nas regiões próximas ao terminal. Ao mesmo tempo, parte das indústrias domésticas reduziu a atuação diante da dificuldade em acompanhar os valores da exportação.

Segundo o Centro de Pesquisas, a disputa ocorre em um contexto de maior demanda das indústrias por matéria-prima. Em agosto, o beneficiamento de arroz no estado avançou, e os preços ao consumidor também registraram alta.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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