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29 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Novo terminal de grãos do Porto de São Francisco obtém habilitação da Antaq – MAIS SOJA

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O novo terminal de exportação do Porto de Santa Catarina deu mais um passo para entrar em operação. Após a publicação, no mês passado, do termo de liberação pela operação, o terminal de uso privado Bunge Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul foi habilitado ao tráfego internacional pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), por meio da Superintendência de Outorgas. O terminal de uso privado (TUP) está com as obras concluídas e deve entrar em funcionamento nas próximas semanas.

O TUP será o sétimo porto do Estado – que tem terminais em operação em São Francisco do Sul, Itapoá, Itajaí, Navegantes, Imbituba e Laguna. O oitavo terminal porto em Santa Catarina será o segundo de Itapoá, da Coamo Cooperativa Agroindustrial, com obras previstas para 2027.

Além do termo de liberação da operação, o porto conta com o protocolo do Plano de Segurança Portuária. Antes denominado Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul, o TUP da Bunge já conta com licença ambiental de operação, concedida pelo Ibama. O porto está instalado no Morro Bela Vista, perto do Porto de São Francisco do Sul.

Fonte: NSC, disponível em Fecoagro

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Autor:NSC, disponível em Fecoagro/SC

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

Chuvas favorecem cultivos de verão no Centro-Oeste, mas o excesso de umidade afeta lavouras de inverno no Sul – MAIS SOJA

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As chuvas favoreceram a recuperação da umidade do solo e o avanço da semeadura dos cultivos de verão em áreas do Centro-Oeste, especialmente da soja em Mato Grosso e Goiás. Em contrapartida, o clima chuvoso também impôs restrições às atividades agrícolas em outras regiões. No Sul, o excesso de umidade afetou lavouras de inverno, enquanto a baixa precipitação dificultou o avanço do plantio da oleaginosa em algumas áreas do Norte e do Nordeste.

As informações são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e estão reunidas na edição de outubro do Boletim de Monitoramento Agrícola, publicado nesta sexta-feira (23). O documento analisa as condições agrometeorológicas e o desenvolvimento das lavouras brasileiras entre 1º e 21 de outubro de 2026, com destaque para os efeitos da distribuição irregular das chuvas sobre os cultivos de inverno da safra 2025/26 e os cultivos de verão da safra 2026/27.

Segundo o acompanhamento da Conab, os indicadores de vegetação apontam condições favoráveis no início da safra, com índices acima da média histórica em todas as regiões monitoradas, embora a comparação com o ciclo anterior apresente diferenças regionais. Na comparação com a safra passada, os índices estão acima dos níveis registrados no sul de Goiás e no sudoeste de Mato Grosso do Sul, enquanto no norte de Mato Grosso e no oeste do Paraná permanecem próximos aos do ciclo anterior.

O monitoramento por cultura detalha os efeitos das condições climáticas sobre o andamento das safras. No trigo, o excesso de chuvas prejudicou a qualidade dos grãos em São Paulo e no Paraná e contribuiu para o avanço mais lento da colheita no Rio Grande do Sul. Já nos cultivos de verão, a semeadura ocorre em ritmos distintos entre os estados, com destaque para o avanço da soja em Mato Grosso e para as dificuldades operacionais provocadas pelo excesso de umidade em outras regiões.

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SAFRA 2025/26

Trigo – Chuvas afetam qualidade dos grãos em São Paulo e no Paraná

O excesso de chuvas comprometeu a qualidade do trigo em São Paulo, onde a colheita está em finalização. Grande parte dos grãos já colhidos apresenta qualidade inferior ao padrão esperado pela indústria de moagem. No Paraná, a qualidade também foi afetada, com o produto apresentando peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado. A colheita paranaense já alcança 75% da área plantada.

No Rio Grande do Sul, o avanço da colheita é lento devido ao volume elevado de chuvas e à menor radiação solar. A maioria das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fases sensíveis à ocorrência de doenças nas espigas. Em Santa Catarina, a sequência de períodos chuvosos aumenta a preocupação com doenças fúngicas, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, sobretudo nas áreas mais precoces.

Em Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, a colheita foi concluída.

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SAFRA 2026/27

Soja – Mato Grosso supera 60% da área prevista para semeadura, enquanto condições de umidade do solo dificultam o plantio em parte das demais regiões

Em Mato Grosso, a semeadura avança em todas as macrorregiões e já supera 60% da área prevista. Os produtores aproveitaram as condições favoráveis de umidade do solo para intensificar os trabalhos. No Paraná, o plantio também progride, e a maior parte das lavouras implantadas apresenta bom desenvolvimento. No entanto, o excesso de umidade pode provocar falhas na germinação, favorecer o surgimento de plantas invasoras e aumentar a ocorrência de pragas e doenças.

O ritmo da semeadura em Goiás varia entre regiões: no sudoeste, os trabalhos avançam favorecidos pela umidade do solo, e devem ser concluídos ainda em outubro. No sul, enquanto alguns municípios intensificaram as operações, outros suspenderam temporariamente o plantio devido à rápida perda de umidade após o revolvimento do solo. Já nas regiões leste, oeste e norte, a semeadura em áreas de sequeiro é pouco expressiva, e as operações se concentram nas áreas irrigadas.

Em Mato Grosso do Sul, a elevada umidade do solo levou à suspensão temporária da semeadura na maior parte das regiões produtoras. A exceção são as regiões norte e nordeste, onde chuvas esparsas permitiram a continuidade dos trabalhos. No Rio Grande do Sul, os produtores aguardam a redução do encharcamento da terra e dias sem chuva para intensificar as operações. Em Minas Gerais, a semeadura avança nas áreas de sequeiro. Já em São Paulo, o excesso de umidade dificulta o acesso e o deslocamento de máquinas nas lavouras, limitando o avanço do plantio.

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Arroz – Semeadura alcança cerca de 40% no Rio Grande do Sul e supera metade em Santa Catarina

Cerca de 40% da área prevista para a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul havia sido plantada até a primeira quinzena de outubro. Grandes volumes de chuva e o excesso de umidade do solo encarecem as operações de campo e prejudicam o desenvolvimento inicial das lavouras. Em Santa Catarina, segundo maior produtor nacional, atrás apenas do Rio Grande do Sul, o plantio havia alcançado pouco mais da metade da área prevista no mesmo período. As condições climáticas recentes, porém, têm dificultado tanto a semeadura quanto o desenvolvimento vegetativo inicial das lavouras recém-implantadas.

No Maranhão e no Pará, o cultivo já começou nas áreas irrigadas. Nas áreas de sequeiro dos dois estados, a semeadura está prevista para novembro e dezembro, período em que se espera maior regularidade das chuvas.

Milho primeira safra – Semeadura avança em ritmos distintos nos estados produtores

A semeadura do milho primeira safra no Paraná está próxima do fim, e as lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo. Chuvas acompanhadas de granizo e vendavais provocaram desfolhamento em áreas pontuais e favoreceram a ocorrência de pragas, como lagartas e tripes. Em Goiás, o avanço do plantio varia entre as regiões produtoras, com destaque para a região leste, onde alguns municípios já semearam entre 50% e 70% da área prevista.

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Enquanto em Minas Gerais a semeadura avança de forma lenta e gradual, o Rio Grande do Sul já supera 80% da área prevista. No estado gaúcho, a combinação de nebulosidade persistente, temperaturas amenas e alta umidade do ar aumenta a pressão de doenças, especialmente nas lavouras em estádios mais avançados de desenvolvimento ou atingidas por granizo.

O Boletim de Monitoramento Agrícola é fruto da parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam). A análise completa integrando dados de satélites, mapas, gráficos e análises detalhadas sobre o comportamento climático e o desenvolvimento das lavouras está disponível no portal da Conab.

Fonte: Conab



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Autor:Conab

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Site: Conab

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Sustentabilidade

Especialistas anteveem ataques da cigarrinha-do-milho na próxima ‘safrinha’, ante efeitos do El Niño – MAIS SOJA

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Embora ainda distante da semeadura, a segunda safra de milho, a chamada ‘safrinha’, deverá sofrer ataques potencialmente intensos da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis). A previsão vem da equipe técnica da companhia Sipcam Nichino Brasil, com base em modelos climáticos que apontam para a prevalência do fenômeno El Niño no próximo ciclo da cultura, sobretudo em regiões como Oeste da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Tocantins.

“A presença do El Niño, com temperaturas elevadas, favorece a proliferação de lagartas de alta complexidade como a cigarrinha-do-milho”, antecipa o engenheiro agrônomo Heberton de Melo, representante técnico de desenvolvimento comercial da Sipcam Nichino.  

“Os principais problemas decorrentes de infestações da ‘cigarrinha’ estão relacionados ao ‘enfezamento’ da cultura do milho”, diz Melo. “O inseto constitui um vetor de doenças (fitoplasma, espiroplasma e molicutes) e de duas viroses, a do ‘raiado fino’ e a do ‘mosaico estriado’. Não contida, em híbridos suscetíveis, a praga leva ao produtor perdas situadas entre 30% e 90% de uma lavoura”, ele alerta.

Conforme o agrônomo, estudos desenvolvidos pela companhia, realizados com suporte de consultores e pesquisadores, comprovam que o controle efetivo dessa praga hoje passa por um ‘novo olhar’ do produtor quanto a mecanismos de manejo disponíveis.

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“O controle do estágio ‘ninfa’ da ‘cigarrinha’ tornou-se central na estratégia de manejo do produtor, para obter sucesso na contenção e produzir mais e melhor”, explica Melo. Segundo ele, essa constatação veio de quase 80 trabalhos de campo, envolvendo a participação de 24 consultorias, institutos de pesquisas e universidades de ponta, como Unesp de Botucatu, Desafios Agro, Ceres, Fundação Rio Verde, Multcrop e outras.

Quebra do ciclo, novo olhar técnico

Esses estudos, ele esclarece, antecederam ao lançamento do inseticida Fiera®, colocado no mercado pela Sipcam Nichino há cerca de três anos e já situado entre os chamados produtos-estrela da companhia. “O manejo da ninfa, até pouco tempo atrás, não era prioridade nos tratamentos voltados à cigarrinha-do-milho, visavam somente à fase adulta do inseto, sem focar, portanto, na quebra do ciclo da praga”, comenta Melo.

“Oferecemos hoje ao mercado um novo olhar técnico: o controle de todas as fases jovens da praga. A pesquisa demonstrou a relevância exercida pelas ninfas no processo de disseminação da contaminação do milho por vírus e molicutes”, ele complementa

Segundo Heberton de Melo, Fiera® constitui um inseticida fisiológico, seletivo e regulador de crescimento de insetos. Ele reforça que o conjunto de ensaios realizados trouxe indicadores robustos de controle de ninfas da Daubulus maidis, na faixa de 95% a 100%.

De acordo com o agrônomo, o inseticida Fiera® acarreta efeitos, ainda, na fertilidade e fecundidade das fêmeas adultas da cigarrinha, com reduções de mais de 65% na ‘postura’ de ovos e de 90% na eclosão de ninfas. “Isto representa uma queda significativa na capacidade reprodutiva do inseto. A solução reduz a multiplicação da praga na fazenda e evita surtos de infestação.”

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Melo adianta também que o inseticida apresenta ação de contato, vapor e “afeta velozmente todos os estágios do ciclo de vida da Daubulus maidis”. Conforme a Sipcam Nichino, Fiera® tem por ingrediente ativo o Buprofezina 250 (SC), desenvolvido pela Nichino no Japão.

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Preço dos combustíveis e demanda por insumos influenciam fretes agrícolas em setembro – MAIS SOJA

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Os valores praticados em setembro para o transporte rodoviário de grãos nos principais corredores logísticos do país foram pressionados pela alta no preço dos combustíveis e pela movimentação de insumos para o plantio da safra 2026/27.

Na variação anual, os fretes também mantiveram a tendência inflacionada, refletindo os custos operacionais e a disponibilidade regional de transportes, além do volume histórico da produção brasileira de grãos no ciclo 2025/26, com consequente aquecimento nas exportações agrícolas. No acumulado entre janeiro e setembro, os embarques de soja alcançaram 100,1 milhões de toneladas, valor 6,69% acima do registrado no mesmo período de 2025.

Já os envios de milho ao exterior chegaram a 19,6 milhões de toneladas no total dos primeiros nove meses deste ano, com redução de 15,69% no comparativo anual, o que resulta da elevação da oferta do cereal no mercado internacional e do aumento do consumo interno, conforme dados apresentados na edição de outubro do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (27).

Apesar das reduções esperadas para o mês de setembro, os fretes apresentaram variação positiva em mais da metade das rotas originadas em Mato Grosso, com crescimento de até 6,3%. Esse patamar de cotações, observado em um período de entressafra, está associado ao mercado do milho, tanto em relação ao volume produzido na segunda safra do grão no estado quanto ao consumo interno, que praticamente dobrou nos últimos cinco anos. Em Mato Grosso do Sul, o comportamento mensal dos preços foi de decréscimo, com desvalorização de até 11,9% no eixo entre São Gabriel do Oeste e o Porto de Paranaguá. No cenário das exportações, o aumento dos embarques de milho e a redução dos de soja, em volume conjunto, contribuíram para o arrefecimento das tarifas.

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Ainda na região Centro-Oeste, a demanda por fretes de escoamento de grãos em Goiás demonstrou a retração esperada para o período, variando entre queda de 3,6% e incremento de 27,2%. Por outro lado, a internalização de adubos e fertilizantes, assim como de sementes, aqueceu as rotas para o plantio da próxima safra, com peso significativo do do preço do diesel nos valores dos fretes praticados. No Distrito Federal, os fretes registraram incremento mensal em todas as rotas, com maiores percentuais nos trajetos com destino aos portos de Paranaguá (PR) e Imbituba (SC), na região Sul do país, com valores reajustados em 5% e 4,2%, respectivamente.

Nas praças baianas, o crescimento nos fretes agrícolas foi superior a 3,5% na maior parte das rotas pesquisadas, com destaque para as originadas em Luís Eduardo Magalhães. O transporte de pluma de algodão contribui para a elevação das cotações, também influenciadas pelas importações de insumos. Já no Piauí, a média mensal dos fretes decresceu 5% em relação ao mês de agosto, enquanto no Maranhão a movimentação de cargas agrícolas no mês foi mais limitada, com fretes tendendo ao recuo. Nas rotas internas, os subprodutos do milho, derivados da produção de etanol, têm mobilizado fluxos de transporte com origem na região de Balsas, no sul do estado.

Dentre as rotas monitoradas pela Conab no eixo Sul-Sudeste, São Paulo teve recuo de 7,65% no preço médio mensal dos fretes, com declínio percentual em todos os trajetos que fazem parte da pesquisa. Além da sazonalidade agrícola, o aquecimento do consumo interno de grãos justifica esse cenário. Nas praças mineiras, os fretes foram influenciados pela finalização da colheita do café e início do plantio da soja, com foco no transporte de insumos e tendência ao recuo nas rotas destinadas às exportações.

Exportações – Em setembro, as exportações brasileiras de milho alcançaram 5,2 milhões de toneladas e as de soja, 7,3 milhões de toneladas. No acumulado entre janeiro e setembro, os portos do Arco Norte concentraram 51,22% do escoamento do cereal e 38,66% da oleaginosa. Já pelo Porto de Santos foram realizados 27,57% dos embarques de milho e 33,38% dos de soja. O entreposto paulista também foi responsável por 43,35% das exportações acumuladas de farelo de soja, seguido por Paranaguá, com 25,82%.

Importações – As importações de fertilizantes acumuladas até setembro de 2026 atingiram 28,4 milhões de toneladas, com redução de aproximadamente 15,7% em relação ao mesmo período de 2025. O volume é o menor registrado desde 2022, tanto no acumulado dos nove primeiros meses do ano quanto na variação entre setembro de 2026 e de 2025, que apresentou queda de 27,95%.

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A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento de grãos do país, abrangendo dez estados. As informações completas estão disponíveis no Boletim Logístico – Outubro/2026.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

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Site: Conab

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