Sustentabilidade
Sistema plantio direto contribui para reduzir perdas por seca na soja – MAIS SOJA

Considerando que o déficit hídrico é um dos principais fatores responsáveis por limitar a produtividade da soja, adotar estratégias que aumentem a resiliência das plantas ao estresse hídrico é fundamental para mitigar os efeitos da baixa disponibilidade de água, contribuindo para a manutenção do potencial produtivo da cultura, desde que os períodos de estiagem não comprometam significativamente o crescimento e o desenvolvimento das plantas.
Uma das principais estratégias para isso consiste no manejo do solo visando aumentar a capacidade de infiltração de água no perfil, reduzir as perdas por escoamento superficial e favorecer a distribuição das raízes no solo. Além de contribuir para um melhor aproveitamento da água, o manejo conservacionista possibilita a melhoria dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, promovendo um ambiente mais favorável ao desenvolvimento radicular.
O sistema plantio direto contribui efetivamente para alcançar esses benefícios. Ao seguir a premissa da cobertura permanente do solo, seja por meio da palhada residual e/ou de culturas de cobertura, inúmeros benefícios são proporcionados ao sistema de produção, incluindo maiores índices de infiltração de água no solo, menores perdas por escoamento superficial e evaporação, além da redução da erosão hídrica. Dessa forma, o plantio direto contribui, de maneira direta e indireta, para mitigar os efeitos da seca na cultura da soja.
Figura 1. Palhada em cobertura do solo, em sistema plantio direto consolidado.
Avaliando o índice de satisfação da necessidade de água da soja (ISNA) na fase reprodutiva da cultura (R1 a R6), Franchini et al. (2012), observaram a partir de um experimento de longa duração (17 safras), que existe uma correção positiva entre os valores de ISNA e a produtividade da soja no sistema plantio direto.
Os resultados observados por Franchini et al. (2012) demonstram que demonstram que a produtividade da soja no sistema plantio direto (SPD) foi menos afetada pela redução do ISNA do que no preparo convencional (PC), evidenciando maior disponibilidade de água e resiliência ao déficit hídrico. Enquanto a redução do ISNA de 0,8 para 0,6 provocou perdas de produtividade de aproximadamente 15% no SPD, no PC as perdas chegaram a 40%. Além disso, a produtividade começou a diminuir com ISNA abaixo de 0,7 no SPD, enquanto no PC essa redução ocorreu a partir de valores inferiores a 0,8, reforçando a maior tolerância da cultura ao déficit hídrico no sistema plantio direto (Debiasi; Franchini; Balbinot Junior, 2026).
O ISNA é um indicador da capacidade de oferta de água para suprir a demanda evapotranspiratória da cultura, ou seja, quando o ISNA é igual a 1 significa que a lavoura tem sua necessidade de água totalmente atendida (Debiasi; Franchini; Balbinot Junior, 2026).
Figura 2. Correlação entre a produtividade e o índice de satisfação da necessidade de água (ISNA) na fase reprodutiva (estádios: R1 a R6) da soja conduzida no sistema plantio direto (SPD) e no preparo convencional de solo (PC), a partir de dados de 17 safras de experimento de longa duração (período: 1994/1995 a 2010/2011) instalado em Londrina, PR.

Esses resultados reforçam o papel do sistema plantio direto como estratégia para mitigar os efeitos do déficit hídrico sobre a produtividade da soja, contribuindo para aumentar a resiliência das lavouras à seca em comparação ao preparo convencional do solo.

Referencias:
DEBIAISI, H.; FRANCHINI, J. C.; BALBINOT JUNIOR, A. A. MANEJO DO SOLO PARA REDUZIR PERDAS POR SECA NA SOJA. Embrapa Soja, Tópicos agronômicos sobre enfrentamento da seca na soja, Cap. 5, 2026. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1187158/1/DOC-486.pdf >, acesso em: 28/10/2026.
FRANCHINIM, J. C. et al. EVOLUTION OF CROP YIELDS IN DIFFERENT TILLAGE AND CROPPING SYSTEMS OVER TWO DECADES IN SOUTHERN BRAZIL. Field Crops Research, 2012. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/940585/1/franchini.field.crops.2012.pdf >, acesso em: 28/10/2026.

Sustentabilidade
Como fica o tempo em novembro? Temporais, granizo e chuvas de até 70 mm chegam no país

A previsão do tempo para os próximos dias indica o retorno das chuvas a algumas das principais regiões produtoras do país. No Centro-Oeste, a atuação de um canal de umidade favorece a ocorrência de temporais em regiões de soja, com possibilidade de rajadas de vento e queda de granizo. Já no Sul, a expectativa é de retorno das precipitações com maiores volumes na próxima semana.
Temporais atingem o Centro-Oeste
A atuação de um canal de umidade favorece o retorno das chuvas aos três estados do Centro-Oeste. Nesta quinta-feira (29), há previsão de temporais, com possibilidade de rajadas de vento e granizo em Mato Grosso do Sul, além de chuva forte no sul de Mato Grosso.
Nos próximos cinco dias, os volumes de chuva podem chegar a 80 milímetros em Goiás, enquanto Mato Grosso do Sul e Mato Grosso devem registrar acumulados de aproximadamente 30 milímetros. Em Mato Grosso, a distribuição das precipitações deve ser irregular, e áreas do norte do estado ainda precisam de mais chuva.
Na próxima semana, a tendência é de aumento das precipitações no sul de Mato Grosso do Sul. A segunda semana de novembro também deve manter as condições favoráveis à ocorrência de chuvas na região.
Com o retorno gradual das precipitações, o calorão tende a perder força. Nos próximos cinco dias, as temperaturas máximas não devem ultrapassar os 37 °C.
Diante da previsão de temporais, a orientação é evitar a exposição em áreas abertas durante a ocorrência de chuva intensa, especialmente em atividades no campo.
Sul terá retorno da chuva na próxima semana
No Sul do país, a previsão indica a retomada das chuvas com maiores volumes na próxima semana, especialmente no Rio Grande do Sul e no Paraná. Os acumulados podem chegar a 50 milímetros nessas áreas, favorecendo a reposição da umidade do solo.
No Rio Grande do Sul, a chuva deve voltar a ganhar força ao longo da próxima semana, após um período de menor ocorrência de precipitações.
Chuva avança sobre áreas do Matopiba
No Matopiba, a previsão indica o retorno das chuvas com volumes mais expressivos entre os dias 8 e 12 de novembro. Os maiores acumulados são esperados no Tocantins e no oeste da Bahia, onde a precipitação pode alcançar 70 milímetros.
A volta das chuvas deve contribuir para a recuperação da umidade do solo, importante para o desenvolvimento das lavouras e o avanço das atividades agrícolas.
Enquanto algumas regiões terão o retorno das precipitações, áreas do Nordeste devem continuar com pouca chuva. A previsão indica ausência de volumes significativos no agreste nordestino, mantendo o alerta para a baixa disponibilidade hídrica nessas localidades.
Norte terá chuvas passageiras
Na Região Norte, a previsão aponta chuvas passageiras em Rondônia e no Pará. Apesar da ocorrência de precipitações pontuais, os volumes ainda podem ser insuficientes para reverter os problemas relacionados à estiagem em algumas áreas.
A situação exige atenção especial na bacia do rio Tapajós, onde a falta de chuvas significativas mantém as preocupações com as condições hídricas.
Sustentabilidade
Percevejo-marrom e complexo de doenças podem desafiar a produtividade da soja na safra 2026/27 – MAIS SOJA

Com o El Niño influenciando o padrão climático da safra 2026/27 de soja, um dos principais desafios para o agricultor será interpretar as mudanças climáticas de cada região e transformá-las em decisões de manejo mais rápidas no campo para garantir o potencial produtivo da lavoura. O fenômeno não determina isoladamente a ocorrência de percevejo ou doenças, mas pode modificar as condições ambientais favoráveis para o seu desenvolvimento.
Nesse cenário, o planejamento fitossanitário precisa considerar as particularidades de cada região e ser ajustado de acordo com a evolução da lavoura. Monitorar a população de percevejo, acompanhar a presença e o avanço das doenças, considerar o histórico da área e trabalhar com diferentes mecanismos de ação estão entre as medidas que ganham relevância em uma safra marcada por maior volume de chuvas em áreas produtoras do Sul e condições mais secas no Centro-Oeste do Brasil.
“Em uma safra influenciada pelo El Niño, não existe uma receita única para todas as regiões. É necessário estar mais atento às mudanças do ambiente ao longo do ciclo e responder rapidamente a elas. Quanto melhor o agricultor conhecer o comportamento do percevejo-marrom e complexo de doenças em sua área, que inclui ferrugem-asiática, mancha-alvo e as Doenças Fúngicas de Final de Ciclo (DFCs), maior será sua capacidade de tomar decisões no momento adequado e preservar a produtividade no campo”, afirma o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Gustavo Corsini.
Para o agricultor, o desafio é evitar que a combinação entre pressão do inseto, condições favoráveis aos patógenos e decisões tardias comprometa justamente as fases em que a cultura define o rendimento da lavoura.
Clima irregular aumenta pressão sobre a sanidade da soja
No caso das doenças fúngicas, a preservação da área foliar é um dos principais pontos de atenção. O acompanhamento deve considerar tanto a evolução das condições ambientais quanto a presença de sintomas no campo.
De acordo com a Embrapa, entre as principais doenças fúngicas da soja estão ferrugem-asiática, mancha-alvo, antracnose ,oídio, cercosporiose e outras podridões.
A mancha-alvo, por exemplo, tende a avançar em condições favoráveis e períodos de chuva bem distribuída. O fungo pode sobreviver em restos culturais e sementes infectadas, além de provocar desfolha em cultivares suscetíveis, com potencial de perdas especialmente em regiões do Cerrado. Por isso, o acompanhamento da lavoura e a adoção de estratégias integradas são importantes para reduzir os impactos da doença.
A ferrugem-asiática avança quando existe molhamento foliar acima de 9h e, por isso, em situações de presença de chuvas mais bem distribuídas exige um programa estruturado de manejo. A doença pode ocorrer em diferentes estádios da cultura e provocar desfolha precoce, comprometendo a formação e o enchimento das vagens. Em regiões onde ocorreu em níveis epidêmicos, os danos registrados variam de 10% a 90% da produção, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Para o manejo do complexo de doenças da soja, o fungicida SUGOY reúne ação sistêmica e de contato e amplo espectro de controle, com registro para importantes doenças da cultura, como ferrugem-asiática, mancha-alvo, oídio e antracnose, entre outras. A formulação também conta com um protetor que contribui para o manejo da resistência.
As Doenças de Final de Ciclo (DFCs) também devem ser consideradas no planejamento, especialmente porque podem comprometer a área foliar durante uma fase importante para o enchimento dos grãos. Entre elas estão a mancha-parda e o crestamento foliar de cercóspora, além de outros patógenos cuja ocorrência varia de acordo com a região e as condições da lavoura.
“O manejo fitossanitário evoluiu significativamente nos últimos anos, mas o fechamento da lavoura, período que concentra a última aplicação, é uma fase diretamente relacionada à sustentação do enchimento de grãos e à definição do rendimento final da soja. Nesse momento, o agricultor precisa de uma estratégia consistente para preservar a sanidade foliar durante o período de maior demanda fisiológica da cultura”, explica Corsini.
O FUSÃO FIX foi desenvolvido para integrar essa estratégia de manejo de fechamento da lavoura. O produto reúne três princípios ativos, combinando ação multissítio, com atuação preventiva e protetora, aliada à alta sistemicidade e fixação. A tecnologia também possui registro para o controle da ferrugem-asiática e da mancha-alvo na cultura da soja.
Percevejo exige atenção durante o desenvolvimento da soja
Entre as pragas que podem afetar significativamente a safra 2026/27 está o percevejo-marrom. Esse inseto encontra condições favoráveis para reprodução durante o desenvolvimento da cultura, especialmente quando há disponibilidade de alimento de qualidade. Por isso, o período reprodutivo exige acompanhamento sistemático da população.
“É importante que o agricultor faça o monitoramento nesse período crítico para um melhor controle, pois essa praga causa danos significativos, com perdas de produtividade de mais de uma saca por hectare a cada inseto por m², além de reduzir a qualidade de sementes e grãos”, explica o pesquisador em entomologia, Clérison Perini.
O acompanhamento da população durante a fase reprodutiva auxilia na tomada de decisão e permite identificar o momento mais adequado para a intervenção. Além de afetar a produtividade, o percevejo pode comprometer a qualidade do produto colhido, provocando danos aos grãos, deformações nas sementes e queda do rendimento.
A evolução do manejo passa pela combinação entre conhecimento sobre o comportamento do inseto, monitoramento e utilização de ferramentas com diferentes características de controle. Nesse contexto, o inseticida TERMIUS é indicado para o controle do percevejo-marrom na soja, com ação de choque e residual prolongado. Já o inseticida ZEUS apresenta ação translaminar e sistêmica, além de atuar por contato e ingestão. O produto também se destaca pelo seu efeito de choque e residual e sua atuação em ninfas, o que proporciona resultados eficientes nas lavouras. “A eficácia de ZEUS no controle do percevejo-marrom chegou a 95% da população na lavoura”, destaca o gerente de Marketing Regional.
A experiência de agricultores com ZEUS também reforça a importância da eficácia do manejo, com diferentes mecanismos de ação. O produtor Celso Flores, de São João (PR), relata que utilizou o produto em safras anteriores e observou bom desempenho já na primeira aplicação. “Na segunda aplicação, fiquei ainda mais impressionado com a quantidade de percevejos controlados. Minha área estava muito infestada, com três a quatro insetos por planta, uma situação caótica”, afirma.
O produtor de soja Everton Strapasson, da região de São João (PR), também adotou a solução em safras anteriores. “É um produto muito bom e fiquei satisfeito com a sua eficácia. Em apenas 20 minutos, percebemos que os percevejos estavam todos mortos ou paralisados”, relata.
“A estratégia de manejo, seja de pragas ou doenças, não deve se concentrar apenas na aplicação após o aparecimento do problema fitossanitário. A identificação da evolução do cenário permite ajustar as decisões de acordo com a pressão observada, o estádio da cultura e as condições climáticas”, finaliza o gerente de Marketing Regional da IHARA.
SOBRE A IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há mais de 60 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Milho perde saída pelos portos, e preços caem até 22% no interior do país – MAIS SOJA

A dificuldade para escoar a produção brasileira e a perda de competitividade nas exportações derrubaram os preços do milho no interior do país. Desde setembro, a saca recuou 22% em Sorriso (MT), para R$41, e 19% em Rio Verde (GO), para R$50,20. Com o dólar abaixo de R$5 e a indústria abastecida para as próximas semanas, uma reação mais consistente depende da retomada das compras internas, esperada a partir de dezembro, segundo análise da Biond Agro.
Para alcançar a estimativa de 38 milhões de toneladas exportadas em 2026, o Brasil precisaria embarcar 12 milhões de toneladas em novembro e dezembro. A programação para novembro, porém, segue reduzida. Filas no Porto de Paranaguá, restrições nas hidrovias do Norte e fretes elevados também dificultam o escoamento, sobretudo da produção de Mato Grosso destinada aos portos do Sul.
“O produtor enfrenta um mercado com menos compradores no curto prazo. A exportação perdeu força e a indústria ainda está abastecida, o que limita a capacidade de negociar preços melhores. Por enquanto, não há sinais suficientes para apostar em uma recuperação imediata”, afirma Isabella Pliego, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.
Indústria deve ganhar peso no mercado
A pressão externa também vem dos Estados Unidos, onde a expectativa de uma oferta maior que a prevista pesa sobre as cotações. Com a queda dos preços em Chicago e o dólar abaixo de R$5, a exportação brasileira perdeu atratividade, deixando mais milho à procura de compradores no mercado interno.
A indústria, no entanto, ainda não precisa ampliar as compras. No Centro-Oeste, boa parte dos compradores está abastecida até novembro ou dezembro e tende a negociar novos volumes conforme a necessidade de reposição dos estoques.
O crescimento da produção de etanol de milho pode ajudar a equilibrar o mercado. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta alta de 6,6% na produção do biocombustível na safra 2026/27. O efeito sobre os preços, porém, deve aparecer com mais força quando as indústrias retomarem as compras.
Armazenar pode ser alternativa para quem pode esperar
Diante desse cenário, a Biond Agro recomenda que o produtor considere sua necessidade de caixa e a disponibilidade de armazenagem antes de decidir quando vender. Quem precisa de recursos ou de espaço nos silos para receber a soja deve negociar gradualmente com a indústria, em lotes de entrega curta.
Já quem tem estrutura para armazenar e fôlego financeiro pode avaliar a venda futura do grão. Na B3, o contrato de milho com vencimento em novembro fechou a R$65,40 por saca em 23 de outubro, enquanto o de março de 2027 encerrou a R$75,50. A diferença de R$10,10 por saca pode compensar a espera, desde que cubra os custos de armazenagem e capital.
“Quem precisa liberar espaço ou fazer caixa não deve depender de uma alta no curto prazo. Para o produtor que pode guardar o milho, os contratos futuros oferecem uma alternativa, mas é preciso colocar os custos na conta antes de decidir”, complementa Isabella.
Uma mudança antecipada dependeria de embarques de 6 milhões a 7 milhões de toneladas por mês em novembro e dezembro, de uma alta do dólar acima de R$5,22 ou da normalização das hidrovias do Norte. Até que esses sinais apareçam, a tendência é de pressão sobre os preços disponíveis, com possibilidade de sustentação a partir de dezembro.
Sobre a Biond Agro
Empresa especializada em gestão e comercialização de grãos para o produtor brasileiro, originária de um grupo de companhias com 25 anos de experiência (Fyo, CRESUD e Brasil Agro). Compreendendo os números e especificidades do negócio e como interagir com os mercados. A Biond Agro desenha estratégias de comercialização e execução de negócios, profissionalizando a gestão de riscos para tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. Saiba mais clicando aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
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